Minas veste prata

Minas 0x3 Vakifbank
O sonho do Minas de conquistar o seu primeiro título Mundial parou no forte e multicampeão Vakifbank.

Comentei no post anterior como a missão de ganhar o ouro seria complicada para o Minas. Além da óbvia superioridade de elenco, o Vakifbank tem cancha em competições internacionais e é difícil de batê-lo mesmo quando joga mal. 

Na final do Mundial 2018, para infelicidade do Minas, o Vakif jogou muito bem. Até porque durante toda a partida o próprio Minas não conseguiu manter um saque agressivo que desestabilizasse a recepção turca. Com exceção de uma ou outra passagem da Macris, o Vakif jogou o tempo todo com a bola na mão, o que só potencializou a diferença de recursos individuais do time turco para o brasileiro, além de prejudicar o funcionamento do sistema defensivo do Minas que tanto brilhou na semifinal.

No fim, a boa levantadora Ozbay teve a sua disposição não só a Zhu em grande desempenho, como também a Robinson e, nos dois últimos sets, as centrais Rasic e Gunes. Todas se alternando na bola de segurança durante os sets e dando a tranquilidade para a confirmação dos ataques.

No Minas, o ataque funcionou bem até a metade do segundo set quando a recepção começou a dar problemas e a tirar a velocidade das bolas da Macris para as pontas e limitar a utilização das jogadas com as centrais, principalmente com a Gattaz. Gabi e Bruna que viravam bem desde o primeiro set começaram a ser bem marcadas e a perder eficiência. E a Natália, pressionada na recepção, pouco fez para ajudar o time no ataque.

O Minas, para vencer, precisava de uma atuação perfeita e de um desempenho abaixo do adversário e a verdade é que não conseguiu nem uma coisa nem outra. Sem um saque eficiente e com a recepção quebrada, o esforço para se manter colado ao Vakif no placar, como conseguiu no primeiro e início do segundo set, foi se tornando maior com o decorrer da partida até que se tornou insustentável e o terceiro set foi uma lavada turca.


Uma pena que o Minas não tenha conseguido manter o nível de jogo que apresentou no primeiro set (acho até que o Lavarini errou no pedido de tempo do primeiro set em que o Vakif vencia por 21 a 20 e a Sloetjes se encaminhava para o saque. Ao invés de prejudicar a oposta adversária, prejudicou as mineiras que, a partir dali, perderam a mão do set). Poderia ter vendido mais caro a vitória às turcas.

Mas, de qualquer forma, o saldo deste Mundial para o Minas foi extremamente positivo. É uma briga bastante inglória para os times brasileiros enfrentarem as superpotências europeias e, mesmo assim, volta e meia, um representante daqui consegue chegar à final, como aconteceu este ano e o ano passado com o Sesc. Na situação em que se encontra o vôlei brasileiro, são resultados para se orgulhar. 

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+ Mundial de Clubes 2018

- E o Praia Clube nem viu a cor da bola na disputa do terceiro lugar contra o Eczacibasi (que se deu ao luxo de poupar a Boskovic). Perdeu por 3x0. Recepção e ataque novamente foram os principais problemas da equipe do Paulo Coco. Despedida melancólica para um time que investiu tanto em sua primeira participação no Mundial.

- As melhores:
MVP: Ting Zhu (Vafikbank) 
Levantadora: Macris (Minas)
Centrais: Mayany (Minas) e Milena Rasic (Vakifbank)
Ponteiras: Gabi (Minas) e Ting Zhu (Vakifbank)
Oposto: Tijana Boskovic (Eczacibasi Vitra)
Líbero: Gizem Orge (Vakifbank)

- Quem acompanha o Papo há algum tempo, sabe que não sou das maiores fãs da Macris. Sempre achei que faltava a ela um olhar mais estratégico e menos impulsivo na sua distribuição. Nesta temporada, Macris parece ter encontrado o equilíbrio entre a aquilo que tem de melhor (a precisão e a velocidade) e a distribuição. A parceria com as novas ponteiras e oposta, Natália, Gabi e Bruna, tem funcionado muito bem e, neste Mundial, a levantadora fez uma ótima campanha, com destaque para o excelente jogo de semifinal. Tomara que este momento seja um sinal de maturidade e de consolidação.
 
- Gabi foi a jogadora mais regular do Minas no Mundial e assumiu o papel de comandante do ataque, que deveria ter sido da Natália, com competência.

Comentários

Fernanda Machado disse…
Laura! Acho q vc se esqueceu de comentar que o Minas só chegou na final por causa de uma atuação de gala da Natalia, que não rendeu tanto assim na final, mas não podemos esquecer os 31 pontos que ela fez, acho injusta sua crítica, sem enaltecer o que ela fez, até pq na final ninguém jogou nada!
Anônimo disse…
Concordo com a Fernanda, Gabi foi a mais regular porém para garantir vaga na final o Minas precisou de algo mais que regularidade (precisou de uma atuação brilhante) e isso foi a Natália que teve juntamente com a Macris.
Cesar Nascimento disse…
não assisti aos jogos por conta do trabalho , sou Sesc torço para o Minas hoje partida que assisti a partir do segundo set sobre a Naty eu até gosto dela mas ela sempre deixa o time na mão quando precisa Gabizinha terá que assumir muito a responsabilidade desse time que é um bom time mais não tem banco sobre a macris acho que ela parou de fazer a leitura correta do jogo abandonou a Gabi e a Bruna para insistir na Naty tomando toco toda hora enfim vamos colecionando vice campeonato ! o praia pagou pela soberba do treinador que se acha
Alysson Barros disse…
Natália errou todos os passes e tomou os muitos tocos como sempre. Só foi pontuar, de novo, no segundo set e ainda tem o fã clube cego e abestado dela para defendê-la. Fazer 31 pontos foi a exceção. A regra é isso aí. Quando se precisa normalmente pipoca.

Vamos ver se na Superliga, que é um torneio mais fácil, ela faz 30 pontos em dois jogos seguidos?

Enfim... Parabéns ao Minas! Chega credenciado para continuar arrebentando aqui.
Anônimo disse…
O saldo positivo foi que essa competição mostrou ao zé roberto que o time pra 2020 é a base maioria do minas.levantadora titular deve ser Macris com dani e fabiola disputando a segunda vaga.
das centrais que foram ao mundial deste ano a única que merece chance é taísa de resto Gataz e mayany provaram ser as mais aptas pra função. fora bia adenizia e carol. libero só tem duas no brasil ou brait ou léia. Se contar com suellen nao chega nem aos playoffs. Tandara fica indiscutivel como oposta e bruna reserva. E de ponteiras titular deve ser garay e gabi e na reserva natália e colocaria mari paraíba. Rosamaria, drussila, amanda já tiveram oportunidade e nao aproveitaram. fora
Anônimo disse…
Alysson, como sempre você lê a minha mente e fala tudo o que eu penso. As pessoas não conseguem ver que a Natália não é confiável. Nas horas mais importantes ela vai falhar, fazer bizarrices, passar para trás, atacar na rede, etc. Os 31 pontos são um ponto fora da curva, que é de inconstância.

Mas ela segue como promessa e vamos esperar o dia em que ela trará um título de Mundial, Olimpíadas ou até de Mundial de Clubes para o Brasil.

Achei que um erro foi não utilizar mais a Bruna que estava bem no jogo, visto que a marcação foi toda para a Natália e para a Gabi. Bruna virou muitas bolas e parecia estar no jogo, mas Macris a usou pouco.

Também achei a Leia muito mal posicionada para defender a Zhu. Desde 2016 falo isso aqui, na final olímpica ela não achou a Zhu. No jogo antes da semi também não e hoje de novo. Zhu deve ter marcação especial na defesa.

Macris também usou pouco a Mayany e a Gataz, sobrecarregando a entrada de rede. Acho que a Mayany deve ser oposta.

A líbero delas jogou muito. Zhu, sem comentários. Sloetjs amarelando como sempre em momentos decisivos.

Algo que não poderia ter acontecido foi a Robinson ter virado tantas bolas. O alcance dela nem é tão grande, mas o bloqueio se perdeu com ela e a defesa também. Isso ajudou a desequilibrar o jogo quando a Zhu estava no fundo.

O saque também não fez efeito, porém a linha de passe de lá era muito boa. Já a nossa erou muito. Leia é outra que não é confiável. Aliás se lembrarmos do passado, já deixou muito o Minas na mão. Na seleção nem se fala. E Brait perdeu a vaga para ela.

Mas contudo, parabéns ao Minas, e ao Praia também. Jogaram bem dentro do possível. O praia sofreu com a Loyd desentrosada ainda. Mas não fizeram feio frente a times mais fortes.

Há uma esperança para o vôlei brasileiro quando o Zé Xulé sair.
Marco Barbosa disse…
Querida Laura, caros amigos, as finais do Mundial de Clubes foram uma disputa Turquia x Brasil mas um observador curioso poderia enxergar também um Brasil x Itália. Como em um sinal dos tempos, os brasileiros acabaram disputando o bronze, enquanto os italianos competiram pelo ouro. Há um abismo financeiro nos separando dos gigantes turcos, cujos orçamentos anuais pagariam todos os times da nossa SL, de modo que a performance das brasileiras, em especial a do Minas, deve ser avaliada como muito boa, considerando este aspecto. Assim, só mesmo uma baita crise econômica na Turquia trará resultados diferentes de um time turco no alto do pódio nas próximas edições do interclubes. Se serve como consolo, o Erdogan está se esforçando muito para essa crise acontecer.
Gostei muito do jogo da Macris; acho que o Lavarini está fazendo bem para ela, pois parece em nítida evolução. A Gabi foi outra que me impressionou muito bem, por seu destemor e habilidade que compensa uma estatura que, não fosse ela uma craque, a deixaria em grande desvantagem diante das jogadoras de classe mundial. Preocupa a posição de líbero, já que Léia e Suelen são duas das que o Brasil tem de melhor e ambas ficaram distantes da Gizen, por exemplo, tanto no passe quanto na defesa. Aliás, gostaria de finalizar partindo do exemplo da líbero do Vafikbank para contribuir com uma reflexão: tudo bem, o orçamento é grande e permite contratar as melhores do mundo, mas as jogadoras turcas também são muito boas técnica e fisicamente. A seleção turca dará muito trabalho, até considerando que os técnicos italianos parecem melhores que os nossos. Tomara que o Minas segure o Lavarini aqui por algumas temporadas; a presença dele pode elevar o nível dos nossos estagnados treinadores.
Anônimo disse…
De novo todo mundo aqui falando da Natália Promessa. São 29 anos, num esporte que geralmente, após os 30 começa cair o padrão.
Natália até hoje viveu de surtos: um na superliga, um no mundial de clubes, um... Ela nunca foi uma jogadora consistente. Menos com ela.
No mais, a equipe Turca só tinham 2 nacionais, parabéns ao Minas, que valorizou a oportunidade. Parabéns ao Praia.
Anônimo disse…
Não entendi a Itália e os italianos na comparação. Poderia explicar melhor?
Anônimo disse…
Foi um jogo intragável de assistir. Além do Minas estar sempre jogando atrás do placar, ser um adversário inferior no papel, todas as jogadoras do Vakifbank ficavam com cara de deboche. Osbay, Robinson, Rasic e Gunes eram as piores. A Gunes é a pior de todas! Se acha! Atacou uma bola e debochou de frente, aí me irritei e parei de ver. Karakurt é outra horrível! Não tem a mínima noção de educação. Guidetti péssimo também... pra mim, esse time tem que ter muitas aulas de respeito ao próximo. Na minha opinião, só se salvam Zhu, Sloetjes e a líbero. Agora as 5 citadas (Osbay, Robinson, Rasic, Gunes e Karakurt) deram nojo de assistir, desconhecem a palavra fair-play. O que me consola é que Osbay, Karakurt e Gunes vão levar muito sacode ainda na seleção pra aprenderem a ser humanas.
Anônimo disse…
Concordo contigo anônimo a arrogancia das jogadoras turcas do VAKIZHU foi demais mesmo.
Rasic piorou muito depois do mundial feminino sempre de risadinha como a cubana Regla Torres mas sua hora vai chegar querida.
Boskovic tmb tem se sentido a jogadora do sèculo não pode ver uma camera que quer aparecer.
E o Guidetti arrasa no VAKIZHU mas como tecnico principal da Turquia fez a seleção ter um resultado pior neste mundial de 201i do que o de 2014.
E Robinson uma jogadora que nos time dos EUA è libero.
Anônimo disse…
Anônimo acho que o Marco Barbosa quis dizer os técnicos Brasil x Itália. Paulo Cuoco e Marco Aurélio Mota x Stefano Lavarine e Giovani Guidetti.
Anônimo disse…
Ah, agora entendi. Sim, tem sentido mesmo. Realmente os técnicos brasileiros estão um passo atrás. Formaram-se na escola Zé Roberto e Bernardinho, o que funcionou durante muito tempo. Mas o mundo do vôlei todo evoluiu, tem muito mais variáveis na equação, que os nossos técnicos têm que aprender.

Na verdade, nossa Superliga é fraca. O investimento é baixo, o nível técnico das jogadoras é baixo, a autoestima é baixa, os técnicos são fracos (vide Luizomar de Moura). Temos muito que evoluir.

Eu acho que tinham que abandonar a CBV e criar uma nova confederação governada por jogadores. Os atletas são os maiores prejudicados nisso tudo. Eles deveriam gritar mais alto.
Anônimo disse…
Eu fico abismada com quantas pessoas só conseguem ver o lado ruim das coisas! Não consigo mesmo entender o ódio que tem da Natalia, do ZRG, Bernardinho, eles são humanos, são falhos, mas já trouxeram inúmeras alegrias pra nós, inclusive, essa escola Bernardinho, tão ultrapassada, é a atual campeã olímpica, mas disso os críticos nunca se lembram! Em relação às críticas sobre a Natalia, ela não é uma promessa, ela aconteceu, talvez não tenha sido uma Boskovic, uma Kim, mas elas não tiveram que superar 2 tumores pra dar a volta por cima, pra deixar essas mesmas na semi com uma atuação de encher os olhos, mas isso é só um dia para os críticos, que também acham que uma contusão, quase 1 ano parada, não altera o desempenho... E lembrando a vcs que essa mesma Natalia foi titular de uma superpotência dessas, o Fenerbache, eleita a melhor brasileira do ano, enquanto no Rio, campeã de tudo, mas isso ninguém lembra..Talvez ela não vire todas, não passe todas, não bloqueie todas, não defenda todas, talvez ela seja só uma ponteira boa, que se supera e que mereça pelo menos respeito por tudo que ela viveu, sofreu e teve que superar pra calar todo mundo, colocando 31 bolas no chão...: Isso ninguém pode negar!
Kamila Azevedo disse…
O Vakifbank, claramente, era o favorito a vencer o Mundial. Mesmo assim, acho que o Minas fez uma boa partida, com sets equilibrados, dando um pouco de trabalho ao time turco. A Mayany tem muita personalidade. Gostei muito dela. Macris fez um excelente mundial. Pena que não deve ser convocada pelo Zé Teimoso... Bruna também foi muito bem e concordo que ela deveria ter sido mais acionada pela Macris ontem. A Natália e a Gabizinha estavam muito marcadas. Natália, ontem, não contribuiu como deveria - e poderia. Enfim, acho que, pelo investimento que foi feito, o papel de Minas foi cumprido. O time fez a partida da vida contra o Eczasibasi na semifinal. Ali, foi a final delas.
Tom Sena disse…
Venho em defesa dos críticos, dos quais considero avaliações bem posicionadas...não vejo um desmerecimento pelo que o Zé Roberto ou Bernado fez. Acontece que ninguém é obrigado a viver com os pés no passado, é que o presente pede mais emoção para continuarmos vibrando com o voleibol, sendo assim Cuba só precisaria da história. Zé Roberto pegou uma seleção abençoada no talento e preparadíssima, isso quando ganhamos o suado ouro olímpico no feminino em 2008. O Zé Roberto foi falho e não demonstrou inteligência em 2004 com o fatídico 24x19, poucos aqui lembram de 2000, o mesmo episódio contra Cuba, e ainda assim ele não havia tirado nenhuma lição. O Zé nem ao menos tem ousadia de acionar o banco nas horas de maior instabilidade. A vilã chama "Natália", o que se espera de um grande atleta é ombridade e isso Natália não teve sempre que se mostrou disposta a "ajudar" a seleção estando machucada ou em fase de recuperação, bastava pedir pra sair e esperar outra oportunidade. Lembro da RIO 2016 e fico agoniado nas minhas lembranças com aquele sorriso tão à vontade e a falta de comprometimento dessa atleta, estava-mos todos em casa falando: alguém dá uma chamada nessa menina ou o time pode desandar, manter o foco e a concentração, ninguém falava nada na comissão técnica e Natália continua lá errando e sempre lá...Jaqueline mesmo não estando bem, não foi acionada em para tentar melhorar a situação do passe. Sim...a Natália é uma atleta acima da média e também uma eterna promessa e não é questão de ódio, aliás toda opinião contrária se tornou ódio, racismo, homofobia, esquerdopatia e outras coisas. Eu desejo muito sucesso ao nosso amado esporte e em especial: ao Minas e a Natália, que jogue muito voleibol! Só posso desejar coisas boas, afinal só tenho a certeza da morte e dos impostos!
kiki disse…
A base tem Jose Roberto tem só querer e maus chega tem três levantadoras ótimas CCHEGA DE DANIS DE FABIOLA TEM OUTRAS ROBWRTA E MACRIS AINDA TEM CLUDINHA TEM OPOTOS SO QUERER ESQUECER JOGADORAS BICHADAS
Anônimo disse…
Acabou a época ZRG, é hora de dar chance ao Lavarini na seleção. Ou se o Zé panela ficar a CBV cair em cima e obrigá-lo a renovação. Que no meu caso seria mais viável dar chance ao Lavarini. Outra está na cara aí a renovação não vê quem não quer. Basta chamar essas meninas e treiná-las.
Um torneio amistoso após superliga seria ideal, ou até uns amistosos c seleções vizinhas. Temos muito boas atletas que só estão precisando de testes pra se afirmarem como a Mayany que se afirmou neste mundial.
Temos muitas boas atletas a disposição. Ex;
Levantadoras; Macris, Claudinha, Giovana, Lyara, Fran, Vivian, Juma e Jack Moreno.
Opostas; Bruna, Malu, Ariane, Sara, Lorenne, Sabrina, Lorrayna e Kisy.
Ponteiras; Kasielly, Natália Fernandes,Paula Morh, Ariele, Sonally, Tomé, Pri Daroit, Mari Pb, Lana, Karina do Sanca, Vanessa janke, Tainara e Júlia Bergsman.
Centrais: Diana, Mayany, Linda Jéssica, Valquíria, Mariana Aquino, Milka e Ju Melo.
Liberos: Camila Brait, Aninha do Curitiba, Tássia, Kika do Osasco e Vitória do Sesc.
Anônimo disse…
Ainda aguardo o Post do sacode que o Fluminense aplicou sobre o Sesc Rio.....Cadê?
Anônimo disse…

Sempre acompanho este blog, gosto muito dos comentários da Laura, sempre muito pertinentes !

Sou amante do volei e confesso que quando leio determinados comentários aqui citando algumas atletas me incomoda muito. Respeito a opinião de cada um, mas chamar Natália de "vilã", "eterna promessa", "pipoqueira" e outros adjetivos que já li aqui é demais para minha cabeça ! Natália não é promessa, é realidade e faz tempo, foi MVP da Liga Turca, MVP do Grand Prix 2017, uma das melhores ponteiras no mesmo Grand Prix, isso sem contar antes das contusões que passou ! E que partida foi aquela contra o Eczasibasi, 31 pontos, depois de quase 01 ano sem jogar ! Concordo que poderia ter sido mais efetiva no ataque, mas contribuiu no fundo de quadra ! 3º lugar nas estatísticas de recepção da FIVB. Parabéns ao Minas pelo 2º lugar !
Guilherme Andrade disse…
Gente, como disse a Kamila, a final do Minas foi a semi contra o Eczasibasi. Ali as jogadores deram tudo. Não acredito que alguém tenha achado que a atuação se repetiria no dia seguinte, na final. Esse jogo mostrou uma deficiência na preparação das jogadoras brasileiras que vem se repetindo inclusive na seleção feminina: condicionamento físico. E já venho dizendo isso há alguns comentários. As atletas brasileiras são capazes de fazer um partidaço em um dia, mas se têm que repetir a mesma atuação no dia seguinte, falta o fôlego. Acho esse, juntamente com a defasagem do técnico atual, o principal problema do vôlei feminino brasileiro na atualidade. Assistindo ao jogo, ficou nítido que o time do Minas era outro, completamente esgotado pela atuação no dia anterior. Mas essa exigência física é uma a realidade cada vez mais presente nos grandes torneios de vôlei, de forma que o condicionamento físico das atletas vai fazer(e já está fazendo) a diferença na hora de conquistar um titulo importante.
Anônimo disse…
Não é ódio à Natália, é um inconformismo por ela ter tido sempre cadeira cativa e privilégios na seleção, mesmo quando não tinha condições de jogar. Como bem falaram aí em cima, ela nunca pediu dispensa e muitas vezes se apresentou bichada, ocupando o lugar de outra atleta inteira fisicamente. Pela seleção nunca fez nada, ou quase nada. Natália nunca me trouxe alegria nenhuma, só me fez passar raiva. Eu quase infartei no jogo contra a China na Rio 2016.
Unknown disse…
Fico muito impressionado com os mesmos comentário das mesmas pessoas em vários chats sobre a Natália, uma jogadora respeitada e valorizada no mundo com potencial indiscutível, não a toa sempre ataca com duplo ou triplo, mas vocês continuam a implicar. não rendeu porque existia uma estratégia de anular os ataques dela, a Gabi é pouco conhecida no cenário internacional obviamente rodou mais bolas, pois não tinha um plano de jogo individual pra ela.
ela foi caçada no saque o tempo todo, evoluiu no passe visivelmente, esta com potencia, alcance e fundo de quadra de forma extraordinária e ainda ta pouco? porra...
Tom Sena disse…
Ohhh..pessoal escrevi muito rápido sem revisar! Vilã fica nas entrelinhas (olhem lá), se referindo a forma como a Natália vem sendo taxada! mas, a considero instável demais, essa visão eu não mudo! Porém, reforço o fato de ser uma atleta acima da média e desejar muito sucesso em sua carreira!
Kaike Lemos disse…
Pena o Minas não ter conquistado o título, merieciam tanto, principalmente o Lavarini e a Macris, que bancou pra uma tal de Roberta, por causa da panela ilimitada do ZRG!

Hj eu queria o Lavarini na seleção principal, o método estrangeiro de se treinar vem sendo melhor do que o do método tradicional aqui do Brasil! Lavarini fez o Minas apresentar um volume de jogo absurdo, características presentes no vôlei italiano que raramente é apresentada nos clubes brasileiros, com exceção do Rio de Janeiro.

Mayani veio pra dar um tapa no conservadorismo do ZRG!!! A garota pôs a Mara no banco e levou premiação individual!!!

Com a renovação eu vejo isso:

Macris/Fabíola/Claudinha/Lyara/Giovanna/Bruninha/Vivian e Jacke Moreno
Adê/Carol/Mayani/Valquiria/Milka/Lays/Diana Alecrim/Mayhara e Fran.
Gabi/Natália/Drussylla/Lana/Edinara/Gabi Cândido/Maira/Júlia Bergman/Tainara e Gleyci
Tandara/Bruna/Sabrina/Lorenne/Sara e Lorrayna
C.Brait/Léia/Tássia/Natinha/Ju Paes e Laís.

Todas que citei estão em grande FASE, e ainda podemos contar com o retorno da Garay e a Mari PB que vive bons momentos no ataque!

O Brasil só voltará a brilhar com o ZRG fora da seleção, até que o Lavarini ou outro técnico ESTRANGEIRO assumam a mesma! Nitidamente o Lavarini está preparado! Ele prioriza o volume de jogo, técnico estudioso, é como se fosse uma versão 2.0 do Bernardo, além de ter sido eleito 2 vzs o melhor técnico da Itália e ter trabalhado com LANG PING, a escondedora de jogos!

Com a prata o Minas passa a ter o título da Superliga praticamente na mão! Mas terá que torcer pro Praia continuar na má fase e o Flu não crescer muito!
Anônimo disse…
Parabéns ao Minas pelo vice campeonato!!! Vamos valorizar!!! Ano passado qdo o Rio foi vice, endeusaram as jogadoras e o Bernardo, aqui mesmo, agora é vice igual, endeusem o Minas tbm. A maioria das jogadoras do Vaki são soberbas e gritam na cara, o Guidetti tbm se acha o melhor dos melhores, adorei que no mundial de seleções foi tombadissimo kkkkkk Sobre a Nati acredito que ela precisa evoluir no bloqueio, pois, qdo ela detona num jogo, vide os 31 pontos, ainda vejo, ela perdida no bloques, mas acho as críticas à ela nesse blogue maldosas....
Agora, voltamos a superliga, esperando que o Rio leve mais um sacode de 25x13 kkkkkk
Anônimo disse…
Mayahny divou.

Agora põe aquela Karacu p/ fazer teste de testosterona, a mulher é um rapaz vamos combinar!
Mantronix Inc disse…
JOGOS DE TERÇA 11/12/2018

Transmissões

3 jogos terão transmissão ao vivo nesta terça-feira (11.12). O Hinode Barueri (SP) duelará com o Sesc RJ, às 19h, no José Correa, em Barueri (SP). O site Globoesporte.com transmitirá ao vivo.

Já o Pinheiros (SP) enfrentará o Curitiba Vôlei (PR), às 20h, no Henrique Villaboin, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo do Canal Vôlei Brasil.


Sesi Vôlei Bauru (SP) x BRB/Brasília Vôlei (DF), às 20h30, no Panela de Pressão, em Bauru (SP) – SporTV 2

E A sétima rodada do turno terá ainda o duelo entre o São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) e o Balenário Camboriú (SC), às 20h, no Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP). (SEM TRANSMISSÃO)
Alysson Barros disse…
Como são simplistas esse ponto de vista de que críticas são injustas para determinadas jogadoras (e outras não), alegação de ataque pessoal, justificativas infinitas e outras bobagens.

Sempre digo e repito: torcedor de voleibol tem a auto-estima baixíssima - algo que não acontece no futebol, por exemplo - e por conta disso minimizam as coisas em virtude de suas preferências.

Por isso que só comento e depois leio, sem me envolver mais. E muitas vezes fico dando risada dos comentários sozinho.

Nem precisaria pautar isso, mas... Nunca, por exemplo, faltei com respeito com a pessoa de ninguém. E apelidos são extremamente normais e naturais. Chamar alguém de pipoqueira ou falar que pipocou não tem absolutamente nada de mais. Menos choradeira, por obséquio, fã clube. Se a pessoa é pública está sujeita a críticas, ainda mais quando as mesmas são escancaradamente merecidas.

Tom Sena, sua mensagem foi perfeita. Espero que todos os defensores de qualquer coisa que seja a tenham lido.
Anônimo disse…
MAYAHANY E LAVARINI NA SELEÇÃO URGENTE! RENOVAÇÃO JÁ!