Um adeus prematuro e vergonhoso

Brasil 3x2 Japão
(23-25 / 16-25 / 28-26 / 25-21 / 15-11)

Apesar de ter acompanhado todo o inconstante ano da seleção brasileira, ainda fui capaz de me surpreender – negativamente, claro – com o time. Como é que consegue levar uma virada do Japão, no primeiro set, quando vencia por 22x17? 

O jogo, até aquele momento, estava do jeito que o Brasil precisava. O Japão não apresentava volume de jogo, o que possibilitou que, sem aquelas trocas de bolas que da defesa japonessa que tanto desgastam mentalmente os adversários, a virada de bola brasileira fosse tranquila. O time, com os ataques de Garay, Tandara e Gabi fluindo bem, estava seguro. E, para nos ajudar ainda mais, a recepção japonesa dava pontos em erros. 

Ou seja, o Brasil tinha conseguido escapar das armadilhas japonesas, fazendo com que a partida tivesse o ritmo dele e não das donas da casa. Mas, de repente, tudo desmoronou.

Um saque aqui e ali desperdiçado, um erro e outro de recepção e pronto. A confiança, a lucidez e a tranquilidade foram pro brejo junto com o primeiro set e a chance de classificação do Brasil para a próxima fase.



A mesma história se repetiu várias vezes durante este ano. Comentamos aqui como o Brasil era instável, muitas vezes dentro de uma mesma partida. O time não se encontrou nesta temporada, com ou sem Dani Lins, com ou sem Garay e Tandara... Não deu certo. Mais do que as individualidades, o conjunto não funcionou.

E se isso não é um sinal claro e evidente de um final de ciclo e de uma necessidade de renovação profunda, não sei o que é. Aliás, Rio 2016 já foi o primeiro sinal e não foi identificado da maneira correta.

Tomara que o 22x17 seja o 24x19 desta geração. Que 2018 seja um marco para uma transformação profunda na seleção como foi 2004. A começar pelo Zé Roberto, que dificilmente sairá do comando antes de Tóquio 2020. Ele precisa ter a disposição de recomeçar e rever alguns dos seus conceitos como fez quando iniciou uma nova fase para o vôlei feminino em 2005. Só que, sinceramente, não é o que o Zé tem transparecido. Ele parece cansado e um tanto conformado com a situação atual da seleção. 

Se a leitura da derrota para o Japão se encaminhar somente para as questões físicas das principais jogadoras, aí não aprenderemos nada desta vergonhosa eliminação. É mais do que isso.

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Pê esse: - Muito digno do Brasil, depois de eliminado, ainda brigar pela vitória contra o Japão. Depois do segundo set, imaginei que a despedida do Mundial seria ainda mais melancólica e vergonhosa, com uma derrota.

- Ao mesmo tempo, foi meio deprimente ver Thaisa e Adenízia entrando nos sets finais para ajudar a equipe. Triste que uma jogadora com a história da Thaisa seja utilizada num momento da partida em que não havia mais nada em jogo. Para ela, era muito importante e significativo estar neste Mundial, o que é totalmente compreensível depois das graves lesões nos joelhos. Merecia um final mais feliz. E o caso da Adê é difícil de entender porque foi tão desacreditada. A não ser que houvesse algum problema físico do qual não esteja informada, não compreendo porque o Zé não investiu nela como titular e abriu mão da central mais completa que tinha à disposição tão facilmente, sem dar a ela oportunidade de ganhar ritmo de jogo.

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Demais resultados da 4ª rodada da 2ª fase:

Grupo E 
Holanda 3x0 Sérvia
Rep. Dominicana 3x0 Alemanha
México 1x3 Porto Rico

Classificação final: 

1- Holanda – 8V – 24 pontos
2- Japão – 7V – 22 pontos
3- Sérvia 7V – 21 pontos
4- Brasil - 7V – 20 pontos

Grupo F  

Bulgária 3x0 Azerbaijão
Turquia 3x1 Tailândia
Itália 3x1 EUA
China 3x1 Rússia
Classificação final

1- Itália – 9V - 27 pontos 

2- China – 8V – 24 pontos
3- EUA – 7V – 19 pontos
4- Rússia - 6V – 18 pontos
5- Turquia – 5V – 15 pontos

 

Grupos da próxima fase: 
Grupo G: Itália, Sérvia e Japão 
Grupo H: China, EUA e Holanda

- Pobre Japão...

- EUA não tem convencido neste Mundial. Sorte que a insegura Holanda está no seu caminho para chegar às semifinais.

Comentários

Renato Carvalho disse…
Ze Roberto tem a ser demitido no aeroporto,renovação com ele não vai ocorrer, ele vai com esse time até 2020.Fabiola,vanessa junk,Walkiria lorene,Mari Paraíba leticia hage walkiria brait esse time faria melhor papel
Paulo Roberto disse…
É Laura estava esperando seu texto pra comentar. rsrsrsr

Já sabíamos que não viria o outro, quiçá um bronze. Mas sair dessa forma com todo o histórico do vôlei brasileiro é triste. Tandara e Adê chorando no final tocou demais meu coração. Algumas constatações (algumas repetidas):

- A era Zé Roberto tem que acabar. Ou entra sangue novo (daria tudo pra ver uma mulher na seleção quem sabe a Ana Moser ou a Fofão?) ou volta o Bernardo pra tentar tirar leite de pedra;

- Não entendi também a Adê ser preterida em função de Bia e Carol. Ela é muito mais jogadora que as outras duas, num momento muito especial na Europa e simplesmente bancou!!! Sempre defendi a Adenízia na seleção porque mesmo quando ela não esteve bem nos clubes na seleção sempre respondeu bem. Enfim, acho que aquele choro dela na rede no final traduz isso: " eu poderia ter feito mais se tivessem me dado a oportunidade." Mudaria o destino na competição? Provavelmente não, mas pelo menos a melhor central brasileira do momento estaria em quadra.

- A entrada da Thaísa mostrou que 100% ela faria total diferença pelo menos no bloqueio e me arrisco a dizer que se a dupla titular pelo menos na fase final fosse Thaísa e Ade esse fundamento poderia ter mexido com o padrão de jogo do Brasil.

- Pra quem teve Fofão e Venturini ver Pani Lins e Roberta é triste demais. Pani Lins pela seleção jogou a vida em Londres e ficou por lá com a Rainha Elizabeth. Roberta eu entendo que são as limitações técnicas mesmo.

- Alguém precisa estabilizar o passe brasileiro. Imaginei que Garay daria uma segurança maior, mas parece que ela também não estava tão inteira fisicamente assim. O reinado de Jaque no fundo de quadra passou e não temos ninguém que faça o que ela fez. Tem que garimpar ou ensinar uma das ponteiras que sobraram, coisa que o Zé não tem o perfil pra fazer nessa fase da vida.

- Faltou liderança em quadra. Vez ou outra a Tandara ou a Garay assumiam esse papel, mas não havia uma figura que concentrasse a liderança em si. Esse time precisa de alguém que as chame e segure a onda como foi com a Ana Moser nos anos 90, a Fofão nos anos 2000. O time de Londres era um pouco diferente porque cada uma era líder à sua maneira, por isso o coletivo falou tão alto.

- A seleção italiana cheia de jovens talentos mostrou que essa questão de idade das jogadores é muito subjetiva.

Esperemos por dias melhores!
Anônimo disse…
Mudanças de comida técnica apenas após 2030, tanto na seleção masculina, como também na feminina. Nosso time masculino ainda vai ter uma gordurinha pra gastar até Tóquio, mas o time feminino chegou no limite, não temos boas peças de reposição. Pergunta: qual foi a atleta grande revelação da Superliga feminina dos últimos tempos? Resposta fácil: gabi, jogando pelo Mackenzie em 2011/2012. Os times grandes, pra se manterem competitivos, dependem cada vez mais de atletas estrangeiroas.
Anônimo disse…
Tenho uma pergunta para os internautas: temos ou não temos peças de reposição?


Anônimo disse…
Não é que o Zé esteja cansado,a característica dele sempre foi esta:trabalhar c/jogadoras "prontas" do Bernardinho,Luizomar e de outros técnicos formadores de jogadoras!O Zé seria totalmente incapaz de fazer o que o Renan fez no masculino.O Renan,mesmo sem poder contar com os ponteiros Maurício,Lucarelli e Leal e sem o líbero Serginho,teve coragem em investir e treinar muito "novas opções",apostou em Douglas Sousa,Cadu,Lucas Loh e,na maior revelação do Renan até agora que foi o líbero Maique de apenas 21 anos!A ousadia de Renan,com um time c/bastantes desfalques,levou a seleção masculina a uma Prata totalmente inesperada e conquistada com muita coragem e trabalho duro da equipe!Zé Roberto está longe de ter esse perfil!Tenho certeza que se o SESI/Bauru do excelente técnico Anderson,líder isolado do Campeonato Paulista,com Fabíola,Tifany,Valquíria,Saraelen,Edinara,Palacio,Tássia e a veterana Arlene derrotaria hoje a Seleção do Zé Roberto!Em relação ao Japão,após ter cumprido a meta de ter se classificado vencendo o primeiro set,a comissão técnica japonesa começou a usar o Brasil como mero "sparring" num "amistoso" que serviu de treino de luxo,onde todas as jogadoras reservas japonesas tiveram a oportunidade de participar.Enfim,a única solução é fora Zé!Fora injustiças!Fora ficar convocando jogadoras "sem condições de jogo"!Fora ficar "improvisando" jogadoras de outras posições como líbero!Fora levar jogadoras ao local de competição p/cortá-la lá como foi feito com Brait em 2012 e Amanda em 2018!O que Dani Lins,Natália e Gabiru foram fazer no Mundial do Japão?Somente tirar vagas de outras jogadoras mais merecedoras que elas?Chega de Zé!Chega de injustiças!
ElaIne Mara disse…
Buenas Laura..pra falar a verdade não tive coragem pra ver o jogo e o meu coraçao estava apertado imaginando algo nada bom e foi o que passou.Sempre sou mais o Brasil nesse esporte e assim é dolorido ver o quanto essas jogadoras e algumas já renomadas como Garay, Thaisa e Adenisia foram expostas à todo tipo de crítica e ainda assim , mantiveram ou tentaram permanecer de pé diante do atual cenário.E Isso não se faz e a gestão desse esporte precisa respeitar as jogadoras, sejam elas quais forem, de uma vez por todas e só o tempo vai dar conta disso. A instabilidade sempre foi constante sim ,mas a esperança sempre tive.O maior responsável tem nome e já faz tempo:Jose Roberto Guimarães e a sua personalidade "feudal" de quem teria que sair de cena e não saiu. Concordo contigo Laura em tudo e que essas jogadoras sejam tratadas com mto respeito e dignidade assim como, esse Esporte bicampeão Olímpico e imagine que os EUA não sabem o que é isso até hj. Temos que criar o nosso modelo de açao no volei feminino e o pior é saber que o comando técnico será mantido. A tristeza, a dor , a falta de credibilidade, os mandos e desmandos retratam mto tbm o que estamos vivendo em nosso País, mas vai passar e tomara que mtas jogadoras ainda possam servir a nossa querida seleção e que algumas não tenham sido queimadas por esse "fogo guimarães da vaidade" Abrazos.
Muito boa análise como sempre, Laura! De início quero dar um crédito para as meninas que estiveram nesse campeonato mundial e mencionar que elas não tem culpa das escolhas erradas por parte da comissão técnica brasileira. Não é fácil estar num grupo no qual havia muitas desconfianças por parte da torcida por tudo o que o time não apresentou nesse ano. Creio que ninguém gostaria que a seleção se apresentasse de maneira tão apática e com um jogo tão abaixo das expectativas. Dani Lins, Thaísa e Natália não jogam há mais de um ano, porque insistir com elas que não contribuíram em nada no mundial? Se não estavam nas suas melhores condições físicas por que levá-las ao Japão? Adenízia foi a maior bloqueadora do último campeonato italiano, por que insistir com a Carol que fez uma campeonato na média na Turquia? Quem realmente se salvou foi a Tandara. É lamentável termos a Camila Brait e a Macris no melhor de suas formas e vê-las fora da seleção. Laura, amigas e amigos, como foi mencionado em outros posts, será que ida de jogadoras que não participaram da campanha exitosa de 2017, mexeu com o ânimo do time? Sem as três jogadoras citadas o Brasil, no ano passado, o time era mais solto. Tento ver a situação por esse lado. Concordo com o que a Kamila Azevedo tem postado. Acho que a imprensa especializada não cobra o Zé Roberto no que se refere as suas escolhas e consequentemente quais os seus critérios.
Camilla Paiva disse…
Um time que já não vinha encaixando bem e que nessa temporada não deu certo de jeito nenhum, perdendo pra Alemanha e suando pra ganhar do México. Uma pena termos chegado a esse ponto e espero mesmo que isso tudo sirva para que a seleção tenha finalmente o seu comando colocado a prova, porque não é possível...quer dizer, possível é. Em qualquer outro esporte a comissão seria super questionada, mas o que temos visto são as pessoas atenuando as críticas.
Kamila Azevedo disse…
Laura, o que assistimos hoje de manhã foi a crônica de uma morte anunciada.

Não culpo as jogadoras pelo pior desempenho da seleção feminina em um Mundial, desde 2002, pois acho que elas tentaram fazer o melhor delas, dentro de suas limitações e capacidades. O time chegou onde poderia e todos sabíamos disso.

Tendo dito isso, acho que a carga maior de culpa é da comissão técnica, em especial do Zé Teimoso, que convocou mal o time, que está ultrapassado e que prefere morrer agarrado às suas convicções do que arriscar. A sensação que eu tenho é a de que a seleção feminina parou no tempo, enquanto as demais buscaram a evolução, a renovação. Zé Teimoso peca em não saber enxergar o momento do time, a hora certa de fazer mudanças.

Se ele tem um pouco de respeito à sua história no voleibol, deveria reconhecer que chegou o momento de pegar o boné e sair, para que tenhamos a possibilidade de um recomeço, de uma renovação propriamente dita. Não dá mais para continuar insistindo nos mesmos erros de sempre... Precisamos mudar a nossa forma de jogo, precisamos dar espaço a novas jogadoras e precisamos de um olhar novo.

Sempre acho muito estranho quando, comparado às convocações da seleção masculina, quando as convocações da feminina são anunciadas, vemos inúmeros pedidos de dispensa. Isso já é um sinal de que as coisas não estão bem, de que, talvez, algumas jogadoras não se sintam confortáveis com o modo como o Zé Teimoso trabalha. Precisamos de alguém que saiba dar oportunidade a jogadoras que realmente MERECEM estar ali. Claudinha, Macris, Mari Paraíba, Mayhara, Bruna Honório, Tássia - só para citar algumas jogadoras que fizeram uma Superliga melhor que alguma das convocadas, mas nem lembradas para as convocações da seleção feminina principal foram...

Enfim, na torcida por mudanças, porque elas precisam urgentemente serem implementadas!
Unknown disse…
Os 22x17 tambem me lembrou de Atenas.
Alysson Barros disse…
Zé Ruela está caduco!

A mídia não confronta esse senhor. Os narradores e comentaristas ficam jogando confere. Patético.

Chega! Essa comissão está ultrapassada. Leia e Fabíola foram clarividentes e caíram fora no momento certo. Não entendo o motivo que fez Garay voltar para essa presepada anunciada.

Jogadora sem condições deveria ter a coragem dela mesma se auto-cortar, ainda maus sendo reincidente.

Ridículo. Vergonhoso.

Natália pode morrer abraçada às filosofias esdrúxulas do treinador. Ambos se merecem.
Fernando disse…
Paciência, galera...Concordo que o comando da seleção necessita de renovação, mas a verdade é que não temos tantos destaques no cenário brasileiro. Algumas jogadoras mais novas, como Drussyla, e Rosamaria, precisam de tempo para amadurecimento e o preço a se pagar por isso são as derrotas. A própria Itália, que é o único time invicto da competição, apanhou bastante pra chegar ao nível de amadurecimento que apresenta hoje. Basta lembrar que na Rio 2016 elas foram eliminadas ainda na primeira fase. O atleta também é moldado pelas derrotas.
Anônimo disse…
Faltou mencionar a pergunta que não quer calar: o que a Natália foi fazer lá? Nossa eterna promessa. Qualquer outra já teria sido sacada da seleção há anos.
Com relação à menção de alguns de que as jogadoras não tem culpa das escolhas da comissão Também não procede. Quem não tinha condições físicas ou técnica que tivesse pelo menos dignidade e pedisse dispensa.
Anônimo disse…
A tragédia já era esperada, né? Quase acreditei, no primeiro set, que poderia ser diferente... Mas acho que quase tudo já foi dito. Achei interessante a postura do comentarista do SporTV, que disse o que a gente já cansou de dizer: questionou o fato do técnico levar atletas que não estão 100% em condições (não adianta ser ótima se está lesionada). Os comentaristas, claro, não responderam. Ficaram quietos, de certo porque não querem se queimar com o Zé. Mas é a verdade. Deveríamos ter usado o que há de melhor dentre as que estão inteiras fisicamente...
Átila Brandão disse…
Fiquei muito triste pela eliminação do Brasil. Acreditei até o fim. Mas esse pode ter sido o último grito de alerta para a necessidade de mudanças. Um trunfo poderia ter mascarado a realidade frágil e decadente da seleção. Seria provavelmente uma vitória de pirro. 22x17 a favor que virou um 25x23/ 22x18 do 3 set contra Alemanha que culminou numa derrota de 3x2/ 8x1 contra a Holanda que virou um 27-25 a favor dela. Essa foi a tônica da jornada brasileira no mundial. Brasil perdeu para si mesmo.
Acho que para quem ousou em levar três jogadoras sem condições ideais, ele foi muito contido na hora de arriscar lançá-las nos jogos. Thaisa e Natália poderiam ter entrado já no revés contra a Sérvia ou no jogo contra a Alemanha. Talvez a experiência delas tivesse ajudado o time a recuperar o equilíbrio. Especialmente Thaisa que cresce em momentos decisivos. Concordo com você, ela merecia um desfecho mais digno. Provavelmente muitos não vão concordar comigo, mas esperava mais da Fernanda Garay. Muitos dos momentos de "apagão" da seleção contra a Alemanha, Holanda e mesmo nesse primeiro set contra o Japão que acabaram custando a classificação, passaram por ela, especialmente no passe. Isso não detrai do seu gabarito, da grande jogadora que é, nem mancha o seu passado vitorioso com a camisa do Brasil. Porém, acho que ela como a mais experiente em quadra poderia ter sido mais equilibrada nos momentos de pressão. Tandara comete um pecado capital(provavelmente maquiado pela sua pontuação expressiva nos jogos)para uma "matadora": erra em momentos cruciais. Contudo, sua atuação deu sobrevida e fôlego nesse mundial. Ainda não tem reserva a altura e deve continuar na seleção se mantiver o nível.
Chamo mais uma vez atenção para a quase inexistência dos ataques das meios-de-rede, seja pela frente ou por trás na china. Um ataque eficiente pelo meio é essencial para o nosso estilo e características de jogo. Uma central, no contexto brasileiro, tem que bloquear bem e atacar bem. Atento também para as limitações técnicas das mesmas em outros fundamentos como defesa, passe de contra-ataque, saque e levantamento. Uma central experiente como a Adenizia não conseguir levantar uma bola para frente é inadimissível.
Esse foi provavelmente o último mundial de Adenizia, Dani, Thaisa e Suellen. Tandara e Natália terão 33 anos e tenho minhas dúvidas se chegarão inteiras até lá. Fica um sentimento de insatisfação, mas são ossos do ofício do atleta. Nem sempre se pode ganhar.
Laura, o que você acha de fazer um post sobre quem surpreendeu, quem decepcionou e quem deveria continuar na seleção? Seria interessante ter a sua visão.
Átila Brandão disse…
Muito assertivo o comentário do Fernando. A geração de Ana Moser, Marcia Fu e Fernanda Venturini amargaram várias derrotas e colocações pífias em campeonatos de peso até chegarem ao ápice em Atlanta. A vitoriosa geração de Sheilla, Fabiana e cia que hoje é idolatrada começou aos trancos e barrancos no mundial de 2002 terminando em sétimo lugar. Receberam a alcunha de "amarelonas"até se consagrarem campeãs olímpicas. Há aqueles que são fora da curva e alcançam o lugar mais alto do pódio rápido como a jovem seleção da China. Mas muitos dos times que hoje fazem parte da elite como a Itália e a Sérvia costumavam ser fregueses do Brasil. Vejo potencial na Drussyla e Rosamaria mostrou alguma evolução. A questão é buscar peças de renovação e tomar tempo para polir. Zé Roberto não tem muita paciência para isso. Essa é uma mentalidade que precisa ser repensada.
Cesar Nascimento disse…
boa noite eu acho assim enquanto ex jogadoras que agora só sobrou o nome e nome não ganha jogo e esse entregador de camisas estiver lá esqueçam infelizmente é a nossa realidade se uma atleta pede dispensa porque insistir em achar que ela é a solução , como se sentem as outras , jogadoras sem condições físicas e técnicas pra que leva Las como se sentem as outras em condições sabendo que serão sacadas pra estrelas jogarem enfim ,que me desculpem mas Thaisa , Dani Lins , Natália e até a Garay que pediu dispensa o tempo delas já passou junto com Jaqueline e outras elas deveriam seguir o exemplo das outras que realmente pediram dispensa e não voltaram mesmo e deixar a fila andar e esse entregador de camisas fazer a mesma coisa
Johnny disse…
Gosto sempre das análises feitas aqui no blog! Primeiramente, quero parabenizar a Laura!

Como está escrito aí, se isto não é um sinal de renovação, então ninguém mais sabe o que é!

Sinceramente, SEMPRE FALEI QUE O BRASIL VIRARIA UMA CUBA! SEMPRE FALEI, e vários no blog riam e diziam q era exagero. Lembro de um comentário que fiz nesse sentido e um seguidor caiu matando! Está aí a prova. Contra fatos não há o que falar!

Contra fatos não há desculpa, não há o que argumentar!

Confesso que fiquei triste por Tandara ao vê-la chorar, pois ela carregou o piano sozinha no ataque, salvando o Brasil de situações que poderiam ter nos deixado em posição ainda pior!

Não coloco a culpa em Tandara, pois acho que na posição ela fez o que deve fazer: pontuar!

Também não coloco a culpa em Gabi (ponteira), pois como passadora ela foi melhor que Fê Garay em alguns momentos. Me desculpem, mas é a verdade. Gabi como defensora e passadora fez o tinha q fazer.

Fê Garay no fundo de quadra foi muito eficiente em algumas partidas (por exemplo contra a Holanda) e fraquíssima em outras, dando mais prejuízo que lucro. Eu daria nota 6 ou 7 para Garay, pq dentro de suas limitações fez o possível, mas deveria ter passado mais garra, vontade e agressividade para as novatas.

O que NÃO DÁ MAIS na seleção é: Dani Lins, Amanda, Adenízia, Gabiru, Carol, Bia, Monique (convocada e desconvocada todo dia!), Fernanda Tomé (pelo amor de Jesus!), e NATÁLIA!

Sim, podem criticar a vontade, mas NATÁLIA não cabe mais na seleção! Sinceramente, já deu minha filha! As duas únicas oportunidades em que Natália deu sangue pela seleção foi no Mundial de 2010 onde jogou como ponteira, e depois na derrota para a China nas quartas de final da Rio-2016, onde fez 20 pontos. Falem bem ou falem mal, mas naquele jogo ela fez 20 pontos...

No mais, Natália vem sendo carregada no colo como uma boneca de ouro, tomando lugar dos outros que merecem estar ali.

Dani Lins: já deu o que tinha que dar! FORA! FORA...

Acredito que Fabíola não quer mais ir para a seleção porque sabe que seria banco para Dani Lins, e Fabíola sabiamente não aceita essa injustiça! Está certíssima.

Suellen é uma boa líbero de defesa e levantamentos, mas ruim no passe. Essa é a verdade. Precisamos de uma líbero com mais passe.

Gabiru não é líbero e NÃO é ponteira de seleção. Ponto final. Fechado o assunto!

Rosamaria não foi testada de fato no Mundial, mas na minha opinião cabe na seleção, assim como Drussyla e Gabi.

Rosamaria e Drussyla precisam de concorrência para subir de rendimento e fazer justiça de ganhar lugar ali na seleção. O mesmo se aplica para Roberta. Precisa-se URGENTE de levantadoras na seleção, EXCETO Dani Lins, que deveria ter sido cortada após a Rio 2016.

Por fim, INFELIZMENTE (posso estar enganado), mas a CBV e quem estiver no lugar de Ary Graça (ladrão confesso com várias denúncias de corrupção em todos os jornais) parece que NÃO vai tirar Zé Roberto.

Minha esperança é que Zé Roberto e a comissão técnica saiam do comando ou sejam RETIRADOS! Isso não é pra hoje, mas para ontem!
Anônimo disse…
"Aliás, Rio 2016 já foi o primeiro sinal e não foi identificado da maneira correta."
Laura permita-me discordar. O primeiro sinal foi em Londres 2012, onde seus cortes incorretos e feitos inadequadamente, desrespeitando as jogadoras, aliados à convocação da Fernandinha e Natália, jogadoras de seu clube, criaram um clima ruim na seleção. Ali ele perdeu a mão por completo e o título de Londres se de às atletas que eram craques em suas posições, todas, e viviam um bom momento. Cortes em Mari, Brait e Fabíola, para levar Natália sem condições de jogo, Fernandinha e Tandara que mal entrou. Depois dali já precisava renovar.

O segundo sinal foi no Mundial de 2014, na semi contra os EUA, que ninguém até hoje sabe explicar. Um jogo com uma atmosfera terrível, algo diabólico no ar. Um destempero inicial no primeiro set do Zé Roberto, que até hoje não consegui entender. Ninguém explica esse jogo. Sem renovação ainda.

O terceiro sinal foi o Rio 2016. Convocações erradas, cortes errados, a falta da renovação agora já se colocava como um complicador. Jogadoras quebradas fisicamente e o início de uma nova fase do Zé Roberto, a má gestão do jogo. Corte em Brait, convocação de 4 centrais. Convocação de Fabíola sem condições de jogo para pagar dívida do passado.

Agora aconteceu um pouco de repetição de tudo isso. De novo Natália sem condições, corte em Amanda. Thaísa e Garay sem estarem inteiras. Perdi o primeiro set e depois descobrimos que Thaísa poderia sim jogar e ajudar no jogo. Neste momento ele está completamente perdido.

Também discordo em relação à Adenízia. Para mim suas convocações nunca se justificaram. Nunca jogou tanto assim e sempre foi reserva porque ele o vê como reserva. Ela deveria assumir titularidade natural após Fabiana e Thaísa, mas isso não aconteceu. Disputou com Jucyele, Carol e Bia, esta última terrível, juntamente com a própria Adenízia a cara do Osasco perdedor e repetiram esse desempenho na seleção. É inexplicável Bia na seleção.

Depois continuo, pois fiquei com ódio agora e o texto tende a ser muito ácido quando estou assim.
Anônimo disse…
Continuando:

Vários são os sinais, o Zé Roberto que não se atenta para eles e a mídia corporativista, Fabi, Carlão, Nalbert, Bruno Souza, Sérgio Maurício, Daniel Bortoletto, entre outros. Só o Voloch joga a merda no ventilador.

Acho que algo terrível essa nova fase do Zé Roberto de não saber gerir os sets, os momentos de dificuldades. Trocar jogadora na hora certa, trocar só levantadora ou oposta em vez de fazer inversão. Apelas para a versatilidade das jogadoras que ele sempre falou.

Hoje mesmo o jogo era para a Thaísa. Passei essa década ouvindo que jogos contra as japonesas se vence pelo meio, pois não dá tempo delas arrumarem a defesa. E assim ganhamos diversos jogos para elas. Marcos Freitas e Zé Roberto falaram isso direto. Logo hoje o jogo era para Adenízia e Thaísa. Depois que não se classifica ele bota as meninas????????????

A geração de Venturinni e Ana Moser foi pioneira, trabalhadora, tentou muito e não conseguiu os títulos. A geração seguinte continuou o trabalho, era mais alta e mais capacitada, sofre com a Rússia mas se superou e conseguiu os títulos que tanto queríamos. E como nos deram títulos e nos mal acostumaram

Essa geração atual não tem identidade. Querem ser a geração anterior, querem ser Jaque, Sheila, Thaísa, Fabi e Fabiana. Até a Thaísa quer ser ela mesma de novo, mas não dá, físico não deixa. Esta geração quer o sonho olímpico, a mídia, o glamour. Todas dizem estarem vivendo um sonho na seleção. Se todas estão sonhando, quem está acordada? Quem está com o pé no chão da realidade?

É óbvio que muitas delas não têm condições de estarem lá. Rosamaria, Amanda, Monique, Adenízia, Bia, Carol. Havia um ditado que dizia que um bom jogador de vôlei tem que dominar no mínimo 4 fundamentos. Essas aí não. Uma central tem que no mínimo bloquear e atacar, as nossas só bloqueiam, ou bloqueiam e sacam. As ponteiras têm que atacar e passar. Hoje nem passam nem atacam.

E não me venham com essa história de tempo de maturação. O espinho quando tem que furar desde cedo mostra sua ponta. Todo mundo que tem um talento em qualquer área logo o mostra. Ainda mais pessoas que jogam todos os dias e são profissionais. Categorias de base, seleções de base, clube e seleção, são muitos jogos e treinos para demorarem tanto de apresentar algo satisfatório e consistente. Geralmente quando pessoas apresentam seu talento com uma idade mais avançada é porque não tiveram oportunidade ou incentivos para desenvolvê-lo. Diversas seleções têm uma ou duas jogadoras com 19, 20, 21, 22 anos brilhando desde a primeira temporada e nós temos jogadoras com quase 30 que ainda não mostraram a que veio.

Aqui entra a questão que o anônimo aí em cima colocou: temos ou não peças de reposição?
Difícil responder. Mas eu creio que o trabalho da CBV é mal feito por todo o Brasil, que é muito grande. O trabalho é mal feito nos clubes, vide os times pequenos da Superliga, que são horríveis. Vide o desempenho de uma jogadora quando trabalha com o Bernardo e quando trabalham com a maioria dos técnicos.

Teve jogadoras como Pri Daroit, Ellen, Claudinha, Suelle, Paraíba e outras diversas que não tiveram tanta oportunidade e incentivo como NATÁLIA, por exemplo. Também há mentalidade rígida em se colocar jogadoras altas só no meio, só convocar quem participa do ciclo, perdendo jogadoras que estão com um bom desempenho de momento. Por exemplo, por que a levantadora não podia ser Claudinha que ganhou a superliga. Há uma política de cadeira cativa na seleção que mais atrapalha que ajuda. Quando o grupo é forte, tudo bem, toleramos. Mas quando é fraco, tem-se que estar mais aberto a mudanças e tentativas com outras atletas.
Anônimo disse…
Agora para finalizar, quero engrossar o coro: o que NATÁLIA foi fazer neste mundial? Alguém me explica? De novo.
Entrou ontem no jogo contra a Holanda pra sacar e sacou 3 vezes seguidas para fora. Só fez um ponto porque a tonta da Anne meteu a mão na bola que tava fora.
Ela entrou uma vez, errou. Ele botou de novo, errou. Aí ele botou de novo.

Resumindo, eu gostei da derrota, torci por isso e sabia que isso iria acontecer. Como gosto muito da seleção sei que isso é o melhor para ela no momento. Uma vitória e classificação iria mascarar a realidade. Gostarei mais se o Zé Roberto sair. Sou grato a ele por tudo que nos deu, embora agora tenho certeza de que a vitória é sempre dos atletas.

E como alguém aí falou, ele deveria receber a notícia lá no aeroporto de Nagoya e voltar demitido pra aprender a respeitar os outros e vir remoendo esta dor no avião.
Anônimo disse…
Gente!!!!
- Brasil x Alemanha: 5o set, Brasil 3x1... Alemanha faz 4 pontos seguidos 3x5, ZRG não pede tempo... espera 3x6 para parar o jogo.
- Brasil x Holanda: 3o set, Brasil 8x1.... ZRG só pede tempo quando a laranja empata em 23x23...
- Brasil x Japão: Brasil 22x17... precisava deixar empatar para pedir tempo???
Nunca vi isso na minha vida, Estou pasmo até agora.

Daniel
Anônimo disse…
Falar q não temos material humano e uma coisa , meio sem sentido pois a seleção sub 18 está repleta jogadoras altas. Todas as centrais tem de 1.90 a mais alta tem 1.94, com uma ponteira de 1.90 Júlia e uma oposta também d 1.90, o que falta mesmo são pessoas pra lapidarem esses jovens talentos.
Marco Barbosa disse…
Uma coisa da qual não podemos reclamar do JRG é a falta de coerência. Há várias temporadas o veterano tricampeão olímpico persiste nas mesmas ações controversas, a principal delas, ao meu ver, a insistência de sempre ter no grupo em competições importantes jogadoras obviamente sem condições físicas ou em mau momento técnico. Nesse malfadado mundial, assim como na VNL, chegou-se ao paroxismo, com uma convalescente Natália que há poucos dias não estava liberada pelos médicos sequer para saltar(!), uma Dani Lins saída da maternidade e sem jogar há uma temporada, Thaísa ostentando um aparelho ortopédico tão evidentemente fora de lugar em uma quadra de võlei de alto rendimento como seria um chapéu da Carmem Miranda...Uma opção deliberada pelo enfraquecimento do grupo que parece ser coisa de agente infiltrado do serviço secreto chinês fazendo um bico para a Lang-Ping. Também destaco a aparente falta de diálogo com as outrora bem sucedidas divisões de base, mas que agora parecem estar ao Deus-dará. JRG nunca foi de prestigiar jovens talentos (Mari é a exceção que prova a regra), preferindo veteranas bem conhecidas, inclusive pelas adversárias. Ele e a CBV tem muito a aprender com a federação italiana e a excelente iniciativa do Club Italia nesse campo. Para piorar, nas últimas temporadas, e em especial nessa melancólica recém terminada sem pódios, JRG parece esgotado e sem inspiração.
Minha crítica também vai para a imprensa esportiva brasileira. Reflexo da imprensa em geral, os jornalistas dos grandes veículos parecem priorizar a relação com suas fontes e evitam questionamentos desagradáveis, funcionando mais como assessores de imprensa. Não entendo como o responsável pela preparação física da SFV em momento algum é indagado da viabilidade de contar com jogadoras evidentemente sem condições de participar de um jogo de alto desempenho. O preparador físico não tem autonomia na comissão técnica para vetar? Os comentaristas também muitas vezes parecem desconfortáveis em sua função de críticos, gerando episódios bizarros em que eles parecem comentar um jogo diferente daquele visto pelo atônito torcedor.
Todos nós tínhamos e temos muitas ressalvas a fazer com relação ao ex-presidente Ary Graça, mas devemos reconhecer que a CBV era relevante em sua gestão e agora parece uma entidade fantasma, da qual nada podemos esperar. O futuro do võlei feminino brasileiro é nebuloso, refletido na dramática queda no 'ranking' (devemos perder várias posições após esse mundial) e na perda de prestígio da outrora temida camisa amarela: basta resgatar as imagens do início do fatídico Brasil x Alemanha que na prática eliminou o time: enquanto as alemãs sorriam relaxadas no aquecimento e na execução do hino, o semblante da brasileiras era tenso e os olhares, perdidos de quase desespero. Ali eu abandonei qualquer esperança e antevi o resultado, embora ainda torcesse para estar errado.
Anônimo disse…
BUENAS.."Nada muda até a Olimpíada do Japão. CBV banca permanência e José Roberto Guimarães segue prestigiado" ,o FATO DE DE SER TRICAMPEÃO E UM SIMPLES TROPEÇO O TORNA INTOCÁVEL.
FALAR MAIS O QUE? perdoe as palavras MAS DÁ VONTADE DE VOMITAR.
(Manchete Volouchiana).É pra sair correndo 3 dias sem olhar para trás ( lá na minha ciade a gente fala assim quando o terror, o medo se instalam). Fico pensando que ja contamos com os pedidos de dispensas e o não regresso de muitas dispensadas.
A história se repete agora na seleção de volei feminino ou seja "VÃO TER QUE ME ENGOLIR.
#partiu.abrazos
valeu Laura pela oportunidade do debate.Caminhemos e a minha paixão pela seleção de volei feminino continua.
Anônimo disse…
Arlene com seus quase 50 anos é muito mais líbero q Gabiru.
Átila Brandão disse…
Quem estava esperando a saída de Zé Roberto vai se frustrar novamente. Bruno Voloch anunciou que comissão técnica atual continua até 2020 e a CBV sequer cogitou a possiblidade de trocá-la. Zé Roberto declarou ainda que não se arrepende de ter levado jogadoras veteranas fora das condições ideais e que faria de novo. As mudanças que tanto ansiamos, pelo visto, vão demorar um pouco mais para acontecer.
kiki disse…
Vamos lá que vi Gabi falhava mas não saia a Drucyla a melhor varedora do fundo de quadra ser preterida Gary fora de de ritimo de jogo errou muito para uma jogadora de seu naipe , Roberta coitada so falam mal
Mas jogou vem sim.Hose tem de sair hoje ou e Bernardo ou Gilson pois so assim Camila volta vi jogo Osasco e O time de Gilson com exelente ponteira o Osaco tem uma ótima Oposta nova precisa jogar so isso se não é Bernardo que forma jogadoras o Osasco e Minas temos sim peças falta rodagem a Itália sofreu ano passado e com esse elenco hoje esta ai ,Tem que rodar mae ainda acho que cortar as gurias que vinham treinando em favor dessas machucadas acabou com confiança do time que vinha de vitórias na liga das Nações foi mesma coisa na Olimpíada José nao aprendeu nada


kiki disse…
O Time Masculino tem renovação são pelo menos 8 jogadores exelente na ponta precisa novo levantador deve ser o time a ser batido ano que vem esta renovando falta três posições so tem campeonato forte vamos ver d
Guilherme Andrade disse…
Aconteceu o esperado, né? Deixo aqui quatro observações já feitas pelos colegas:

1) O que Natália foi fazer nesse mundial?? Tem outra explicação se não for caduquice do Zé Teimoso e mal caratismo da atleta, que não pede dispensa?

2)Rindo até 2020 com a observação do anônimo que disse que o Zé deveria ser demitido no aeroporto de Nagoya, pra sentir o gostinho do próprio veneno...

3) Minha gente, que imprensa comprada é essa que se tem nesse país? Não é toa que o Brasil tá do jeito que tá, a nossa imprensa é mestre em alienar os brasileiros... quem aguenta os comentários de Fabi e Nalbert, pela amordes!!!! Como comentaristas são ótimos jogadores... Como disse um colega, não é possível que o preparador técnico não tenha liberdade de vetar uma jogadora, deixando tudo registrado em um laudo... É muita panela!!

4) Já falei e repito: Zé já deu o que tinha que dar... caducou de vez!! Não acho ele um bom técnico, credito todos os títulos alcançados à garra das jogadoras em quadra (quando existia essa garra...) E agora essa notícia de ter que aguentá-lo até o final do ciclo olímpico... Alguém me explica o que um velho caduco vai fazer em mais dois anos de seleção?? Convocar Natália, Thaísa e Pani Lins para Tóquio?? Que desgosto, viu!!!
Anônimo disse…
Alguém me explica o que um velho caduco vai fazer em mais dois anos de seleção??
R: Convocar suas jogadoras de clube de preferência as antigonas e lesionadas.
Anônimo disse…
Gente, pera lá, estão reclamando da Garay, mas mesmo fora de forma era nossa melhor ponteira. Vide o primeiro set contra o Japão. Mesmo atacando 2 ou 3 vezes para confirmar o ponto ela era que estava ajudando a Tandara a virar as bolas. Na parcial final principalmente. Foi só ela sair da rede e ir para o saque que Gabi recebeu duas bolas e tomou dois bloks no 24 a 23 e perdemos o set ali.

Gosto muito da Gabi, muito voluntariosa, mas não iremos ganhar nada de peso com ela ou Bia ou Carol. Talvez num grupo com mais craques dê, mas contar com ela pra resolver não vai dar certo.

Torneios internacionais não são a Superliga.
Anônimo disse…
Um nojo a declaração do Zé Roberto de que "faria tudo de novo". Um arrogante e prepotente de costas quentes. Se tivesse alguém cobrando dele e ele se sentisse ameaçado não diria uma asneira dessas. Quer dizer que não aprendeu nada, não é humilde, e vai repetir as merdas de novo.

Mas do que nunca não vai dar certo os planos deles e a seleção pagará caro. Se achava algumas jogadoras pilares para outras competições que virão, que as deixasse em casa se recuperando fisicamente. Eu vi a hora da Thaísa sair aleijada e não andar nunca mais.

Agora vai votar para o Brasil para desestabilizar o Barueri. Chamar jogadoras de burras e etc. Ele que é o asno.

Idiota, babaca, que ódio. Torcendo contra eternamente.
Mantronix Inc disse…
Crucificar ZRG somente agora após a eliminação é muito fácil, óbvio e previsível.

Por isso vou destacar alguns pontos positivos finalmente identificados por ele nessa última partida.

1- Constatou finalmente q em nenhuma circunstância, em jogos mais difíceis, Rosa Maria tem capacidade de substituir a Tandara.

2- Constatou como a Bia prejudica o time com fraquíssima capacidade de concluir e pontuar no ataque, ao mesmo tempo sambar no bloqueio contra as japonesas. Respondendo a Laura, o porquê ele a retirou, colocando a Thaísa, mesmo q lesionada e com limitações em seu lugar.

3- Constatou como Dani Lins esta tecnicamente abaixo q supunha, com levantamentos tortos e mal distribuídos.
Kamila Azevedo disse…
Mantronix Inc, mas já vínhamos criticando o Zé Teimoso ao longo da temporada da seleção neste ano e também desde o ano passado, quando a trajetória vitoriosa do time, na realidade, só fez mascarar os problemas que ficaram ainda mais acentuados neste ano.

Infelizmente, pelo que li no blog do Bruno Voloch, o Zé Teimoso continua com seu prestígio inabalável junto à CBV e teremos que engolir ele no comando da seleção, pelo menos, até 2020! A julgar pela autocrítica que ele fez após a eliminação, quando ele afirmou que faria tudo de novo, não vamos esperar por mudanças e para que ele tenha aprendido com seus erros.
ElaIne Mara disse…
Buenas. ..alguém aqui falou sobre Cuba e o seu Tri Mundial e Olímpico (só 2 países no mundo tem isso) e a questão do situação atual do nosso vôlei.Não se enganem com Cuba pois por aqui tivemos o Jogo Centroamericanos e do Caribe e Cuba veio na sua maioría com atletas sub 21 ou 22 sob o comando da Regla Bell, nomeada como a melhor jogadora do século no esporte,que vcs encontram no YouTube.Daqui uns 4 ou 5 anos vamos nos lembrar desse papo aqui e vibro positivo por essa equipe a qual desafiou e fez crescer mtas equipes
inclusive a do Brasil.Tomara que Cuba continue nos ensinando a trabalhar sério e com perspectiva a longo prazo e respeitando as etapas necessárias ,apesar de toda a dificuldade cubana.
Período de Seca para o nosso Brasil e que haja mta humildade em reconhecermos falhas. Que venha o melhor .abrazos .Cuba aparecerá no retrovisor .Águardemos e será uma prazer pelo menos pra mim ver tudo isso.
Anônimo disse…
Mantronix, nós vimos criticando o Zé Roberto simultaneamente aos erros cometidos. Desde 2012. 2014, 2016. Mesmo no ano passado o criticamos, quando ganhou o Grand Prix. Quando deixou de renovar, quando obrigava a Natália a jogar, quando a mesma precisava de um descanso em Montreux e por aí lá vai.

Só que agora os fatos estão gritando e tá tudo mais óbvio. Mas as críticas já vêm de tempo. Tem gente aqui no blog que pede a saída dele há anos.
MArcos Pontes disse…
Comissão técnica não faz diferença sem material humano. Só o fato de a Garay ter sido chamada em cima da hora para mesmo fora de forma ser mais produtiva que as outras ponteiras já demonstra essa falta de talento. Sem clubismo, mas nossas jogadoras não tem força mental o suficiente para enfrentar uma competição tão dura quanto o mundial. Por muitos anos tivemos as top 10 do mundo em suas posições, hoje não mais. Galera, já venho batendo nessa tecla aqui a algum tempo. Essa geração campeã sub 23 estagnou ou se acomodou. Ganham R$1 milhão ou mais fazendo isso ai que apresentaram na superliga e na seleção e não estão nem ai. Eu se fosse a nova comissão técnica já começaria a olhar para as atletas sub18, varias meninas enormes e talentosas como a Aninha 15 anos, filha da ex-jogadora Ciça 1,92 e melhor oposta do sul-americano sub18, entre outras. Nosso volei foi durante anos vanguarda, inventamos novos conceitos técnicos e de preparação que nos deixaram no topo do volei por muito tempo, porém paramos no tempo, o volei jogado pelas demais seleções ganhou velocidade, força e potencia, enquanto nós ficamos no saque tático e bola china. Repito, não sai nada dessa geração Drussyla e Rosamaria, não se iludam. E não é que elas não tem talento, não tem comprometimento e não entendem o tamanho da história da camisa que estão representando ou simplesmente não tem força mental para suportar a pressão de competir em alto nível.
Anônimo disse…
Mais que decepcionado...triste!
Será que o Brasil(bicampeão olímpico) tornará-se uma decadência como aconteceu com a Cuba (tricampeã olímpica)?
Pois é...o que pensa?!
Continuo a torcer pelo Brasil e nosso vôlei...contudo, ao assistir outras seleções e diversas jogadoras surgindo pelo mundo afora...as vezes, acho que paramos no tempo...sem passe, sem velocidade, sem jogadas, "sem tática" (capacidade de mudar a história de um jogo como o material que tem no elenco)...entre outros...perceber que nos dois últimos campeonatos de peso...reconhecer amargas eliminações...que nos afastam da elite do esporte...realmente, nos faz sentir falta do que parece comprometimento com nossa camisa e falta de raça!!!
Entretanto, enquanto torcedor, que é isto que nos resta..É aguardar alguma mudança!

Anônimo disse…
Laura, bem que vc poderia fazer um post sobre renovação e atletas que em sua concepção deveriam ter uma chance na Seleção.
Na minha opinião coisa que sei que o José Roberto Guimarães não irá fazer é usar esse ano e programar amistosos r testes para a seleção, convocando atletas novas, e que não tiveram passagem pela seleção adulta. Seria um sonho ver:
Levantadoras: Fran Tomazoni, Bruninha, Jack Moreno, Giovanna, Iarla e Claudinha na seleção, e não esquecendo Macris. Que na minha opinião seria uma das levantadoras desse mundial.
Opostas: Lorenne, Natália Fernandes, Ariane, Malu, Pâmela Sanabio, Lorrayna e Bruna Honório.
Ponteiras: Karina Barbosa, Mari Pb, Suele, Kasielly, Gabi Cândido, Gleyce,Fran Stedile.
Centrais: Letícia Hage, Lara Nobre, Mariana Aquino, Mayhara, Linda Jéssica, Lays, Andressa Picussa, Diana Alecrim, Mayany, Jéssica Santos, Thamiere e Ju Melo.
Liberos: Ju Paes, Aninha, Kika e Vitória Trindade.
Técnicos: Spencer, Rizola, Bernardinho, Airton Cabral, Fofão ou O italiano do Minas.
Queria mto ver uma renovação de fato, coisa que não vai acontecer. Uma pena pq material humano temos.
Anônimo disse…
Anônimo, mudança não haverá. A CBV já confirmou o Zé sem sequer cogitar sua saída. O Zé não é de mudança, muito pelo contrário. É capaz de implorar à Sheila e Fabiana para voltarem, ou Walewska ou Jaque. Ele sabe que essa geração não é tão talentosa. Mas não está preparado para lidar com isso.
Uma mudança possível seria um boicote, mas nem esse bril essa geração tem. A de Sheila não teve pra derrubar o ranking da Superliga, não é essa que vai ter pra peitar o Zé. Ainda mais que estão todas vivendo seu sonho. A outra geração não tava sonhando por isso boicotaram o outro técnico lá. Deviam ter seus motivos.

Agora eu quero ver se Adenízia e Natália terão a desfaçatez de continuarem na seleção.

Cansei. Vou mudar o disco. Esperar pelo ano que vem pra ver a nova merda que o mané vai fazer.

A última que sair apague a luz.
Anônimo disse…
A gente compensava a falta de altura e força de nossas jogadoras com muita técnica. Isso é talento, e claro, treino. Como parar russas e enfrentar de igual pra igual cubanas, na década de 90, se não fosse assim? Depois tivemos uma geração que aliou as duas coisas. Jogadoras muito técnicas, como Jaque, Sheila e Paula, além das levantadoras, com a altura de Thaisa, Wal, fabizona. Agora não temos nem uma coisa nem outra. Centrais de menos de 1,90, ponteiras que não são nem tão fortes nem tão técnicas. Ou seja, vamos ter que rever isso. Treinar mais fundamentos. Outra questão: o nosso jogo era mais bonito, tinha mais jogadas ensaiadas, as between, desmicu, hoje é tudo previsível. Funciona quando se tem a força de servia ou Rússia, mas a gente precisa de mais. Ser criativo. Isso que não entendi. Como a comissão não percebeu que com essas jogadoras precisamos passar como nunca, defender com a vida, sacar super bem, enfim complicar a vida das "cortinas" do outro lado. Quem sabe agora vejam isso...
Leandro L disse…
Gente, não é só o zrg que morre abraçado com certas jogadoras. O Kiraly tem sua pupila Kelly Murphy. O que será que ele viu nela? Só por ser canhota? Ela distoa das outras
Anônimo disse…
Sim! O Kiraly adora opostas canhotas. A questão não é a Murphy em si, mas sim o fato de ela ser canhota! Eu também tenho uma grande admiração por opostas canhotas como foi a nossa Leila, a Boskovic e a Nagaoka!
Anônimo disse…
Leandro, foi com a kelly Murphy que o Kiraly saiu da fila e ganhou o Mundial 2014, Grand Prix 2015 e VNL 2018. Não entendo as críticas a ela. Ela estava realmente marcada ontem, mas já ajudou muito sua seleção.

Pra mim o erro não é chamar a Murphy, mas não chamar a Fawcett ou a Hooker, ou até a Drew, já que ele quer renovar. A Lowe não tá em boa fase aparentemente.
Lulu disse…
Foi uma torcida sem utopia. Sabíamos das limitações físicas e técnicas. Sabíamos que as falhas dos últimos torneios não foram resolvidas. O Brasil jogou e perdeu. Ponto final.
Guilherme Andrade disse…
Fiquei de cara com o Kiraly dando uma de Ze Teimoso e morrendo abraçado com a Murphy no quarto set do jogo contra a China... Com todo respeito pela jogadora, mas ela não ajidou em nada ontem no jogo...Ela só foi sair no final do quarto set, e quem entrou não foi nem a Bartsch, foi a Lowe, que também não mudou o cenário do jogo... Na realidade, quem entrou pra fazer a diferença mesmo foi a Li, ponteira chinesa de apenas 18 anos... Se o Kiraly tivesse mexido no time a tempo, teriam fechado o jogo em 3x1, mas, assim como acontece com o Brasil, permitiram o crescimento da China, que tava quase confirmada com a derrota...
Anônimo disse…
O kiraly tem esse problema de não saber o que fazer quando as coisas não dão certo. Nunca tem um plano B. A Lan Ping, por sua vez, parece ter planos B, C, D...
Palmas para ela.
Anônimo disse…
Só porque perdeu todos,digo "todos" os jogos p/os EUA e não foram poucas as derrotas do Zé Roberto!Esse Zezinho afirmou c/toda prepotência q lhe é peculiar q os EUA já era uma das finalistas do Mundial!Isso já dá uma ideia de quanto esse Zé está defasado e não entende nada mais do vôlei atual,já que os EUA sequer chegaram a semifinal!Toda a culpa dos vexames do Brasil na Liga, na Copa Pan-Americana, na Montreux Volley Masters, nos amistosos contra os EUA e no Mundial é do Zé! São 5 compromissos seguidos c/o Brasil dando vexame por culpa do Zé!E a CBV acha pouco? O vexame vem se repetindo em vários torneios e o Zé continua intocável? A culpa é toda desse ser arcaico, supersticioso e preguiçoso!Zé é técnico de jogadora pronta!Ele quer as jogadoras prontas do Bernardinho,Luizomar,Lavarini,Rizolla,Anderson etc.Zé só trabalha c/jogadoras prontas de outros técnicos e ainda por cima é paneleiro e injusto c/jogadoras 100% fisicamente cortadas por ele!
Kamila Azevedo disse…
E as norte-americanas foram eliminadas do Mundial agora há pouco, após a derrota para as holandesas. Acho que não foi uma eliminação surpreendente, considerando a irregularidade do time neste Mundial. A fase anterior já mostrou que seria muito difícil os EUA passarem para as semifinais. As semifinais devem ser entre Itália, China, Holanda e Sérvia. Quase as semifinais das Olimpíadas passada.
Leandro disse…
Anônimo, é disso mesmo que to falando. O Kiraly morre abraçado com a Murphy que ajudou há 4 anos atras, mas não ajuda mais. E a Boskovic poderia ser destra e continuaria sendo o diferencial em qq equipe.Como é o caso da Sloetjes, o que a Murphy não é.

Falar em renovação com Hooker ou Fawcett? Acho que é contraditório.E outra:São destras
Anônimo disse…
O Japão está de parabéns,por pouco,mas por muito pouco mesmo,as japonesas não conseguem derrubar a última invicta do torneio!O Japão é um exemplo do que é jogar no coletivo,do que é ter espírito de equipe tanto na vitória quanto na derrota,coisa que o Brasil de Zé Roberto deixou de ser!Só porque perdeu todos,digo "todos" os jogos p/os EUA e não foram poucas as derrotas do Zé Roberto!Esse Zezinho afirmou c/toda prepotência q lhe é peculiar q os EUA já era uma das finalistas do Mundial!Isso já dá uma ideia de quanto esse Zé está defasado e não entende nada mais do vôlei atual,já que os EUA sequer chegaram a semifinal!Toda a culpa dos vexames do Brasil na Liga, na Copa Pan-Americana, na Montreux Volley Masters, nos amistosos contra os EUA e no Mundial é do Zé! São 5 compromissos seguidos c/o Brasil dando vexame por culpa do Zé!E a CBV acha pouco?O vexame vem se repetindo em vários torneios e o Zé continua intocável?A culpa é toda desse ser arcaico!
Anônimo disse…
Tenho que ver esse jogo onde os EUA foram tombados. A final vai ser a final olímpica de novo, China x Sérvia.
Átila Brandão disse…
Conforme Bruno Voloch, existe uma comoção nos bastidores para a volta da Brait a seleção em 2019. Duas jogadoras influentes_as quais suspeito se tratar de Dani Lins e Natália, amigas pessoais da Camila_ estão trabalhando para convencer a jogadora a repensar sua decisão de se aposentar da seleção. Será?
Anônimo disse…
Depois de ser usada e humilhada seguidamente por Zé Roberto em Londres-2012 e Rio-2016, p/mim será uma grande decepção se Camila Brait aceitar uma convocação do Zé Roberto! O certo seria as jogadoras que foram excluídas ou injustiçadas pelo Zé pedirem dispensa da seleção e forçar uma renovação na Comissão Técnica. Acho que jogadoras como Fabíola, Léia, Pri Daroit, Ellen, que pediram dispensa da seleção em 2018, sabiam que não teriam chances na panela do Zé Roberto e estavam cansadas de serem feitas de trouxas. Brait, então, foi humilhada por Zé Roberto seguidamente. Se ele tem amor proprio e à sua família, ela só volta p/a seleção quando o Zé Roberto sair. Acho que o Zé Roberto deve morrer abraçado às suas favoritas capengas na seleção! foi um erro e queimação de filme a Garay ter aceitado voltar depois de pedir dispensa! A única forma de o Zé largar a seleção é as jogadoras não aceitarem a convocação e pediram dispensa, porque se for depender dele, el não larga o osso nunca!
Antonio disse…
Quanto ao Zé Roberto, acho muita falta de caráter aceitar ser técnico de feminino de clube e permanecer como técnico de seleção feminina no mesmo país. Alicia jogadoras com promessas de convocações e, para piorar, cumpre as promessas, levando jogadoras sem nível de seleção em detrimento de outras melhores. Faz isso há anos.
Parou no tempo técnica e taticamente e no campo de relacionamento pessoal com as atletas, não é confiável, como muita gente que vive no meio do voleibol, afirma nos bastidores. É uma pessoa na frente das câmeras e outra muito diferente fora delas. Quase todas as jogadoras se calam quanto a isso porque ele ainda é muito poderoso. Super vaidoso, se considera proprietário do cargo, nunca vai largar o osso por vontade própria ou reconhecimento de que sua época já acabou.
Guilherme Andrade disse…
Pois se eu fosse a Brait só voltaria com uma condição: que o Zé teimoso deixasse o comando da seleção... Hoje em dia, trabalhar com ele virou sinônimo de queimação para as jogadoras... Fabíola, Brait, Léia e até mesmo a própria Garay já perceberam isso... Eu fico imaginando que os bastidores atuais da seleção sejam super tensos, com as atletas sempre pensando "qual será a próxima injustiça?"... Com exceção da Natália, que não teve a dignidade de pedir dispensa, mesmo sabendo que não iria contribuir em nada nesse Mundial... Eu não to nem acreditando nisso ainda, mais dois anos de panela, de convocações tendenciosas e equivocadas, da nossa seleção sem pódio e passando vergonha, e de nós torcedores cada vez mais frustrados... Parece até algo combinado, como se falou antes... Outra ponto de vista dos colegas que eu concordo plenamente: o Zé é técnico de jogadoras prontas, ele não tem talento pra lapidar um diamante bruto... Me digam se a gente precisa de um técnico assim na nossa seleção? Agradeço a todas as atletas que deram a raça pela camisa amarela, foram elas que alçaram o Zé ao sucesso... Um técnico hoje completamente ultrapassado, arrogante (não aprende com os próprios erros), completamente engessado na hora de fazer mudanças estratégicas em um time no momento do sufuco, supersticioso e desonesto a ponto de morrer abraçado com uma jogadora, mesmo sabendo que ela não tem a menor condição física de atuar... Infelizmente é a visão que tenho dele atualmente, e não é uma visão baseada nos ânimos pós eliminação do mundial (queria eu que fosse), é uma visão construída a partir de erros grosseiros que vêm acontecendo no comando da seleção desde 2012... E a criatura ainda me dá uma entrevista dizendo que faria tudo de novo... Tristeza...
Anônimo disse…
Cansei de seleção brasileira, cansei de Zé Roberto, cansei das jogadoras paneleiras que não largam o osso tipo Pani Lins, Natália e Gabiru. Cansei de ver líberos de gabarito como Camila Brait e Léia estarem afastadas da seleção enquanto Gabiru está lá de turista. Cansei de ver jogadoras que nem jogaram direito em 2018 estarem confirmadas para o Mundial como Dani Lins e Natália! Agora eu quero é falar do Campeonato Paulista e do SESI-Bauru que é líder isolado e tem um timaço que, com certeza, ganharia dessa seleção capenga do Zé Roberto! Laura, acho que poderíamos comentar um pouco sobre o Campeonato Paulista e da campnha incrível que o timaço do Bauru vem fazendo. Eu, sinceramente, acho que o Anderson derrotaria o Zé Roberto num confronto Bauru x seleção brasileira.
O SESI-BAURU jogando com Fabíola 1,84m, Tifany 1,94m, Andressa Picussa 1.92m, Valquíria 1.90m, Edinara 1.84m e Vanessa Janke 1.84m, teria uma média de altura bem superior a da seleção brasileira e, além disso, o Bauru conta com 2 líberos "de verdade" como Tássia e Arlene, que não são improvisadas como Gabiru.
Anônimo disse…
Pois é...me recordo bem que...mesmo com uma geração que tinha nomes fenomenais como ANA MOSER, MARCIA FU E FERNANDA VENTURINI...a entrada do Bernandinho veio acompanhada com uma mudança de postura tática e comportamental...teve que se treinar mais para compensar as deficiências e lutar pelas posições...
Então, numa geração que se apresenta bastante limitada...assistir p retorno de ;beterrabas" machucadas, fora de forma, só por conta da experiência...e todo um grupo aceitar calado e/ou nem lutar por espaço...é, realmente, desistimulante torcer...
Ter respeito por ZRG e seus três ouros olímpicos, sinceramente, não passa por tê-lo como insubstituível, Né?!?!?!
Ele tem podado o surgimento de novos nomes na seleção...e vale lembrar...nas últimas empreitadas na SUPERLIGA, NÃO tem tido éxito nos clubes montados por ele...VALE RESSALTAR QUE, ainda utiliza a estruturação da seleção para dar rodagem a suas atletas de clube (acho que já ficou notório isto também, certo?!).
Alysson Barros disse…
Gente, Zé Ruela irá até 2026 quando vai finalmente conquistar o título que lhe falta, com as mesmas filosofias de adoração de duendes e com a Natália entrando na menopausa.

É muita cretinice falar na mídia esportiva que não mudaria nada. Se fosse no futebol ele teria caído faz tempo. Cargos vitalícios nunca são bons para ninguém que não seja aqueles que os ocupam. E suas famílias. E seus protegidos.
Alysson Barros disse…
Torcerei fervorosamente contra o Hinode, que será tombado assim como a seleção.

Será que esse projeto passa desse ano?
Anônimo disse…
E até agora a CBV não se pronunciou à respeito da saída do "ZÉ PANELEIRO", e sua Comissão Técnica! O negócio é aguardar o 1º jogo da Seleção Feminina, e aonde for o Jogo, seja no Norte,Sul,Leste ou Oeste, "NÓS" em coro da torcida, mandarmos durante o jogo INTEIRO: FORA ZÉ,FORA ZÉ, FORA ZÉ, para ver se ele larga o 'OSSO", porque parece que a nossa "EXCELENTE": CBV, via deixar a "PANELA" como está!!! AFFFFFFFFFFFFF...