O mundo é da Sérvia

Sérvia 3x2 Itália
Boskovic

Todos estavam ansiosos para ver o confronto final entre Boskovic e Egonu, as opostas de Sérvia e Itália que dominaram este Mundial. E o espetáculo foi garantido pelas duas. De um lado a Egonu passando por cima de tudo quanto era bloqueio; do outro, a Boskovic cravando bolas no mínimo espaço livre deixado pela defesa italiana. Duas jogadoraças que elevaram o nível da decisão.

As duas certamente foram determinantes para que Itália e Sérvia chegassem à final do Mundial. No entanto, não se pode negar que ambas tiveram um entorno que as sustentaram com qualidade. Senão seriam mais uma Coreia do Sul, uma seleção de uma jogadora só, no caso, a Kim.

E foi o desempenho das demais jogadoras que fez a diferença para que a Sérvia levasse o seu primeiro título mundial. O tie-break deixou bem claro que a seleção tinha outras armas para além da Boskovic para levantar a taça. A primeira, a Ognjenovic, levantadora super talentosa e experiente, que geriu com perfeição o time na parcial final. A segunda arma, a Mihajlovic, atacante fundamental para dar vazão ao ataque sérvio durante todo o jogo e que correspondeu com segurança todas as vezes que foi acionada no quinto set.

Quando comparadas com suas correspondentes italianas, fica mais evidente que estas duas “coadjuvantes” fizeram a diferença para o ouro. A levantadora Malinov e a sua reserva, Cambi, sentiram o peso da decisão pela Itália. Tentaram fugir do óbvio, acionando as outras atacantes do time que não a Egonu e a Itália perdeu poder de definição no tie-break. Sylla, que vinha sendo uma parceira importante da Egonu no ataque, não fez uma boa final. Até a Bosetti marcou mais pontos de ataque do que ela. Sylla ainda foi responsável por alguns pontos em erros no set decisivo.

As duas seleções foram muito parecidas durante o jogo, mas a Sérvia foi mais time quando teve que ser.

Com o título mundial, a Sérvia coroa uma geração bastante especial, que conta com um fenômeno, a Boskovic, uma levantadora experiente e acima da média, a Ognjenovic, e um grupo de titulares bastante competentes, com destaques para a Mihajlovic e a Rasic. Nesta fase final do Mundial ainda se destacaram a líbero Popovic - que, para mim, foi outro ponto forte da decisão, principalmente na defesa – e a central Veljkovic, que, no ataque, roubou o protagonismo da Rasic.

A Sérvia ganhou outro nível de competitividade com a chegada da Boskovic e cresceu ao ritmo do amadurecimento desta jogadora. E o mesmo deve acontecer com a Itália e a Egonu.

Até pouco tempo atrás a Itália se limitava a uma jogadora extraordinária e um monte de peças boas soltas e mal aproveitadas. Mazzanti demorou, mas encontrou a formação ideal a tempo de fazer uma ótima campanha no Mundial. O desafio é conseguir partir deste nível para cima agora que o time não é mais uma novidade no cenário mundial e para ser uma das candidatas ao ouro em Tóquio 2020.

Além disso, a azurra tem jogadoras jovens numa posição que, naturalmente, vive-se o melhor momento na maturidade, lá pelos 30 anos. Malinov é muito boa levantadora, mas a inexperiência pesou na decisão. Ou seja, será natural se a Itália sofrer com a inconstância nos próximos dois anos.


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Seleção do campeonato: 

Levantadora: Ofelia Malinov (ITA)
Oposta:Paola Egonu (ITA)
Ponteiras: Miryam Sylla (ITA) e Zhu Ting (CHI)
Centrais: Yan Ni (CHI) e Milena Rasic (SER)
Líbero: Monica De Gennaro (ITA)
MVP: Tijana Boskovic (SER)

- Apesar de a Malinov ter feito um ótimo Mundial, o prêmio de melhor levantadora ficaria mais justo se entregue a Ognjenovic. A Sérvia deu o primeiro passo ao título quando ela retornou à equipe às vésperas do torneio. Ela é uma das poucas levantadoras em atividade capaz de consertar passes ruins e de colocar na pinta bolas super afastadas da rede, duas habilidades fundamentais num time como o sérvio que tem problemas na recepção. Até se pode pensar que, com as atacantes de bolas altas que tem à disposição, a Sérvia não precisaria de uma grande levantadora. Mas a temporada que a seleção teve com a Zivkovic nos mostra que, mesmo para as bolas simples na ponta, uma levantadora do nível da Ognjenovic faz uma diferença enorme. De qualquer forma, é muito bonito ver tanto a Malinov como a Ognjenovic jogarem, ainda mais para nós, torcedores brasileiros, que temos visto cada coisa ultimamente...

- O mais impressionante do Mundial da Egonu e da Boskovic é que elas não foram somente grandes pontuadoras no ataque, mas tiveram muito bom aproveitamento no fundamento. A sérvia teve cerca de 53% de efetividade enquanto a italiana 48%. E como pudemos conferir, não conquistaram estas estatísticas em jogos fáceis. As duas apareceram decisivas nas finais. Simplesmente foram as donas do Mundial 2018.

Comentários

Anônimo disse…
Mágica Ognjenovic foi a mola mestra que fez esse poder de ataque incrível das sérvias girar! Onjenovic foi simplesmente espetacular,dá até vergonha alheia olhar p/a seleção brasileira e ver Pani Lins fazer M atrás de M,enquanto Ognjenovic dá show.Mais deprimente ainda é ver que levantadoras como Fabíola e Macris estão afastadas da seleção enquanto Pani Lins reina c/suas bolas baixas, espetadas e jogadas telegrafadas.Ao meu ver Mágica Ognjenovic deu um banho de distribuição e precisão nas 2 levantodras italianas Malinov e Cambi. Ognjenovic soube acionar muito bem suas super atacantes Boskovic, Mihajlovic, Veljkovic e Rasic. Pra mim o MVP poderia ser dividido entre Boskovic e Ognjenovic.
Quero Zé Roberto fora da seleção! E acho que jogadoras como Fabíola, Macris, Camila Brait, Léia e outras desprezadas pelo Zé não devem aceitar voltar p/a seleção enquanto esse retrógrado estiver lá!
Anônimo disse…
Não se pode escolher as melhores antes da final! A final é o jogo mais importante do torneio e essa "seleção do campeonato" deveria levar em consideração o desempenho das jogadors na final, que é o jogo mais importante, e é claro que as centrais sérvias Rasic e Velikovic foram superiores às italianas Chirichela e Danesi, Mihajlovic foi superior à Sylla, Boskovic e Egonu se equivalem em força, mas Boskovic erra menos que Egonu e Boskovic também é mais técnica que Egonu, Ognjenovic foi superior à Malinov e Cambi juntas, Popovic foi um monstro no fundo de quadra tentando cobrir Busa e Mhajlovic ao mesmo tempo, a única poisção em que uma italiana foi superior a uma sérvia foi a Lucia Bosetti que foi melhor que Busa e só! No resto, as sérvias foram mais time e a minha Seleção do campeonato seria:
MVP: Tijana Boskovic (Serbia)
Outside hitters: Brankica Mihajlovic (Serbia), Miryam Sylla (Italy)
Middle blockers: Stefana Veljkovic (Serbia), Milena Rasic (Serbia)
Opposite: Paola Egonu (Italy)
Setter: Maja Ognjenovic (Serbia)
Liberos: Receiver: Monica De Gennaro (Italy), Digger: Silvija Popovic (Serbia)
Anônimo disse…
A Sérvia é,sem dúvida,o melhor time,já que mesmo entrando em quadra em desvantagem numérica contra a Itália,com uma jogadora a menos,desfalcada de sua ponteira fundamental na linha de passe,Bojana Milenkovic,mostrou ser um time superior em todas as posições,com a melhor levantadora Ognjenovic,as melhores centrais Veljkovic e Rasic,a melhor ponteira de definição Mihajlovic,a melhor líbero cobrindo praticamente a quadra toda Popovic e a melhor, mais forte e mais técnica oposta da atualidade Boskovic. Revendo esse jogo da final, não dá pra sequer cogitar o Brasil comandado por Zé Roberto no pódium em Tokyo! O Brasil encontra-se atualmente muito abaixo de seleções como Sérvia e Itália.O técnico Terzic estava corretíssimo em rodar e poupar o time quando já estava classificado,evitando perder mais jogadoras por contusão,já que tinha o desfalque importantíssimo de Milenkovic na linha de passe!Mas a estratégia de Terzic surtiu efeito e a Sérvia acabou detonando na final,mesmo desfalcada de Bojana Milenkovic!
Fernando disse…
A impressão que eu fico, não só desse campeonato, mas de todos que são promovidos pela FIVB é que as melhores jogadoras são escolhidas antes do início da partida Final ou apoiados apenas em estatísticas frias.

Sylla fez sim um excelente campeonato, sendo o apoio da Egonu, mas hoje não esteve bem. Falho no passe e deixou muito a desejar no ataque.

Malinov idem. A melhor levantadora da nova geração. Alta e ousada. Vai evoluir e com certeza firmar seu nome entre as melhores. Mas hoje, pecou na precisão dos levantamentos e em algumas escolhas. A reserva, Cambi, também é ótima levantadora. Ao contrário do Brasil, essa é uma posição que a Itália não tem que se preocupar.

A premiação de levantadora levou em consideração apenas as estatísticas. Foi premiada a levantadora que foi precisa na maior parte do campeonato e cometeu menos "dois toques", sem levarem conta a distribuição. Sem dúvidas, pelo conjunto da obra a melhor foi a Ognjenovic.

O Dream Team do campeonato, na minha opinião, seria:
Levantadora: Maja Ognjenovic (SRB)
Oposta: Paola Egonu (ITA)
Ponteiras: Brankica Mihajlovic (SRB) e Zhu Ting (CHN)
Centrais: Anna Danesi (ITA) e Milena Rasic (SER)
Líbero: Monica De Gennaro (ITA)
MVP: Tijana Boskovic (SRB)
Anônimo disse…
Creio que o Stefano Lavarini no comando do Mina Tênis Club pode trazer uma medalha no Mundial de Clubes para Minas Gerais, porém, o maior obstáculo é o Eczacıbaşı VitrA das gigantes Tijana Boskovic 1,93m;Kim Yeon-koung 1,92m;Hande Baladın 1,90m;Beyza Arıcı 1,92m comandadas pelo técnico brasileiro Marco Aurélio Motta.
As MVP's Boskovic e Kim no mesmo time é covardia!
Guilherme Andrade disse…
que raiva da Sylla no 5° set, o nervosismo e a inexperiência em grandes decisões pesou muito: uma largada mal sucedida no início do set, um erro de saque (bola no meio da rede) logo depois, e uma bola de cheque perdida que transformou um 13x13 em 14x12... Não fosse esses três erros da jogadora, a Itália tava com a mão na taça!!! Estava torcendo muito pelas italianas, que pena que não deu... Tóquio 2020 espero que esse time venha com tudo!!! Acorda Ze Teimoso, vê se aprende um pouco com o Davi Mazante, que pegou um time inexperiente é já é vice-campeão mundial... tristeza por tudo que esse senhor está fazendo com o nosso vôlei feminino, arrogância e teimosia o definem...
Anônimo disse…
Não vou falar aqui de Mundial, vou falar do Aliciamento do Minas na semi final da Superliga, segue abaixo o link da entrevista do Bernardo.
http://www.pedromigao.com.br/ourodetolo/2018/10/bernardinho-reinventa-o-sesc-rj-em-busca-da-retomada-do-titulo-da-superliga/?fbclid=IwAR3s_-6We7mOBJy5gHnUM9FUzfdIWXprKOoZfSyn3DfAhYofQ3ql7WzRq-Y
Anônimo disse…
Torci muito para a Servia, pois o que os EUA tinha que fazer em londres não fez a Servia fez, tirou o Brasil indiretamente. Parabéns Brankika não é a toa que foi treinada pela Bernardo.
Anônimo disse…
Parabéns para a Brankika - ela merece!!!
Anônimo disse…
Boskovic, 21 anos, promessa e realidade.
Egonu, 21 anos, promessa e realidade.
Zhu, Yuan, Li, etc....

Natália, Tandara, Adenízia, Gabi, eternas promessas.
Kaike Lemos disse…
Vendo esse jogo, tirei estas conclusões:

- Brasil está totalmente despreparado nas mãos de ZRG! As italianas,servias e chinesas, estão defendendo melhor, atacando melhor, bloqueando melhor! Deu vergonha em olhar pra Maja Ognjenovic brincando de levantar, e lembrar que Pani Lins reinará absoluta na seleção, e levantando bolas óbvias e imprecisas! Pensar que temos Fabíola,Macris,Claudinha,Bruninha,Lyara e Giovanna ...

- Malinov não tomou os remédios! Kkkk, ela estava louca em não ter acionado a Egonu no Tie Break! O Mazzanti tentou colocar a reserva, mas era tarde! Sylla pipocou na final, 2 bolas de cheque, além de um saque pra fora da mesma, um saque mal feito da Chirichella e um erro de combinação da Malinov com a Dannesi!

- Egonu? Deu pena! Ela queria as bolas pra ela! Hj em dia não existe esse negócio de surpreender o adversário! Tem que dar bola pra quem está virando. Bosetti e Ortolani mereciam esse título, ainda mais porque já perseguem o mesmo há anos!

Pra finalizar, depois do que vimos nesse Final Six, não acredito em seleção brasileira!

E meu Dream Team
Ognjenovic
Boskovic
Rasic
Dannesi
Mihajlović
Sylla
De Gennaro
MVP: Maja Ognjenovic (RAINHA DO AFRONTE)

E sobre o Mundial de Clubes:

A Kim não é a de 2012, Minas tem chances, pois hj Bosko não jogou sozinha, Mihajlovic a ajudou muito!
Praia caiu num grupo difícil, o time que no papel não tem passe, vai pegar um TAILANDÊS, um traiçoeiro CAZAQUISTÃO e o VAKIF com Zhu e Sloetjes em boas fases.
Marco Barbosa disse…
E pensar que ainda outro dia a Sérvia era um dos 'sparrings' preferidos pelo Brasil... Até pelas boas relações do JRG com o Terzic, os amistosos preparatórios entre Brasil e Sérvia eram bem frequentes. Agora eu me pergunto se o Terzic teria interesse. Assim como foi mencionado em post anterior de um atento leitor, também para mim ficou como característica mais impressionante deste mundial a preparação física das principais protagonistas e o quanto as brasileiras pareceram defasadas neste aspecto. Uma área em que nós éramos referência num passado recente mas agora ficamos estagnados ou até retrocedemos. E isso, para o Brasil, por não ter uma população com biotipo tão favorável quanto o encontrado nas principais potências, é um fator crucial. Brasileiras e italianas não são as mais altas e fortes, então precisam ser as mais bem condicionadas. As italianas não esqueceram disso, e ainda se beneficiam de uma média de idade menor. JRG e seus auxiliares parecem ter esquecido.
Também é notável o retrocesso tático da SFV. O repertório está mais pobre, a velocidade caiu, o saque está menos agressivo e os contra-ataques, menos eficazes do que nunca. No banco existem menos opções (ou talvez não existam) para alterar o desenvolvimento de uma partida, como na saudosa combinação de precisão e genialidade da Fofão com a velocidade quase estabanada da Carol A. nas inversões. A única arma que ainda diferencia o Brasil de seus adversários é a 'pipe', e sabe-se lá por quanto tempo ainda se mostrará eficaz.
Por tudo isso eu espero sinceramente que a derrota no mundial tenha incomodado bastante o JRG e torço para que ele ainda tenha o vigor e a disposição necessária para se reinventar, já que, a continuar assim, em breve até a nossa hegemonia regional será posta à prova, e começaremos a ver Argentina, Colômbia e até mesmo o desorganizado Peru crescendo no retrovisor; de Holanda e Turquia já estamos vendo a poeira, e China, EUA e Sérvia já sumiram do campo de visão. Ainda vemos as lanternas traseiras da Itália, mas não dá mais para ler a placa.
Kamila Azevedo disse…
A final do Mundial entre Sérvia e Itália foi um verdadeiro jogaço. Como disse na sua postagem anterior, essas foram as seleções mais constantes no Mundial e a presença delas na final foi mais do que justa. Acho que, no fim, prevaleceu a maior experiência e o conjunto do time sérvio - que, nos últimos anos, foi vice-campeão olímpico, campeão europeu e, agora, campeão mundial.

Acho que esse título coroa um trabalho maravilhoso que Zoran Terzic realiza frente ao time desde 2006 e também coroa uma geração maravilhosa de jogadoras sérvias que começou com a medalha de bronze no Mundial de 2006 e com jogadoras maravilhosas como Djerisilo, Spasojevic, Ognjenovic, Nikolic, Cebic, dentre outras.

As italianas sentiram a final. Chirichella não rendeu o que podia, Malinov pecou na distribuição das bolas e em alguns levantamentos muito espetados na rede, Sylla errou quando não podia... Mas, como já havíamos comentado, o trabalho de Davide Mazzanti visa Tóquio. Acho que as italianas continuarão numa crescente e darão muito trabalho nos próximos torneios. A derrota nessa final, com certeza, vai trazer aprendizados e vai fazer com que o time fique bem mais forte para futuras competições.

No mais, o Mundial confirma que o cenário do vôlei atual está polarizado entre Chinesas, Sérvias e Holandesas. Os demais times têm que correr atrás delas. Considero que o Brasil está, atualmente, vários degraus abaixo desses times, bem como da Itália, dos Estados Unidos... Zé Teimoso tem que trabalhar MUITO se quiser conseguir algo nas Olimpíadas de Tóquio-2020.
Camilla Paiva disse…
A final foi um jogo muito bonito. As duas seleções mereceram demais o título. Por um lado a Itália completamente renovada, com jogadoras titulares de 21 anos assumindo a responsabilidade na raça e na técnica. Seria fantástico se tivessem vencido, mas o preço da inexperiência é esse, a inconstância. Erraram um bocado quando não deviam. Só que esse é exatamente o preço a pagar pelo processo de renovação, a meu ver. O time inteiro se renovou, o técnico apostou em novos nomes e até então eles não tinham tido bons resultados, o que faz parte, pois É um processo de paciência. Hoje essa seleção novíssima, com um lastro de idade e amadurecimento muito grande ainda pela frente já é vice campeã mundial. É uma pena que a gente aqui no Brasil não consiga arriscar tanto e lidar bem com as derrotas e o período de adaptação que é natural em um processo de renovação. O Zé Roberto convoca jogadoras já aposentadas, leva outras sem a menor condição de jogo porque tem a esperança que essas conduzam o time a novas vitórias, uma vez que foram vitoriosas no passado, so que tudo passa. Ele parou no tempo. Me recuso a acreditar que nós não teríamos material humano pra fazer um recomeço como esse da seleção da Itália. Quanto a Sérvia, foi apenas a coroação de uma geração espetacular! E o que é a ognjenovic jogando? Que levantadora maravilhosa. A malinov também, tão jovem e tão ousada. Deu foi inveja, considerando as nossas duas opções pra posição na atualidade.
Anônimo disse…
Se a Egonu se sente uma italiana e ama representar a Itália ela tem q ser respeitada como tal, independente de sua origem! O mesmo serve ao Leal! Se Leal se sente brasileiro e tem vontade de defender o Brasil,ele tem que ser respeitado como brasileiro! Ninguém é obrigado a ter a mesma nacionalidade dos pais! Não interessa se os pais da Egonu são nigerianos e os do Leal são cubanos,o que interessa é vontade deles de defenderem a Itália e o Brasil! Não é pq meus pais são Corintianos que eu não possa ser Palmeirense! Não é pq meus pais são cubanos q eu não possa ser brasileiro! A nacionalidade depende de afinidade,minhas origens podem ser de qualquer lugar do mundo,mas se eu venho p/o Brasil e me sinto brasileiro,qual é o problema de eu ser aceito como brasileiro? O fato de os pais de Egonu serem nigerianos,não determina q ela deva ser nigeriana,ela se identifica como italiana,gosta de ser italiana e quer defender a Itália,é isso q importa!Eu tbem apóio o Leal como brasileiro defendendo a seleção brasileira, sem preconceitos, por favor!
Unknown disse…
Tem vídeo novo no meu canal:

Destinee Hooker x Nicolle Fawcett

https://m.youtube.com/watch?v=TzwR-wk5zII
Mantronix Inc disse…
Achei o ritmo da final bem mais cadenciado, do q o ritmo frenético e eletrizante das semis, tanto Itália x China, como da Sérvia x Holanda, se não pesou tanto no desgaste físico, ( óbvio q pesou), o desgaste mental de todos os times q participaram das semi foi extenuante. A Holanda foi quem mais sentiu, praticamente entregando o terceiro lugar p China.
Rafael Pais disse…
A Egonu não se sente italiana, ela É italiana. Seus pais são nigerianos. E ninguém é bobo de não convocar Leal, para a posição mais carente do vôlei brasileiro!
Luiz Felipe disse…
Não entendi de onde veio essa de comparar a Egonu com o Leal . Como disse o companheiro Rafael acima, a Egonu é e sempre foi só italiana. Já o Leal , só virou brasileiro para jogar por uma seleção de alto nível em campeonatos internacionais. Não que ele não possa fazê-lo . Não só pode (as regras permitem) , como acho uma ótima o Brasil poder contar com um jogador do naipe dele . Mas as situações são completamente diferentes.
Lulu disse…
Feliz pela Sérvia escrever seu nome na história. Grande é quem ganha títulos.
Anônimo disse…
Gostaria de saber mais sobre preparaçao de novos talentos. Me parece que o que estamos vendo no volei hoje em dia (meninas fortes, potentes, muito novas menos 20 anos e com mais de 1,90m se sobresaindo cedo e sendo protagonistas ao inves de uma gradual preparaçao) esta se tornando a norma. Ha uma supçao de que certas naçoes estariam dando algumas substancias parea as juvenis/infanto crescerem mais rapido e atingirem uma altura muito superior que teriam por um processo natural. Esse boate procede? Laura talves um post sobre o assunto. Sei que é polemico. Houve até boatos de que tais substancias estariam "deformando" a morphologia de algumes jogadoras (expressoes facias alongadas, braços exageradamente longos, dentes, etc.). O Brasil deveria ficar de olho e começar a usar as mesmas armas.
Anônimo disse…
pode eté existir substâncias como o HGH (HUMAN GROWTH HORMONE) faz isso. Mas o doping tá ahe pra q?
Anônimo disse…
Anônimo, bom dia!

Poderia me falar de que site você viu tal afirmação? Desculpe-me o palavreado, mas sinceramente, acompanho o volei a um monte de tempo e nunca ouvi falar algo do tipo. Passa ai a fonte, um site, alguém falando sobre. Seria interessante saber.
Kaike Lemos disse…
Gente, tem vídeo sobre o Mundial 2018:

Paola Egonu x Tijana Bosković
LINK: https://youtu.be/YtEir6pIcnk
Anônimo disse…
Gente, notícia triste:

Campeã do mundo pela seleção italiana de vôlei, central Sara Anzanello morre aos 38 anos.

https://globoesporte.globo.com/volei/noticia/campea-do-mundo-pela-selecao-italiana-de-volei-central-sara-anzanello-morre-aos-38-anos.ghtml
Evandro Mallon disse…
E esse site foi desatualizado com sucesso.
Acabou o Campeonato Mundial, acabou tudo....competições regionais, movimentação de mercado....enfim, acabou tudo.
Anônimo disse…
Nesse momento estou assistindo Barueri x Osasco. O jogo está 1 a 1. Gente, é incrível como tomei nojo do Zé Roberto. Não tô conseguindo olhar pra ele na beira da quadra com aquelas caras e bocas que faz para as jogadoras. Tomei ódio. Não queria sentir isso, mas sinto. Tomara que ele perca. Pena que tem o Luizomar do outro lado.

Nada é perfeito!
Alysson Barros disse…
Anônimo, e perdeu!

Mais uma virada para a conta do Zé Ruela.

Meus sentimentos são iguais aos seus. Asco deste senhor ultrapassado. Vamos ver se o projeto em Barueri dura mais do que o de Campinas...