Prontas para conquistar o mundo


O Mundial começa no próximo sábado, 29, e o Papo, como de costume, analisa os elencos das principais seleções (com exceção do Brasil) que disputarão a competição.
 

GRUPO A
Holanda, Japão, Argentina, Alemanha, Camarões e México. 



Levantadoras: Dijkema e Bongaerts 
Oposta: Sloetjes
Ponteiras: Plak, Balkestein-Grothues, Buijs, Oude Luttikhuis e M. Jasper.
Centrais: Belien, Lohuis, Polder e Koolhaas.
Líberos: Knip e Schoot.


A seleção holandesa terá o importante desfalque da central De Kruijf. Sem ela, o time fica sem boas opções de ataque pelo meio já que nenhuma das convocadas tem este fundamento como ponto forte. De Kruijf era uma saída de ataque eficiente que ajudava a amenizar a sobrecarga sobre a Sloetjes. Buijs terá que mostrar maior regularidade para ajudar a oposta. Outro desfalque por lesão é da ponteira Daalderop, jogadora que apareceu muito bem na temporada passada. É bem verdade que o treinador Jamie Morrison não a utilizou com muita frequência na Liga das Nações deste ano, mas Daalderop é uma peça do banco que certamente poderia ajudar quando a dupla Sloetjes e Buijs travasse. A novidade no elenco vice-campeão europeu de 2017 é a jovem levantadora Bongaerts. Ela ganhou o lugar da Stoltenborg, que foi a titular no Mundial de 2014 e reserva da Dijkema até o ano passado. 

GRUPO B  

China, Turquia, Itália, Bulgária, Canadá e Cuba. 

Levantadoras: Xia Ding e Di Yao
Ponteiras: Ting Zhu, Changning Zhang, Xiaotong Liu e Yingying Li
Opostas: Xiangyu Gong e Chunlei Zeng
Centrais: Ni Yan, Xinyue Yuan, Hanyu Yang e Mingyuan Hu
Líberos: Li Lin e Mengjie Wang

Depois de rodar por diversas competições com o mais variado elenco, Lang Ping definiu suas 14 jogadoras para o Mundial. Algumas jovens atletas que apareceram bem no Montreux de 2017, casos da central Gao e da levantadora Diao (que foi titular em muitos torneios), ficaram de fora. Em compensação, a China não deixa de apostar nas revelações das categorias de base e das suas experimentações e traz para o time principal duas centrais novatas, a Yang e a Hu, e a ponteira Li, de 18 anos, que substituiu a Zhu em parte da Liga das Nações. Na posição de oposta, a Fang perdeu a disputa (não lá muito qualificada) para a experiente Zeng. Gong tem defendido com maior frequência a posição, mas a verdade é que tem sido complicado para a equipe chinesa achar uma referência mais segura na saída. A boa notícia é que a ponteira Zhang, que foi importante peça no título olímpico de 2016, está de volta ao time. A única dúvida é saber quais são suas reais condições físicas e de jogo já que ela volta de uma cirurgia no tornozelo e de uma lesão no joelho, essa sofrida em agosto.

Turquia

Levantadoras: Akin e Cansu Özbay  
Opostas: Meryem Boz e Ebrar Karakurt  
Ponteiras: Hande Baladın, Derya Cebecioglu, Seyma Ercan e Ismailoglu  
Centrais: Eda Erdem Dündar, Beyza Arıcı e Zehra Günes  
Líberos: Gizem Örge Güner, Simge Aköz e Aylin Sarıoglu

O time turco é muito inexperiente para ser considerado um dos candidatos ao título, mas não se pode ignorar a fase que vive em 2018. Está num crescente, enfrentando em igualdade as grandes seleções e, o mais importante, obtendo resultados. O elenco que vai para o Mundial é praticamente o mesmo que fez a ótima campanha na Liga das Nações, com os destaques para o oposta Boz, a ponteira Baladin e a talentosa levantadora Ozbay - provavelmente a principal responsável pelo bom funcionamento da equipe. Para manter a tradição dos times comandados por ele, Guidetti optou por levar três líberos e abrir mão de uma quarta central.

Itália  

Levantadoras: Ofelia Malinov e Carlotta Cambi  
Opostas: Paola Egonu e Serena Ortolani  
Ponteiras: Lucia Bosetti, Elena Pietrini, Miriam Sylla e Sylvia Nwakalor  
Centrais: Cristina Chirichella, Anna Danesi, Marina Lubian e Sarah Fahr
Líberos: Monica De Gennaro e Beatrice Parrocchiale

Outro time jovem que, com menores poderes do que a Turquia, pode complicar o destino das principais seleções candidatas ao título. Das 14 convocadas, quatro são do Club Itália, time dirigido pela federação de vôlei do país e que é formado por jovens jogadoras. Entre elas estão duas ponteiras, a Nwakalor e a Pietrini, que acabaram desbancando a Guerra, jogadora com mais rodagem e com características semelhantes a da Bosetti. Ou seja, pode fazer falta uma opção para equilibrar o fundo de quadra quando necessário.

 

GRUPO C  
Estados Unidos, Rússia, Coreia do Sul, Tailândia, Azerbaijão e Trinidade e Tobago.


Levantadoras: Carli Lloyd e Micha Hancock
Opostas: Karsta Lowe e Kelly Murphy
Ponteiras: Michelle Bartsch-Hackley, Kim Hill, Jordan Larson e Sarah Wilhite
Centrais: Rachael Adams, Foluke Akinradewo, Tori Dixon e Lauren Gibbemeyer
Líberos: Megan Courtney e Kelsey Robinson.

Kiraly realmente não quer saber de líberos de origem na seleção norte-americana. Para o Mundial, ele trouxe de volta a ponteira Courtney para ser a líbero reserva, posição em que tinha sido testada no ano passado. A titular será outra ponteira, a Robinson. Já comentei e reitero que acho um desperdício não ter a Robinson como opção no ataque. Lowe retornou à seleção no meio da temporada e conseguiu garantir uma vaga no Japão. Bateu a Drews, que surgiu bem no ano passado e vinha se mantendo como opção para a posição. A verdade é que os EUA tiveram Lowe, Drews e Murphy como opostas, mas não encontrou nelas ainda uma titular confiável. Talvez a solução para a posição não venha de nenhuma delas, mas, sim, da Bartsch, que jogou como oposta na final da Liga deste ano ao lado da Hill e da Larson.


Rússia 

Levantadoras: Tatyana Romanova e Evgeniya Startseva
Opostas: Nataliya Goncharova e Darya Malygina
Ponteiras: Olga Biryukova, Irina Voronkova, Anna Kotikova e Kseniia Parubets
Centrais: Ekaterina Efimova, Irina Zaryazko, Ekaterina Lyubushkina e Irina Fetisova

Líberos: Talysheva e Galkina

Desde que assumiu a seleção russa este ano, Pankov não trabalhou mais com a levantadora Filishtinskaia, que havia feito uma boa temporada em 2017. Parece que o treinador tem problemas de relacionamento com a jogadora. No meio disso tudo, saiu perdendo a Rússia, já que Filishtinskaia demonstrou, na temporada passada, ter um jogo um pouco mais arejado, com um bom entrosamento com a central Fetisova. Pelo menos a Pankova não retornou à seleção, como eram as pretensões do treinador, pai dela, para o segundo semestre. Quem voltou ao time foi a experiente Startseva, que sempre foi uma exceção entre as levantadoras russas em termos de qualidade. No entanto, o trabalho dela e da reserva continuará difícil sem uma passadora mais regular. Scherban foi outra jogadora que ficou de fora dos planos do Pankov este ano, o que deixa o time sem uma opção de melhor recepção (ainda que na Rússia todas as ponteiras não sejam confiáveis no fundamento). E ainda há o desfalque, já esperado, da Kosheleva. A falta dela pode até amenizar o prejuízo no passe, mas sobrecarrega a Goncharova no ataque. 


Ps: Lembrando que neste grupo está a seleção-sensação do Europeu de 2017, o Azerbaijão. Junto com a Coreia, da Kim, podem aprontar algumas surpresas no grupo, principalmente contra a irregular Rússia.


Grupo D  

Sérvia, Brasil, República Dominicana, Porto Rico, Cazaquistão e Quênia.

Levantadoras: Maja Ognjenovic e Bojana Zivkovic  

Opostas: Tijana Boskovic e Ana Bjelica  
Ponteiras: Brankica Mihajlovic, Tijana Malesevic, Bianka Busa e Bojana Milenkovic
Centrais: Milena Rasic, Stefana Veljkovic, Jovana Stevanovic e Maja Aleksic
Líberos: Silvija Popovic e Teodora Pusic

A surpresa da convocação sérvia ficou por conta do retorno da levantadora Ognjenovic, que já havia se despedido da seleção. O levantamento vinha sendo um problema para a Sérvia neste ano, com atuações bastante burocráticas da Zivkovic (o que era dentro do esperado). Mesmo assim, ela teve a preferência do Terzic sobre a Antonijevic. Parece, aliás, que a
Antonijevic ficou de fora do Mundial depois de uma briga com o treinador que teria, assim, pedido para que a Ognjenovic retornasse. Ognjenovic é um grande reforço para a Sérvia, mas vai precisar de tempo para recuperar o entrosamento e o ritmo de jogo numa disputa mais forte como o Mundial. O mesmo serve para a Mihajlovic, que retorna depois de uma cirurgia que a deixou de fora da seleção desde a fase final da Liga. A sua substituta na ocasião é que não teve muita sorte: Jelena Blagojevic se machucou e ficou de fora da convocação. 

 

Comentários

Rafael Grapper disse…
Ola Amigos, vai começar....e todos adoram dar seus palpites rs
então vamos ao meu:
Grupo A: claramente para facilitar a vida das anfitriãs. Brasil que pode se dar bem com isso ao cruzar com esse grupo na 2ª fase.
mesmo sem Kruif, ainda coloco a Holanda como favorita ao topo desse grupo. Japão me parece que perdeu uma das suas principais características: ser um time combatente, que não desiste nunca.
Holanda - Japão - Alemanha - Argentina, nessa ordem seria meu palpite.

Grupo B: diria que é o grupo mais interessante visto que mesmo a China sendo a grande favorita sempre tem dificuldades de jogar com o time italiano e seu volume de jogo. Gosto muito do jovem time turco: valente e Gudetti passa muita confiança a esse time que peca pela falta de experiência. no fundo da tabela, pasmem: acho que o Canadá pode roubar a última vaga do quadrado time búlgaro (odeio essa escola: bolões na ponta e só!!!) sem a dupla de ponteiras: Valiseva e Rabadhieva (acho ela péssima - como já chegaram a comparar com a Sokolova). Acho que teremos surpresas aqui, minha aposta:
China - Itália - Turquia (tríplice empate!?? - rs) e Canadá

Grupo C: de longe o mais equilibrado! é uma pena mas acho que Azerbaijão fica de fora (a tal da bendita escola horrorosa de bolões na ponta, não existe passe, defesa, cobertura, agilidade).
Americanas são favoritas para esse grupo mas acho que elas vão ainda peidar na farofa (vamos aguardar e torcer!!!)
USA - Rússia - Tailandia (sempre na torcida por elas) - Coréia.
inconformado que o modesto time argentino passará de fase e um time com Polina Rahimova possa ficar de fora!

Grupo D: vamos lá, estou muito na torcida mesmo sabendo que o Brasil não é favorito!!! estou esperançoso pq o campeonato é longo e o cruzamento na segunda fase, balela e com isso o Brasil pode ir ganhando forma e corpo.
Porto Rico tem muito mais volume de jogo e acredito que mande as casaques embora mais cedo pra casa. Rep Dominicana é aquilo de sempre, jogadoras fortes mas sem padrão algum de jogo, para mim tem o pior técnico de todas as seleções - jogo tático é inexistente!
Brasil (vamos acreditar!!!) - Sérvia - Rep Dom - Porto Rico.

é isso pessoal.
abraços

Anônimo disse…
Se eu tivesse que apostar em algum time, apostaria na Turquia do fenômeno Giovanni Guidetti, da excelente oposta Meryem Boz, da levantadora revelação Cansu Özbay, da MVP do Mundial Sub23 Hande Baladın, da melhor central do mundo na atualidade Eda Erdem e das talentosíssimas líberos Gizem Örge, Simge Aköz e Aylin Sarıoglu.
O time turco é um dos mais jovens da competição, vem bastante renovado pelo gênio Giovanni Guidetti com as Campeãs Mundiais Sub-23, além disso vem subindo no podium nas últimas competições e ganhando experiência em jogos decisivos. Recentemente esse time foi Prata na Liga das Nações 2018, Bronze na Montreux Volley Masters 2018, Bronze nos Jogos do Mediterrâneo 2018, Bronze no Campeonato Europeu 2017, Ouro no Mundial Sub-23 2017 e Ouro nos Jogos Europeus Baku-2015. Ou seja, é um time que, apesar de bem novo, já se acostumou a frequentar o podium e acho que vai medalhar também nesse Campeonato Mundial.
Kamila Azevedo disse…
Parabéns, Laura, pelo post! Para mim, o grupo mais equilibrado da primeira fase do Mundial é o C. Desse grupo, queria falar particularmente sobre o trabalho que Pankov vem desempenhando à frente da seleção russa. Acho que ele tem apostado, de maneira correta, na renovação do time e acho que essa seleção tem muito potencial para crescer ao longo da competição. O fato de elas já começarem a jornada no Mundial em um grupo difícil pode ajudá-las, nesse ponto. Gosto muito das duas levantadoras atuais da seleção russa, pois ambas possuem um estilo de jogo bem diferente do que estamos habituados: elas aceleram o jogo, utilizam as meios de rede e evitam muito aquela clássica bola alta na ponta. Não acho que as russas sejam favoritas, mas acredito que elas serão uma pedra no sapato de alguns times e vão continuar o crescimento que já demonstraram na VNL. Esse trabalho é a longo prazo, para colher frutos em Tóquio-2020.

Para a seleção brasileira, começar num grupo, teoricamente, mais fraco, em que o adversário mais complicado será a Sérvia, pode ser bom para um time que precisa engrenar a sua confiança, especialmente quando considerarmos os últimos resultados obtidos pelas brasileiras. Entretanto, apesar disso, acho que não chegamos ao Mundial deste ano como favoritas. O time terá que melhorar muito para poder começarmos a sonhar com o inédito título Mundial.

Coloco como favoritas as seleções: China, Turquia, Itália, Estados Unidos e Sérvia (pela consistência do trabalho do Terzic e pela volta de Ognjenovic, que é uma das mais habilidosas levantadoras do vôlei feminino).

Brasil, Rússia, Holanda correm por fora, tentando surpreender.
Anônimo disse…
Acho uma grande armadilha novamente o Brasil estar em um cruzamento fácil com seleções sem chance alguma de pódio(inclusive Sérvia), tal como foi na rio2016, em que o Brasil acabou caindo nas quartas.
Se for assim, corre o risco de na 3a fase pegar seleções como China e Itália, já que USA é favorito pra avançar em primeiro.
Pensando por outro lado, talvez duelando com times fracos nas primeiras fases, já podemos avaliar o futuro dessa seleção, uma derrota pra qq uma das seleções requer preocupação.
Que o Brasil cale a boca de todos nós, e até mesmo bom chegar sem favoritismo e surpreender, do que chegar como favorito e pipocar vide o mundial de 2014.
Kaike Lemos disse…
Gente, não podemos nos ILUDIR com Itália e Turquia, são jovens seleções, e que erram BASTANTE!

Alikaya! Foi cortada pelo Guidetti, pois ela contestou a titularidade da Ozbay! Eu gosto das duas, mas acho o jogo da Alikaya mais seguro, pois a Ozbay é muito previsível, e o deslocamento dela se assemelha ao da Giovanna do Flu! No entanto Ozbay ganha no quesito toque bonito e acelerar bolas.

ZRG sensato! Cortou a "Amandinha" KKKKKKKKKKKKKKKK. Melhor notícia!

Mantronix Inc disse…
Laura desculpa fugir do assunto mas é q amanhã (sexta-feira 28/09) tem Bauru/Sesi vs Barueri pelo Paulista 2018 com transmissão no Sportv.
Obrigado.
Rafael Pais disse…
Laura, ótima análise. Faltou destacar, a meu ver, a central turca Eda, pra mim a melhor na posição no mundo hoje.
Laura disse…
Rafael, concordo.

Mantronix, obrigada pela lembrança.
Anônimo disse…
Estou mais una vez extremamente decepcionado e recoltado, mais uma vez a covardia dos cortes se repete, mais uma vez Natália é o foco da injustiça, sem estar 100% fisicamente é privilegiada em detrimento de uma jogadora apta fisicamente para jogar. A Camila Brait da vez foi a Amanda. Como deve ficar na cabeça da jogadora em plena forma ser preterida em favorecimento de uma jogadora que não está em condições ideais? Leila na Olimpíada de 2004, Fabíola e Camila Brait na Olimpíada de 2012 e Amanda no Mundial de 2018, além de outros, são cortes que pra mim ficarão com a marca da injustiça!
Kamila Azevedo disse…
Qual o horário em que passará o jogo do Sesi Bauru, Mantronix?
Mantronix Inc disse…
Kamila

21:20 hj no Sportv2
Rafael Grapper disse…
Gostaria de fazer meus comentários, bem particulares, a respeito de cortes.
Cortes sempre vão acontecer quando se trabalhar - obviamente - com um grupo maior ao previsto para cada competição, e serão sempre dolorosas para quem fica fora do grupo.
O que eu critico talvez seria a forma como foram e são feitos os cortes, no mais, tem que se avaliar uma série de fatores: condições/habilidades individuais e coletivas, a função tática de cada jogador, se é bom de grupo ou desagregador, condições físicas claro, e tb se será um grupo de 12 ou 14 como agora no caso do Mundial.
sempre vamos discordar de alguns cortes, mas são necessários!
Atenas 2004: Levar Leila? para mim seria panela!
visto que a jogadora foi tentar a sorte naquele ciclo na praia e não obteve êxito, achou que com nome e história pudesse ter lugar cativo na seleção.
Mari e Bia eram incontestáveis! achei justo a Eli como opção da Leila! Para mim o maior erro de 2004 foi ter voltado com Fernanda Venturini!
2008: foi muito doído o corte da Carol Gattaz mas consegui entender a função da Valeskinha naquele grupo, poderia ser usada como central, ponteira e até libero já que só podia levar 12 jogadoras.
2012: sim, aqui uma sucessão de erros! não questionei o corte da Fabíola, para mim sempre foi jogadora mediana e de clube (evoluiu a partir de 2014), mas seu corte foi traumático (não esquecemos da Jucy)! Brait? sim, estava em sua melhor forma, mas seria muito arriscado levar 2 líberos em um grupo super reduzido (o problema aqui eu acho que ZR achou que Natalia pudesse se recuperar ao longo do campeonato e não foi o que aconteceu!)
2018: novamente, havia um corte anunciado, mas convenhamos: Natália com 50% de suas condições físicas é muito melhor que Amanda, a nova jogadora do Bauru consegue ser instável no passe e defesa, "suas maiores forças"! Não dá né! a minha crítica seria a forma que foi conduzido o corte, levar uma jogadora até o país sede e cortá-la lá.
no mais, boa sorte meninas, não são favoritas e acho isso muito bom na verdade!
Anônimo disse…
Deixa Natália se recuperar tranquila, mas não ,fica forçando, exigindo... Os ponteiros Lucarelli, Leal e Mauricio Borges fazem falta no time masculino: óbvio q fazem, mas o Renan se virou bem, treinou bastante os novatos e deu oportunidade, e eles estão se esforçando. O Zé não consegue se virar. É mais supersticioso do que trabalhador. Já começou mal esse mundial. Sou contra o corte da Amanda em boa forma física para favorecer a Natália não recuperada. É repetir a mesmíssima injustiça que foi feita com Brait em Londres.
Anônimo disse…
eu acho a melhor central atual a Akirandewo e não a Erdem, que está em ótima fase. Akirandewo tem mais consistência e já está jogando no ápice há algum tempo.
Anônimo disse…
Nossa Senhora!Que tratamento foi esse que Brankika Mihajlovic fez que ela voltou de contusão que nem uma cavala soltando coice p/todos os lados?Mihajlovic simplesmente ignorou o altíssimo bloqueio das dominicanas e marcou simplesmente 22 pontos no 3x0!Que espetáculo de levantadora é essa Maja Ognjenovic,talentosíssima,uma craque de bola!A pedra no sapato do Brasil nesse grupo é esse alto e forte time da Sérvia aliado à genialidade de Maja Ognjenovic.