O primeiro ouro

 
Hoje, 23 de agosto, completam-se 10 anos da conquista do primeiro ouro olímpico da seleção feminina de vôlei.

Aliás, quem diria que uma década e três olimpíadas depois teríamos não só o primeiro como o segundo ouro olímpico? Seria difícil de acreditar... Antes de 2008, parecia que o Brasil não estava destinado a subir no lugar mais alto do pódio de uma olimpíada. Apesar das gerações talentosas e dos treinadores competentes, sempre tinha um obstáculo que afastava a seleção de chegar a uma final olímpica.
 

Em 1996 e 2000 enfrentou nas semifinais justamente o extraordinário time de Cuba, tri campeão olímpico, perdendo no tie-break nas duas ocasiões – a partida de 1996 é aquela emblemática em que rola a briga ao final entre brasileiras e cubanas. Depois, em 2004, o Brasil, com o time voando, passa pelo vexame do 24 a 19, em que, apesar da ampla vantagem e de estar a um ponto da final da Olimpíada de Atenas, leva a virada da Rússia.

Três derrotas - principalmente as de 1996 e 2004 - que criaram uma imagem negativa da seleção feminina. De um time que não sabia vencer, que recuava nos momentos decisivos, sentia a pressão e de jogadoras instáveis emocionalmente. 


***********************************************

E foi carregando toda esta bagagem que a seleção chegou à Pequim 2008. O ano vinha sendo bom para o Brasil. O ciclo, aliás, no geral, tinha um saldo positivo. O Zé Roberto fez a sua primeira e única grande renovação, não só encerrando o ciclo de algumas veteranas e trazendo as novatas reveladas pelo Marco Aurélio Mota como determinando uma série de regras e metas para colocar a seleção no lugar mais alto do pódio.

No entanto, o ciclo teve dois marcos que reavivaram os estigmas brasileiros e assombraram a seleção até o ponto final da disputa do ouro em 2008. O primeiro foi a dolorida derrota na final do Mundial de 2006 justamente para a Rússia, no tie-break. O segundo, a derrota, em casa, na final do Pan-americano de 2007 para Cuba, depois de perder alguns match-points no tie-break. Aliás, 2007 foi um ano complicado para o Brasil. Além de desempenhos e resultados ruins, teve o caso de doping da Jaqueline e o afastamento da Mari no Grand Prix e na Copa do Mundo.

O clima não era dos melhores quando 2008 começou e o fato de a Venturini ter ressurgido das cinzas pedindo para voltar à seleção poderia ter piorado. Ficou aquela tensão se o Zé Roberto iria ceder ou não. Sensato, ele não ouviu os apelos da levantadora e, ali, me parece, o grupo se fechou e deu o seu primeiro passo para a conquista do ouro. 



***********************************************

Muitas seleções chegaram à Pequim com chances do ouro, mas nenhuma delas confirmou as expectativas. Tanto que foi uma surpresa os EUA terem aparecido na final contra o Brasil. Com Lang Ping e Logan Tom comandando o time, bateram dois dos favoritos nas quartas e semifinal, Itália e Cuba, respectivamente.

Enquanto os principais adversários não cumpriram com as expectativas, o Brasil se agigantou em Pequim. A seleção estava com jogadoras na ponta dos cascos. A composição com Mari e Paula como ponteiras passadoras nunca deu dão certo como em 2008. Eram seguras no fundo de quadra e decisivas no ataque. A artilharia ficava ainda mais pesada com a Sheilla vivendo um dos seus melhores momentos na carreira, e com a Wal e a Fabiana, centrais sempre municiadas pela genial Fofão. E, para completar, Fabi comandava a defesa, um dos pontos fortes daquela equipe.

Era um time redondo e completo, em que as reservas que entravam faziam a diferença e com o Zé Roberto também muito inspirado e preciso nas alterações e pedidos de tempo. E, além disso, era uma equipe extremamente equilibrada emocionalmente. Muito focada e fria quando necessitava lucidez para decidir; aguerrida quando precisava da emoção para sair de situações adversas.

E foi assim que o Brasil enfrentou e superou com sobras na fase de grupos um dos seus “fantasmas”, a Rússia. Foi assim também que fechou a primeira fase com uma vitória maiúscula contra a Itália, time-sensação de 2007, campeão da Copa do Mundo e do Europeu. E repetiu a fórmula num dos jogos mais difíceis, a semifinal contra a China, na época, a atual campeã olímpica e a dona da casa.

Aquele jogo deu um sinal claro do quanto a seleção estava madura e pronta para o ouro. Sofreu no primeiro set, envolvida no ritmo de jogo chinês e pela pressão da torcida, mas conseguiu reverter o placar e assumir o controle da partida. Quando saiu vitoriosa, comemorou comedida, mostrando que o objetivo era maior, não acabava na conquista da primeira final olímpica.


Na final, os EUA conseguiram fazer aquilo que nenhuma outra seleção havia conseguido nos Jogos: vencer um set contra o Brasil. Assustou no segundo set, o time brasileiro sentiu a pressão do saque norte-americano que tinha derrubado Itália e Cuba anteriormente. Mas os EUA eram um time que vivia muito mais dos erros do adversário do que das qualidades próprias e o Brasil, naquele ano, naquela olimpíada, era o time perfeito.

Em 2008 o Brasil conseguiu, finalmente, congregar o talento com a vitória. 



***********************************************
+ Pequim 2008
 
 - A conquista teve alguns simbolismos. Um deles é que naquele grupo tinham jogadoras representando as gerações passadas que, de certa forma, construíram também o caminho do ouro, caso da Fofão e da Wal. Ambas se aposentaram da seleção após a conquista.

- Paula era presença certa em 2004, mas ela teve uma lesão grave na Superliga daquele ano no joelho que a impediu de participar dos Jogos. A sua primeira olimpíada acabou por ser a de 2008, quando, além de conquistar o ouro, foi eleita a melhor jogadora da competição.

- Mari havia ficado marcada, injustamente, como uma das caras da derrota para Rússia em 2004. Ela carregou, junto com a seleção, o rótulo de amarelona e pipoqueira durante aqueles quatro anos até Pequim quando conquistou o ouro justamente no dia do seu aniversário de 25 anos. Para comemorar, mandou todos os críticos calarem a boca: 


Comentários

Kamila Azevedo disse…
Eu gosto muito de vôlei e acompanhei de perto a geração que surgiu nas Olimpíadas de 1992, com Wadson Lima, e que veio a conquistar dois bronzes, em 1996 e 2000. Aquela geração era maravilhosa e merecia um ouro olímpico, só que, como você bem lembra, Laura, tinha uma pedra no sapato daquele time: as cubanas, que foram dominantes no cenário do vôlei feminino daquela época.

A transição para a geração que veio conquistar o primeiro ouro olímpico, em 2008, foi muito traumática. Principalmente, por causa daquele boicote contra o Marco Aurélio Motta, em 2002, que culminou justamente na demissão dele e na vinda do Zé Roberto Guimarães para o cargo de técnico.

A campanha desse time em Pequim foi impecável. Dava para perceber que o grupo estava focado e fechado em busca de um objetivo: a conquista da inédita medalha de ouro olímpica. O curioso é que eu acompanhei tanto o esporte e, justamente, nos dois maiores momentos de glória dessa seleção: os ouros olímpicos conquistados em Pequim e em Londres, eu não acompanhei! rsrsrsrs Perdi aqueles jogos. Mas, fiquei muito felizes por elas, pois mereciam!
Paulo Roberto disse…
Daria tudo pra ver um confronto da seleção brasileira de Pequim contra a Cuba dos anos 90. Seria épico!
Anonimo disse…
Inesquecível e tudo q se pode falar sobre essa seleção.
allan disse…
Pra mim, o maior momento do Brasil numa Olimpíada! Ver a Mari calando os críticos lavou a alma!
Anônimo disse…
Valesquinha de penetra, tirando o lugar da Carol Gattaz.

E, quem deu a idéia da Mari fazer esse sinal p/ as camêras foi Gabizinha (líbero)
ElaIne Mara disse…
Não me lembro muito do volei fem. dessas Olimpíadas mas isso não tira a grandiosidade dessa seleção INVICTA.Não é pra qualquer uma.Parabéns Brasil.Só um comentário e nem me lembro se as duas atuam na mesma posição, mas me causavam e me causam total insegurança no ataque, falo de Mari e Natalia .Nunca achei que essa jogadora fosse de seleção mas ela é Campeã Olimpica.com,br
Anônimo disse…
Vamos dar credito para as fotos, por favor! um pouquinho de copyright nao faz mal a ninguém.
Evandro Mallon disse…
Eu vejo a convocação da Valesquinha como um salvaguarda , pois ela podia cumprir sua função de origem, ser ponta passadora ( tinha jogado o Italiano assim ) e ainda ser líbero caso a Fabizinha se machucasse, pois passa e defende muito bem, ja que nao foi inscrita nenhuma líbero de reserva.

A Sassá entraria para sacar, pois tem um viagem muito bem direcionado, ja que o saque da Valesquinha é fraco e sem peso.

Como citaram aqui, queria ver Thaisa e Fabizona bloqueado Mireya e Regla bell e nao deixando nenhuma bola pelo meio com Carvajal e Regla Torres passar....e se passasse, teria Fabizinha defendendo tudo.
Johnny disse…
Realmente dá saudade! Dessa época sobrou Thaísa... Infelizmente hoje a Thaísa não está em sua melhor forma física, devido as lesões que sofreu, mas temos que agradecer muito aqueles 24 pontos que ela fez contra a Rússia nas quartas de final de Londres - 2012. Thaísa e Sheilla nos tiraram da eliminação naquele dia. Aliás, todas juntas, mas as duas pontuaram mais..

Penso que a Lang Ping realmente é uma das MELHORES de todos os tempos! Uma técnica super inteligente. Foi medalha de prata em Atlanta 96 e medalha de prata no Mundial de 98, com a China. Depois ela assumiu os EUA em 2005 e novamente foi prata em Pequim - 2008, depois de conseguir o bronze na Copa do Mundo de 2007. Aí ela voltou com a China em 2013 e foi campeã olímpica em 2016, depois de ser prata novamente no Mundial de 2014 e campeã da Copa do Mundo em 2015.

Tem muito currículo! Mérito dela os EUA terem chegado naquela final, que com certeza foi a maior surpresa no volei feminino.

Dessa geração, vejo que houve injustiça, porque Waleskinha ganhou o ouro que era de Carol Gattaz. Parece que com Zé Roberto sempre é assim...

Vejo o diferencial naquilo que está na matéria, foi passando por tantas derrotas que as jogadoras chegaram com uma armadura nessa olimpíada. Depois de perderem e serem chamadas de "amarelonas" tantas vezes, elas tinham que desentalar o grito da garganta. O que falta hoje em dia é isso, pois as jogadoras (maioria delas) que está na seleção hoje, não vem carregando uma história de superação e vontade de vencer. Parece que se ganhar, ganhou. Se perder, ok, perdeu.

O que não falou no post é a diferença técnica que existe para a seleção de hoje: não temos mais a Mari com todos os golpes, Jaqueline e Sassá como excelentes passadoras, Fabizinha no fundo de quadra, Sheilla extraordinária, Fofão com tanta técnica, Paula Pequeno com tanta técnica, Wal e Fabiana, enfim, parece que subtraiu das jogadoras tudo que tinha até a Rio 2016, e dali para frente não se pensou em renovação ou, pelo menos, na lapidação daquelas que tem talento e podem melhorar sua técnica...

Anônimo disse…
Importante lembrar que a primeira grande asneira, a grande incoerência do Zé Roberto foi ter cortado a oposta canhota Leila Barros da Olimpíada de Atenas 2004 e jogar toda a responsabilidade pra cima de uma oposta novata que era a Mari, estreante em Olimpíadas!
O corte da canhota Leila foi tão surpreendente e inesperado que pegou todos os especialistas e comentaristas de vôlei de surpresa, ainda mais porque Leila era muito difícil de ser marcada não só por ser craque de bola, mas pelo fato é de ser canhota, que por si só dificulta a marcação adversária, que o diga o Kiraly que não abre mão de suas opostas canhotas e também a canhota Boskovic da Sérvia.
Se Leila estivesse sido levada pra Atenas 2004, ela seria a jogadora ideal, com bagagem suficiente para marcar aquele fatídico vigésimo quinto ponto naquele 24x19 contra a Rússia.
Leila foi eleita a melhor atleta do ano 2000 pelo COB recebendo o Prêmio Brasil Olímpico e foi duas MVP doGrand Prix.
E digo mais, o Brasil conquistaria em Atenas o seu primeiro Ouro Olímpico, pois era a melhor equipe da competição, mas infelizmente com um técnico teimoso com escolhas erradas.
Tenho certeza que se Leila estivesse em Atenas, hoje o Brasil seria Tri-Campeão Olímpico no Vôlei Feminino! E Mari não seria injustamente culpada pelo fracasso, pois culpa foi do técnico de fazer os cortes errados e não saber mexer no time quando necessário!
Anônimo disse…
Gente, agora sim preocupou.

https://esportes.estadao.com.br/blogs/bruno-voloch/ombro-tira-tandara-e-bia-da-selecao-por-3-semanas-natalia-ainda-sem-saltar-e-duvida-para-montreux/
Anônimo disse…
sem Tandara, sem Bia, n custa nada pro Zé tentar a Tiffany.
Anônimo disse…
Estava escrito nas estrelas que sobrecarregar Tandara na seleção a tiraria de combate! E não é a primeira vez que o Zé Roberto tira jogadoras de combate por usá-las excessivame e esquecer que o "banco de reservas" existe pra ser usado, principalmente contra equipes mais fracas!
Zoran Terzic, Karch Kiraly, Lang Ping e Giovanni Guidetti são exemplos de técnicos que sabem muito bem a hora de se usar titulares e reservas, esses técnicos mostram como se deve utilizar todo o elenco disponível.
Como sabemos Zé Roberto demora muito a mexer no timee costuma morrer abraçado as suas jogadoras preferidas enquanto as reservas ficam só assistindo o time perder!
Foi assim em Atenas 2004 com o corte da Leila. Foi assim em 2004 quando ele preferiu queimar a novata Mari em vez de fazer sua obrigação de técnico e mexer no time, Zé Roberto preferiu que Mari amargasse toda a culpa da derrota! Foi assim na Rio 2016, com Dani Lins enterrando o time só mandando bola pra Natalia que estava super marcada e levando toco da Muralha Chinesa, o Zé Roberto preferiu morrer abraçado a Dani Lins do que tentar mexer no time!
Zé Roberto esgota as jogadoras, não sabe mexer no time, leva reservas só a passeio e as titulares vão se lesionando por sobrecarga!
Anônimo disse…
O caso envolvendo Natália é complicado. Faltando pouco mais de 1 mês para o Mundial do Japão, a jogadora segue em tratamento no Minas e não treinou com a seleção em São Paulo essa semana. Natália sequer começou a saltar.
Para refrescar a memória, Zé Roberto levou Camila Brait, no auge da forma, até Londres 2012, para cortá-la em favor de uma Natália sem nenhuma condição de jogo!
Camila Brait seria muito mais útil para auxiliar a Fabi no fundo de quadra do que a Natalia sem condições de jogo.
A história se repete agora e Zé Roberto novamente insiste na Natália.
Vale ressaltar que o caso da Natalia é pior que o do Lucarelli, eesse foi cortado da seleção masculina, mas Zé insiste na Natalia na seleção feminina!
Anônimo disse…
O Lucarelli foi cortado porque o Taubaté pressionou. No contrato tem uma cláusula que diz que se o jogador voltar quebrado da seleção haverá rescisão. Certíssimos.
Zé Roberto nunca soube gerenciar a saúde dos atletas, sempre as exigiu ao máximo possível sem necessidade. Tem necessidade de Tandara jogar os 4 amistosos como titular, principalmente se necessitando testar opções?
Agora tá a bomba aí.
Kamila Azevedo disse…
Agora, com a notícia da lesão de Tandara no ombro, está explicada a convocação de Monique. A Monique deve jogar Montreaux e, dependendo do que ocorrer com Tandara, acho que ela acaba sendo cortada para o Mundial, uma vez que, inicialmente, nem estava nos planos do ZRG. A contusão de Tandara só mostra aquilo que já comentávamos aqui há tempo: Zé Teimoso exige demais das atletas, se exime de fazer testes, insistindo sempre nas mesmas jogadoras, deixando o banco de reservas parado, sem chances para que elas também mostrem como podem contribuir.

Sobre o post da Laura: o time de Pequim fez uma campanha impecável e a conquista do Ouro foi merecida. Mas, mesmo assim, na comparação entre as gerações, acho que a de 1996-2000 era muito melhor e só não conquistou o tão sonhado ouro olímpico porque tínhamos aquela seleção lendária cubana. O vôlei, naquela época, também era bem mais difícil e disputado, com times muito similares e parelhos.
Mantronix Inc disse…
TABELA DO MONTREUX

Grupo A: China, Suíça, Itália e Turquia

Grupo B: Brasil, Rússia, Camarões e Polônia



Jogos (horário de Brasília):

04/09 (terça-feira)

China x Suíça – 11:30
Itália x Turquia – 16:15
Brasil x Rússia – 13:45

05/09 (quarta-feira)

China x Itália – 13:45
Camarões x Rússia – 11:30
Brasil x Polônia -16:15

06/09 (quinta-feira)

Itália x Suíça – 11:30
China x Turquia – 13:45
Camarões x Polônia – 16:15

07/09 (sexta-feira)

Suíça x Turquia – 11:30
Rússia x Polônia – 13:45
Brasil x Camarões – 16:45

08/09 (sábado)

Semifinal 1 – 13:30
Semifinal 2 – 16:00

09/09 (domingo)

Disputa do terceiro lugar – 08:30
Final – 11:00

(Melhor do Vôlei)
Kamila Azevedo disse…
O torneio de Montreux será transmitido por alguma TV daqui???
Anônimo disse…
Aproveitando o saudosismo, revi a decisão olímpica de 2008.... Que fiasco de transmissão: Logan Tom virou Tom Logan; Ah Mow Santos saiu no final do 1o set para a entrada da Berg, mas Galvão e Tande só foram perceber isso na metade do 3o set! Até lá a Berg foi chamada de Santos, com vários comentários sobre ela!?!?!?; e Galvão ainda chamava Thaisa de Thalisa.
Mantronix Inc disse…
Pinheiros Campeão da Copa SP em cima do Bauru-Sesi

https://youtu.be/RsUR8KLZL7M

Impressionante a canhotinha do Pinheiros Lorrayna.
Anônimo disse…
Também acho, vi joga pelo internete, canhotinha promissora
Pj disse…
Vi o jogo pela, internete essa canhotinha e promissora alta tem ataque potente
Evandro Mallon disse…
Laura, boa noite.
Você viu a definição pra proxima temporada?
Todo o playoff da superliga será em 3 jogos, inclusive a final. Tbm serão premiadas as jogadoras por posição e nao por fundamento, formando a seleção da superliga.
Kamila Azevedo disse…
De acordo com o blog Saque, do jornal Lance, o torneio de Montreux será transmitido pelo ESPN Extra:

Uma boa notícia para o torcedor brasileiro é a confirmação da transmissão da competição pelos canais ESPN. Todos os jogos da Seleção na primeira fase já estão garantidos na grade da emissora (ATUALIZAÇÃO: segundo informações da própria TV, os jogos estão inicialmente programados para a ESPN Extra).

Fonte:
http://blogs.lance.com.br/volei/montreux-volta-de-atletas-testes-finais-da-selecao-e-transmissao-confirmada/
Anônimo disse…
Pinheiros chic quebrando taboo e contratando duas estrangeiras para o elenco, a americana Painy de 1.93m, boa jogadora. E Herrera q ainda n se apresentou.
Anônimo disse…
Geralmente o Sportv transmite o Montreux
Kaike Lemos disse…
Voloch: "Barueri aposta em Elina Rodríguez!"

"CBV decide novo regulamento, da formula de disputa nos play offs e finais."

"Globo não transmitirá final da SL"

"ESPN! Salvou! Transmitirá o turco e o o Montreux"

Laura atualiza?! Pfvr
Anônimo disse…
Louco p ver Herrera vs Palácios