Fora do pódio, de novo


O Brasil terminou a Copa Pan-americana na quarta colocação. A seleção ficou fora do pódio depois de perder para a República Dominicana, na semifinal, e para o Canadá, na disputa pelo terceiro lugar - ambas partidas acabaram em 3x0.

Se levarmos em consideração os principais objetivos da participação brasileira na Copa – garantir vaga para os Jogos Pan-americanos de 2019 e dar ritmo de jogo à Thaisa e Dani Lins -, pode-se dizer que o Brasil cumpriu sua missão. Mas se acrescentarmos ao balanço final uma avaliação do desempenho, a participação brasileira foi decepcionante, principalmente na fase final. A avaliação fica ainda pior se compararmos o desempenho brasileiro com o dos EUA, que sagrou-se campeão da Copa sem jogar, assim como o Brasil, com sua equipe principal.
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Os problemas que levaram o Brasil a penar para vencer Colômbia e Argentina na fase de grupos se multiplicaram nas disputas de semifinal e terceiro lugar. A atuação brasileira nos dois primeiros sets contra a República Dominicana foi vergonhosa. A seleção não tinha um mínimo de sequência por conta do péssimo passe e, defensivamente, a equipe só teve alguns bons momentos no bloqueio. Jogadas mais elaboradas e organização nos contra-ataques não existiram.

Contra o Canadá - equipe sem qualquer tradição no vôlei feminino, mas que, com o comando do italiano Marcelo Abbondanza desde o ano passado, tem tentado ascender no cenário mundial - a mesma história. Pelo menos, contras as canadenses, os placares dos sets foram menos humilhantes.

O Brasil, ao contrário da maioria das equipes da Copa, não estava com sua força máxima, o que pode explicar alguns problemas individuais, como o desempenho ruim no passe (a seleção levou 17 pontos de saque nos dois últimos jogos) e a falta de definição de algumas atacantes.

Mas mesmo com um elenco de média qualidade, o Brasil poderia ter tido uma estrutura coletiva bem mais consistente. E não foi o que aconteceu. Defendia pouco (não estuvada os adversários?) e, quando defendia, não construía uma jogada com qualidade de contra-ataque. A seleção apresentou um conjunto pobre em que nada compensou os problemas individuais.

Para piorar, nem mesmo as individualidades que vinham se destacando no torneio foram poupadas dos desastres destas duas partidas, casos da Tomé, Bruna e Tássia. Suas substitutas até conseguiram entregar melhores resultados, mas não por muito tempo. Ou seja, difícil tirar da Copa Pan algum nome com o qual se entusiasmar ou ter uma perspectiva positiva. 

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Das veteranas que vieram à Copa para ganhar ritmo de jogo, podemos tirar de positivo a melhora da Thaisa no saque, fundamento que não estava funcionando no início do torneio. Porém, acho que tanto a central como a Dani terminaram piores do que começaram a Copa. Ambas foram derrubadas pelos problemas de recepção. A Dani deixou de forçar as bolas de primeiro tempo e a Thaisa deixou de ser uma opção importante para o ataque brasileiro. A meio de rede ainda caiu de rendimento no bloqueio, repetindo a dificuldade nos deslocamentos laterais.

De forma geral, acho que podemos ter uma boa perspectiva sobre o retorno das duas jogadoras ao grupo principal, principalmente da Dani. A Thaisa está, naturalmente, com maiores limitações físicas e acho difícil que ela volte a jogar o que jogava antes das lesões – ao menos, neste ano. Mas tanto ela como a Dani, em um time mais organizado e equilibrado, podem crescer e dar mais recursos a uma seleção que se mostrou, na Liga das Nações, um tanto monocórdia e pecando pela falta de qualidade ofensivamente.

Comentários

Alysson Barros disse…
Patéticos os desempenhos em ambos os torneios.

Sem mais.
L. Mesquita disse…
Wagão???REPROVADO!!!Dani Lins???REPROVADA!!!Bruna Honório???REPROVADA!!!Ponteiras e Líberos???TODAS REPROVADAS!!!Centrais???Só se salvou a Thaísa q foi única q mostrou raça e evolução nessa Copa Pan-americana!!!O Brasil deu VEXAME e ainda deu SORTE de não ter cruzado com as UNIVERSITÁRIAS dos EUA,senão o VEXAME seria muito maior!!!
Ainda querem DANI LINS no MUNDIAL???Pra fazer o quê?Pra dar VEXAME?Dani Lins só quer jogar com passe na mão?Com passe na mão até a minha avó joga!!!Perdi a conta de quantas bolas baixas Dani Lins pôs contra bloqueios altíssimos das GIGANTES DOMINICANAS E CANADENSES!!!Dani Lins acha que tá jogando com a MONIQUE ou c/a SHEILA q sabem se virar c/as bolas baixas dela?Já Bruna Honório não tem a técnica de MONIQUE ou SHEILA p/se virar c/as bolas baixas da DANI!!!Falar nisso,DANI queimou todas as opostas de bolas altas q jogaram com ela tipo Joycinha,Ana Bjelica e Bruna Honório,por exemplo!Não entendo pq querem Dani no MUNDIAL???
Anônimo disse…
Eu não levava ninguém pra seleção principal, como Mara é ruim Thaísa deve ir, Dani tb deve ir pela experiência, do mais deixa as que já estão lá.
Johnny disse…
Problema do Brasil chama-se RENOVAÇÃO!
O Brasil viveu de 2005 até 2016 nas costas de Fabiana, Sheila, Jaqueline, Fabizinha e cia, e esqueceu de renovar! Desde 2014 quando tomou o capote dos EUA na semifinal do Campeonato Mundial, o Zé Roberto deveria ter tomado vergonha na cara e providenciado jogadoras para substituir aquelas que fizeram parte por quase 15, 20 anos, pois já era sabido que Fabiana e Sheila não estariam mais na seleção. Mas não! Insistiu com Dani Lins levantando bolas baixas e morreu na Olímpiada abraçado com ela!!
Fabíola é a mais esperta, pois já sabe que não terá espaço e pediu dispensa! Fabíola perdeu uma medalha de ouro em 2012 e Zé Roberto quis compensar em 2016, e mesmo vendo que Dani Lins não conseguia fazer mais que feijão com arroz, não deixou Fabíola ser titular (ou talvez porque ela não tinha forma física para jogar!).
Em 2017 o que ele fez??? Chamou Monique para jogar (com mais de 28 anos, baixa para os padrões e sem força de ataque) e chamou Amanda como ponteira passadora (também baixa e sem força de ataque), além de Carol (central mais baixa que uma anã e sem força NENHUMA de ataque). Me pergunto até hoje, até agora, qual seleção, em sã consciência, chama uma central com 1.83 de altura e sem força????? Tá rindo da minha cara, né?
Tandara, Natália, Adenízia, Thaíssa, Dani Lins, todas chegarão em 2020 com mais de 30 anos... Cadê a renovação? E depois delas, quem jogará???
Zé Roberto está caducando!!!
Esperta é Fernanda Garay e Fabíola que viram a falta de renovação e fracasso absurdo a que chegou o Brasil, e pediram dispensa alegando que vão "cuidar da vida pessoal". Boa desculpa!!
Dani Lins parou no tempo! Brilhou em 2012 e foi só. Depois dali o que ela fez?
Zé Roberto NUNCA testou a Claudinha, usou a Macris no Pan Americano em 2015 e depois NUNCA MAIS! Naiane nunca teve espaço, apesar de nova e boa levantadora!
Várias centrais nunca são usadas: Mara do Minas, Letícia Hage (alta e boa jogadora, nunca teve chance), Saraelen (jogadora com idade boa e que ataca bem), enfim, Zé Roberto insiste com Carol, Adenízia e Bia.
Apesar de Bia ter melhorado uma enormidade, ainda tem as bolas pela frente muito fracas, somente sobressaindo na bola china. Pelo menos compensa com bloqueio. Já Adenízia, bloqueia bem, mas ainda não tem um ataque no estilo de Thaísa.
Carol me pergunto o que ela faz ali??
A "renovação" que podia ter sido testada em 2017 foi chamar jogadoras que faziam parte da seleção ou que tinham passagem e nada fizeram: Monique (nunca foi jogadora de seleção); Natália (velha conhecida desde 2009); Tandara (velha conhecida); Adenízia (também na seleção desde 2009); Amanda (baixa, velha e sem potência); Gabi (na seleção desde 2011, salvo engano); Carol (baixa, sem potência).
Brasil vai cair para o 3º escalão do Volei, igual a Cuba.
Enquanto Estados Unidos, China, Sérvia, Turquia e cia, usam jogadoras novas, treinam e apostam em novas táticas e jogadas, Zé Roberto vai morrer e afundar a seleção agarrado nas bolas baixas de Dani Lins!
Johnny disse…
Problema do Brasil chama-se RENOVAÇÃO!
O Brasil viveu de 2005 até 2016 nas costas de Fabiana, Sheila, Jaqueline, Fabizinha e cia, e esqueceu de renovar! Desde 2014 quando tomou o capote dos EUA na semifinal do Campeonato Mundial, o Zé Roberto deveria ter tomado vergonha na cara e providenciado jogadoras para substituir aquelas que fizeram parte por quase 15, 20 anos, pois já era sabido que Fabiana e Sheila não estariam mais na seleção. Mas não! Insistiu com Dani Lins levantando bolas baixas e morreu na Olímpiada abraçado com ela!!
Fabíola é a mais esperta, pois já sabe que não terá espaço e pediu dispensa! Fabíola perdeu uma medalha de ouro em 2012 e Zé Roberto quis compensar em 2016, e mesmo vendo que Dani Lins não conseguia fazer mais que feijão com arroz, não deixou Fabíola ser titular (ou talvez porque ela não tinha forma física para jogar!).
Em 2017 o que ele fez??? Chamou Monique para jogar (com mais de 28 anos, baixa para os padrões e sem força de ataque) e chamou Amanda como ponteira passadora (também baixa e sem força de ataque), além de Carol (central mais baixa que uma anã e sem força NENHUMA de ataque). Me pergunto até hoje, até agora, qual seleção, em sã consciência, chama uma central com 1.83 de altura e sem força????? Tá rindo da minha cara, né?
Tandara, Natália, Adenízia, Thaíssa, Dani Lins, todas chegarão em 2020 com mais de 30 anos... Cadê a renovação? E depois delas, quem jogará???
Zé Roberto está caducando!!!
Esperta é Fernanda Garay e Fabíola que viram a falta de renovação e fracasso absurdo a que chegou o Brasil, e pediram dispensa alegando que vão "cuidar da vida pessoal". Boa desculpa!!
Dani Lins parou no tempo! Brilhou em 2012 e foi só. Depois dali o que ela fez?
Zé Roberto NUNCA testou a Claudinha, usou a Macris no Pan Americano em 2015 e depois NUNCA MAIS! Naiane nunca teve espaço, apesar de nova e boa levantadora!
Várias centrais nunca são usadas: Mara do Minas, Letícia Hage (alta e boa jogadora, nunca teve chance), Saraelen (jogadora com idade boa e que ataca bem), enfim, Zé Roberto insiste com Carol, Adenízia e Bia.
Apesar de Bia ter melhorado uma enormidade, ainda tem as bolas pela frente muito fracas, somente sobressaindo na bola china. Pelo menos compensa com bloqueio. Já Adenízia, bloqueia bem, mas ainda não tem um ataque no estilo de Thaísa.
Carol me pergunto o que ela faz ali??
A "renovação" que podia ter sido testada em 2017 foi chamar jogadoras que faziam parte da seleção ou que tinham passagem e nada fizeram: Monique (nunca foi jogadora de seleção); Natália (velha conhecida desde 2009); Tandara (velha conhecida); Adenízia (também na seleção desde 2009); Amanda (baixa, velha e sem potência); Gabi (na seleção desde 2011, salvo engano); Carol (baixa, sem potência).
Brasil vai cair para o 3º escalão do Volei, igual a Cuba.
Enquanto Estados Unidos, China, Sérvia, Turquia e cia, usam jogadoras novas, treinam e apostam em novas táticas e jogadas, Zé Roberto vai morrer e afundar a seleção agarrado nas bolas baixas de Dani Lins!
Anônimo disse…
Laura, tudo bem querida? Meu bem, está em seus planos fazer um post sobre a o fim da carreira da jaque na seleção. Acredito que para muitos, assim como pra mim. Jaqueline foi uma peça emblemática por mais de uma década . Grande beijo e fica com Deus
Anônimo disse…
Não entendo essa eterna insatisfação do torcedor de voleibol exigindo renovação. Parece que o importante não é jogar com as melhores e ganhar, mas renovar para revelar novas jogadoras, e para quê? Para serem substituídas no outro ciclo por causa da necessidade de renovar???? Quero ganhar!!! Que joguem as melhores. Por mim queria ver Walewska, Fabiana, Gattaz, Fernanda Garay, Fabi, Leia e Brait ainda na seleção. A nova geração não é tão talentosa quanto à anterior, infelizmente. Quanto mais tempo as jogadoras remanescentes estiverem com a seleção, melhor. Não vejo em um horizonte próximo, jogadoras do nível de Nathália, Tandara, Thaísa e Dani Lins. Das jogadoras incorporadas efetivamente à seleção neste ciclo olímpico, só me animo com Drussyla e Bia, que podem atingir um alto nível internacional.
L. Mesquita disse…
Alguns falam de renovação,mas renovar com quem se nossa seleção SUB18 tá perdendo set de 25x09 p/o PERU?O fato é q a juventude brasileira não quer mais saber de treinar vôlei!O vôlei sumiu da TV aberta e a luta é muito mais transmitida na TV do que vôlei!Depois do futebol,as lutas são muito mais exibidas do q vôlei na TV,temos até um canal só de lutas:COMBATE!Vejo no esporte comunitário e nas Vilas Olimpicas mais jovens praticando Muay Thai,Tae Kwon do,Karatê e Judô do q vôlei,as turmas de vôlei estão c/pouca procura,e dependendo do horário,nem forma turma!Já as turmas de Lutas estão lotadas e têm até lista de espera!Ou seja,nossa BASE está ruim,a juventude não se interessa em treinar vôlei,a TV aberta não se interessa em transmitir vôlei e com isso só piora a situação de renovação no vôlei!Muitos pedem renovação,mas para haver renovação temos q ter boa qualidade de quem vem da base e isso nós não temos atualmente!!!
ElaIne Mara disse…
Buenas,vamos por parte.Faz algum tempo que se fala da renovação quer no masculino ou no femininos. Tempos idos de termos as melhores do mundo em equipe menores até a chegada da Sheila na Principal.Qualidade total sustentada até Londres 2012.O que veio depois?.Falta de investimento de toda espécie ou seja O QUE NÃO TEM PREÇO,CUSTA.Custa 1 tricampeonato olimpiço, 3 4¤s lugares no ano,crescimento dos adversários e incertezas brazucas futuras.Será que teremos que chegar ao Caos, ao fundo do poço mesmo para retomar a força e o carater dessa modalidade que vem srndo devastada por comandos equivocados,interesses pessoais, patrocinadores e clubes dando as cartas marcadas para uma CBV atolada em dívidas morais.Não há o caminho do meio para a vitória e a transparência.Não tenho duvidss sobre as dispensas solicitadas na Era ZRG.O comportamento da Garay poderá nos dizer mta coisa, aliás já o faz,acompanhando.Laura concordo com o Anônimo sobre a sugestão com a Jaque.Quem viu um outro blog de vôlei essa semana,leu a declaração do ZRG sobre a decisão delaem relação a Seleção "dele".O titulo deveria ser:Quando dissimulacão é verbo.Paro por a qui.Um Abraço à nossa seleção feminina de vôlei.
Anônimo disse…
O Brasil precisa de renovação e todos sabemos q pra ontem isso. Agora é oportunidade que faltam aos nossos talentos. Porque temos varios talentos como:
Levantadoras: Vivian do Brasília, Giovana do Flu, Bruninha do Pinheiros, Iarla do Sesi e Jackeline do Barueri.
Opostas: Tainara do Barueri, Natália Fernandes do Valinhos, Malu do Brasília, Pâmela Sánabio do Flu, Kimberly do sesi e Sara do Barueri.
Ponteiras: Júlia Bergman do Brusque, Kênia Malachias do Flu, Kasiely do Sesc, Gleyce do Sesi, Bárbara do Pinheiros, Lana do Pinheiros, Ariele do Barueri e Paquiardi do Brasília.
Centrais: Victoria Cavalcante e Jéssica Santos do Flu, Diana do Sao Caetano, Vivian do Valinhos, Ju Mello do Osasco e Linda Jéssica do Sesc.
Líberos: Ju Paes do Pinheiros, Lays do Praia, Keyla do Sesi, Victoria do Sesc e Kika do Osasco.
Temos boas jogadoras falta testes.
Anônimo disse…
Johnny, tô contigo e não abro em tudo que falou.
Duas decisões erradas do Zé Roberto, além da falta de renovação, tiveram consequências catastróficas para a seleção: o corte de Fabíola e o corte de Brait. Perdemos ao mesmo tempo a levantadora que daria a continuidade da qual o Brasil carece até hoje, pois com os afastamentos de Dani, era para Fabíola ser titular e Roberta reserva. Teríamos qualidade no levantamentos em todos os torneios. Mas com o corte da Fabíola o vínculo dela com a seleção ficou abalado e ela também já não se importa tanto, pois viu que o Zé não está com ela, como ela estava com a seleção.

O corte da Brait foi tão terrível pois era a melhor líbero e substituta da Fabi. A própria Fabi disse que um dos fatores que a fez se aposentar naquele ano foi a consciência de que a Brait a substituiria à altura. Aí vai o maluco e corta a menina pra botar Leia que teve um momento bom, mas deixa sempre a seleção na mão. NENHUMA JOGADORA BRASILEIRA EM ATIVIDADE TEM RECEPÇÃO E DEFESA MELHORES QUE A CAMILA BRAIT. E isso já algum tempo.

Nunca renovou de fato e nem deu oportunidades reais de crescimento a diversas atletas: Pri Daroit, Claudinha, Letícia Hage, Naiane, Paraíba entre muitas outras.

Agora tá nisso. Brasil vai demorar um tempinho pra ganhar algo ou até chegar ao pódio.

Não mais veremos nossas meninas mandarem beijos ao fim dos jogos.

O engraçado é que depois de 15, 20 anos, as meninas vão saindo, se aposentando. Até o Bernardinho se aposentou. Mas o Zé não larga o osso.
Kamila Azevedo disse…
Complicado o futuro da seleção brasileira feminina de vôlei e, pra mim, a culpa está nos técnicos, que convocam mal, não aproveitam as suas reservas e não dão espaço para que as jogadoras jovens ganhem experiência internacional e possam crescer ainda mais. Ficar em quarto lugar na Copa Pan-Americana é um resultado vergonhoso para esse time, independente do fato de que algumas jogadoras convocadas para este torneio estavam fora de sua melhor forma.

A CBV precisa, urgentemente, pensar no futuro do vôlei nacional. Chegou a hora de cara nova, dentro e fora das quadras. Acho que o ZRG já saturou!
Kaike Lemos disse…
Anônimo, concordo com a renovação, eu acho que tem que dar oportunidades de TESTES em torneios com Montreux,Pan,Sulamericano,Copa-Panamericana e até algumas fases de Liga das Nações, como fazem os técnicos mundo a fora! Tem muitos talentos na superliga que merecem esses testes.
- O que deu errado, na copa Panamericana foi:
- Tássia? Velha e tava lá! Jogadora que se abala emocionante por qualquer coisa.
- Maira? Muito inconstante e tem medo de bloqueio!
- Bruna foi QUEIMADA pela Dani! Não existe oposta que aguente bolas da altura do ombro!
- Lorenne, parece que voltou a atacar forte, pq na SL era só meia batida!
- Dani, não foi uma das melhores atuações da levantadora brasileira, vai ser convocada, mas deve ser reserva da inconstante Roberta, que jogou o fino da bola em 2017.
- Wagao, foi bem paneleiro, pois Gabi Cândido podia entrar e fazer o jogo acontecer! Maira nunca entrou na SL, pra fazer acontecer. Gabi Cândido,Lana,Gleyci e etc já fizeram isso muito e sem medo de tomar bloqueio
- Nítido que depois desse ciclo, a seleção entrará em declínio, torcer agora pras jovens tomarem uma atitude e mudar essa história, ou vamos regredir igual Cuba.
Fernanda Machado disse…
Oi Laura! O Volei Brasileiro está se arrastando, infelizmente deixamos de ser uma potência mundial. Alguns falam em renovação, mas não temos jogadoras pra isso, vide o fracasso recente, em que foram utilizadas as jogadoras tão pedidas por aqui e o que se viu foi que elas não são capazes de renovar a seleção. Agora, Laura, queria saber sua opinião, pq a Seleção feminina tem tantos pedidos de dispensa? as vezes tenho a sensação que ninguém quer jogar p o Brasil, na seleção masculina, ninguém quer férias ou pede dispensa, no feminino, o Brasil não joga com suas melhores, que ainda estão no auge e abandonaram a seleção, daria uma seleção inteira de dispensas: Fabiola, Leia, Fernanda Garay, Fabizona, Sheila, Pri dairoit, Ellen, ninguém quer servir o país, representar o povo brasileiro, chegaram no auge e abandonaram o barco, pq agora não precisam mais da visibilidade da seleção.Exceção feita a Fabíola e Camila Brait,mpor tudo que passaram e realmente não deveriam jogar mais pela seleção, caso em que se eu sou o Zé roberto imploraria pra Camila Brait voltar, pq NÃO EXISTE outra líbero no Brasil, isso é fato, por isso que não conseguimos resultados. Em relação a copa Pan-Americana, o fracasso era previsível, não há possibilidade de jogar com um time que tem Edinara, Tomé e Tassia na linha de passe, impossível... Havia sim melhores opções pra passar, como A MAri Paraíba e a Vitória (libero reserva do RJ), até mesmo a Michele seria melhor que Edinara e Tomé. Queria ouvir sua opinião sobre as dispensas Laura.. Beijos
Anônimo disse…
Minha gente, algumas das respostas para nossos questionamentos começaram a aparecer hoje no Voloch. Deem uma olhada lá e voltem para comentar.
ElaIne Mara disse…
Anónimo eu li o Voloch agora é a Bomba
explodiu jogando estilhaços no ventilador.Resumindo:isso foi só a ponta do novelo dos mandos e desmandos e não é justo que as jogadoras sejam ou se tornem vidraças.Muitas lutam e sonham com um lugar na seleção principal e também ou dizer uma coisa que parece não fazer a diferença :É MÃO HOMEM MANDANDO NO FEMININO.É só mirar essa maquina opressora que é Conselho de atletas na tomada de decisão para voleibol feminino na questão da ranking do feminino. Salve salve Paulo Freire.
Mantronix Inc disse…
Levantadoras passam por fases. Hoje as q estão em melhores condições são: Roberta, Claudinha e Macris.


Dani Lins e Fabíola estão aquém do seus melhores momentos.
Kaike Lemos disse…
Voloch diz que COB bancou viagem da seleção! CBV FALINDO!

Notícia boa:
Wagão convoca sub-20
Jogadoras com mais de 1,90 e 1,80, só duas baixas de 1,78 e 1,79 fora as levantadoras! E ainda tem levantadora que atua nos EUA e que tem 1,83! A BASE MELHORZINHA TA SENDO ESSA!
Anônimo disse…
A CBV tá falindo de tanto roubar o dinheiro público direcionado ao vôlei, com certeza. Tem gente ganhando salário de 20 mil, 40 mil, ganhou isso por muito tempo, mas como?

ElaIne Mara, você tocou num ponto interessante: já passou da hora de um comando feminino para o vôlei feminino. Uma ex-atleta, que viveu dentro do processo e teria mais visão e sensibilidade para suas colegas de profissão.

Não entendi por que citou Paulo Freire, me explica.
ElaIne Mara disse…
Anônimo,,. Se vc ler o livro Pedagogia do Oprimido vc entenderá a minha fala, uma vez que no esporte temos educadores..ou deveríamos ter.Mas vou adiantar do que se trata essa analogia.Sempre em qualquer tipo de convivência, ou em um grupo,exite e se estabelece uma relação de poder e de autoridade.A escola, o trabalho são exemplos vivo.Partindo desse pressuposto,só um lado, que Freire chama de Opressor( CBV, Tecnicos,Comissão técnica) Conselhos, Dirigentes, Patrocinadores, Midias e etc..) se transforma em sujeito no processo. Ou seja é o lado que manda que fala.Não há diálogo tão pouco ,liberdade. A ação não é libertadora por parte do Opressor.Nesse momento, o outro lado que Paulo Freire chama de Oprimido (atletas), na ausência de uma relação dialética, do pensamento crítico (o "não ao rannking") se apresenta como uma realidade opressora e assim, permanece intocada.A opressão mantém a ordem e o poder (controle).O esporte deveria atuar com um dos instrumentos de libertação, mas a problematização da "situação do homem" ( entenda-se que a concepção de individuo de Paulo Freire passa pela argumentação de que o homem não se reduz aos limites do tempo e do espaço), permitiria aos oprimidos ( atleta) ampliar o campo da sua percepção e aí..(atletas não são convocados ou são cortados).É a história vai indo mais ou menos assim, o oprimidos ( atletas) se tornam anfitriões dos opressores( CBV e etc.).E quando falo sobre a supremacia masculina e suas consequâncias no comando dos esportes femininos em geral e no caso o volei, Paulo Freire é atualisssimo.E então,agora responda pra mim uma coisa: Qual é população que sendo a maioria do Planeta, vive na Opressão à Séculos?. Assim, Salve Salve Paulo Freire, o nosso maior educador de todos os tempos. E nem esportista ele era.Mas era um educador.Paro por aqui e não sei se me fiz entender.Abraços.
ElaIne Mara disse…
Anônimo,,. Se vc ler o livro Pedagogia do Oprimido vc entenderá a minha fala, uma vez que no esporte temos educadores..ou deveríamos ter.Mas vou adiantar do que se trata essa analogia.Sempre em qualquer tipo de convivência, ou em um grupo,exite e se estabelece uma relação de poder e de autoridade.A escola, o trabalho são exemplos vivo.Partindo desse pressuposto,só um lado, que Freire chama de Opressor( CBV, Tecnicos,Comissão técnica) Conselhos, Dirigentes, Patrocinadores, Midias e etc..) se transforma em sujeito no processo. Ou seja é o lado que manda que fala.Não há diálogo tão pouco ,liberdade. A ação não é libertadora por parte do Opressor.Nesse momento, o outro lado que Paulo Freire chama de Oprimido (atletas), na ausência de uma relação dialética, do pensamento crítico (o "não ao rannking") se apresenta como uma realidade opressora e assim, permanece intocada.A opressão mantém a ordem e o poder (controle).O esporte deveria atuar com um dos instrumentos de libertação, mas a problematização da "situação do homem" ( entenda-se que a concepção de individuo de Paulo Freire passa pela argumentação de que o homem não se reduz aos limites do tempo e do espaço), permitiria aos oprimidos ( atleta) ampliar o campo da sua percepção e aí..(atletas não são convocados ou são cortados).É a história vai indo mais ou menos assim, o oprimidos ( atletas) se tornam anfitriões dos opressores( CBV e etc.).E quando falo sobre a supremacia masculina e suas consequâncias no comando dos esportes femininos em geral e no caso o volei, Paulo Freire é atualisssimo.E então,agora responda pra mim uma coisa: Qual é população que sendo a maioria do Planeta, vive na Opressão à Séculos?. Assim, Salve Salve Paulo Freire, o nosso maior educador de todos os tempos. E nem esportista ele era.Mas era um educador.Paro por aqui e não sei se me fiz entender.Abraços.
Leandro disse…
Onde tem o ZRG falando do pedido de dispensa/aposentadoria da Jaqueline?
Alguém comentou ter lido sobre isso.
Kamila disse…
Também acho que um comando feminino na seleção seria interessante. Acho que quem cumpriria esse papel muito bem seria a Ana Moser, mas será que ela teria o interesse em se tornar técnica? Não sei nem se ela teve experiência desse tipo no vôlei. Sei que a Fofão está se preparando para exercer algum cargo técnico. Ela poderia ser também um ótimo nome!
ElaIne Mara disse…
Olá Leandro foi no Blog Saque /Lance ou no Saída de Rede que eu vi na semana.Um Abraço
Anônimo disse…
Pedem renovação, ai vemos a seleção sub 18 levando uma surra, vamos nos contentar com o que temos, é o que tem pro momento, as coisas tende a piorar no futuro.
Kaike Lemos disse…
Laura, faz Post sobre o mercado que tem fogo na SL. Herrera no Pinheiros!
Brasília e Londrina ainda não estão com nível bom!
Lulu disse…
Quando venciamos essa doutrina não era lembrada. O fato é que teremos alguns anos de dificuldades. Vamos aguardar o Mundial pois vivemos de resultado.
Mantronix Inc disse…
Na opinião do Wagão o fiasco do Brasil na Copa Panamericana foi simplesmente pela falta de entrosamento. #SQN ! LOL
BILL RAIO BETA disse…
Não sei com que cara o Zé roberto pediria para a Camila voltar, depois de te-la cortado 2 vezes às vésperas da Olimpíadas.
Mizasui kisame disse…
Campanha pela volta de Camila Brait. Eu super apoio