Rio e final de Superliga: ninguém separa

Sesc-RJ 3x1 Camponesa/Minas 

Foto: Marcos de Paula/Sesc-RJ
Pode mudar o nome, o patrocinador, o elenco. Não interessa. Se o Bernardinho está no banco, o Rio de Janeiro garante uma vaga na final da Superliga. É a 14ª decisão consecutiva que o time disputa (no total, são 17 finais, contando quando o time estava em Curitiba). Domínio absoluto que reflete nada mais do que a extrema competência do seu comando.

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O Minas entrou para a terceira partida da série com diversas obrigações para alcançar a vitória, o único resultado que o manteria vivo na disputa da semifinal. Precisava recuperar a confiança perdida na primeira partida, ter o mínimo de segurança no passe, ter uma postura agressiva no saque para desestabilizar o Sesc e cometer o menor número de erros possíveis.

Pois logo no primeiro set o time mineiro não cumpriu nenhuma destas obrigações. De cara, deu pontos em erros de saque e ataque e foi cercado pela boa leitura de jogo do Sesc no bloqueio. O mais grave, porém, destes deveres não cumpridos foi o da recepção. E neste ponto a responsabilidade recai sobre Lavarini.

O treinador resolveu entrar com Pri Daroit e Rosamaria como ponteiras passadoras, deixando a Newcombe no banco. Ora, todo mundo sabe que o passe é o termômetro de qualquer time, anda de mãos dadas com a confiança da equipe, um puxando o outro. Pois o Lavarini deixou exposto logo de cara o coração da equipe, por onde deveriam passar dois pontos importantes da recuperação mineira: o passe e a confiança. Apesar de não achar que a Newcombe seja tudo isso que se vende no passe, ela é a melhor ponteira passadora da equipe, não poderia ter ficado de fora no início da partida.

Não sei se com a Newcombe e a formação tradicional em quadra teriam evitado a derrota no primeiro set (não evitou no dois últimos, por exemplo), mas acho que o time precisava, naquele primeiro momento, construir uma base mínima de segurança para, aí, agredir o Sesc e equilibrar a disputa emocional que pendia totalmente para o lado carioca. Acho que o Lavarini pulou etapas. 





Atropelado no primeiro set, o Lavarini arriscou mais uma vez no segundo. E, desta vez, deu certo. Rosa foi deslocada para oposta no lugar da Hooker. A novidade dificultou a marcação do Sesc e, pouco a pouco, a Rosa foi engrenando no ataque e trazendo a confiança mineira de volta. Um segundo set em que se viu pela última vez o equilíbrio em quadra nesta semifinal.
 
O efeito da novidade pode ter durado pouco – Rosa foi bem marcada no terceiro set e o Lavarini voltou com a Hooker -, mas tenho aqui que parabenizar a Rosa pela coragem de se expor e por puxar a reação do Minas no segundo set. Fez o que a Hooker deveria ter feito desde a primeira partida. E olha que a Rosa tem muito menos bola que a norte-americana – tanto que não resistiu por muito tempo neste papel de “salvadora” do ataque mineiro.

Acho que não houve a melhor sintonia entre a Macris e a Hooker nesta temporada, mas nada justifica a postura da oposta nesta série. Quando o cerco apertou, ela se escondeu. Foi puxar o time no quarto set, quando a situação já estava praticamente perdida. 

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A verdade é que a missão do Minas era praticamente impossível, pois o desafio era duplo: precisava fazer tudo aquilo que listei acima e contra um grande Sesc, extremamente fortalecido e confiante. A pressão que o time carioca impôs no saque e bloqueio no início da partida deixou claro que o Rio estava focado na decisão e não daria brechas para o Minas construir a sua recuperação.

O Sesc, de uma maneira torta, acabou nesta semifinal se reencontrando com sua essência. Parece somente uma frase de efeito de livro de autoajuda, mas foi realmente este processe que aconteceu em  quadra. O time passou a temporada inteira tentando encontrar a melhor composição de ataque, esperando pela melhor forma física das suas principais jogadoras, brigando contra o excesso de erros e com tudo aquilo que o afastava do seu estilo de jogo característico.

E, de repente, na hora do aperto, em que menos se imaginava, tudo se encaixou. 
Não digo que todos os problemas foram resolvidos porque a recepção, principalmente com a Drussyla, continua um ponto bastante frágil. Na partida de hoje, parte da recuperação do Minas no segundo set veio por conta de uma pane no fundamento.

Mas o time passa por este problema de forma mais madura, sem abrir mão do trabalho de bola e da paciência; abusando da aplicação tática, principalmente no sistema defensivo, para compensar as suas desvantagens. Como sempre fez.

O Rio está mais Rio do que nunca nesta temporada. E não poderia ser em melhor hora.

Comentários

Sergio disse…
Fiquei feliz, mas ainda tem muito a evoluir. Pois o passe continua sendo o calcanhar do time. Gabi ainda oscila entre jogadas de craque e jogadas bisonha. Sei que esse ano foi difícil, muitas jogadoras com problemas, mas se perder esse ano, não jogarei pedras, pois elas foram guerreiras o tempo todo. Só uma pintada de veneno: Imagina se o sulamericano tivesse video-check.
g disse…
Uma comissão técnica que sempre chega na final não é obrigada a se separar/trocar de time, mas as jogadoras são, AQUELE RANKING É RIDÍCULO A CBV É RIDÍCULA, tenho certeza q se um time montar uma seleção os outros vão se esforçar ainda mais por patrocínios pra tbm ficar forte, com o sistema atual as equipes mais fracas se acomodam nivelando o campeonato por baixo.
L. Mesquita disse…
É bom saber vencer, assim como é bom também saber perder com dignidade. Com ou sem VIDEO CHECK, o MINAS mereceu vencer o SUL-AMERICANO, até porque o SESC teve a oportunidade de vencer o jogo no tiebreak , mas levou um surra do MINAS no quinto set!
Voleibol é momento, no SUL-AMERICANO o MINAS estava num momento melhor, vinha de uma vitória contra o SESC na Superliga e venceu novemente no Sul-americano, agora na semifinal da Superliga o SESC estava num momento melhor, com MONIQUE voltando ao time de maneira fulminante, ao passo que o MINAS estava com sua MVP do Sul-americano, Gattaz, contundida e com Hooker sem compromisso!
Inclusive Hooker, por isso, não é convocada para a seleção americana!
Mas Bernardinho merece os parabéns! Ele consegue reinventar o time no momento certo e fazê-lo produzir! Difícil será ganhar do Bernardinho na final da Superliga, já vejo o Sesc no lugar mais alto do podium, seja Praia ou Nestlé o adversário...
Anônimo disse…
Eu não faco a leitura assim da Hooker. Pra mim as outras atacantes a abandonaram nesta serie e ficou difícil para ela atacar sozinha.
Yana Souza disse…
Será que ainda vão insistir que individualmente as jogadoras do Rio São menos efetivas do que a do Minas, Praia e Osasco... Drussila até errou alguns passes, mas a Pri e a Rosa erraram muitoais
Alysson Barros disse…
Minas foi a decepção dessa semi-final. Após arregar ano passado, abriu as pernas de vez este ano. Passou vergonha. 25-11? Sério isso?

Ainda bem que não perdi meu tempo assistindo esse jogo.

Todo mundo sabe que esse time carioca, independente do elenco, enquanto tiver o Bernardo ali, é aquele da arrancada, da virada, da perseverança e objetividade. Baixar a guarda contra elas enquanto as partidas não estiverem ganhas é um erro fatal que os adversários não cansam de persistir. Porém as mineiras foram deveras ineptas naquele match print em 24-20. Vai saber o que teria acontecido se essa tragedia não ocorresse?

Enfim... Parabéns a elas, mas sinto extremo asco desse time na final ad eternum.

Resta agora torcer para o Praia chegar lá e vencê-las.
Ficou claro que o time da Camponesa Minas sentiu a falta da Carol Gattaz. Fico imaginando se o SESC RJ tivesse perdido uma jogadora importante nessa fase do campeonato será que a equipe sairia vencedora da semifinal? Eu acho que sim. O time mineiro perdeu a confiança devido a perda de uma referência do time. O mérito do SESC RJ foi não ficar dependente de uma só jogadora que fizesse a diferença. O time sofreu com várias contusões e mesmo assim soube lidar com a situação devido a competência da comissão técnica.
Kamila Azevedo disse…
Não acho que a presença de Carol Gattaz em quadra teria feito diferença ontem. A verdade é que o Minas perdeu na primeira partida, naquele quarto set, quando sofreu o revés após quase fechar a partida. Após aquele primeiro jogo, parece que o time jogou o resto da série muito apático, sem vontade e sem conseguir reagir ao SESC.

Um outro grande problema que Minas viveu durante toda a temporada foi a questão do passe. As ponteiras passadoras não conseguiram render bem e, especialmente nessa semifinal, foram muito irregulares. Macris teve que correr em quase todas as partidas para poder tentar fazer alguma coisa com aquele passe horrível. Rosamaria sem qualquer equilíbrio emocional. Pri Daroit, quando acionada, não conseguiu mudar. E Newcombe alternou muitos altos e baixos.

Espero que, para a próxima temporada, o Lavarini permaneça como técnico. Ele fez um excelente trabalho e mostrou ousadia quando necessário. Mas Minas precisa contratar boas ponteiras passadoras, que sejam confiáveis no passe.
Quem reclama do Rio na final de novo supere. O time joga pra chegar sempre. Os outros que precisam melhorar inclusive em estrutura para competir no mesmo nível. O Rio chega com méritos.
Torcer pra outra equipe ok. Desmerecer a capacidade de uma equipe que contra chuvas e tempestades ainda consegue ser competitivo é ignorância e com certeza inveja!
L. Mesquita disse…
Laura, até consigo entender a atitude do Lavarini, sem poder contar com Gattaz 100%,que vinha sendo sua atacante mais eficiente, Lavarini optou por uma dupla de ponteiras mais ofensivas, em detrimento da sua melhor ponteira-passadora a Nova Kombi, foi uma atitude meio suicida, mas que ele não tinha muitas opções... Contusões na fase de classificação não tem muito problema, tipo a da Gabi e a da Jucy, mas perder o potencial de uma MVP e líder do time em plena SEMIFINAL é um baque e tanto!
Enfim, parabéns a enorme competência de Bernardinho e a toda sua equipe, pra mim, o melhor técnico de vôlei do mundo!
Muita gente só pensa em Ovo e Coelho, mas esquece o verdadeiro significado da Páscoa que não tem nada a ver com COMELANÇA DE CHOCOLATE! De acordo com a tradição, a primeira celebração da PÁSCOA, também conhecida como "Festa da Libertação", ocorreu em 14 de Nissan do ano de 1446 A.C.(ANTES DE CRISTO). A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. O Faraó não queria libertar o povo de Israel da escravidão, então sequências de pragas vieram sobre o Egito. Na décima praga: a morte dos primogênitos, conforme instruções Divinas, cada família israelita, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Às MEIA-NOITE, todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora.
Em comemoração a este livramento, cada família israelita deveria observar anualmente a festa da Páscoa, que significa "passagem". Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo. O sacrifício de Cristo na Cruz substituiu o sacrifício do cordeiro: “Cordeiro de Deus retirai os pecados do Mundo”.
Feliz Páscoa a todos!!!
L. Mesquita disse…
Kamila, a diretoria do Minas quer o Stefano Lavarini para levar o Camponesa Minas a ser Campeão Mundial, investimento em contratações de peças de reposição para evitar o que aconteceu nessa semifinal, serão feitos! O Minas se reforçará com o objetivo de ser Campeão Mundial. Stefano Lavarini está com moral altíssima no Minas por ser o técnico que em poucos meses de trabalho tirou o MINAS de um jejum de vários anos sem títulos significantes, conquistando a GATORADE CUP no Peru, o Campeonato Mineiro quebrando a hegemonia do Praia e o Campeonato SUL-AMERICANO que levou o Minas de volta ao Mundial !
Logo, esperem para o Mundial um Camponesa Minas reforçado buscando o degrau mais alto do Podium!
Laura disse…
Mesquita, eu tb entendo a opção do Lavarini, só não concordo. Ele priorizou a ofensividade qd, ao meu ver, deveria priorizar a segurança no passe, principalmente no início do jogo.

Enfim, como a Kamila disse, o Minas saiu desta semifinal no primeiro jogo. E torço para q o Lavarini permaneça.
Paulo Roberto disse…
Estava realmente torcendo por uma final mineira, mas como disse a Kamila o Minas perdeu essa série no primeiro jogo. Falar sobre o Rio e Bernadinho é chover no molhado. Parabéns às cariocas, e espero que o Lavarini permaneça no comando do Minas e que a diretoria invista em ponteiras mais equilibradas pra segurar o passe da equipe. A Jaque tá livre no mercado e nas duas oportunidades que jogou pelo Minas cumpriu o que dela se esperava.
L. Mesquita disse…
Concordo com vc Laura e com a Kamila, o componente psicológico é muito mais determinante no feminino que no vôlei masculino e perder aqule jogo praticamente ganho, afetou psicologicamente o Minas e deu uma moral enorme ao Sesc. Foi como o 24 x 19 em Atenas2004, que depois de perder a semifinal, o Brasil se tornou presa fácil para Cuba na disputa do Bronze!
Kaike Lemos disse…
Espero também que o Stefano Lavarini fique no comando Minas! Gostaria que renovassem Macris e Gattaz. Se a Tandara sair de Osasco ela vem pro Minas, pq quem é Osasco nunca vai pro Rio ,e o Praia e ela n são lá essas coisas. Jaque e Edinara na ponta e a Geórgia de titular de libero. Daroit e Rosa mostraram que ainda estão longe de serem confiaveis no passe. Rosa só sabe bater no peito e a Daroit afronta quando n deve! Mara a pantufeira de sempre e baloneira, aluna da Ivna. Essa Mayani é boa, e seja o futuro das centrais na seleção.

As pessoas que comentam no canal do Fabiano Nichetti, tem algumas que ja saem ridicularizando as jogadoras que não são da equipe dos respectivos falsos "torcedores". Eu só acho que essas pessoas só falam disparates pra ganharem curtidas!
Alysson Barros disse…
Ignorância pra mim é falar que a equipe do Rio tem estrutura a ser copiada quando até pouco tempo atrás sequer tinha um ginásio - tendo partida adiada por problemas estruturais - e minimamente digno e quando também está sofrendo para manter o projeto.- Rexona debandou ano passado e agora tem o caso emblemático do SESC/RJ. Nada que venha do RJ deve ser copiado pelos outros. Periga a falência iminente.

Fernanda, Sérgio etc, parece sofrer do problema típico ao torcedor carioca comum: é arrogante tal qual seu comando e não entende de nada e não sabe escolher as palavras. Agora que seu time ganhou sai da toca pra falar asneira, mas até o começo da série estava com o rabinho entre as pernas. Me parece simplório demais evocar inveja para questionamento da mesmice.

Minas foi extremamente incompetente em deixar isso acontecer, pelos motivos já citados acima.

Bernardo aposentando ninguém mais irá hiperrespeitar esse time.
Sergio disse…
Alynson, boa tarde!

Qual a asneira que foi falado aqui? Sempre disse que o SESC com o time que tem era a quarta força, felizmente com a competência da comissão e a doação das jogadoras, foi para a final. Não temos culpa se seu time (sic), perdeu quando não devia. E acho que você não está por dentro das noticias, o problema estruturais foi na Arena Olimpica por conta das chuvas. O segundo Ginasio seria na Tijuca, como havia pouco tempo para comercialização de ingresso e segurança não teve publico.
Quanto o time não ter nada a ser copiado, gostaria que todos os times tivesse esse seu pensamento, pois ai continuaremos ganhar superliga.
Agora pergunto: O Minas foi incompetente e o SESC foi competente demais. O Minas teve dois jogos para reverter, não conseguiu. Parabéns para o SESC, mais uma final (14 vezes na final), realmente é um time que não é referencia e não se deve copiar.
Quanto a não medir as palavras,leia seu texto e veja quem deve medir as palavras. Bernando aposentando? Você no paragrafo acima falou que ele é arrogante, então não precisa ele aposentar. Fica em paz, e até o ano que vem. O Minas continuará treinando para o Mundial, espero sorte ao grupo do Minas.
Sergio disse…
Kaike, boa tarde!

As jogadoras do Osasco não vão para o RJ? estranho, teve uma que recusou renovar para ir para o SESC ser treinada pelo Bernardo. Quanto a Tandara ir para o Minas é pelo simples fato da comissão técnica ver se vale a pena contratá-la, com o salário que ganha, pelo simples fato dela atacar bem, acho que não. Eu já havia falado, no Brasil só há três torcidas, as que torcem para o SESC, as que torcem para o Osasco e os demais são que torcem contra o SESC, simples assim.
Chandler Bing disse…
Posso até ser criticado com o que vou falar, mas não me importo. Eu acho que Hooker foi mais dinheiro jogado fora do que outra coisa. Torcedor mineiro se encantou com o que ela fez na temporada anterior, e convenhamos, ela quase tira o Rio da final naquela oportunidade.
Mas nesta temporada ela se mostrou aquela atleta um tanto irresponsável que todos já conhecemos. Nem coloco a culpa na Macris, embora eu não seja tão fã de seu voleibol como muitos, eu achei os levantamentos dela pra Hooker nessa série semifinal bem redondinhos. Jaca por jaca, todas as levantadoras distribuíram as suas. Enfim... achei que a Hooker fosse desequilibrar mais. Ou melhor, achei que o time do Minas poderia ter dado mais, óbvio que o time do Rio jogou muito... e nem adianta somente dizer que foi o Minas quem baixou a guarda, temos que reconhecer o grande time dirigido por Bernardo, que soube crescer quando tinha que crescer.

Ao contrário de muitos, não me incomoda nem um pouco o time do Rio estar em mais uma final, isso mostra a competência do trabalho que é feito lá e isso tem que ser reconhecido.

Isso mostra também que os outros times precisam evoluir mais como conjunto, precisam de boas peças de reposição também... Nesta temporada, Bernardo mostrou o quanto isso é importante, ter jogadoras que entrem e não sintam o peso da partida.


Gostei daquela Rosamaria do 2° Set. Tocou o phoda-se para a torcida e começou a virar tudo. Faltou outra jogadora pelo lado do Minas para fazer o mesmo.
Kaike Lemos disse…
A maioria! Sim! (Natalia viu que no Osasco ela não iria progredir tanto o seu voleibol, e foi pro Rio, passou pela EXCELENTE comissão técnica do Rio de Janeiro/Rexona e hoje é uma das principais jogadoras do elenco atual da Seleção brasileira de voleibol ( mesmo que as vezes peca no fundamento passe).

O Minas tem de vir com O ELENCO! Pra não passar uma vergonha diante de times (italianos que usam mais força e excelentes passes) e os turcos que não tem passe, e depende de uma ou outra pra virar as bolas, alem dos excelentes bloqueios.
Alysson,

Sinceramente eu não sei onde te doeu tanto.
O Rio manter o alto nível não deveria diminuir a qualidade de um torneio e sim fazer com que todos os outros se organizem para chegar no mesmo nível técnico sim. A comissão do Rio é excelente. Dá pra fazer uma lista gigante de jogadoras reveladas por essa equipe que foram pra seleção. Desmerecer uma equipe dessa é ridículo e no mínimo ignorância.
Eu acompanho o blog sempre, mas acho idiota fazer parte de briguinha de torcida. Acompanho a superliga antes dela ser criada.
Vejo esses jogos desde a época da bandeirantes e a galera Band volei. Era super fã do Leite Moça de Sorocaba, (primeiro tri campeão da superliga), mandava carta, tinha cartaz, camisa. E fui até o fim do time.
Depois q o Rexona veio pro Rio comecei a torcer realmente pra equipe.
São uns 25 anos acompanhando tudo então não preciso me auto afirmar e nem nada. Se vc não entende nada de vôlei ou não tem a humildade para reconhecer que um outro time foi melhor que o seu, eu só lamento. Torço para que vc cresça e melhore.
Torço também para que meu time chegue em todas finais por resto do universo se for merecido como foi nos últimos 14 anos.
Anônimo disse…
Povo reclama do Rio sempre estar nas finais,ficam desmerecendo o time e o campeonato, como se nos outros países fosse diferente ,como se a cada ano tivesse um campeão inédito, não é o que vejo na Rússia , Turquia por exemplo sempre os mesmos times se revezando.
Anônimo disse…
O SESC nunca entra em playoff pra brincadeira e merece os parabéns. Recuperou suas jogadoras no momento certo, possui um sistema de bloqueio e defesa espetacular e só tem alguma chance de perder esse campeonato para um Praia Clube do primeiro turno.
O Minas ainda facilitou as coisas perdendo sua principal jogadora dessa temporada (Gattaz) justamente nessa fase. Sem ela o time ficou descaracterizado e a derrota do primeiro jogo foi fatal. De qualquer forma, o trabalho do Stefano foi muito bom. Quando contou com o time completo, o time cresceu muito de produção até o fim de fevereiro. Que a Gattaz consiga se recuperar bem dessa contusão, pois ela vinha em fase fantástica e gostaria muito de vê-la na seleção esse ano.
Uma última colocação: Fabizinha do Sesc tem um voleibol muito impressionante até hoje, o dia que ela se aposentar vai fazer uma falta enorme pra esse time. Gosto muito da Léia também, mas Fabizinha ainda impressiona por tanta técnica, raça e ousadia.
L. Mesquita disse…
Praia Club em decisões é FREGUEZAÇO do SESC, em todas as decisões só deu SESC e o Praia foi o ETERNO VICE. Agora é pior ainda pois são jogos de IDA E VOLTA!!! Se o Praia nunca conseguiu vencer o SESC em finais de partida ÚNICA, vencer em final de IDA E VOLTA é que não vai mesmo! Digo isso porque CLAUDINHA é a levantadora que costuma ANARELAR e entregar o jogo em partidas decisivas contra o SESC. E como CLAUDINHA continua como titular do PRAIA, creio que ela continuará sua sina de CLAUDICANTE!
Portanto, se o Praia eliminar o Nestlé, o SESC já pode ir comemorando mais um troféu para a estante!!!
Mantronix Inc disse…
L.Mesquita
Além da Claudinha amarelar na hora H. Não acho Paulo Coco um ótimo técnico, suas orientações e substituições, na maior parte das vezes n funcionam, substituir Fawcet pela Ellen? Sem noção.
L. Mesquita disse…
Disse tudo MANTRONIX! Assino embaixo! Elen por Fawcet, e olha que antes era Carla por Fawcet...
Galera é só comigo ou vcs também têm uma sensação estranha quando a AMANDA vai sacar? Pra mim quando ela dá aquela agachada e começa a se tremer toda, fico na expectativa de que saia mais alguma dali além do saque... Alguma coisa que não me cheira muito bem... Será que AMANDA sofre de PRISÃO DE VENTRE? Porque ela dá aquela agachada e não sai nada de concreto
Nem pra ele colocar a Carla né? Logo a elen q não tem um ataque tão eficiente.
Anônimo disse…
Bruno BH

Laura parabéns por dizer o que de fato ocorreu, sem tentativas eloquentes de dizer que tudo já sabia, como uns por aí. O Rio venceu com todos os méritos diante um adversário que sim, elas esperavam muito mais. Fabi foi cirúrgica, sem fantasias, ao dizer que o Minas sentiu o golpe (de si mesmo) em BH... O fatídico 24x20 no 4º set e não saiu de lá até agora. Isso determinou o resultado. Agora como uns dizem por aí que o Minas venceu o Sulamericano por acidente ou porque o Rio estava combalido, me poupe. O que o Minas não estava preparado era perder como perdeu (com o jogo na mão). Hooker foi a única que pareceu não ter sentido tanto o golpe. O time precisa de renovação nas pontas e mais uma central com maior potencial de ataque. O Rio caminha para o 13º título, mas com menor probabilidade pois não teremos o inosso jogo único.