Ressurreição carioca

Camponesa/Minas 2x3 Sesc-RJ
Foto: Orlando Bento/MTC

Incrível. 

Incrível como o Minas perdeu esta partida depois de estar a um ponto da vitória no quarto set, em que vencia por 24x20. 

Incrível como o Sesc se reergueu e, de um jeito todo torto, conseguiu virar o jogo. 


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Se teve um time que esteve muito abaixo das suas capacidades nesta partida foi o Sesc. E foi ele quem saiu vencedor. Como explicar isso?

O Sesc até o quarto set mais sobrevivia do que qualquer outra coisa. Depois de levar uma virada no primeiro set, tentava acertar a melhor escalação ao mesmo tempo em que corria atrás do placar. Enquanto penava para colocar a bola no chão e a Roberta acertar os levantamentos, o Minas tinha repertório que sobrava. Mesmo com a Gattaz sem estar 100%, o meio funcionava como uma boa opção. Além disso, Hooker estava inspirada e Newcombe, Rosa e Pri Daroit complementavam bem o ataque pelas pontas. Nada indicava que o Rio teria condições de recuperar a partida... a não ser que o Minas permitisse.
 

E o Minas permitiu. Tudo começou com um apagão no terceiro set, cometendo erros em sequência, principalmente de ataque. O problema se repetiu no quarto set, mais gravemente, na hora de fechar o set e o jogo.  


 
O Minas estendeu uma partida contra um time extremamente traiçoeiro, que se aproveita como ninguém destes momentos para crescer.

O Minas deu espaço para o Sesc, perdido até a metade da partida, ir se acertando. Deu espaço para Gabi voltar ao jogo e ser decisiva nos dois sets finais; deu espaço para Monique voltar à equipe e se tornar a principal atacante de um time que tinha passado boa parte da partida com dificuldades na definição. Até Drussyla, que penava na recepção, conseguiu se estabilizar no passe e aparecer bem no ataque.

Deu espaço para o Sesc fazer o que melhor sabe: decidir. 


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Aquela maturidade para enfrentar decisões que exaltei no post sobre as semifinais não apareceu neste jogo no Minas. Não se mostrou capaz, vejam só, de comandar um placar. O time sentiu a pressão na hora de receber o saque e o braço pesou na hora de definir. 

São por estes feitos que o Rio é multicampeão. Por mais problemática que seja a sua temporada, por mais que seu elenco não seja estrelar, ele nunca deixa de ser competitivo, nunca deixar de ser grande. O Rio se agiganta na hora da decisão. E o Minas acordou o gigante bem na hora que não deveria.

Comentários

Lulu disse…
Comentários precisos. Complemento com uma frase que conhecemos sem se importar com o autor: Para matar uma cobra tem que cortar a cabeça, enquanto isso não ocorrer ela pode reagir e te envenenar.
L. Mesquita disse…
Monique sendo Monique: crescendo em momentos decisivos desde aquela vez que Joycinha pipocou e Monique entrou no lugar dela para ser MVP da final da Superliga!
Bee ! disse…
Concordo plenamente com vc. Na verdade, para mim, o Minas perdeu o jogo quando não conseguiu fechar aquelas 4 bolas de jogo que teve no final do 4º set. O 5º set foi meramente para confirmar a partida. O SESC com Monique cresceu muito na variedade e na inteligência de jogo, Peña é muito boa mas peca por só mandar pancada. Hooker hoje não merecia perder.
L. Mesquita disse…
Mais una vez Monique e Bernardinho calaram a boca daquele nefasto fofoqueiro do Voloch, que já estava inventando intrigas entre Monique e Bernardinho e dizendo que a lesão abdominal dela era uma farsa. O venenoso do Voloch não respeita nem uma jogadora lesionada em tratamento! Parabéns à Monique e ao Bernardinho que tem espírito vencedor e calaram a boca do Voloch!!!
Anônimo disse…
Se for pra escolher um culpado pela derrota do Minas, eu escolho o técnico, isso dele ficar revesando entre a Pri Daroit e a Rosamaria não tá legal, o primeiro set na virada do Minas a Rosa estava muito bem, das vezes que ela saiu pra Pri entrar, o Minas estava na vantagem no placar, não é a hora de dar ritmo a jogadora, tem que jogar quem está melhor, e no jogo de ontem a Rosa estava melhor, isso de tirar ela cada vez que ela erra um passe, tira a confiança da jogadora.
Estão colocando a culpa da derrota na Rosamaria injustamente, o pessoal pega pesado com ela nas redes sociais, espero que o time recupera a confiança, não vai ser fácil.
Camilla Paiva disse…
depois de levar a virada naquele 24x20, o time do Minas se perdeu em quadra, tanto que até Carol Gataz veio no sacrifício querendo resolver o jogo. Realmente essa série de 5 jogos será imprevisível. Torço muito para que o Minas consiga se reerguer para chegar a final.
Rodolpho Francis disse…
Todos pensávamos que o Minas sairia vencedor, mas isso serviu pra mostrar que o Rio não desiste nunca. Monique mostrou pros Haters que não pode ser banco. Incrível a quantidade de bolas(pancadas) que ela defendeu, umas que não tinha sequencia porque o bloqueio tocou muitas vezes na rede. Falando em defesa, Leia e Fabi também defenderam muito, a Fabi principalmente. Joga o campeonato todo sendo apenas regular, mas na hora da decisão ela é especular. Mayhara fez muitos pontos de bloqueio e a Roberta só começou a acertar os levantamentos depois da entrada da Monique. Só senti falta da Jucy, se ela for mais efetiva podemos dizer que o Rio tem grandes chances de ganhar mais um titulo.
Foi só o primeiro jogo. Não vai ser uma série fácil, mas o Rio acordou na hora certa. Não esqueçam que o time que virou o jogo é o mesmo que jogou as finais no ano passado. A única mudança foi a Mayhara no lugar da Carol. Tudo pode acontecer nos próximos jogos, mas a moral agora está com o Rio.
Uma obs sobre os desafios: impressão minha ou o uso foi melhor evmaia rapido no jogo de uberlândia? Ficou essa impressão.
Anônimo disse…
O Rio foi o grande "vencedor" dessa primeira rodada. O Praia fez sua obrigação e ganhou em casa, mantendo a vantagem de poder apenas vencer os jogos em seu ginásio. Já o Minas que tinha a missão de derrubar o Rio pelo menos uma vez fora agora precisa de duas vitórias lá na casa do adversário. Monique mostrou seu valor, e saiu por cima, seja voltando de lesão ou do castigo. No outro jogo, a dupla de centrais não decepcionou e mostrou que é a melhor dessa Superliga. Claudinha pelo menos conseguiu usar elas bem. E Amanda surgiu do banco para salvar o passe do praia. Além de ter feito ótimos saques. Eu até entendo Elen ser titular no caso das lesões de Fawcett e de Walewska, para aumentar o poderio de ataque. Mas no time completo, melhor ter Amanda e formar um conjunto mais coeso.
Pop On Air disse…
Rosamaria tem quer ir jogar num time intermediario e como Oposta. Em time grande ela não tem jogo nem pra ser Ponta de Definição e muito menos de preparação, muito instavel, erra muito e lava muito block. Acho que vale a pena ter uma Ponteira de Definicao que de preju no passe, quando tem nivel de ataque da Tandara, Natalia, Mihailovic ou Kosheleva por exemplo, pra ter uma do tipo da Rosamaria, que nao é eficiente no ataque, não é justificavel sua permanencia em quadra, a Daroit embore erre tambem, acho mais regular que a Rosa, e agora sem a Gattaz, que ferrou tudo.
Anônimo disse…
Bruno BH

Laura tocou no ponto. Chamo isso de espírito decisivo. O Minas não teve esse espírito e com todo o respeito ao duodecacampeão Rio, ontem ele venceu como um presente gentil ofertado pelo dona da casa e não pelo seu já conhecido poder de reação. Estava lá e não consigo ver diferente disso. Bastava uma bola bem feita no 4º set, um ataque (muito dependente de Hooker). Estava tudo bem até ali, Mayane substituíra bem a Gattaz, Daroit (razoável) virando duas bolas importantes na reta final, bloqueio pesado, mas a cabeça explodiu. Para um time que já vencera o Rio nesta temporada duas vezes, acredito que seja possível o Minas dar a volta (confiança e o espírito decisivo já demonstrado) por cima e vencer pelo menos uma lá. O Rio não entrará em quadra como no ano passado, quando perdera as duas seguintes em casa, vai tentar matar em 3x0 jogos – porque no ano passado foi como uma “surpresa” que não quererão que aconteça.
Paulo Roberto disse…
Acho que o Minas sentiu a falta da Gattaz, mais do que previa. E não falo técnica ou taticamente, já que a qualidade do passe não foi das melhores pra Macris poder usar as centrais com a frequência que ela gosta, mas sim da liderança da Gattaz. Ela realmente parece ser um ponto de equilíbrio desse time. Achei um erro o Lavarini ter colocado a Carol no final do quarto set, ficou nítido que as meninas ficaram mais preocupadas com ela do que em jogar. O pior foi ele insistir em mantê-la em quadra mesmo depois dela sentir a contusão.

Sobre o Sesc é isso aí. Time jogueiro, raçudo, sabe que é limitado mas se aproveita das falhas dos adversários para crescer. Marca clara da mão de Bernadinho. Um gênio!
Kamila Azevedo disse…
Minas perdeu pra si mesmo, essa é a verdade! O Sesc soube aproveitar o ponto fraco maior do time mineiro: o passe. Rosamaria, ontem, foi PÉSSIMA! Péssima no passe, péssima no ataque. Newcombe é boa jogadora, mas é muito frágil no passe também. Pri Daroit, quando acionada, também não conseguiu se dar bem... Macris fez o que pôde com aquela passe HORROROSO! Minas tem que trabalhar urgentemente esse passe se quiser chegar à final da Superliga.
L. Mesquita disse…
Nossa que hora, hein? Monique voltando de contusão jogando tudo e mais um pouco, enquanto Gattaz, MVP do Mineiro e do Sul-americano, sentindo contusão. Isso não é bom! Seria legal se todas as protagonistas estivessem 100% para os playoffs ...
Kaike Lemos disse…
Foi nítido, como o Minas depende da liderança da Gattaz. Concordo com vc Kamila, Minas perdeu pra si mesmo, eu escalaria Newcomb e Pri Daroit nas pontas, PARTIDAÇA da Hooker! 32 pontos! Macris tem que ter passe na mão, aí ela desequilibra do outro lado, fazendo o bloqueio sem saber o que fazer. Rosamaria n vem fazendo excelentes apresentações/partidas, por isso deixaria ela no banco! Marco Freitas babaca torcedor fanatico do Rio e Voloch da vida. Rio jogou bem, partida consistente da Mayhara, Monique de volta ao time titular e com muitas criticas á mesma em outros sites/blogs.
Anônimo disse…
O Minas sentiu a falta da Gattaz, mas não era motivo pra essa derrota. Rosamaria é da seleção e festejada como grande revelação, mas deixa o time demais na mão. Enfrenta muito o bloqueio e só tem um golpe na paragonal. Tem que ter outros golpes e ser mais inteligente no ataque. Só de Hooker não vai ganhar não.

Monique arrasou e deu nome. Gabi também. Parabéns para as duas e para o técnico, que sabe dirigir uma equipe como ninguém.

Acho que todos os toques da Roberta são irregulares, mas os árbitros não marcam.
Sergio disse…
Por que as pessoas insistem em dizer que Roberta sempre faz dois toques, se nos campeonatos internacionais os arbitros também não marcam. Só os torcedores daqui falam isso. Acho que ja deu. A propósito no terceiro set se nao foase o video check o arbitro iria dar ponto para o Minas, como foi no jogo da sulamericana. Estava 22x20 se nao fosse o vídeo seria 22x21.
Anônimo disse…
Rafa Cruzeiro disse:

Duas partidas emocionantes, quatro grandes equipes, um vencedor: SESC/RJ.
Sem dúvida, uma vez q no confronto Praia x Osasco, percebia-se, a despeito do espírito de luta do time paulista, a vitória iminente do time do triângulo mineiro. No entanto, não foi fácil. A entrada de Amanda e a troca de posição entre Fabi e Wal permitiram estabilização do passe e bloqueio dos ataques da Leyva na entrada. A Leyva teve q encarar Nicole e Fabi, ficando Mari com Wal e Claudinha, daí resultou em enorme dificuldade do Nestlé de pontuar. Apesar do Viva Volei ter sido entregue para Fê, para mim, o grande nome do jogo foi Fabi, pois qdo ela entrava no jogo era um terror para o time paulista.
No outro confronto: inacreditável! Eu tinha certeza da vitória do time das alterosas. Tudo levava a crer: time bem distribuído, Hooker voando, torcida empolgada, o adversário errando tudo e apático, a principal jogadora adversária sem marcar um ponto sequer, porém ao final: vitória carioca. Não acreditei. Meu coração mineiro parou incrédulo, difícil degustar tal derrota. Mas, vamos aos fatos: Bernardo é Bernado, primeiro apostou na Gabi e foi revezando a ponteira até que ela recuperasse a confiança e fosse decisiva como sempre, e como essa garota é fantástica, não se abalou com a péssima atuação; depois, promoveu o retorno de Monique, inicialmente na inversão, para verificar sua condição, e, então, em definitivo. Vale ressaltar sua postura, percebeu q gritar naquele momento só iria piorar a situação. É um mestre.
Por fim, cumpre registrar a dupla Bruno Souza e Carlão, narrador e comentarista, dá um show, melhor dupla de narração de volei, precisos, emocionantes, sem favoritismo.
Abrs.

Anônimo disse…
Rafa cruzeiro disse:
Concordo contigo Sérgio, já assisti várias partidas in loco, tanto feminino qto masculino, e os toques são absolutamente parecidos. Não há diferença marcante entre os toques da Roberta. Macris, Dani, Fabíola, Carol, Juma, Naiane e, só para citar uma estrangeira, Carli Lloyd. Alguém cismou com Roberta e Bruninho, e isso ficou no imiginário popular. Acontece q, com a velocidade atual dos jogos, a arbitragem flexibilizou esse fundamento. Não veremos mais o toque clássico da Fofão. Ela era tão impressionante, que uma partida, acho q era contra o Osasco, a arbitragem marcou dois toques dela em um levantamento absolutamente iguais às demais levantadoras, ela se revoltou, mas percebia a diferença do toque refinado dela para as outras.
Atualmente, somente uma jogadora se aproxima da Fofão, a líbero Suellen. Porém, há de se considerar q Su levanta em contra-ataque.
L. Mesquita disse…
Não torço para o SESC, inclusive acho que Camponesa Minas, Campeão Sul-americano, e Nestlé Osaco, Campeão da Copa Brasil, tem condições de vencer a Superliga, mas me incomoda muito essa perseguição à Roberta! Roberta é Vice-Campeã Mundial! Conquistou a Prata com o SESC RJ na final contra as turcas e nenhum árbitro EUROPEU ou ASIÁTICO viu 2 toques da Roberta! Agora, vcs que perseguem a Roberta querem saber mais que os árbitros INTERNACIONAIS?
Isso só pode ser inveja!
Kaike Lemos disse…
O toque da Roberta n é la dos mais bonitos, mas n acho que ela da 2 toques toda hora. Eu tmb acho que é inveja, ja que Roberta na minha opinião é uma excelente levantadora!
Cesar Nascimento disse…
sobre os dois toques da Roberta pra mim é como vcs disseram apenas despeito porque até esse jogo ninguém estava falando nada como o Sesc venceu um jogo perdido começou as desculpas sobre o jogo a Monique foi muito bem mais tem uma jogadora que é super discreta e vem jogando muito bem tanto que foi a maior pontuadora daquele jogo , Mayhara eu particularmente nunca vi ela ganhar um viva vôlei, não estou dizendo que nunca ganhou eu nunca vi , se jucy estivesse voando como ano passado ficaria muito difícil prós adversários , mais reforçando pra mim a final será a mesma do ano passado o praia desde o jogo com o Bauru tá pedindo pra ser tombado é questão de tempo
MINEIRIM disse…
Não fiquei muito surpreso com a vitória do Rio, apesar do excelente trabalho do Lavarini. Analisando friamente a equipe do Minas, só existem duas atacantes decisivas, Gattaz e Hooker. Carol Gattaz vêm sendo o grande destaque da equipe, não somente por sua qualidade, mas pelo que vem fazendo aos 36 anos, está em alto nível e em minha humilde opinião ela é o nome dessa Superliga sendo que atualmente não vejo no Brasil nenhuma central superior a ela. Ainda nas quartas de final quando vi que ela não estaria 100% devido ao problema físico com muito pesar notei que seria esse o grande problema do Minas. Gabi é muito superior às ponteiras do Minas que são instáveis. Sem Gattaz as centrais do Rio são superiores. Fabi é superior à Léia. As levantadoras estão no mesmo patamar. O Minas nesse contexto só tem de melhor a oposta. Nem estou considerando a excelente comissão técnica do Rio. Logo esse resultado não pode ser surpreendente pra nós...
Sergio disse…
Bom gente, agora acabou o primeiro jogo, amanhã será uma grande batalha, espero que o SESC esteja concentrado e esqueça o jogo de sexta, pois, apesar de torcer para o RJ, o Minas pediu para perder, por duas vezes estava na frente e deixou o SESC virar, acho que isso não ocorrerá novamente. Espero a Gabi em melhor noite, assim como o Jucy.
André disse…
Sobre os toques das levantadoras, eu me lembro aqui de um vídeo de uma entrevista da Ana Flávia no youtube quando ela diz que o vôlei de hoje não é mais técnico, é muita força. Também não acho que tenhamos grandes levantadoras de gesto técnico bonito (como tivemos Fofão e Fernanda Venturini). Acho o toque da Roberta feio, mas não é dos piores. Pode parecer implicância, mas o da Carol Albuquerque, dentre as 8 principais equipes, eu acho o toque mais feio (e não me digam que é pelo fato de ser canhota, porque Ricardinho não tem um toque tão feio assim e nem Fabiana Berto tinha). É só uma opinião pessoal. Fabíola e Dani Lins e Ananda são as que têm os melhores toques, na minha opinião.
L. Mesquita disse…
Esse papo de toque bonito ou feio. De gesto técnico bonito ou feio, isso não leva ninguém a lugar nenhum! O que importa pra uma boa levantadora é a inteligência na distribuição e a precisão nos levantamentos. Toque bonito não ganha jogo, ainda mais se a levantadora for burra, ele pode ter o toque mais bonito do mundo que vai fazer M... no jogo!
Mantronix Inc disse…
Laura, a organização dos post ta meio confuso, q tal deixar um em baixo do outro em ordem cronológica e nao de lado a lado.
Obrigado.
Mantronix Inc disse…
Como o povo pega no pé da Drussyla,imagina ouvindo o ginásio inteiro por 5 sets, "saca na Drussyla! "só no bullying..rs
No final vingada com a vitória.
O Camponesa Minas perdeu uma grande oportunidade de sair na frente na série semifinal. O time perdeu poder de decisão. A Hooker fez o que se espera dela: colocou a bola no chão, embora eu ache que ela não tenha variações nos golpes. A Newcombe não é jogadora de definição embora tenha feito uma grande partida no fundo de quadra. Rosamaria e Pri Daroit estavam muito irregulares. No quinto set, a Macris só viu a Hooker que já estava bem marcada. A levantadora poderia ter arriscado com as centrais mesmo com a saída da Carol Gattaz. As atacantes de ponta do time mineiro precisam ser mais efetivas se a equipe quiser equilibrar a série. Mérito do SESC RJ que ressurgiu na hora certa e no momento que mais se espera do time. Poderia ser dado um tempo maior entre a primeira e a segunda partida das semifinais. Jogaram na sexta e o segundo jogo já é na segunda. Pouco tempo de recuperação e sem necessidade de apressar as coisas.
Rodolpho Francis disse…
Alexssander, eu acho o tempo ideal uma vez que as semis podem durar até 5 jogos. Imagina se fosse dado um tempo de 1 semana(como é nas quartas) teríamos um mês a mais só pra assistir as semis. E quanto a recuperação das atletas, esse trabalho deve ser feito ao longo da competição já que todos sabem que o campeonato é longo.
Anônimo disse…
Monique contundida? Conversa para boi dormir. Monique nunca esteve contundida! Depois de ser deixada de lado de propósito pelo Bernardinho, volta com tudo e detona com jogo!
Alysson Barros disse…
Mesquita, você não acha plausível mesmo a Monique ter sido castigada pelo Bernardo após gritar com ele e sair andando?

Esse mesmo técnico, aquele que já mentiu sobre uma gripe do próprio filho em partida vexatória pela seleção?
L. Mesquita disse…
Alysson não mentiu porque Bernardo não precisa disso. Conheço as irmãs Pavão desde que elas eram nadadoras do Fluminense e Monique realmente teve uma contusão muscular no abdômen que estava causando um desconforto. Até por causa desse desconforto Monique estava nervosa naquele jogo que ela se estressou que não é o normal dela. Monique já estava sentindo as dores da lesão, fez exames que comprovaram a lesão e ficou se tratando para não agravá-la e poder jogar os playoffs. Além disso, o SESC de Bernardinho nunca teve titulares absolutas, quem está melhor no momento joga! Nessa temporada Kasiely, Vivian e Peña já foram titulares e agora estão no banco, assim como Anne Bujs já foi titular e foi pro banco pra Drussyla, Logam Tom foi pro banco pra Gabi e Courtney Tompson foi pro banco pra Roberta. Não entre no VENENO do Voloch que só quer inventar intrigas porque tem inveja do sucesso do Bernardinho: aceite que no SESC não existe titular absoluta e o Bernardinho põe pra jogar quem estiver melhor no momento!
L. Mesquita disse…
Alysson Barros não acho a derrota para a Bulgaria no Mundial de 2010 um jogo vexatório:
O Brasil e Bulgaria já estavam classificados para a próxima fase e o jogo contra a Bulgaria não valia nada!
O Brasil estava com apenas um levantador, o Bruno, desde o início do Mundial. Marlon se recuperava de colite ulcerativa e não estava liberado pelos médicos para jogar contra a Bulgaria.
Sem reserva, Bruninho foi o jogador brasileiro que mais atuou no Mundial sem ter substituto disponível porque Marlon não estava liberado ainda. O Bruno está visivelmente cansado por não ter o Marlon pra revezar com ele nas inversões do 5x1. Após a BATALHA contra a Polônia, Bruninho admitiu que “faltou gás”. Théo foi o escolhido para ser o levantador contra a Bulgaria porque jogava de levantador antes de virar oposto, Bruno foi poupado, inclusive a pedido dos demais jogadores por estar gripado e não valer a pena desgasta-lo mais ainda num jogo que não valia nada! Além disso Théo estava motivado a voltar à sua época de levantador nessa partida que não valia nada e era apenas um AMISTOSO tanto para Brasil quanto para Bulgaria!
No final das contas o Bruno foi poupado e o Brasil foi Campeão Mundial. E não vejo problema nenhum em poupar jogadores quando já se está classificado e a partida não vale nada, e voltar com os jogadores em partidas realmente eliminatórias!
Parabéns ao Bernardinho por saber quando poupar alguém!!!
Ou será que alguém tem como questionar a capacidade técnica do Bernardinho para decidir quem ele vai poupar dependendo da importância do jogo?