Quartas à vista!



Nesta sexta-feira tivemos a última rodada da fase classificatória da Superliga 17/18.

No jogo mais importante da rodada de encerramento, o Sesc venceu o Osasco por 3x1. O clássico foi uma boa demonstração do que foi a primeira fase do campeonato: momentos de equilíbrio provocados mais pelas fragilidades do que pelas qualidades de cada equipe e muita oscilação.

Com exceção do Praia Clube (e dos times da parte de baixo da tabela, mas no mal sentido), que conseguiu manter uma certa regularidade na SL, todas as equipes têm tido dificuldades em encontrar um padrão de jogo.

A maioria dos times se despede desta primeira fase deixando a sensação de início de trabalhos, de que estão ainda em construção. A fase classificatória esteve num nível inferior às demais temporadas, a meu ver. Apesar de termos tido equilíbrio em quase todas as partes da tabela, o sentimento que fica é que as equipes ficaram devendo. 

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Classificação final da fase classificatória:

1º- Dentil/Praia Clube – 61 pontos

2º- Sesc-RJ – 57 pontos

3º- Camponesa/Minas – 48 pontos

4º- Vôlei Nestlé – 44 pontos

5º- Hinode Barueri – 37 pontos

6º- Fluminense – 37 pontos

7º- Pinheiros – 31 pontos

8º- Vôlei Bauru – 29 pontos

9º- São Cristóvão Saúde/São Caetano – 28 pontos

10º- BRB/Brasilia – 13 pontos

11º- Renata Valinhos/Country – 7 pontos

12º - Sesi-SP – 4 pontos
 

Uma curiosidade: O São Caetano teve mais número de vitórias do que Pinheiros (+1) e Bauru (+3). O que tirou o Sanca da zona de classificação foram 3 das 10 vitórias por 3x2. Já o Bauru deve parte da sua oitava colocação às 8 derrotas que sofreu por 3x2. 

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Confrontos de quartas-de-final:


Praia Clube x Vôlei Bauru
O Vôlei Bauru fez um segundo turno de recuperação, impulsionado pelo reforço da Tiffany. Para os playoffs, terá o retorno da Paula. Porém, continua errando demais e não deverá ter estofo para desbancar o Praia.

Sesc x Pinheiros

O Pinheiros teve alguns espasmos durante a temporada daquele antigo Pinheiros organizado e “chato” contra os favoritos. Mas, em geral, é um time mais esforçado do que competitivo. Vai ladrar, mas não vai morder o Sesc. Se a disputa for complicada será mais pelas dificuldades do Sesc em equilibrar seu jogo, principalmente na recepção. Mas a equipe carioca teve duas importantes vitórias depois da perda do título Sul-americano que deram sinais de que a camisa continua viva.

Minas x Fluminense  


As quartas de final serão um bom momento para vermos se o Minas deu o “clique” que esperávamos na temporada com a conquista do Sul-americano. O Fluminense perdeu um pouco de fôlego ao final deste segundo turno, mas é um time que não desiste das partidas e é capaz de boas recuperações. É um bom teste para o Minas mostrar que está realmente maduro e pronto para esta e outras decisões.


Osasco x Barueri 


O duelo mais equilibrado e imprevisível das quartas. O Barueri está em ascensão, mas sofre com os problemas de uma equipe formada há pouco tempo e com os principais talentos individuais voltando de lesões. De qualquer forma, o próprio Osasco não tem sido das equipes mais consistentes da SL e esta inconstância abre boas brechas para o time do Zé Roberto aproveitar. O Osasco tem outra questão a lidar: seu principal trunfo, a Tandara, não fez boas partidas nas últimas rodadas contra Praia e Sesc. Não foi a referência e a segurança ofensiva do time como havia sido em boa parte da SL. Se as demais atacantes, principalmente a Leyva, aparecessem para equilibrar o ataque osasquense, esse não seria um problema tão grave. Mas não é o caso...

Comentários

L. Mesquita disse…
Sei não... Se Paula Pequeno se recuperar bem e voltar com fome de bola, o Praia Club enfentrará um chapa quentíssima pois o trio PAULA, PALACIO e TIFANY tem um potencial de ataque e bloqueio excelente! Espero ver Paula bem recuperada para ver esse confronto pegar fogo! Vale ressaltar que o Praia precisou do tie break para superar o Bauru no returno...
MArcos Pontes disse…
Praia x Bauru

Acho que esse play-off vai ser uma boa oportunidade para confirmar ou não o que muitas jogadoras falam em off, inclusive as de Bauru, que a Tiffany segura pra não destoar muito das meninas!

Antes que algum dos comentaristas do blog faça um ataque a minha homofobia e transfobia já aviso que hj estou de folga dessas minhas qualidades!
Anônimo disse…
Eu realmente não entendo o que os torcedores do Minas tem contra o Praia. Aliás, entendo. Talvez seja o recalque por terem perdido a hegemonia no estado, passando 6 anos sem um mísero título estadual. Além disso, apesar do passado de glórias, o time não faz uma final de Superliga há mais de uma década. Só Freud pra explicar. Quanto aos confrontos, qualquer um dos 4 primeiros que não passar para a semi vai ter um gosto bem amargo. Foram os times montados para serem semifinalistas. Barueri foi um grande hospital de atletas e Fluminense é um time guerreiro. Pinheiros sempre um time chato de jogar contra, e Bauru levantando a bandeira importante pela igualdade. Mas não será triste se pararaem nas quartas. Quanto a Osasco, Rio, Praia e Minas a meta é título.
Anônimo disse…
Falam tanto da força de Tifany e Tandara, mas atualmente a pancada mais forte da Superliga é da dominicana Peña Isabel, que é uma mulata gigante de 1,90m com um bração grosso e forte que dali sai uma patada 🐾 pesadíssima! Peña Isabel é a arma secreta de Bernardinho quando ele quer potência no ataque. Geralmente a formação vinha com Drussyla, Gabi e Monique, que é uma opção mais técnica, porém se Bernardinho quiser turbinar na pancadaria, pode escalar Peña de ponteira ou oposta. É impressionante a força natural que essas dominicanas carregam no seu DNA.
Kamila Azevedo disse…
Acho que temos dois duelos bem equilibrados, Laura:

Osasco x Barueri
Minas x Fluminense

São 4 equipes bem parelhas, com boas jogadoras e que são bem treinados. Para o Minas, será ótimo enfrentar logo uma equipe boa nas quartas, pois, na próxima fase, a tendência é pegar outro time forte. Como elas têm crescido bastante de desempenho nas últimas partidas, minhas expectativas estão boas para o que o time de Lavarini pode fazer.
L. Mesquita disse…
O ranking no masculino acabou, graças a Deus, agora espero que as meninas se libertem também dessas amarras injustas desse ranking ridículo!
O ranking nunca foi justo e nunca será! Pois o ranking pune as estrelas do Campeonato que são os altetas!
O ranking é tipo uma PUNIÇÃO pelo bom desempenho do tipo: quanto melhor seu desempenho mais você será punido com mais pontos.
É que nem pontos na carteira de motorista: quanto mais pontos você tiver, pior pra você.
Os atletas punidos com maior pontuação, muitas vezes são obrigados a abandonar o clube, a cidade ao qual já estão adaptados, pois o ranking não permite que eles permaneçam no clube.
É uma loucura, o atleta se destaca e como punição tem que abandonar a cidade e o clube, enquanto aquele atleta medíocre que sequer pontuou pode permanecer no clube? Isso é muito injusto!
Além disso, com essa restrição, o mercado na Superliga Brasileira ficava cada vez mais fechado para os atletas mais bem sucedidos, os obrigando a ir para o exterior.
Além disso, o ranking é inconstitucional, pois ele cerceia a liberdade de escolha e negociação dos atletas, afeta diretamente no direito de ir e vir e o da livre negociação.
Anônimo disse…
Mesquita, quanto a inconstitucionalidade, não é bem por ai, pois as atletas levaram isso a justiça e perderam. Quando a regra que os clubes assinaram ai sim acho errado os clubes determinaram a vida das atletas. Agora com mais representante na votação as coisas tendem a melhorar. Porém tem que ser visto com bastante cuidado, pois os clubes com menor poder de investimento, poderá perder seus patrocinadores, pois eles não vão querer colocar a marca a um clube perdedor.
JC disse…
L. Mesquita, também sou inteiramente contra o ranking! Em abstrato, até parece uma boa ideia para permitir um certo balanço. Ocorre que, na prática, o tal equilíbrio nunca existiu desde que o ranking foi instituído: nas últimas décadas só duas equipes se revezaram no posto de campeãs. Então, assim, por mais que se defenda o ranking e o seu (suposto) nobre objetivo de equilibrar o campeonato, é fato incontestável que tal propósito não foi cumprido.

Alias, se o desequilíbrio é mesmo o problema que se busca resolver com o ranking, creio que a Sheilla acertou em cheio na declaração que deu: se é para realmente equilibrar, que instituam um ranking dos membros da comissão técnica, já que quem ganha tudo são os mesmos treinadores (e, consequentemente, as mesmas comissões), e não as mesmas jogadoras! Óbvio que tal ideia para um absurdo, o que revela que igualmente absurda é a ideia de um ranking de atletas.

Ainda, outro argumento que acredito que se aplica para quase tudo na vida: se o Brasil é o único país que adota essa regra, de duas uma, ou é a melhor nação do mundo (risos); ou tem alguma coisa errada.

Agora, uma coisa que acho muito importante é a limitação em relação ao número de estrangeiras. Nada contra estrangeiras jogando no país, pelo contrário, acho que quanto mais intercâmbio técnico e cultural melhor. Mas a falta de um limite me parece bastante prejudicial. Exemplo é o que ocorre na Turquia, que tem os melhores times do mundo, mas uma seleção que não corresponde ao nível do campeonato nacional. Acredito que lá até deva ter um limite, mas é no mínimo de 4 (quatro) jogadoras, né? Pq só no Vaki temos a Zhu, Sloetjes, Rasic e uma americana; e no Eczacibasi as duplas sérvia e americana. Pode parecer uma pequena diferença, mas acaba que quase toda as 4 (quatro) são titulares dos times. Enfim, posso estar falando besteira, mas me parece que isso acaba dificultando o surgimento de grandes jogadoras turcas para compor a seleção. Eu, pelo menos, só conheço de nome a Nesiilhan.
L. Mesquita disse…
JC vc foi no ponto certo! É patético ter um ranking de atletas sendo que entra e sai jogadoras e são as mesmas COMISSÕES TÉCNICAS é que estão no TOPO! Bernardinho é a maior prova disso, já fez varias formações diferentes com menos estrelas e jogadoras não tão cotadas quanto seus adversários de maior investimento se tornarem equipes Campeãs!
Nessa Superliga mesmo, Praia, Minas, Nestlé e Barueri tem mais estrelas e mais investimento que o SESC.
Acho humilhante para as jogadoras terem que abandonar seus clubes por causa de um ranking ditatorial! A comissão técnica do Bernardinho e do LUIZOMAR, por exemplo, nunca foram obrigadas a abandonar o Rio de Janeiro e Osasco por causa de rankings, já as coitadas das jogadoras é que pagam o pato 🦆!
Não que eu seja a favor de ranking para técnicos, sou contra qualquer tipo de ranking que acorrentem as pessoas!!!
Sou contra o RANKING de brasileiras, mas a favor da limitação de 2 gringas por time, porque senão enfraquece as jogadoras de brasileiras que ficam sem espaço.
Um bom exemplo disso é a SELEÇÃO SUÍÇA 🇨🇭 e o VOLERO ZURICH, a seleção da SUÍÇA tem dificuldades de se desenvolver porque as jogadoras suíças não são titulares nos clubes.
O VOLERO é SUÍÇO, mas quem MANDA NO TIME são as SÉRVIAS 🇷🇸 BJELICA, ANTONIJEVIC e POPOVIC que são a maioria das titulares, dessa forma as SUÍÇAS só entram de vez em quando e ficam sem ritmo de jogo!
Anônimo disse…
O fato de muitas jogadoras de pontuação máxima ficarem sem clube se refere muito mais aos altos salários pedidos pelas mesmas do que ao ranking. Vai ver quanto uma Sheilla ou Tandara pedem por temporada... Nenhum clube iria bancar 3 ou 4 atletas dessas que estão hoje com nível 7. Duvido que o fim do ranking mude muita coisa em relação a isso. Quando comparamos com o exterior, claro que lá ganha-se mais, mas não é só no esporte. Afinal, nossa moeda é fraca frente ao dolar e ao euro, por exemplo. Então, no fim das contas, nada vai mudar. Jaqueline muitas vezes "chorou" pelo ranking mas só quer ficar perto do marido e do filho, e quer ganhar bem. Quando o calo aperta e precisam trabalhar, aceitam reduzir. É lei da oferta e procura, simples assim. Se não me engano o ranking foi criado na época do Leites Nestlé, que ganhou um campeonato invicto. E tinha uma verdadeira seleção. Teve que abrir mão da Ana Moser, que foi ranqueada no nível maximo junto com Ana Paula e Venturini. E mesmo assim ganhou no ano seguinte...
Anônimo disse…
Torcendo pro praia desbancar o bauru e acabar de vez com esse maior erro da superliga feminina!!?
Kaike Lemos disse…
Olha, o ranking, que a CBV colocou no feminino é meio injusto! Equipes de menor investimento? As jogadoras que sao ruins mesmo! Por exemplo: Sesi tem Neneca,Pri Heldes e Domingas jogadoras rodadas por times! e contratam a Nikole (cone) umas centrais lentas! A Gleici até se salva. Brasilia, a Malu prometia botar um fogo no jogo junto com a Pri Souza, mas a libero e fraca, a segunda levantadora é melhor que a titular, centrais lerdas e lentas (até a Aline). São Caetano: Sonaly,Tomé,Sosa,Andressa e Lyara sao excelentes, mas o time carecia de uma OPOSTA, pq Sabrina so tomava bloqueio e largava é fraca! A Camila Paracatu n chega bem no bloqueio entao é mais uma.
Valinhos tinha levantadoras fracas, uma central totalmente apagada( sem ser a Vivian). A Nayara n manteve o que fez no Rio do Sul e alias da prejuizo no passe!
Os clubes n sabem contratar e os tecnicos sao ruins: Andre Rosendo,Paulo de Tarso,Hylmer Dias (o Flu fez aquilo pelas jogadoras, se dependesse das orientaçoes dele, o time tava no buraco.), Luizomar. Bernardinho e Lavarini são os melhores sem duvida alguma. Ranking nao serve pra nada, o Sesc mostra que com pouco investimento da pra fazer TIMAÇOS (nem torço pra Rio).
JC disse…
L. Mesquita, é isso ai! Você, como sempre, muito coerente e sensato, esbanjando conhecimento. Concordo com tudo que disse.

Anônimo nº 4, "seleção" por "seleção", não esqueçamos o time do Sollys Osasco da temporada 2012/2013, que era literalmente a seleção nacional – Fabíola, Thaísa, Adenízia, Jaqueline, Garay, Sheilla e Brait –, mas acabou perdendo para o Unilever Rio na final da Superliga. Um feito gigantesco (e surpreendente), mas ainda assim ninguém pensou em impedir que Bernardinho e companhia formassem a mesma comissão técnica no ano seguinte, né? Porque, então, as jogadoras têm de ser obrigatoriamente separadas?

Aliás, creio que o que você falou acerca dos salários seria realmente o que impediria a formação, na prática, de um novo Dream Team. Em especial agora que os patrocinadores master do vôlei brasileiro até aqui (Unilever e Nestlé) estão de saída. Creio que economicamente seria inviável juntar todas as melhores jogadoras do país – ou seja, o próprio mercado se regularia.

De todo modo, como o L. Mesquita já disse, para mim o sistema de ranking é flagrantemente inconstitucional, por violação direta à liberdade de profissão (art. 5º, inciso XIII). Como se sabe, nenhum direito é absoluto – todos admitem limitações –, mas a Constituição é bem clara no sentido de que qualquer restrição à liberdade de profissão deve ser feita por meio de lei. Ou seja, não pode um simples ato particular dos clubes e seus dirigentes pretender restringir a liberdade de ofício de determinados profissionais (isso é, de determinadas jogadoras). Como exemplo, podemos citar a necessidade de aprovação no Exame de Ordem para exercer a advocacia, exigência que restringe a liberdade dos bacharéis em Direito, mas que decorre de lei aprovada pelo Congresso e pautada na razoabilidade. É extremamente razoável que um advogado tenha que comprovar seu conhecimento técnico-jurídico para poder exercer a profissão, caso contrário os possíveis lesados seriam os cidadãos leigos. De outro lado, o STF já decidiu, por exemplo, que não faz sentido exigir que músicos sejam obrigatoriamente inscritos em entidade de classe para poder exercer a profissão; e também que não é razoável exigir diploma de ensino superior de uma pessoa que deseja trabalhar em um periódico. Isso porque, qual seria o prejuízo de um flautista que não possui registro profissional ou de um articulista/comentarista que não se formou em comunicação social? São restrições sem sentido, irrazoáveis.

Da mesma forma, qual o prejuízo de se permitir que Thaísa, Sheilla e Fê Garay joguem no mesmo time? Quem sai perdendo com isso? Se, hipoteticamente, alguma empresa quisesse investir ao ponto de agregar todas as melhores jogadoras numa só equipe, a modalidade perderia a graça e deixaria de ser assistida?

A mim, parece-me que não. Caso contrário, o vôlei não seria o único esporte coletivo brasileiro com tal sistema (se o ranking é tão maravilhoso, porque não o adotaram no futebol, no basquete ou no handebol?). Mais do que isso, o vôlei feminino e brasileiro não seria a única modalidade com tal sistema (não existe ranking em nenhum outra liga de vôlei ao redor do globo, e, a partir de agora, não existe mais ranking no vôlei brasileiro masculino). Por fim, caso a intenção fosse realmente manter o equilíbrio, porque, atualmente, somente 9 (nove) atletas são rankeadas? Ou alguém realmente acha que um time com Fabiana, Gabi, Dani Lins e outras quatro - por exemplo - levaria uma enorme vantagem sobre um time com Adenízia e Walewska, Mari PB e Rosamaria, Macris, Edinara e Brait (nenhuma delas rankeadas)? Creio que esse segundo time hipotético seria muito capaz de fazer frente a um time com três (ou mesmo quatro) "jogadoras nível 7". Vide o Minas, terceiro lugar do campeonato, que não possui uma jogadora rankeada sequer; ao passo que o Barueri, quinto colocado, possui duas.

Enfim, acho que esgotei o assunto, rs. Agora só volto pra comentar a vitória do Fluminense sobre o Minas (não custa sonhar, né? rs), que terei o privilégio de ver ao vivo
Anônimo disse…
Numa coisa concordo com você: estou torcendo para o Fluminense desbancar o Minas (que já está se achando a última bolacha de pacote), Pinheiros o Rio e para o Barueri eliminar o Osasco. Semi perfeita: Praia x Barueri e Pinheiros x Fluminense. Os minastenistas, cariocas e osasquenses piram. hahahaha. Saindo do sonho, se der Praia x Rio na final, pra ter a revanche de 2016, já está bom.
Rodolpho Francis disse…
Eu sou super a favor do Ranking e acho que as atletas são de reclamar e não de fazer. Os Clubes e seus treinadores votam contra ou a favor do ranking, logo, se não estão de acordo com o regulamento, assinem com algum clube do exterior, tirem um ano sabático(assim como fez a Sheilla) e assim como fez a seleção de 2002. Com certeza a CBV levaria em consideração e o protesto seria atendido. Acho que a questão mais grave são os altos salários pedidos por atletas que não valem o que cobram. Sheilla, Mari, PP4, Jaque, Dani Lins, Thaisa e muitas outras vivem de passado. De uns anos pra cá todo resolveu opinar sobre tudo, mas é a regra da competição. Se não concorda, não assiste e pronto. Eu não sou a favor do caso Tiffany, por exemplo, mas de nada vai adiantar eu ficar aqui reclamando e expondo argumentos. Se os times ganham com a mesma comissão técnica é porque a comissão soube escolher jogadoras competentes(ou com potencial) para ouvir, aprender e executar. Não é a comissão que ganha o jogo(pode ser responsável por um ponto decisivo, mas pelo jogo não). Essa ideia de rankear a comissão tecnica é ridícula e me lembro quando a Sheilla disse isso em entrevista. Era melhor ter ficado quieta. Hoje saberemos se o ranking continua ou sai(torcendo para que continue).
Kaike Lemos disse…
Minas ultima bolacha do pacote? O time ultimamente ta tendo regularidade! Não vejo muitas chances do Fluminense surpreender o Minas, pois o time ta muito bem entrosado e a defesa consistente. Agora falar que as meninas do Pinheiros (pipoqueiras e medrosas) venceriam o Rio! Nem em sonho! A Bruna H. teria que ser 3. Pinheiros eu esperava mais e n soube contratar. Os clubes por sua vez, contratam jogadoras defeituosas. Se eu fosse montar um time: Lorenne,K.Tormena,Thaisinha,Mayani,Nati Martins,Bruna C e Silvana(ex-Brasilia). Os times contratam jogadoras lerdas como: IVNA,ANDREIA,NAIANE,KARINE,DIANA,ELLEN,DAYSE etc(tem muitas). Os tecnicos são piores. Por isso a Superliga é tão ruim. Desencorajar time pequeno? Se n investe, pra que esta disputando a SL.
Cesar Nascimento disse…
Rodolpho o seu comentário tá excelente vc disse tudo e com conhecimento parabéns principalmente sobre jogadoras que vivem de passado exatamente essas que vc citou , agora espera a chuva de críticas , bom dia !
MArcos Pontes disse…
Rodolpho Francis. A pontuação atribuída não respeita nenhum critério, os times votam apenas para dificultar aos outros clubes a contratação de jogadoras. As estatísticas do vôlei são as mais completas em ralação aos esportes amadores, porém não são consultadas para atribuição de pontos. Como uma atleta que ficou um ano parada pode ter 7 pontos? Como uma jogadora que passou por uma temporada péssima pode ter mais pontos que a melhor jogadora da superliga. Como uma Jaqueline, ou uma Sheila que já não são mais tão decisivas, mas ainda jogam muito, podem ter 7 pontos, ou a Thaissa que mal consegue saltar depois de uma cirurgia? O que o Ranking faz é nivelar por baixo a superliga. Nenhum time daqui seria capaz de fazer frente com um time de nome Europeu. Ta cheio de comentários em todos os blogs de vôlei reclamando que a atleta x não sabe jogar é ruim etc... Mas se não fosse o ranking, talvez essas atletas abaixo do nível não estariam ai enchendo linguiça. Competitividade gera evolução. E o que dizer da nova geração que perde a possibilidade de conviver com atletas que possam transmitir sua experiencia e até motivar essas meninas que estão super acomodadas ganhando ótimos salários mas com 0 de evolução. Veja os principais nomes, as promessas dos últimos anos, quais são realidade hoje? Tirando a Gabizinha ninguém. Alguém pode dizer que Rosamaria ou Pri Daroit nos levarão ao título do mundial do Japão? Não está todo mundo dizendo que a seleção é Fe garay (32) e mais cinco? Não tem várias pessoas querendo aproveitar um transgenero para fortalecer a seleção? Culpa da mediocridade promovida pelo ranking e pela falta de visão dos clubes que só pensam em si e não no bem coletivo que é uma superliga forte e atrativa! Abraço
Birrento disse…
jC, que história é essa que o Nestlé está de saída? Eu tava por fora. Alguém me fala alguma coisa.