Grupo do 7 pontos: sai Sheilla, entra Tiffany


Marcelo Ferrazoli/Volei Bauru

Nesta terça-feira, os dez clubes com vaga na Superliga 2018/19, a Comissão de Atletas e a CBV votaram pela manutenção do ranking de jogadoras de sete pontos na próxima edição do campeonato.

No grupo do “7 pontos” estão as seguintes atletas: Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Fernanda Garay, Gabi Guimarães, Natália, Tandara e Tifanny.

Como se pode ver, desta temporada, saíram do ranqueamento – corretamente - a Sheilla e a Jaqueline. Por outro lado, permanecem jogadoras que mal vão atuar nesta temporada ou mesmo não jogarão, caso da Thaisa e da Dani Lins.

Mas o que chamou a atenção no ranking foi a inclusão da oposta Tiffany. Para mim, é um sinal bastante claro de que a participação da atleta na SL feminina não agrada aos clubes e que eles a veem, pelas questões físicas, como um ponto de desequilíbrio no campeonato. Porque, pela bola que joga, avaliando-se todos os aspectos técnicos que fazem uma jogadora ser diferenciada, ela não deveria, ainda, ser alçada ao grupo dos sete pontos. Na minha visão, a avaliação sobre a jogadora
é um tanto precipitada e exagerada. 
 
Entendo que a preocupação dos clubes não está exclusivamente relacionada ao desempenho da Tiffanny em quadra, mas também ao início de movimento que ela pode representar. Ou seja, a inclusão de mais jogadoras trans nos campeonatos e um consequente desequilíbrio na disputa com as atletas mulheres de nascença.


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A manutenção do ranking para as jogadoras de sete pontos contrariou os rumores divulgados pela imprensa da extinção da pontuação. Na situação em que o esporte brasileiro se encontra, não acredito que o “livre mercado” provocaria um cenário muito diferente do atual na próxima temporada.

Há muita expectativa em torno do fim do ranking e sempre muita discussão em relação a isso, como se estivesse nele a salvação da competitividade do vôlei nacional. Mas ele é só a superfície de um problema que extrapola os limites da modalidade.

São poucos clubes
(um ou dois) que conseguem, a cada temporada, um investimento pesado para formar suas equipes. Mesmo sem o ranking acho que seria difícil um patrocinador bancar, hoje em dia, mais do que duas jogadoras de seleção ou de sete pontos - sem que elas reduzissem seus salários. 
 
E se bancasse e formasse um time estrelar, ganhador de tudo, duvido que isso provocaria a entrada de novos patrocinadores para formar equipes desafiantes desse vencedor. Ou seja, não criaria um sistema que se retroalimentaria e sustentaria. O mercado do vôlei está cada vez mais fora do alcance da capacidade financeira das empresas brasileiras. Empresas essas que, ultimamente, estão focadas em cortar gastos, não em investir em projetos que só drenam capital e dão pouca visibilidade para a marca.

Comentários

Anônimo disse…
Como disse no post anterior, esse ranking só abre espaço para que atletas com pouco talento estejam em quadra, torna a superliga um campeonato fraco e sem nenhum valor internacional, sendo apenas um departamento médico para atletas internacionais em recuperação.
Quanto a Tiffany, também como já disse anteriormente, quem é a favor ótimo quem é contra engula porque é regulamento, agora, vamos ver se o técnico do Bauru vai pedir pra ela segurar como fez no jogo contra o praia quando avisou a atleta pra maneirar pois ela já tinha mais de 30 pts. Veremos se a possibilidade de classificação vai soltar o braço da moça.
Quanto a Sheila que mega sacanagem fizeram com nossa bi-campeã olímpica, ela já vinha de uma temporada sem jogar na turquia e por conta desse ranking foi obrigada a ficar sem jogar! Os caras não pensam no esporte, só no próprio umbigo. Precisam modernizar a gestão do vôlei e pensar no esporte como um produto onde os melhores devem estar em quadra, independente de em qual time isso seja. De outra forma, vão conseguir logo logo ser ultrapassados até pelo futebol americano no gosto popular, o basquete com o NBB já dá show de organização e marketing na CBV, com a superliga cada vez mais nivelada por baixo vai ser difícil viver dos títulos do passado.
Kamila Azevedo disse…
O ranking na Superliga feminina não serve de nada, pois o campeonato fica monopolizado entre os mesmos times de sempre. Acho que, se não tivesse um ranking, e tivéssemos times mais equilibrados, com certeza, teríamos o aporte maior de patrocinadores. Em relação à Tiffany: a inclusão dela entre as jogadoras de 7 pontos já era esperada. O que eu não entendi foi a retirada do ranking da Jaqueline e da Sheilla. Agora, terminam os dois anos sabáticos dela.
Anônimo disse…
Com ranking ou sem ranking nada muda, não entendo o drama de algumas pessoas em relação a isso, Sobre a Tifanny ter entrado pra mim tá claro, que foi um meio de barra ela nos times grandes, vai continuar jogando nos times mediano e segue o baile.
Cesar Nascimento disse…
até onde entendi atletas de 7 pontos são aquelas que estão no ápice jogando ou aquelas que vivem de nome e de passado ! pelo menos sexta teremos rodada dupla no SportTV 2 foi o que ontem ouvi o locutoranunciar .
Junior Torres disse…
Sheila não ficou parada, pelo menos não nessa temporada, por conta do ranking. Cada time pode ter duas atletas de sete pontos e, na temporada atual (2017/2018), apenas Praia e Barueri tinham duas. Rio, Osasco e Minas (para falar apenas dos grandes) tinham no máximo uma. Não tenho ideia dos motivos que levaram Sheila a ficar sem clube, mas o ranking não foi um deles.

De qualquer forma, ela não é mais sete pontos.
Laura disse…
Eu diria que não foi somente o ranking q impossibilitou q a Sheilla jogasse, Júnior. Não se sabe, por exemplo, se o Praia teria condições de fazer uma oferta a ela, mesmo já tendo contratado a Garay. Talvez sim, pelo forte investimento q fizeram este ano. Mas é o q falo, nao é somente o ranking o problema. Nenhuma outra grande equipe teve condições de banca-la e fazer um alto investimento para além de uma grande jogadora. E a Sheilla, pelo q ouvi, tb não quis reduzir o seu salário para jogar aqui.
L. Mesquita disse…
INCONSTITUCIONAL! Segundo a Constituição Federal em seu artigo 5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
XIII - e livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Ou seja, o ranking que trata jogadoras de modo DESIGUAL perante as outras é INCONSTITUCIONAL, ferindo os direitos à LIBERDADE e à IGUALDADE e ao LIVRE EXERCÍCIO DE QUALQUER TRABALHO, OFÍCIO ou PROFISSÃO protegidos pelo artigo QUINTO da Constituição Federal!
As jogadoras tem que entrar na justiça! Infelizmente vemos vários exemplos de que nem sempre a justiça brasileira é justa! Dentro do STF vemos algumas decisões incoerentes de ministros do Supermo como Gilmar Mendes, Lewandowisk etc... E a corda acaba arrebentando sempre do lado mais fraco nesse confronto entre clubes que querem o RANKING e as jogadoras que são as mais prejudicadas diretamente pelo ranking!
Mas mesmo assim, aconselho as jogadoras a entrarem na justiça e exigirem seu direito constotucional à LIBERDADE e à IGUALDADE e ao LIVRE EXERCÍCIO DE QUALQUER TRABALHO.
Ou será que teremos que ter uma outra PRINCESA ISABEL para assinar uma nova LEI ÁUREA e garantir a LIBERDADE das jogadoras desse RANKING RIDÍCULO, PATÉTICO e, acima de tudo, INJUSTO!!!
L. Mesquita disse…
8 de MARÇO:Dia Internacional da Mulher,oficializado pela Organização das Nações Unidas-ONU!!!
E o que o vôlei feminino recebe de presente nesse dia? Um belo de um TAPA na CARA!
Parece até deboche que,em meio às reflexões pelo o Dia da Mulher,os clubes LIBERTEM os HOMENS do RANKING,mas mantenham as MULHERES PRESAS reféns desse RANKING RIDÍCULO!!!
Mas o que de relevante aconteceu em OITO DE MARÇO para ser consagrado o DIA INTERNACIONAL DA MULHER?
Poucas pessoas sabem que a Revolução Russa começou com uma greve de TABALHADORAS em 8 de MARÇO de 1917 do calendário gregoriano. Cerca de 90 mil TABALHADORAS RUSSAS indignadas paralisaram o trabalho e marcharam pelas ruas de Petrogrado para protestarem por MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA E DE TABALHO. Nos dias que se seguiram,uma greve geral paralisou toda a cidade e se espalhou por todo o país.E,por causa desse acontecimento de valorização à vida e ao trabalho da mulher,8 de MARÇO marca o Dia Internacional da Mulher!
Portanto,a COMISSÃO DE ATLETAS deveria organizar um PROTESTO CONTRA À FALTA DE LIBERDADE E IGUALDADE E o LIVRE EXERCÍCIO DO TRABALHO que esse RANKING proporciona nesse histórico DIA DA MULHER 8 DE MARÇO!
Eduardo Araujo disse…
A Tifanny, o caso dela tem que ser estudado muito bem, não tem nada haver com preconceito, é algo que nunca ocorreu e talvez os exames que são utilizados para verificar a diferença dela em relação a outras atletas não seja o suficiente.
Uma vez que sabemos que pulmão e coração por exemplo são maiores nas pessoas de sexo masculino, hoje pela lei a atleta esta dentro das regras, mas como é algo inédito, é prudente refazer essas regras para que toda a atleta se destaque pelo seu talento e não por qualquer outro motivo.
Em relação as outras atletas acho que a Dani Lins e a Thaisa teriam que ter 6 pontos afinal não jogaram esse ano, e acho mais, atletas que jogaram no exterior por 2 anos também deveriam perder 1 ponto no ranking, afinal esse mesmo ranking vale somente para a super liga e as mesmas não jogam a competição.
L. Mesquita disse…
De 2003 até 2017 somente RIO e OSASCO foram Campeões da Superliga,entra e sai jogadoras e só RIO e OSASCO são campeões,porém LUIZOMAR e BERNARDINHO nunca foram obrigados a mudar de time por nenhum ranking de técnicos!
Deixo bem claro que não sou favor de ranking nem para jogadoras,nem para técnicos,pois considero injusto e incostitucional!
Mas quero enfatizar que o ranking não trouxe equilíbrio nenhum pois de 2003 até 2017 foram: 5 títulos do OSASCO e 10 títulos do RIO.Cadê o tal dito equilíbrio que foi desculpa para o ranking?Mesmo que tivesse algum equilíbrio,ainda assim eu seria contra o ranking que é INJUSTO!
Porém,RIO E OSASCO votaram a FAVOR DO RANKING e somente DENTIL-PRAIA e HINODE-BARUERI votaram contra?Por quê?Por que RIO DE BERNARDINHO e OSASCO DE LUIZOMAR sabem que tem comissões técnicas vencedoras e não querem deixar que PRAIA e BARUERI quebrem a PANELINHA contratando mais jogadoras pontuadas pelo esse ranking ridículo!
Ou seja,muitos clubes votaram a favor do ranking para sacanear outros clubes,mas com isso as que saem mais prejudicadas são as jogadoras nessa guerrinha indecente entre os clubes!
Paulo Roberto disse…
O que é estranho é justamente a falta de transparência em como essa pontuação é dada (estranho, não seria a palavra, já que transparência é algo que o mundo do Vôlei não está acostumado). Dani sofre a mesma coisa que a Jaque na época da gestação: ficou parada um ano e mesmo assim volta valendo 7. Thaísa também um ano se recuperando de lesão, ninguém sabe como tá e continua lá firme e forte nos 7 pontos. Sheila e Jaque eu já esperava a saída delas porque ambas fazem 35 anos este ano e salvo engano meu, na época em que o ranking foi criado essa era a idade que os atletas começavam a ser beneficiados pela idade.

Não sei se o fim do ranking representaria um investimento em massa no vôlei feminino. O esporte masculino funciona de maneira diferente, com certeza Sesi, Cruzeiro, Taubaté e agora o Coríntians não vão diminuir o investimento, pelo menos por enquanto. Mas o feminino não parece ser tão atrativo assim para os patrocinadores. Motivos? Poderíamos enumerar vários aqui: machismo, falta de visão de negócio, falta de gerência esportiva de qualidade, divulgação falha etc, etc, etc.
Rodolpho Francis disse…
Quem decide a pontuação são os clubes através de um consenso(e bom senso). Jaque depois da gravidez voltou valendo 7 pontos e por não ter atuado em clubes, começou a temporada pela seleção e não apresentou nada de diferente do que mostrou em anos anteriores(jogadora muito boa no fundo de quadra e regular na rede). A Dani vai ser a mesma coisa, desde 2012 não faz uma temporada descente por clubes e deve voltar a mesma Dani de 2013-2017. Quanto a Sheilla, espero que consiga um clube porque se ficar parada(devido ao alto salário), quero ver qual vai se a desculpa que os fãs vão arrumar.
Pra finalizar, se os "Patrões"(clubes) optam pela utilização do Ranking ele é valido. Foi dado a oportunidade para o termino do mesmo, mas eles optaram em continuar.
Pop On Air disse…
Deveria ter um Critério Claro para essas Pontuações: Tipo, jogadora que ja ganhou olimpiada, ganha mais x Pontos, etc.. Não vejo porque a Gabi Guimarães ser 7 Pontos, e nem muito menos não vejo o pq a Jaqueline nao ser 7 ja que a mesma ja ganhou quase tudo pela Seleção, não entendo como a Hoocker já não vale 7 pontos tambem, no Masculino o Leal esta valendo o maximo de pontuação. Com o mercado brasileiro caido, mesmo se acabasse o ranking os times nao teriam grana p montar um Supertime como o Osasco ja teve a seleção brasileira, com essa pouca visibilidade que os Patrocinadores tem na Superliga.
Paulo Roberto disse…
Rodolpho na época em que o ranking foi criado a justificativa era técnica. Jogadores melhores, capazes de fazer a diferença valiam mais e era feita uma análise após cada temporada, e ainda levava-se em consideração o histórico de duas temporadas anteriores. Agora não se sabe qual critério leva o grupo dos clubes a ranquear uma jogadora com sete pontos. Se Jaque voltou depois da gravidez valendo 7, natural que iriam impor a mesma coisa à Dani, mas isso não tem justificativa lógica.

Pop On Air é justamente o que disse no parágrafo anterior. Quando o ranking foi criado ponderava-se o histórico do atleta, o momento e o talento (se é que assim se pode dizer), depois virou um joguinho onde os clubes pensando apenas nos próprios interesses ranqueavam os atletas sem o menor critério plausível. Enfim, é Brasil né: as coisas são como são e não como devem ser.
L. Mesquita disse…
Esse famigerado ranking não tem critério lógico,o único critério desse ranking insensato é a guerra suja de bastidores entre os clubes que usam as jogadoras como cartas de baralho. Sendo que as jogadoras ranqueadas são seres humanos que passaram algumas por gravidez, lesões e que ficaram sem jogar durante um bom tempo e, mesmo assim, foram ranqueadas.
DANI LINS-sua filha LARA acabou de nascer em 25 de Fevereiro,e Dani passou a temporada toda sem jogar, porque os clubes fizeram isso com ela de por a Dani em ranking?
NATALIA ZILIO-passou grande parte da temporada sem jogar por lesão no joelho,praticamente não jogou a Champions League e o Fenerbahçe acabou sendo desclassificado.
GABI-passou por cirurgia em que os ligamentos do joelho esquerdo foram reconstituídos e o menisco foi suturado, ficando grande parte da temporada sem jogar e voltando recentemente.
THAISA-após mais de 10 meses tratando uma grave lesão no joelho esquerdo.Thaísa operou o joelho para resolver uma ruptura parcial do ligamento lateral do joelho esquerdo e de parte do menisco.Só recentemente voltou a jogar pelo Hinode Barueri.
Pobres das atletas, ficam vários meses afastadas e ainda tem que enfrentar as dificuldades de um ranking injusto por picuinha entre os clubes que não se entendem.É lamentável ver várias jogadoras jovens se aposentando porque não conseguem conviver com dores, pois foram "sugadas" durante toda a carreira.Dificilmente tem uma jogadora de alto nível que não tenha tido problemas com excessivas cargas de jogos.Portanto, antes de querer buscar a todo preço buscar notoriedade, títulos, é preciso cuidar daquelas que são protagonistas no volei:as jogadoras.Talvez por serem tão sobrecarregadas aliadas à dificuldade do ranking algumas tiram o tal ano sabático.
Atletas são seres humanos, tem família, algumas marido e filhos e o ranking dificulta a atleta ter liberdade de negociação e escolha de ficar perto da família ou da cidade que gostam.
Enfim, sou contra o ranking para qualquer tipo de jogadora,lesionadas ou não,nenhum deveria ser ranqueada pois é inconstitucional fere o artigo 5 que garante LIBERDADE,IGUALDADE E o LIVRE EXERCÍCIO DO TRABALHO.
Unknown disse…
Laura, não teremos uma analise da faze de quartas de final?

Abs
L. Mesquita disse…
Comparando a pontuação das ATACANTES TITULARES de SESC e BAURU nos confrontos contra o PRAIA no returno temos:
Oposta: 58,2% dos pontos do BAURU Tifany 39 pts
18,3% dos pontos do SESC Peña Isabel 13pts
Ponteiras-passadoras: 25,4% dos pontos do BAURU Palacio 14pts,Dayse 3pts
46,5% dos pontos do SESC GAbi 18pts, Drussyla15pts
Centrais: 16,4% dos pontos do BAURU Andressa 10pts,Angélica 1pt
35,2% dos pontos do SESC Juciely14pts,Mayhara11pts
Peña Isabel de 1,90m é a jogadora que tem a pancada mais forte dessa edição da Superliga,contra o Praia Club jogou na posição de oposta assim como a Tifany no Bauru.Mas porque Peña no SESC não teve uma pontuação parecida com a da Tifany, a resposta está na quantidade de bolas recebidas e na distribuição do jogo.No SESC a distribuição dos pontos é muito mais HOMOGÊNEA que no BAURU,pois no SESC nenhuma ATACANTE pontuou menos que 10 pontos,ao passo que no BAURU, Angélica e Dayse praticamente não pontuaram, e se elas não pontuam sobrou para a Tifany fazer os pontos que elas não fizeram.No SESC nenhuma atacante chegou aos 20 pontos e também nenhuma ficou abaixo dos 10 que demonstra um equilíbrio grande na distribuição e na eficiência das atacantes.
Se Tifany jogasse no SESC e Peña no BAURU,Tifany nunca teria quebrado o record de pontos da Superliga,pelo simples motivo de que Tifany no SESC nunca receberia essa quantidade excessiva de bolas que recebe no Bauru,pois no SESC as CENTRAIS Jucy e Mayhara e as ponteiras Gabi e Drussyla colaboram muito mais com a Peña na pontuação geral do time que as do BAURU, onde somente a ponteira PALACIO e a central ANDRESSA tiveram uma pontuação de 2 dígitos para colaborar com a Tifany.
Conclusão da minha análise:
1.Peña Isabel jogando como oposta no BAURU pontuaria muito mais do que pontua no SESC, porque receberia muito mais bolas do que recebe no SESC e porque as outras atacantes não ajudam tanto na pontuação como as do SESC.
2.Tifany jogando de oposta no SESC pontuaria muito menos do que pontua no BAURU, pois receberia muito menos bolas do que recebe no BAURU,já que as outras atacantes do SESC colaboram bastante com a pontuação não sobrecarregando a oposta.
Luiz Felipe disse…
Laura, não terá uma escolha da seleção da primeira fase (turno e retorno)? Doido aqui para votar na Carol Gattaz...
Laura disse…
Unknown, no post anterior fiz uma breve análise dos confrontos.

Luiz Felipe, se sobrar um tempinho, faço. =(
Sergio disse…
Entao l mesquita, por que tandara tamvem cobseguiu no Osasco a mesma pontuaçao?
L. Mesquita disse…
Sergio a resposta é tão simples: Tandara conseguiu 39 pontos porque recebeu muitas bolas, é muito difícil entender isso? Tandara se jogasse no SESC também não faria 39 pontos, porque o jogo no SESC é bem mais distribuído devido a varios fatores:
1. Estratégia do Bernardinho;
2. Distribuição e criatividade da levantadora para variar as jogadas;
3. Pelo menos um passe B para jogar com as centrais;
4. Eficiência das demais atacantes para virar as bolas.
Vc que se diz torcedor do SESC deveria saber melhor como funciona o time e a filosofia de grupo do Bernardinho. Bernardinho prima pelo JOGO COLETIVO e evita ao máximo depender ou sobrecarregar apenas uma jogadora. No SESC não tem jogadora intocável ou insubstituível, tanto que quando jogadoras importantes como JUCY e GABI quando estão afastadas por lesão, Bernardinho consegue manter um padrão de jogo com as substitutas.
Por esses motivos, dificilmente teríamos uma recordista de pontos no SESC, quem quer que estivesse jogando lá, seja PEÑA, TANDARA OU TIFANY.
Tandara é fominha de bola, quando Tifany quebrou seu recorde , ela não sossegou até conseguir quebrar o recorde novamente. Tandara pede tanta bola pra Fabiola, que chegou ao ponto a reclamar da levantadora de forma ANTIÉTICA ao entrevistador em um jogo que ela própria não estava eficiente e resolveu culpar a levantadora. Sendo nesse jogo, como Tandara tinha caído de produção na virada de bolas, Fabiola, com razão, teve que buscar outras alternativas...
Tandara foi cair de produção justamente agora no final do returno. Vamos ver se nesse intervalo entre o returno e as quartas de final, Tandara volte a render.
Acho que agora tá bem explicadinho, não é Sérgio?
Sergio disse…
Eu acho que você não entendeu meu questionamento, a jogadora do bauru recebeu, se nao me engano, 89 bolas, é muito esforço para uma jogadora só, já tandara recebeu bem menos e mesmo assim saiu de quadra muito cansada. Foi isso que quis falar, mas acho que você não entendeu. Não estou falando do SESC, estamos falando entre Tandara e Tifani, o jogo do SESC eu sei como funciona. Mas fique tranquilo eu consigo entender onde você quiz chegar.
Mantronix Inc disse…
" Para mim, é um sinal bastante claro de que a participação da atleta na SL feminina não agrada aos clubes e que eles a veem,...." Sinto muito Laura, mas eu discordo. Acho q a Tiffany ser ranqueanda no seleto clube de jogadora de 7 pontos eh um reconhecimento do vôleibol da atleta, além do mais, sería contraditório, uma jogadora de 7 pontos não ser convocada pra atuar na Seleção.Isso demonstra bons indícios q ela possui reais chances de ser convocada.

Agora, Jaqueline apresentou nítida queda no aproveitamento do seu ataque apesar d ser uma jogadora de composição.

Sheilla possui um cachê com o valor tão alto e irredutível,q chega ser obsceno, achei digno seu rebaixamento.

Mudando de assunto, Paula Pequeno volta p/ os Play offs ou continua " bixada" deixando a Tiffany sobrecarregada?

Mantronix Inc disse…
Agora achei precipitada a pontuação da Thaísa com 7 pontos, ela ta voltando de uma lesao gravíssima, apesar de ser uma pessoa nota 10, quase não se pôde vê-la jogar, Zé combinou de deixá-la participar de 2 sets no último jogo, tendo muita cautela com seu retorno.
Kaike Lemos disse…
Hoje vamos ter a conclusão que se Bauru vencer ao menos 1 set, as pessoas colocarao culpa em Tiffany! Povo sem educação, critica sem ao menos ter estudado e se qualificado pra falar do assunto. Esta parecendo jogadores de futebol, bando de analfabetos funcionais.

Tiffany entrou nesse não-seleto grupo que ao meu ver injusto. Tiffany só ta um ano na SL e se depender dos clubes que querem afasta-la do esporte e a deixarem desempregada.

Sheilla merecido! 2 anos parada, Jaqueline soltando fogos, sonho dela era sair dessa porcaria mesmo!
Mantronix Inc disse…
Bauru 1 x 3 Praia

Claudinha aprendeu q na hora do aperto, incondicionalmente, é bola p/ Garay ou Fawcet.

Palácio fez um partidasso, Andressa foi muito bem e conquista cada dia mais minha admiração.
Já Valquiria deu prejuízio no ataque e pricipalmente no saque.

Tiffanny recebeu bolas fora da rede, em cima da antena e teve q se virar, acabou sendo muito bloqueada e muito ataque p fora. Recebeu bem menos bolas.

Paula Pequeno entrou e... nada ou quase nada.

Praia venceu em cima dos erros do Bauru.

Bauru precisa limpar os erros.