Vitória pelas pontas

Vôlei Nestlé 3x1 Hinode Barueri

Foto: João Neto/Fotojump
O jogo começou dando sinais de que seria diferente do último confronto entre as equipes na Copa Brasil, semana passada, em que o Osasco venceu com boa folga. Mas a esperança de que a partida poderia ter outra história ficou mesmo só pelo primeiro set.

O Barueri foi um adversários chato para o Osasco no primeiro set porque conseguiu fazer valer sua boa relação saque e bloqueio. Sem o passe estruturado, o time do Luizomar desabou. Ainda mais sem a Tandara conseguir pontuar no ataque, pela boa marcação ou por erros da atleta.

Quando a oposto finalmente entrou na partida a partir do segundo set, todo o time cresceu. Leyva e até Mari PB foram boas opções para a Fabíola e o ataque de Osasco, pela primeira vez que vejo nesta Superliga, esteve muito bem equilibrado nas pontas, tanto em distribuição como em aproveitamento.

O mesmo não se pode dizer do Barueri que sofre muito para colocar a bola no chão. Ainda assim, se o problema estivesse somente na definição, seria mais fácil de resolver... Mas não. O time continua com problemas no passe mesmo tendo Jaqueline e Suelle compondo a recepção.

Para piorar a situação, a equipe do Zé Roberto não conseguiu manter uma boa pressão no saque e o bloqueio, que vinha sendo um fundamento importante no jogo e na SL para o time se manter competitivo, sumiu ao longo do confronto com Osasco. 
 
**************************************
 
Desde que Osasco começou esta composição com Tandara, Leyva e Mari, talvez esta tenha sido a partida em que houve um maior equilíbrio, tanto no ataque como no passe. Claro, tudo depois do primeiro set. Acontece que Leyva está longe de ser um porto seguro na recepção e precisa amadurecer no ataque, variando os golpes, o que nos obriga sermos comedidos em relação ao sucesso desta formação. Mas ainda acho que é neste caminho que o Luizomar tem que insistir por mais um tempo.
 
O Barueri é uma das poucas equipes desta SL que não evoluiu. Entra no segundo turno quase da mesma forma que começou a competição. E não sei até se não perdeu em qualidade no passe e no fundo de quadra... A boa notícia é que, contra Osasco, a Skowronska entrou em uma inversão 5x1. Claro que até recuperar o ritmo, precisa-se de tempo. Mas do jeito que o Barueri está tão pobre ofensivamente, até meia Skow pode ajudar.


**************************************

Demais resultados da 1ª rodada do returno:

Dentil/Praia Clube 3x0 Renata Valinhos/Country

Vôlei Bauru 3x1 Pinheiros

Sesc-RJ 3x0 Sesi-SP

São Cristóvão Saúde/São Caetano 3x2 Camponesa/Minas


- O Pinheiros saiu de um jogo duro contra o Sesc na Copa Brasil para perder para o Vôlei Bauru na SL. A estatística da CBV coloca que o time deu 41 pontos em erros ao adversário, o que acho impossível. Mas certamente esteve aí, nas falhas, o principal diferencial do jogo, que esteve equilibrado na pontuação dos fundamentos. O interessante nesta partida é o desempenho da Tiffany no Bauru, oposta titular no lugar da Helô, com aproveitamento de ataque acima dos 50%. Sem entrar na polêmica da sua participação, será que ela será capaz de levar o Bauru à recuperação nesta SL?

- E o Minas? Começando o returno como começou o campeonato: com uma derrota para o São Caetano. Pelo mesmo desta vez foi por um placar apertado... Sem brincadeira, preocupa o fato de que o Minas não consegue engrenar - com Hooker ou sem (que foi o caso desta partida). O time terminou bem o turno e precisava dar continuidade agora no returno, mas tropeça logo de cara na estreia. Não passa qualquer confiança.

Comentários

Gilbert Angerami disse…
Bisonho esse time de Barueri. A Ana Cristina não consegue dar um formato ao ataque. Bolas desregulares e sem efetividade. Se a Naiane não voltar logo....
Não assisti o jogo todo, pois fui ao Jogo do Sesc x Sesi, mas pelo que vi no último set, Jaqueline sem poder de ataque e as jogadoras de meio sem consistência. Fê Isis? Aff vai ladeira abaixo assim como a Dani Suco no Sesi (já foram bem mais regulares em outras temporadas).
Sobre o Jogo do Sesc, valeu MUITO pelo retorno da Gabizinha. Entrou no final do 2º set e jogou o 3º inteiro. Ainda esta sem ritmo de jogo, mas das bolas que recebeu, só não colocou UMA no chão e o passe continua eficiente. Infelizmente o Sesi é muito ruim. As líberos fracas demais, e sobrecarrega a Neneca, que mesmo na saída ainda ajuda no passe.
L.MESQUITA disse…
Em relação à pergunta sobre a recuperação do BAURU, creio que não só a TIFANY, mas a nova formação com PAULA PEQUENO, YONA PALACIOS e TIFANY pelas pontas vai dar um gás novo para o BAURU nesse returno. TIFANY é muito mais atacante e decisiva que DAYSE e juntando-se com PAULA e PALACIOS o potencial ofensivo de BAURU pelas pontas aumenta consideravelmente.
Aos críticos da NINKOVIC, eles deveriam ter assistido a partida de ontem para ver a importância dela para o time... As atacantes de BARUERI estavam errando acima da conta devido à grande atuação do bloqueio do NESTLÉ comandado pelas centrais NINKOVIC e BIA.
Kaike Lemos disse…
Laura, a Edinara era o ataque do Barueri mas a mesma vem caindo muito de produção. A Erika seria melhor que a Suelle pois qualquer saque derruba ela! Sara seria a opção no lugar da Edinara, ALTA E CANHOTA.

O Osasco tem que rever a questão LEVANTADORA, Fabiola e Tandara viraram dupla de PRAIA. Só existe Tandara?! Concordo que a Leyva ta longe de ser boa no passe e comete erros bobos.Positivo foi a melhora da Mari PB.

Infelizmente Minas perdeu pro São Caetano, não vi mas acredito que foi a tal da insitência da dona Macris em determinadas jogadoras. Lavarini tem que dar uns gritos pra vê que não pode enfeitar muito o levantamento.

Pinheiros surpreendeu perdendo para as baratas tontas de Bauru. Tiffany PISA MENOS! E PRAS PESSOAS QUE FALAM QUE É HOMEM, SÓ ENTENDAM QUE ELA TOMA REMEDIOS PRA ABAIXAR OS HORMONIOS MASCULINOS!!

Obrigado!
Mateus CS disse…
Não sei a opinião de vocês, mas ando achando a Fabíola um tanto quanto nervosa em quadra. E esse nervosismo não é em relação à escolha e armação de jogadas, mas sim com as próprias companheiras e erros. Sempre a considerei uma jogadora com espírito de união, grupo, mas confesso que nessa temporada vejo a Tandara mais ativa nesse papel, especialmente com a Leyva.
Nos últimos jogos do Osasco o passe foi o grande vilão, mas mesmo assim gostaria de ver um pouco mais de jogadas pelo meio mesmo com passe B ou até mesmo C, umas puxadas bem arriscadas que não deixem o jogo tão óbvio na Tandara. E acho que quem poderia fazer isso é a Carol, não a Fabíola, porém o problema é que o Luiz é a teimosia em pessoa e duvido que faria uma troca simples de levantadora durante o jogo. No mais, ótima partida da PB e da Ninkovic, espero que sigam em evolução. Méritos também para a líbero Kika.
Deixando a quadra um pouco de lado, alguém tem informação a respeito das negociações para novo patrocinador master de Osasco?
Raimundo Aoki disse…
Embora não seja o assunto do posto. Não gosto da direção que a SL está seguindo. Acompanho a SL por ser de mulheres mas parece que não será mais.
A formação Tandara, Leyva, Mari acho que não vai funcionar. A Leyva é péssima passadora e atacante mediana.
Barueri o grande problema é a Suelen.A contratação da polonesa se não foi por duas temporadas qual objetivo.
Sergio disse…
Laura, bom dia!

Apenas passei para relatar algo estranho, quando você fala do SESC (Rio de Janeiro), dá mais comentários, que outros times que você fala.
L.MESQUITA disse…
Laura, às vezes fico surpreso com a indiferença e a crueldade que ronda alguns torcedores de Vôlei, querendo crucificar a Tifany. independente de qualquer coisa, se soubessem o que ela já sofreu na vida para chegar onde está hoje.
Nascida de uma família pobre de Goiás, Tiffany sequer conheceu o pai e teve que ajudar a família desde criança. Consciente de que não poderia contar com apoio financeiro em casa, foi pelo vôlei que viu a chance de realizar o sonho da vida: o de se tornar uma mulher por completo. Foi então que Rodrigo Pereira de Abreu saiu de casa em busca de dinheiro para fazer a transição de genêro.
Antes de jogar pela Superliga feminina, Tiffany entrou em quadra ainda como Rodrigo pela nas ligas da Indonésia, Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica. Quando defendia um clube belga, resolveu concluir a transição de gênero, deixando o Rodrigo no passado.
– Eu já sabia o que queria e só estava esperando a hora certa, porque eu precisava também ter uma renda. Então eu precisei primeiro juntar uma boa grana para poder começar uma transição. Ao conseguir o dinheiro para trocar de sexo – o custo total gira em torno de R$ 30 mil, Tifanny abandonou a carreira no vôlei por não saber que poderia atuar por uma equipe feminina. A intenção era retornar ao Brasil após a transição e buscar uma nova carreira profissional.
– A transição foi fora do país porque eu achei que era mais fácil, até porque você tem acompanhamento médico grátis. Aqui é mais complicado de encontrar, mas eu não tinha pretensão de voltar a jogar vôlei novamente. Estava pensando em arrumar um emprego qualquer, depois que já não tivesse mais a minha renda. Mas aí recebi a proposta de jogar no feminino depois da minha transição completa, totalmente hormonizada e com os documentos para poder jogar no feminino. Não acreditava muito, mas como meu empresário entendia das regras do COI, tanto da confederação internacional, eu falei 'ok'. Se eu poderia continuar com o meu trabalho, porque ficar parada? Continuei fazendo minha transição normal e, quando já estava no ponto, decidi voltar ao vôlei.
Para poder ser liberada para atuar no vôlei feminino, Tiffany teve que comprovar que o nível de testosterona - hormônio masculino no corpo humano -, estava abaixo dos 10 nanogramas (ng), concentração média entre as mulheres. A de Tiffany é de 0,2 ng.
- Tiffany não conheceu o pai biológico, é a mais nova de sete irmãos e tem em sua mãe, Dona Amália, a grande inspiração para seguir a carreira. Mesmo sem ter estado com os familiares no momento mais importante da sua vida, demonstra gratidão pelo apoio na decisão que mudaria por completo a sua vida.
– Eu não tive um momento de contar pra minha família. Quando comecei a transição eu cheguei e falei. Minha família simplesmente me apoiou e me amou como sempre. Nunca tive nenhum problema, tenho uma família muito linda, maravilhosa e com muito amor, que é o mais necessário dentro de casa.
– Se gostasse do nome antigo eu não mudava, continuava com o mesmo e só mudava para o sexo feminino. Não gosto muito de Rodrigo, mas minha mãe às vezes erra, me chama pelo nome antigo. Não se acostumou ainda, porque querendo ou não fiquei toda a minha transição fora do país. Indentifiquei-me muito mais com esse nome, o antigo não gosto porque me traz uma lembrança da pessoa que eu tentei esconder.
Anônimo disse…
Vi um cometário que Macris insiste em jogadas com determinada jogadora, é verdade, assisti o jogo do Minas contra São Caetano, ela jogou 3 bolas seguidas pra Carol fazer a china, foram 3 erros seguidos da Carol, o técnico tirou a Carol logo em seguida, se ficasse em quadra Macris ia continuar insistindo.
gilbert angerami disse…
É o time a ser batido Sergio. Essa temporada está todo quebrado, sem banco e está em segundo lugar. Méritos da comissão técnica, simples assim. Imagina esse time de Osasco na mão do gênio Bernardo Resende?
Jess disse…
Boa Tarde!

Acho que enquanto o Barueri tiver apenas a Edinara atacando, vai ficar complicado pra elas.. não sei a quantas anda a recuperação da polonesa, mas é meio obvio que ela tem que ir pra quadra;
Sobre o Osasco, tb tô achando que a Fabiola parece nervosa, e essa bola do meio dela não ta colando, espero que melhore naturalmente, pq se depender do Luizomar...

Mari PB foi muito bem e não pode ser banco nesse time, e só na cabeça do Luizomar que a Nati Martins é titular nesse time, espero que pare com a palhaçada e deixe a Nadja jogando..

P.S¹: O Nalbert é MUITO CHATO (Tava dando a impressão que ele tava pegando no pé da Edinara – menina era bloqueada “veio pra baixo”; jogava pra fora “forçou demais”... Fosse outras atacantes diria que era méritos do bloqueio adversário ou levantamento veio ruim e não tinha outra forma de atacar)
P.S²: O ZRG conseguiu anular a Tandara, mas esqueceu de pedir a contribuição da Suelle :P;
P.S³: Alguem que torce pro Minas ou a própria Laura mesmo, poderia me dizer o que ta acontecendo com a Hooker? Parece que ela ta sem vontade de jogar;
Anônimo disse…
Eu ia ser fã da Tifany se ela tivesse jogando no time masculino, ia achar lindo, agora em time feminino, me desculpa só que jamais vou achar isso normal, fico puto quando alguém fala que é preconceito a minha opinião, sou gay, jamais ia ser preconceituoso.
Anônimo disse…
Ninguém precisa ser fã da Tifany, basta respeita-la como ser humano! Tá na cara que ela não é homem. E pra falar a verdade acho a Tifany muito feminina, humilde e simpática. Ninguém precisa ser fã ou torcer por ela, mas o respeito deve prevalecer, acima de tudo!
Laura disse…
Mateus, vou prestar mais atenção na Fabíola, por enquanto, a não ser aquela discussão com a Mari ao final da partida, não reparei que ela esteja mais impaciente.

Gilbert, verdade, bem lembrado sobre a estreia da Gabi. Obrigada pelas informações do jogo.

Anônimo disse…
Não vi nenhum preconceito no comentário sobre a Tiffany. Respeitar o ser humano acima de tudo. Porém como todos somos leigos em genética é mudanças de sexo, talvez tendo passado por toda a puberdade com hormônios masculinos,crescido em tamanho como um homem e adquirido massa muscular masculina. Isso não consegue aos atletas transgênero uma vantagem em relação as nascidas mulheres? Isso é uma pergunta honesta e sem preconceito, apenas para esclarecimento, caso alguém tenha conhecimento do tema. Abs
L. Mesquita disse…
Se fôssemos ver quem tem vantagem ou não teríamos que discriminar outras coisas:
1. As cubanas TRICAMPEÃS OLÍMPICAS na década de 90 levavam vantagem por ter uma impulsão acima do normal e atacarem muitas boa las por cima do bloqueio?
2. As SERVIAS tem vantagem por conseguir montar um time com jogadoras fortes e altas de 1,90m?
3. As japonesas e tailandesas tem vantagem por defender acima do normal?
O vôlei brasileiro nunca teve as jogadoras mais altas ou mais fortes, mas conseguiu ser bicampeão olímpico no conjunto e na técnica.
Acho que BOSKOVIC, KIM e ZHU são melhores que a TIFANY, e o fato de TIFANY ser uma mulher trans, de jeito nenhum faz dela uma “aberracao” como teve um comentário maldoso acima.
Não estou falando de preconceito, estou falando de respeito à pessoa Tifany, que já deve ter sofrido muito sendo rejeitada a vida inteira por pessoas que não veem um ser humano que tem sentimentos e ficam pegando no pé dela dizendo que ela é homem... Ela pode ser tudo menos HOMEM! Homem eu tenho certeza que Tifany não é!
Nunca tivemos uma ponteira-oposta de 1,94m na seleção brasileira, agora que temos a TIFANY, qual o problema de aproveita-la ? Vale ressaltar que estamos no grupo de SERVIA e REP. DOMINiCANA que tem varias jogadoras ALTAS e FORTES de 1,90m.
Será que TIFANY leva vantagem sobre MARTINEZ de 2,01m ou BOSKOVIC? Creio que não, masque TIFANY acrescentaria muito a seleção brasileira, disso não tenho dúvidas!!!
Ana disse…
Já está difícil aceitar a Tifany jogando em time feminino, imagina na seleção, pegando vaga das meninas, que nasceram mulher, deveria ter uma liga só com trans, como diria minha avó cada macaco no seu galho.
Já vi muita gente falando que se Tifany for jogar na seleção vai torcer contra, não chegaria a esse ponto, só ia ficar bem revoltada.
L. Mesquita disse…
Tanta coisa gravíssimas para aspessoas se revoltarem como os absurdos que Gilmar Mendes e Cia que libertam políticos corruptos para roubarem livremente o povo brasileiro e o pessoal está prepcupado em REJEITAR a TIFANY!!!
Se a SERVIA pode ter uma BOSKOVIC e uma MIHAJLOVIC, a China pode ter uma ZHU, a KOREA pode ter uma KIM, a REP. DOMINICANA pode ter uma MARTINEZ e uma DE LA CRUZ, a Russia pode ter uma GONCHAROVA e uma KOSHELEVA, a ITALIA pode ter uma EGONU, a HOLANDA pode ter uma SLOETJS, o Azerbaijao pode ter uma RAHIMOVA e uma MAMADOVA... O BRASIL não pode ter pelo mwnos uma TIFANY???
Varias seleções como a citadas acima tem ponteiras/opostas ALTAS GIGANTES, agora que podemos ter a TIFANY de 1,94m, alguns querem rejeita-la de forma, inclusive, desrespeitosa???
Porque o Brasil não pode ter uma Tifany? Claro que pode!
Jess disse…
Nunca me manisfestei sobre esse assunto da Tiffany, mas acho que se a FIVB liberou é pq ela não deve ter nenhuma grande vantagem em relação as outras jogadoras..

Então POR MIM, se ela tiver bola pra representar a seleção, que seja convocada...
Luiz Felipe disse…
Tiffanny foi liberada por especialistas da FIVB para jogar em times femininos. Não há polêmica, há preconceito. Simples e objetivamente assim.

"Ah, mas nasceu homem, e homem sempre será...", muitos vão dizer...

Leal nasceu cubano, vai jogar pelo Brasil e não vejo ninguém reclamando, dizendo que vai roubar vaga de jogador 100% brasileiro na seleção.
Anônimo disse…
No ninguem sabe explicar se ela obteve vantagem em relação as nascidas mulher, por ter estatura e massa muscular adquirida por ter passado a puberdade sendo bombardeada por hormônios masculinos. Se a FIVB liberou em função da carga hormonal atual é uma coisa, a questão foi, será que ela tem vantagem? Se tivesse ao entrar na puberdade tratado com hormônios femininos, teria a mesma condição física? Comparar a capacidade física de uma mulher que salta como as cubanas com o caso da Tiffany não faz sentido. E o fato de ela hj ser mulher, o que é, não quer dizer que pode ter uma vantagem ao meu ver ilegal em relação as demais meninas!