Para além da Superliga





A CBV divulgou nesta terça-feira (28.11) as datas e a sede das finais da Copa Brasil. A competição feminina terá início no dia 15 de dezembro e as finais serão 18 e 19 de janeiro, em Lages (SC).

A fase classificatória será disputada pelas oito melhores equipes da tabela de classificação do turno da Superliga 17/18. 

Um calendário de final de ano bem apertado para as equipes: esta primeira fase da Copa Brasil ficará entre o final do primeiro turno e o início do segundo. A SL tem jogos até o dia 22 de dezembro.

Numa temporada em que o Sul do Brasil perdeu seu único representante na SL, o Rio do Sul, é de se comemorar que a Copa Brasil seja realizada em Santa Catarina. 




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E falando em datas, o Sul-americano será disputado de 20 a 24 de fevereiro de 2018, em Belo Horizonte. Além do campeão da SL passada, o Sesc, o Camponesa/Minas tem presença garantida como time sede.

O campeonato continental coincide com o final do segundo turno da SL, começando logo depois do confronto entre Sesc e Minas. Como é bem provável que a final do Sul-americano seja entre os times brasileiros, vamos ter um duplo confronto decisivo em uma semana.

Comentários

Chandler Bing disse…
Só espero que esses campeonatos peguem fogo. E que todas as equipes já estejam completas e entrosadas. E com jogos de 5 sets pra matar todo mundo do coração.




Mudando um pouco de assunto... queria perguntar algo, pra quem souber me responder, óbvio.
Esses dias eu estava assistindo um jogo do Campeonato Italiano TRENTINO × LATINA, daí em dois momentos eu vi uma situação curiosa e que em tantos anos de vôlei eu nunca tinha visto, o levantador Gianelli ia pro saque, mas ao invés dele, entrava outro jogador, Oreste Cavuto se não me engano, pra sacar em seu lugar, e a substituição não acontecia com plaquinha, era tipo aquelas infinitas entre líbero e central...

Eu não sei se isso é permitido pelo regulamento da federação internacional ou algo exclusivo para a Liga Italiana. Como acompanho pouco a liga italiana, não sei sobre este tipo de substituição.
Laura disse…
Chandler, curioso isso. Não sei dizer ao certo, mas teve um campeonato que comentei aqui q não usavam as placas de substituição, acho q era um que envolvia seleções. O processo não era tão rápido como uma troca de líbero e central, mas era bem mais dinâmico do q o q estamos acostumados a ver. Acho q passavam os dados por tablet. Vou dar uma pesquisada...
Chandler Bing disse…
Oi Laura... Então, essa troca utilizando a tecnologia (sem as plaquinhas) eu já conhecia, se não me engano a vi pela primeira vez no Pré-Olímpico que foi realizado no Japão (onde teve todo o drama da não classificação da Tailândia)... agora esta da qual citei foi muito curiosa, pois o Gianelli e o Cavuto fizeram essa troca duas vezes no mesmo set (até onde eu assisti) e pelas regras de substituição normal só pode trocar e destrocar*** os mesmos jogadores uma vez no mesmo set... e a posição onde eles revezavam era exatamente a mesma onde Líbero e Central revezam, ou seja, atrás da linha dos 3.

Ao mesmo tempo que eu achei curioso, achei um tanto interessante.



E obrigado pelo suporte.
Laura disse…
Ah, sim, agora entendi! Estranho mesmo, vou procurar saber.