Hexa suado!

Paulista
Vôlei Nestlé 2x3 Hinode Barueri 
Golden set: 25x23

Osasco vence Barueri no golden set 
Se no primeiro jogo da final do Paulista faltou equilíbrio, neste segundo sobrou. Tanto que o título só foi decidido no detalhe.

Só que o fato de a partida ter sido disputada ponto a ponto não significa que as duas equipes tenham jogado o seu máximo. O Vôlei Nestlé deixou a desejar, inclusive com atuações individuais abaixo do esperado.

O Barueri, por sua vez, deixou tudo e mais um pouco dentro de quadra. Jogou no seu limite, buscando na aplicação tática o brilhantismo que lhe falta individualmente. As jogadoras que se destacaram na partida, destacaram-se pelo trabalho que fizeram para a máquina andar. Caso da Érika e da Suelle que ajudaram bem a Edinara a levar o ataque, assim como a Ana Cristina que, dentro do possível, conseguiu dar uma acelerada no jogo de Barueri sem perder a precisão nos levantamentos. O desempenho de outras jogadoras no saque, como a Fê Isis, permitiu também que o time ameaçasse mais seriamente o Osasco, o que não havia acontecido na primeira partida.

Claro que, por jogar no limite, o Barueri nem sempre conseguiu manter o ritmo e a qualidade do seu jogo num mesmo padrão. A recepção teve altos e baixos, o ataque sofreu com a marcação do bloqueio do Osasco, principalmente a partir do terceiro set, e o time cometeu muitos erros de saque e de ataque ao longo da partida que permitiram algumas recuperações do adversário. 


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No Vôlei Nestlé foi o contrário. O time jogou abaixo do seu limite e de suas capacidades. Nomes que tinham ido bem na primeira final, nesta não corresponderam. Um dos casos foi da Carol Albuquerque, que desde o início pecou na precisão nas bolas de ponta, o que forçou a entrada da Fabíola no seu lugar. A “nova” levantadora melhorou a qualidade das bolas, mas não conseguiu mudar o cenário que vinha se formando deste o início da partida: a dificuldade de efetivar outras jogadas que não com a Tandara. A ponteira foi praticamente a única força de ataque do Osasco.

Com poucas oportunidades de jogar com as centrais, as pontas foram o que restou. Não seria pouco se, além da Tandara, Paula ou Lorenne mostrassem serviço. Porém, a Paula só apareceu no segundo set e Lorenne, insegura, pouco acrescentou.

Esta dificuldade ofensiva - do passe à definição - provocada não só pelo adversário, mas também pelo mau desempenho de algumas jogadoras, colocou o Vôlei Nestlé em pé de igualdade com o modesto Barueri neste segundo jogo da final. 

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Se a partida não tivesse se estendido ao tie-break, não duvido que o título fosse para Barueri. O time do Zé Roberto teve mais dificuldade para se manter no placar e se desgastou mais ao longo do jogo e isso pesou no golden set.

Não há dúvida de que o Barueri, fazendo mais com menos e quase estragando a festa, deu mais cor e emoção ao hexacampeonato de Osasco.

Comentários

L. Mesquita disse…
Honode Barueri jogou a 110%, enquanto o NESTLÉ OSASCO jogou a, no máximo, 70% do que pode.
Em BARUERI também ficou clara a diferença entre jogar com NAIANE, na primeira partida, e com ANA CRISTINA, na segunda...
Se não houver panela, ANA CRISTINA põe NAIANE no banco, da mesma forma que a ANA CRISTINA pôs a ANA TIEMI no banco quando jogavam no VOLEI FUTURO.
Jess disse…
Realmente o Osasco jogou abaixo e por muito pouco não perde o título, incrível como time não consegue administrar as vantagens durante o set.. Mas acredito que com a chegada da Levya e a Fabíola mais entrosada com a equipe, ela irá melhorar (espero);

Ao que tudo indica Thaísa e Jaque irão jogar no Barueri, isso em tese faz com que o time se torne bem competitivo, creio que irá dar muito trabalho (tomara)...

P.S: Alguem coloca a Bia pra treinar saque pelo amor de God
Alysson Barros disse…
Para o Mesquita todas as levantadoras são melhores do que a Naiane. Lembrando que ele cita Karine e agora Ana Cristina como salvadoras da pátria dos times em que ela joga. É a mesma pessoa que diz que Ju Carrijo dois toques é outra exímia armadora. Todas essas levantadoras medíocres são excepcionais quando a Naiane está no time - considerando que duas delas estão flertando com a aposentadoria e não têm mais potencial para crescimento e Ju Carrijo foi dispensada do Praia enquanto a Claudinha ficou. Fala bem da Ananda, da Giovana e de todas as levantadoras, menos da Naiane.

Para ele também o time do Bernardo é perfeito, sublime e não possui falhas.

Mesquita, você é carioca, homofóbico ou só pega no pé da menina por birra mesmo?

O que você tem a dizer das atuações da Drussyla e da Natália na seleção?
Jess disse…
Mesquita, a Naiane não jogou o primeiro jogo..
Carina disse…
Acho o Zé Roberto um excelente técnico, afinal, com todo o respeito às jogadoras, mas conseguir que um modesto time imponha dificuldades ao Osasco, é digno de reconhecimento pelo bom trabalho desse profissional. Estou na torcida para que ele consiga chegar às finais da Superliga.
L. Mesquita disse…
Critico a NAIANE mais pelo fato de ela ter ido para a seleção não por méritos próprios, mas sim por critérios injustos, sendo que ela afundou o MINAS nos play-offs e a KARINE que teve que socorrer a equipe.
Acho sim que ROBERTA, FABIOLA, MACRIS, JUMA e GIOVANNA são melhores que a NAIANE.
Em relação a ser HOMOFÓBICO??? Você está baseado em quê para afirmar isso??? Uma das minhas jogadoras preferidas e que eu mais admiro é a CAROL GATAZ, que é assumidamente HOMOSSEXUAL, o que a CAROL faz na sua intimidade não é problema meu, sou fã dela, adoro o voleibol dela, de onde vc tirou que sou homofóbico???
Se eu critico alguém é pelo seu voleibol e se jogadora fez jus na superliga para estar ou não na seleção. A vida initima das jogadoras é problema delas e não meu, que sejam muito felizes da forma que acharem melhor, eu só comento VÔLEI e não vida pessoal de ninguém!