quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Enquanto a Superliga não vem

vôlei feminino campeonato paulista 
Foto: João Pires/Fotojump

Nesta terça-feira aconteceu a última rodada da fase de classificação do Campeonato Paulista. Rodada que contou com a volta das selecionáveis a seus respectivos clubes assim como a do Zé Roberto ao comando do Barueri.

O retorno de Tandara e Bia, aliás, foi muito bem vindo para o Vôlei Nestlé. O time vinha de uma sequência de duas derrotas, para Sesi e São Caetano, e estava na penúltima colocação. Na última partida da primeira fase, com o reforço da ponteira e da central, o Osasco venceu o Pinheiros por 3x1, resultado que o levou para a quarta posição. Já o Pinheiro, mesmo com a derrota, manteve a liderança.

Para o Osasco, na verdade, tanto fazia a posição em que terminasse porque ele já está classificado, por ter sido campeão do ano passado, para as semifinais. Mas exatamente pelo seu tamanho e seu histórico, pegaria mal ficar nas últimas colocações.

Esta primeira fase foi bastante equilibrada e não seguiu muito a lógica. Ou seja, foi bem representativa de um início de temporada. O Bauru, por exemplo, assim como o Osasco, perdeu para o Sesi e para o Sanca para depois vencer o Pinheiros. O Sanca, por sua vez, depois de vencer os favoritos, perdeu para o Valinhos, que terminou na lanterna.

No meio deste enredo, as quartas de final, que acontecem dias 23 e 26 deste mês, ficaram definidas assim:

Pinheiros x Valinhos

Barueri x São Caetano

Bauru x Sesi 
 
 
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Enquanto estas equipes brigam por um lugar na semifinal do Paulista, o já classificado Osasco vai participar de um quadrangular, no Peru, com o Minas, o Fluminense e a seleção peruana, que se prepara para o qualificatório sul-americano ao Mundial 2018.

É uma ótima maneira para as equipes brasileiras também se prepararem para a Superliga 17/18, que começa somente dia 15/10. Porém, me preocupa o fato de que as jogadoras da seleção que compõem estes times mal tenham tido tempo para descansar antes de enfrentar a temporada de clubes. O que o time ganha de entrosamento neste início pode não servir para nada se as suas principais jogadoras não conseguirem chegar ao final desta maratona. 

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Thaisa de volta à Superliga 
 
A Thaisa e o Eczacibasi entraram em um acordo para esta temporada. A jogadora teve o seu contrato estendido até 2019, mas foi liberada para atuar por empréstimo no Brasil a a Superliga 17/18. Assim a jogadora, que deve voltar às quadras somente em janeiro, continua a sua recuperação aqui no país.

Claro que a Thaisa diz o contrário, mas a impressão que ficou na sua passagem pelo Eczacibasi é que faltou um maior cuidado com sua condição física pela equipe médica do clube, principalmente no trabalho preventivo. Então é bom saber que, neste momento delicado, ela poderá voltar às quadras sem pressa, sendo tratada por profissionais de confiança e, de quebra, contando com o apoio do time turco.

Agora, quem será que vai se candidatar na SL para receber a meio de rede?

8 comentários:

Anônimo disse...

Oi Laura,
bem, analisando os elencos já formados dos 6 principais times desta temporada: acho que as chances maiores da Thaísa atuar na Superliga talvez seja ir parar o Sesc Rio, voltando a atuar com o Bernadinho, ou fechar com o Bauru ou o Barueri (se quiser ficar em SP). Mas acho temerário o Barueri contratar mais uma jogadora vinda de lesão (apesar de a Thaísa ser uma craque), já que o clube de ZRG já contratou a oposta polonesa Skowrónska que também vem de recuperação cirúgica.

Dos demais clubes mais competitivos no meu ponto de vista desta Superliga, não a vejo jogando pelos clubes mineiros, que já estes contam com pelo menos 2 centrais titularíssimas (Praia Clube - Fabiana e Walewska; Minas - Carol Gattaz e Mara), nem na sua sua antiga casa, Nestlé-Osasco, que já tem o trio Bia, Ninkovic e ainda Nati Martins (Thaísa é superior às três, mas acho que o clube já encerrou o clico de contratações para a posição de central).

Mas se eu fosse dirigiente do Fluminense do Rio, tentaria este empréstimo da Tháisa, o que seria bom para ambas as partes. O Fluminense deve fazer uma boa temporada e a Thaísa traria mais visibilidade, inclusive internacional para o voleibol do clube. Por outro lado, poderia jogar num clube competitivo e permanecer morando no eixo Rio-SP, mais próxima portanto da família e das condições de tratamento de que necessita pra sua total recuperação.

Márcio.

Bernardo disse...

Acredito q a Thaisa vá jogar em Barueri, pois ela fez parte da recuperação lá, além do fato do time ser treinado pelo Zé. Mas a pergunta que fica é, onde vão jogar Sheila e Jaqueline (se é que elas ainda querem jogar)?

Laura disse...

É, o Barueri parece ser o que melhor comportaria a Thaisa. Mas não sei como funcionará esta questão do empréstimo em relação a salário

Pois é, Bernardo, as duas querem jogar, mas, pelo jeito, ninguém tá em condições, no Brasil, de pagar por elas. A Jaque praticamente precisa de um patrocínio só pra ela. Aí fica difícil...

Yano o Chato disse...

Acho que a Thaísa tem tudo para ficar no Rio com o Bernardo. Por entrevistas que ela deu anteriormente, nas quais rasgou elogios ao técnico e ao clube e devido à forma como saiu de osasco tem tudo para que fique no sesc.

Kamila Azevedo disse...

Acho difícil Thaísa ir para Barueri, uma vez que ela mesma afirmou que deseja ir para um time que “dispute títulos”, o que não será o caso da equipe do ZRG. Acredito que ela deve ir para o Rio de Janeiro, que tem espaço para receber uma jogadora de 7 pontos como ela e ainda carece de um reforço de peso para essa temporada.

Vicente Maia disse...

Realmente para onde a Thaísa deve ir é um grande mistério. A questão financeira parece ser um grande ponto de interrogação. Hoje, na Superliga, nenhum time têm cacife para pagar o salário dela, nem mesmo o Osasco. O Praia é o único dos 4 grandes para onde ela não pode ir pelo ranking. O Rio de Janeiro já está com o quadro completo e parece sem caixa. O Minas tem duas ótimas centrais, mas a ida de Thaísa seria um grande adendo. O Osasco já tem duas centrais definidas. Dos outros, só o Barueri seria uma opção.

Kaike Lemos disse...

A Tandara e Bia dão mais corpo ao time , ja que Paula não consegue jogar só ela virando. Mari Paraiba nem é la essas coisas no ataque. Perderam pro Minas no torneio no Peru 3x 0 sem a Hooker. Lavarini parece ser um excelente técnico. Thaisa no Barueri, ja tem a Skorownska. A Fran é excelente central , mas aqla SARAELEN ela ja é ruim e tem cara que chupa DEDO!! Thaisa nesse time seria excelente!!

Sergio disse...

Mais a Thaísa não está com relação cortadas com o JRG?!