sábado, 26 de agosto de 2017

Mundial 2018: vagas encerradas para a Europa

A última etapa do classificatório europeu para o Mundial 2018 nem precisou chegar ao fim para conhecermos as duas seleções contempladas com as vagas. Invictas, Holanda e Bulgária garantiram na penúltima rodada seus respectivos lugares no avião rumo ao Japão. As duas seleções se enfrentam neste domingo somente para decidir o primeiro e segundo lugares.

A Holanda, a grande favorita, não decepcionou. Mesmo sem contar com a levantadora titular Dijkema, não se complicou com nenhum adversário e fez valer sua superioridade. O interessante é que o treinador Jamie Morrison não fechou os olhos para as boas atuações da ponteira Daalderop na fase final do Grand Prix e a escalou como titular no classificatório no lugar da Buijs.

Morrison também preferiu garantir um fundo de quadra mais consistente com Daalderop e Grothues servindo de base para o retorno da Sloetjes e não arriscar com a Plak na posição de ponteira. Plak e Sloetjes poderiam dar uma postura bastante agressiva ao ataque holandês, mas o treinador optou por um maior equilíbrio na recepção – e deu certo. 


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Do lado outro lado, a Bulgária teve um pouco de trabalho para bater a Rep. Tcheca, mas venceu com tranquilidade o seu outro adversário direto para a vaga, a Bélgica.

Com o saque afiado de Nikolova (Dimitrova) e a mão calibrada de Vasileva no ataque, a Bulgária bate o ponto pela segunda vez consecutiva num Mundial nos anos 2000. Uma conquista importante para que a seleção se firme e ascenda entre as forças do vôlei internacional. 


A missão é difícil, como bem sabem Bélgica e República Tcheca, que não conseguem manter uma regularidade de participações. Mas a Bulgária tem uma boa geração à disposição e repetir a presença num Mundial pode, quem sabe, dar este impulso.
 

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Os oito representantes europeus no Mundial 2018:


Alemanha, Azerbaijão, Bulgária, Holanda, Itália, Rússia, Sérvia e Turquia.

 

4 comentários:

Wasley Farias Dias disse...

Finalmente o técnico da Holanda fez o que deveria ter feito antes da fase final do Grand Prix. O time fica muito mais estável na linha de passe, dando mais alternativas de ataque às levantadoras e ainda podendo se dar ao luxo de deixar no banco uma jogadora que pode atuar na inversão do 5x1 como oposta, mesmo sendo ponteira "de origem" (Plak). Este time ainda pode dar muito trabalho neste ciclo olímpico.

Jess disse...

Brasil acabou de levar um 3 x 0 dos EUA no amistoso

Pop On Air disse...

A Daldepoop só precisa aprender novos golpes, essa diagonal dela ta muito marcada, com ela em quadra o time ganha muito no passe e conjunto, é uma pena que as Centrais não sejam lá essa efetividade toda no ataque, acho a De Kruiff muito super valorizada, é uma Central que bloqueia pouco e só ataca china com mediana eficiencia no ataque... Meu único porém é a Plak que se lapidada poderia ajudar muito a esse time, mas vai ser banco, a Sloetjes e Grothues são fundamentais, a Plak não teria espaço p jogar como Ponteira.

Wasley Farias Dias disse...

Se ela tivesse um passe mais regular...