domingo, 6 de agosto de 2017

A 12ª estrela

Brasil 3x2 Itália
12º título seleção brasileira vôlei feminino
Foi a terceira vez que Brasil e Itália se enfrentaram para uma decisão do Grand Prix. De todas elas, a de hoje foi a que a Itália mais esteve próxima do título. Jogou melhor a maior parte da partida. Mas é difícil lutar contra a estrela brasileira que sempre brilha nos GPs e que levou o Brasil ao seu 12º título do torneio.

Estrela, aliás, que brilhou especialmente nesta edição. Brilhou na última etapa classificatória, em Cuiabá, quando o Brasil precisava de três vitórias para se classificar ao Final Six; brilhou, depois, no 14x10 que a China virou no tie-break e que levou o Brasil para a semifinal; e, por fim, brilhou na final de hoje, quando a seleção estava dominada pela Itália e buscou uma recuperação surpreendente no terceiro set.

E, para se fazer justiça, a estrela desta final tem um nome estampado: Zé Roberto. Colocou a Rosamaria e, justamente ela, comandou, com seu saque, a virada do terceiro set. Tanto reclamamos do conservadorismo do treinador e ele, hoje, não teve medo de mudar. Além da Rosa no lugar da Drussyla (que até não estava mal), tirou a Suelen, que não dava ritmo à defesa, para apostar na Gabi; usou a Carol para melhorar o bloqueio no lugar da Adenízia; e, demorou, mas lançou mão da Macris para substituir a perdida Roberta para, depois, recolocar a levantadora titular, desta vez, mais centrada. 


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Não foi uma boa partida do Brasil, deve-se dizer a verdade. Teve dificuldade de tirar o passe da mão da habilidosa levantadora italiana Malinov, levou pontos demais da Caterina Bosetti, uma atacante mediana, desperdiçou muitos contra-ataques com escolhas erradas de jogadas ou maus levantamentos, e perdeu muita virada de bola por erro de distribuição.

Jogou bem o primeiro set, quando contou com muitos erros da Itália, e o tie-break. Se não tivesse achado aquela recuperação no terceiro, provavelmente estaria com a prata no peito agora. Mas não só de talento se faz um campeão. Camisa, resiliência, sorte e a bendita estrela também fazem parte da composição. E o Brasil colocou tudo isso pra jogar na hora certa.

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O título não deve esconder as dificuldades que o time teve durante todo o GP e o quanto precisa se aprimorar para combater as seleções que continuam à frente do Brasil neste início de ciclo olímpico. Mas é importante para este grupo que a conquista seja muito celebrada, pois dá confiança a um trabalho que começou desacreditado.

O Brasil sempre foi um time que se valeu muito mais do seu conjunto do que das suas individualidades. E iniciar o ciclo fazendo isso novamente valer, frente a seleções com jogadoras fora de série, como Egonu e Boscovic, é, sem dúvida, um bom começo.

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As melhores do Grand Prix:

Ponteiras: Ting Zhu (China) e Natália (Brasil)

Oposto: Boskovic (Sérvia)

Centrais: Bia (Brasil) e Milena Rasic (Sérvia)

Levantadora: Ding (China)

Líbero: Monica De Gennaro (Itália)

MVP: Natália (Brasil)


- Senti falta da Tandara na premiação individual. E escolheria a Malinov como melhor levantadora.

22 comentários:

L. Mesquita disse...

Em relação a premiação das melhores, pra mim a BIA foi a MVP da FINAL e também a MVP da SEMIFINAL! A nossa central foi espetacular tanto no bloqueio, parando BOSKOVIC e EGONU, qto no ataque se apresentando sempre como DESAFOGO de rede, alem de assumir o levantamento quando a ROBERTA foi substituída pela CAROL pra melhorar o bloqueio, mas o MVP pra NATALIA também está em boas mãos!
Parabéns a todas que vieram do banco também e contribuiram muito pra esse titulo! O Brasil conseguiu 2 viradas incríveis tanto no primeiro qto no terceiro sets com a participação das jogadoras do banco!

L. Mesquita disse...

Realmente eu virei fã da BIA nesse GRAND PRIX, além de atacar muito ela tirou as GIGANTES MIHAJLOVIC, BOSKOVIC e EGONU do jogo!
SERVIA e ITALIA podem ter MIHAJLOVIC, BOSKOVIC e EGONU e nós temos BIA que deu TOCO em TODAS essas girafas nos momentos crucias dos jogos!!!

Fernanda Oliveira disse...

Muito feliz pela vitória principalmente porque foi sofrido e o time mostrou poder de recuperação. É mais um estágio para o aprendizado de uma equipe nova e que precisa de confiança pra seguir firme até o mundial ano que vem.
O zrg tirou onda nessa fase final. Espero que essa lucidez o acompanhe daqui pea frente.

Lulu disse...

Precisa-se: - Uma lìbero. A titular é uma boa jogadora e só. A reserva é voluntáriosa e aguerrida e só. - Uma líder. O que temos são algumas jogadoras experientes que tentam convencer às outras e se convencer, com gritos e correrias, que são referências para as mais novas.
Uma oposto reserva que funcione na inversão.

Camilla Paiva disse...

Achei que o jogo de hoje resumiu bem o que tem sido esse recomeço do Brasil: momentos inspirados intercalados com apagões, nos quais o time perde totalmente o norte, como vimos no segundo set e durante boa parte do terceiro. Como você bem ressaltou na sua análise, Laura, a estrela do Zé Roberto brilhou novamente ao mexer nas peças do time, pena que ele demora uma eternidade pra tomar a atitude de fazer a mudança. Gostei muito da entrada da gabiru, que fez excelentes defesas, se sobressaindo à Suelen, que não fez uma boa fase final, a meu ver. A parte ruim é que como ela não é libero de origem, voltará a jogar a superliga inteira como ponteira, o que acredito que não ajudará no seu desenvolvimento na nova posição, que seria necessário já que aparentemente ela e a Suelen sao nossas opções. Particularmente eu acho que Gabiru tem futuro na posição. Outra coisa que me deixou feliz nesse processo todo foi a constância das nossas centrais, posição em que contamos com ótimas jogadoras na disputa pela titularidade. Bia me surpreendeu muito, Carol voltou aos bons tempos e Adenizia também fez um excelente campeonato. Apesar dessa vitória importante sabemos que o caminho será longo até termos um time mais consistente.

Carlos Eduardo disse...

Achei interessante, além de tudo o que comentaram, que o Zé colocou na função de líbero, no set final (e mais importante momento) da partida uma jogadora que nunca exerceu essa função nos clubes, que é jovem, e que nunca tinha vestido a camisa da seleção. Em outras palavras, ele investiu na mudança, no coletivo, naquilo que funcionava para o time naquele momento. Sem sobrenome reconhecido, sem denominação (gabi é libero? é ponteira?), sem titulo da superliga (corre o risco de ser reserva no Sesc/RJ). O tecnico mostrou, com isso, que a estrela dele brilha ao pensar num time. E chore à vontade quem não se enquadrar nisso. Só fãs no instagram nao levam ninguem a nada.

Vou ficar nesse aspecto, porque para mim isso resume o quanto um time tem de pensar coletivamente (iremos ganhar, mas juntos), e que as atletas que estiverem cansadas, desanimadas, brigadas com o tecnico e etc podem sair do time, porque ele caminha sozinho.

O Brasil é sim maior que qualquer ego.

Tivemos 12 atletas nos jogos Rio2016. Apenas 2 (repito: duas) se apresentaram para defender o Brasil nesse novo ciclo olimpico. Algumas pediram dispensa oficialmente, outras quiseram sair por cima, outras se aposentaram. Cada uma fez uma escolha. Mas duas ficaram, e agora o time, com esse titulo, vai ainda mais para frente.

Ninguem é maior que a seleção brasileira. Nenhuma jogadora. Venturini, por ex, achou que era a bolacha do pacote, maior até que a camisa amarela, e ficou sem o ouro olimpico. É tao individualista, que sequer é lembrada para o hall da fama do volei. Poderia ter sido mais humilde. Mas quis ser maior que o seu talento nato.

O mesmo vale pra Thaisa. Só volta se trocar de tecnico? A camisa amarela não vale nada, isso? Não aceita ser substituida pela Juciely, como no Rio2016? Ainda crê que seja uma estrela da posição, isso, sem substituta? Acho melhor se aposentar logo, porque de centrais (fora as 3 do WGP, temos ainda Juciely, contundida) estamos bem servidos. E o principal: temos um time. Não um conjunto de jogadoras excelentes numa boiada perdida. E um time que aceita trocas imediatas.

Esse time me lembra muito o discurso do Zé em 2005: time de operárias. Ele até ameaçava pedir que as jogadoras cortassem o cabelo. Carol Albuquerque trocava de posição com a Marcelle, Sheilla e Renatinha trocavam tb, Paula, Jaqueline e Sassá se revezavam na ponta, e o time caminhava. Junto.

É disso que eu gosto. Sem estrela e vaidade. Se mantiver esse espirito, seja nos treinamentos ou nos jogos oficiais, vai longe.

L. Mesquita disse...

A ressalva que tenho para a COPA DOS CAMPEÕES é que o ZE deveria convocar uma LIBERO de carreira para fazer dupla com a SUELEN, em vez de adaptar a GABIRU na posição. O Ze podia revezar as liberos em quadra para não sobrecarregar uma só,da mesma forma que TALES HOSS e TIAGO BRENDLE se revezam no masculino. No mais o Ze teve uma atuação diferente da Olimpíada, hoje ele usou bastante o banco, na Olimpíada ele ficou meio paralisado. Isso é uma evolução!

Paulo Roberto disse...

Parabéns às meninas. Confesso que o Zé me surpreendeu positivamente hoje. Não sei se foi só um espasmo do técnico ou uma direção a uma mudança de postura. Contudo, ainda tenho o pé atrás com algumas decisões dele.

Por exemplo: no segundo e terceiro sets, a Natália quinou tudo que tinha direito no passe e não estava correspondendo no ataque (aliás, no ataque até aquele momento só Bia e Tandara respondiam) aí, quando a Drussyla (que não acho isso tudo que pintam por aí) errou um passe foi substituída. No final do 3ª set a Adenízia fez os três últimos bloqueios (dois inclusive em cima da Egonu) óbvio que estava cheia de moral, o bloqueio obviamente ia marcar ela, Roberta (que ignorou a central o jogo quase todo) solta duas bolas pra ela, a defesa pega e no 4º ponto ele a substituiu pela Carol (ainda bem que não prejudicou). Roberta com uns levantamentos bizarros e ele bota a Macris quando já não tinha mais jeito.

Enfim, pelo menos mostrou que não teve medo de mudar a equipe. Ele deu uma entrevista dizendo que há muitas críticas à Natália. No meu ver as críticas não são à Natália em si, mas sim aos critérios do técnico em relação às outras jogadoras. Parece que ele faz uma distinção e isso incomoda.

Mais uma vez, parabéns ao grupo. Os dois últimos parágrafos do post da Laura resumem bem o sentimento.

Chandler Bing disse...

Senti falta de uma coisa, valores.
Alguém aí sabe das premiações em dinheiro? Não vi os famosos cheques.


No mais eu gostei da seleção, foi como o Zé Roberto disse, "não temos uma jogadora como Boskovic, Egonu ou Zhu, mas funcionamos como um time", algo mais ou menos assim...

Espero que essa geração continue com esse espírito aguerrido, voluntarioso, uma ajudando e dando forças à outra, com humildade, e como o Zé bem colocou, sem aquilo de "eu tenho que jogar no lugar do fulana porque sou melhor" (confesso que me lembrei da prepotência da Venturini rsrsrs).

E a Bia já fazendo seu nome. Custou a jogar pela seleção adulta, quando finalmente foi, recebeu críticas, mas jogou muito, vibrou bastante, fez muita diferença.

L. Mesquita disse...

CARLOS EDUARDO, muito bem lembrado, CONCORDO plenamente!!! Chega de ESTRELISMOS! Chega de vagas cativas! Acho que JAQUELINE, THAISA e DANI LINS se sentem muito ETRELAS, a ultima bolacha do pacote, essas 3 muitas vezes fazem corpo mole, demonstram MA VONTADE, e só jogam quando querem! Agradecemos os serviços prestados, mas a seleção precisa de um time de OPERÁRIAS, todas trabalhando como ABELHINHAS em PROL DA COLMEIA! Essa seleção desse GRAND PRIX foi uma seleção de ABELHINHAS, todas trabalhando em prol do time SEM SE ACHAREM INSUBSTITUÍVEIS!!! Jogadoras com o perfil EGOCENTRICO é PREGUIÇOSO com as companheiras, tipo o de DANI LINS, THAISA E JAQUELINE não fazem bem ao conjunto!

Diego disse...

Paulo, não sei se você prestou atenção nas premiações individuais. Eu, sinceramente, não sei de que critérios você utiliza para fazer suas "análises". Porque, vejamos: Natália vem sendo reconhecida como melhor jogadora da maioria dos campeonatos de que participa. Hoje, de 40 bolas que recebeu, colocou 20 no chão, um aproveitamento de 50%, passou quase todos os saques italianos, entregando 74% de recepções perfeitas e tu vens dizer que ela deveria ter sido substituída, que ela quinou tudo que tinha direito? Ah faça-me o favor! Natália foi, além de umas das melhores ponteiras do GP, pelo terceiro ano seguido, a MVP, pelo segundo. Os profissionais do vôlei reconhecem sua excelência, enquanto aqui, pessoas como você, insistem em classifica-la como jogadora de clube, ou ainda, eterna promessa.

Paulo Roberto disse...

Prezado Diego,

Não sei se você entendeu meu comentário. A questão não é a Natália, mas os critérios do técnico. Falei sobre um dado momento do jogo, como exemplo de como os critérios do Zé são controversos e difíceis de se entender, não sobre o jogo ou sobre a qualidade da jogadora como um todo. A Natália que apareceu nos dois últimos jogos do GP foi próximo da jogadora que se espera na posição e condição dela: regularidade. Se essa regularidade vai se manter durante o ciclo é uma incógnita. Embora ainda acho que ela se sairia melhor se tivéssemos uma ponteira ponteira com maior segurança no passe pra dividir a responsabilidade (talvez com o retorno da Garay ou da Gaby).

Pra mim, quem melhor se saiu das "veteranas" foi a Tandara. Embora com uma chuva de erros na fase classificatória, encontrou seu melhor voleibol nos jogos decisivos e assumiu uma postura de liderança. Essa postura em especial me agradou bastante. Das "novatas" considero que a Bia foi quem melhor se apresentou quando solicitada.

L. Mesquita disse...

Agora todo o foco vai para o MUNDIAL SUB23: DRUSSYLA, EDINARA e LORENNE são as nossas melhores jogadoras nessa disputa, novamente temos as ASIÁTICAS como as maiores adversárias do BRASIL: CHINA, JAPÃO E TAILÂNDIA estão classificadas. DRUSSYLA e EDINARA já mostraram sua qualidade na MONTREUX e no GP, LORENNE foi destaque na SUPERLIGA. Já já em Setembro, esperança de mais um PODIUM para o vôlei brasileiro, independente da COR DA MEDALHA!!!

Lucas Gadelha disse...

Zé Roberto teve dia de Lang Ping hoje. Fez substituições cirúrgicas no time e mudou o rumo que o jogo parecia tomar. O time se superou no decorrer do campeonato, ganhou jogos importantes contra times de ponta e se valeu do seu maior trunfo: disciplina tática e força coletiva. Para mim, essa vitória lembra muito a do Grand Prix de 2005, onde o Brasil contava com jogadoras estreantes e desconhecidas-uma formação em que ninguém apostava pois carecia de estrelas-, mas que surpreendeu e ganhou na final justamente da Itália e por 3x2 também.
Tandara merecia um reconhecimento por ter sido decisiva quando o Brasil mais precisou. Ainda que não fosse de MVP, que fosse de melhor oposta.
Bia foi uma grata surpresa. Não deveria ser. Bernardinho, autoridade no assunto, cravou que ela era uma central a nível de seleção. Ela provou que sim.
Natália foi a melhor ponteira da fase final. Não tem o mesmo poder ofensivo da Zhu, mas tem se mostrado completa e eficiente no fundo de quadra como deve ser uma ponteira-passadora. Aliás, uma ponteira clássica é raridade no mundo hoje em dia. Mihajlovic e Zhu estão mais para opostas disfarçadas de ponteira. Os incríveis 75% de aproveitamento na recepção atestam o crescimnto da Natália no fundamento, sem falar na defesa. Essa implicância com ela já expirou.
Parabéns ao Brasil que, de uma eliminação virtual, já com as malas prontas para voltar para casa, sagrou-se campeão, coroando uma trajetória vitoriosa nesse tradicional torneio.

L. Mesquita disse...

Em tempo, foi uma PATRIOTADA CHINESA dar o prêmio de melhor levantadora para a DING... OFELIA MALINOV foi infinitamente superior à CHINESA...
A minha seleção do GP seria:
CENTRAIS: BIA e CHIRICHELA
PONTEIRAS: NATALIA e ZHU
LEVANTADORA: OFELIA MALINOV
OPOSTA: BOSKOVIC
LIBERO DE PASSE: MONICA DE GENARO
LIBERO DE DEFESA: BRENDA CASTILLO
MVP: BIA

George disse...

Preciso abrir parênteses: a cara da De Gennaro no pódio foi a melhor. As outras jogadoras italianas assimilaram bem a derrota e ela odiada.
No mais, acho que Tandara deveria ter sido a MVP. E gostei da Bia como 1ª central, fez um belo campeonato.

Ander disse...

Nada a declarar.Apenas dar parabéns as Meninas e ao nosso tri campeão olímpico Zé Roberto. Foi um grande jogo, com muitos erros dos dois lados e superação. As meninas lutaram muito e Zé Roberto soube trocar as peças como poucos. Ele comete erros, sim, igual ao Bernardo que tbm cometia erros, mas o cara é espetacular e novamente calou a boca de muitos que fizeram críticas destrutivas a ele e a algumas jogadoras. Agora essas pessoas inclusive algumas que comentam aqui tem que ficar quietas e aplaudir as nossas meninas e ao Zé. Parabéns pelas pastagens Laura.

Mantronix Inc disse...

Também achei que faltou o reconhecimento na premiação com a Tandara, inclusive com a Egonu. Quase todas q receberam prêmios individuais já reconhecidas estrelas internacionais, isso foi ao meu ver também foi uma forma do WGP agradecê-las por não desfalcarem o espetáculo, faz parte embora não muito justo.
Também manteria a Suelen como líbero principal.

Eric Arruda disse...

Saudações do Acre a todos. Acompanhei a final e de repente me vieram as lembranças de tantas finais , tantas alegrias e tantas tristezas que todos já passamos torcendo por nossas seleções. Faz um bem danado ver essas meninas ganhando , demonstrando tudo que queremos ver dentro de quadra: garra, vontade, perverança e acima de tudo união e humildade. Parabéns Brasil pelas vitórias no gran Prix e no Mundial de vôlei de praia. Um abraço deste quase aposentado jogador mas pra sempre um devoto apaixonado pelo vôlei!

Carina disse...

Concordo com Carlos Eduardo e Mesquita em relação ao estrelismo da geração que antecedeu a de agora. Gostei muito das falas do Zé depois do título, principalmente a de que o time tem que jogar de forma coletiva, apesar do Brasil não ter uma super jogadora como Egonu ou Zhu, o coletivo fará bem ao Brasil.

Anônimo disse...

Acho estranho, parece que o brasileiro fica doido p derrotas acontecerem a fim de encher as meninas de críticas pesadas... Não sabem torcer sem desmerecer o próximo... Agora os pessimistas ficam caladinhos... Parabéns Brasil...

Unknown disse...

Parabéns as jogadoras do Brasil, para toda a equipe brasileira no comando. Não é fácil se expor em uma situação tão longa e vencedora como a do nosso vôlei Feminino .Comparações serão feitas e um gde suporte tem que ser dado a todas jogadoras que estão e que ainda virão pelo caminho. Não podemos pensar em Mundial sem passarmos pelo Sul americano aqui na Colômbia na lindíssima Cali. Será um torneio classificatório para o Mundial com jogos todos os dias, sendo que o último será contra a seleção colombiana de técnico brasileiro.Casa cheia promete. Acho que a Mara poderá ter a sua participação nesse torneio e assim nos surpreender e criar mais um bom problema com esse nosso técnico. Sejamos menos duros e mais pacientes com as renovações. COISA QUE NAO DA pra ter NO MASCULINO, NESSA RENOVAÇÃO APADRINHADA PRA INGLES VER.virou piada já. Abraços Elaine