sexta-feira, 16 de junho de 2017

E a aposta nas opostas?


Lorenne Edinara Paula Borgo seleção brasileira Vôlei feminino

Após as primeiras convocações e o primeiro torneio da seleção brasileira, os participantes do Papo de Vôlei levantaram uma questão sobre a posição de oposta.

A discussão basicamente se resume assim: as jogadoras designadas à posição foram aquelas que costumam jogar, na temporada de clubes, como ponteiras passadoras; e aquelas atletas que são especialistas na posição, como Lorenne e Paula Borgo, não foram sequer convidadas para treinar com a seleção. A única “oposta de raíz” no momento é a Monique, convocada para o Grand Prix.

Pensando sobre isso, me perguntei se não estamos de certa forma negligenciando a posição de oposta. Explico. 

Há um discurso bastante propagado na seleção de que faltam ponteiras passadoras de qualidade não só no Brasil como no mundo. Paulo Coco chegou a alegar que esta era uma das razões para sustentar a troca de posição da Rosamaria, justamente de oposta para ponteira passadora.

Percebe-se, por este início de trabalho, que a preocupação do Zé Roberto está concentrada na posição de ponteira. Por isso os únicos testes feitos no Montreux foram para este posto, com Rosamaria, Drussyla e Amanda. 



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Não sou contra os testes, pelo contrário. Para mim, o Montreux e a maior parte do GP seria jogado só com as novatas.

Como o número de ponteiras necessárias é maior do que em outras posições, é ótimo que estejamos sempre preparando novas jogadoras. Mesmo com o Brasil mantendo boa base do ciclo anterior, com Natália, Garay e Gabi – e até a Tandara poderia ser acrescentada - as novatas podem melhorar a briga por posição e a qualidade das opções à seleção. Tudo me parece bem encaminhado por ali.

Para oposta, no entanto, não percebo por parte da seleção nenhum sentido de urgência nem a mesma preocupação dedicada às ponteiras. No máximo, testamos timidamente Edinara e Fernanda Tomé em algumas inversões 5x1 no Montreux.

Apesar do insucesso na última década em achar uma reserva/sucessora para a Sheilla e de sabermos que a Sheilla, a princípio, não joga mais pela seleção, preferimos começar o novo ciclo apostando no mesmo.

Um "mesmo" que não convenceu nos últimos anos e no qual o Zé Roberto insiste. Até acho que a Tandara se saiu bem no Montreux como oposta, mas não é a posição em que ela se sente à vontade e que melhor pode render.

Aí chegamos para o Grand Prix e a “novidade” é a Monique. Por mais respeito e admiração que tenho pela Monique, a verdade é que, além da limitação de estatura, já sabemos o que ela pode mostrar.

Por outro lado, a Paula Borgo, que esteve na convocação inicial, sequer foi inscrita para o torneio e é provável que a Tomé nem permaneça no grupo para os treinos para o GP. 



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O Brasil não precisa se amarrar a um caminho conhecido (Tandara e Monique) logo de cara. 2017 é o ano para o novo acontecer.

Edinara, Paula Borgo, Lorenne e etc estão aí para serem testadas. Podem ter o destino da Joycinha na seleção e nunca se firmarem, mas só testando para saber.

Só que tudo isso tinha que ser para ontem. A seleção já começou perdendo tempo.

Tenho a impressão de que a comissão técnica acha que dá para dar um jeito com a posição e continuar se fiando (para não dizer se iludindo) na versatilidade da Tandara e da Natália - até que chegue o momento de apelar para a Sheilla voltar. 

34 comentários:

Julio César disse...

O Ze Roberto trata a exceção como regra. Pra ele é super normal sair trocando jogadoras de posição. Algo assim deve ser usado só qdo realmente for necessário.
Quanto à Tandara e Monique, sinceramente, é desanimador... Estamos no começo de um ciclo olímpico e temos duas opostas novas e excelentes ao meu ver: Paula e principalmente a Lorenne.
Acho a Lorenne uma jogadora excelente, tem muita experiência nas seleções de base e está pedindo passagem, mas o Ze sequer chama ela. É um absurdo! Essas teimosias dele são complicadas, técnico de seleção tem que ter a cabeça mais aberta, ainds mais em um período de renovação. É hora de testar, ver quem aguenta o peso da camisa, mas enfim...

Joao Ismar disse...

Observação perfeita. Lembrando que o Zé já tentou levar algumas centrais para a posição também. Apesar de achar que algumas outras jogadoras mereciam a chance, provavelmente a falta de qualidade das opostas que temos atualmente, em parte, justifica a mudança de posição de algumas jogadoras e os testes com as ponteiras. Explico: Mesmo deslocada e sem render tudo que pode, acho a Tandara superior, como oposta, a Lorenne e principalmente a Paula (não vejo esse potencial todo que falam que ela tem). Monique traz segurança, mas não tem o perfil que a seleção precisa no momento. Particularmente eu não vi tantos jogos da Edinara na última SL e não vou opinar sobre ela. Mas a impressão que tenho é que falta qualidade técnica e biotipo ideal para formar opostas aqui no Brasil. As jogadoras altas são tão descordenadas e lentas que dão mais prejuízo que as pequenas. O Zé já deve ter percebido isso, por isso insiste na troca das posições, apesar de não querer colocar a única que acreditamos ter o potencial que a seleção precisa agora como oposta: Natália.

Yano o Chato disse...

O tema colocado dessa forma fica preocupante, mas ao mesmo tempo conclusivo. Ele já tá fechado com a Tandara de oposta, sem se preocupar muito com reserva ou renovação. Aliás se pararmos para analisar bem friamente, nunca foi preocupação do Zé Roberto renovar a seleção ou desenvolver novatas para funções nas quais faltam jogadora. Sua filosofia foi sempre de fechar o máximo possível o grupo e se manter sempre com as mesmas jogadoras. Sempre foi assim. E toda vez que ele foi diferente, Fernandinha e Leia, se deu mal. Então acho que mais do que nunca ele vai voltar a origem. Pode testar o que for, mas vai morrer com a mesma, sendo possível mesmo voltar com a Sheilla.

Paulo Roberto disse...

É por conta dessa teimosia cega do ZRG que defendo que ele deveria sair da seleção já há muito tempo. Se formos ver as postagens aqui no blog, mesmo com o ouro de Londres já defendia que o comando da seleção precisava se renovar e que o tempo dele a frente do time nacional havia se encerrado ali. Pode ser pessimismo meu, mas não acho que batermos de igual com China, EUA, Sérvia e até a Rússia quando os principais nomes começarem a jogar neste ciclo.

Yano o Chato disse...

Outra coisa que nunca pontuamos, a visão pessoal dele. Vai ver ele quer ganhar títulos na seleção, sob seu comando. Pode não ter preocupação em renovar para o futuro. Ainda mais agora, depois de perder Rio, daquela forma, talvez sua cabeça esteja em jogo e ele mais do que nunca ele queira ganhar. Então vai se fechar no que tem de melhor mesmo e tentar ganhar. Esse pessoal não entrega o cargo assim não e acho que ele não vai sair tão cedo, Paulo. Lá tem o poder, o status, a grana, coisas das quais não são fáceis de se abrir mão.

Não acredito que vou dizer isso, mas talvez seja o tempo da volta do Bernardo para a seleção feminina.

Paulo Roberto disse...

Concordo Yano, e não o culpo por isso, é algo da visão pessoal dele. O problema pra mim é mais em cima. O que as pessoas que gerem (?) o vôlei nacional pensam sobre isso? É natural que o técnico, por mais vitorioso que seja o seu currículo siga com status de incontestável?

MINEIRIM disse...

Não acho saudável essa troca de posições sempre impostas por Zé Roberto. Nunca achei bacana comparações, porém nesse quesito Bernardo sai na frente, não me recordo de na seleção ele fazer isso. Ponteira como oposto, ponteira como líbero,e o pior de tudo sem maior necessidade disso. Antes deslocar uma central para a função de oposto, já que uma ponteira completa de raiz é raro de se ver hoje em dia. Concordo com YANO O CHATO quando ele diz que Zé tem gana de títulos, é exatamente esse o ponto. Zé jamais sacrificaria um Grand Prix visando o futuro, prova disso é que as grandes jogadoras carimbadas do Brasil só não jogavam Grand Prix se pedissem dispensa. Ele infelizmente erra muito nisso. Outro ponto são os pífios testes que ele faz. Pra mim Fernanda Tomé não foi testada, acho uma grande falha julgar uma jogadora somente nas inversões. Vamos ver como será o futuro da seleção feminina...

Chandler Bing disse...

Se as jogadoras altas aqui no Brasil são lentas e descoordenadas, na minha opinião isso é "preguiça" dos técnicos na base.
Pegue como exemplo a própria Brayelin Martínez (Ponteira/Oposta dominicana de 2,01 metros) quando surgiu na seleção da República Dominicana. Martínez era desengonçada e bem mais lenta. Hoje em dia ela já melhorou bastante e ainda só tem 20 anos.

Não sei como funciona hoje em dia nas categorias de base do Brasil, mas antes as jogadoras mais altas eram sempre pra posição de meio-de-rede, com raras exceções, por exemplo, Mári.

Hoje eu já não sou tão à favor da convocação da Monique, mesmo ela sendo uma jogadora excelente, a altura em nível internacional pesa.
Se o Zé quer uma oposta de composição, que defenda bem e as vezes possa decepcionar, deveria pensar em deslocar a Natália de volta pra posição de origem.

Chandler Bing disse...

recepcionar*

Jerffeson Barbosa disse...

Quando a Boskovic começou jogar de titular na seleção da Sérvia ela era bem nova. Parece que a seleção brasileira não gosta muito de dar toda essa responsabilidade a jogadoras muito jovens. Resultado é que as outras seleções têm jogadoras jovens já com grande experiência. A Lorenne é jovem e tem muito a evoluir ainda? Sim, com certeza, mas ela ganharia uma experiência absurda se tivesse pelo menos treinando com a seleção principal. Se não para esse ciclo, para o próximo. Mas parece que a comissão técnica da seleção não consegue enxergar além de 2020.

Mts.tecasilva 191725rr disse...

Sempre fui e ainda sou fã do Zé mais também acho que em nome do nosso vôlei feminino esta na hora da visão da filosofia serem renovadas poxa nos disputamos uma Olimpíadas em casa como atual campeão e não ganhamos nenhuma medalha é pior não vi nenhuma autocrítica dessa comissão técnica eu concordo quando colocam aqui que hoje em dia estamos sim alguns degraus a abaixo de China,EUA, Servia e talvez até Rússia a nossa briga é com Holanda, Itália, Alemanha, Turquia , Corea
E sim esta na hora de pensar no futuro não permite renovação é condenar o Brasil a ser a quarta ou quinta força no cenário mundial por muito tempo. Vejo como a técnica chinesa preparou essa geração por vários anos sacrificando , vários torneios e campeonatos até ganhar o mais importante de todos com um time muito jovem ainda e parece já esta investindo em outra base dando rodagem . Queria queima minha língua mais acho que o mundial vai continuar sendo só um sonho não vejo o Brasil com condições de ganhar​ o mundial o ano que vem.

Anônimo disse...

Pessoal, eu concordo com muitas coisas já ditas aqui. Não é por acaso que ZRG é tricampeão olímpico, mas ele tem umas manias que chegam a irritar. Não é possível, por exemplo, que nunca tenha passado pela cabeça dela em fazer a inversão que tanto estamos comentando (Tandara na entrada e Natalia na saída). Não nos esqueçamos que ele conseguiu manter uma mesma equipe por 3 ciclos olímpicos e com uma baixíssima capacidade de renovação. A base dessa geração surgiu lá em 2005 e só algumas jogadoras tiveram chance no meio do ciclo (Natalia, Gabi, Tandara, Fe Garay). Não nos esqueçamos de que ele ainda quer convencer Sheilla e Fabiana de não se aposentarem da seleção.
Gosto do trabalho do Zé, mas acho que já deu pra ele na seleção. Este ano, por exemplo, eu preferiria perder campeonatos, mas ter o máximo de jogadoras sendo testadas. Vamos chegar no mundial do ano que vem, se continuarmos assim, com um time titular definido e com reservas que entram ocasionalmente e, portanto, não têm capacidade de contribuir para mudar o jogo. Na Rio/2016 aconteceu exatamente isso: tínhamos um banco que sequer foi utilizado decentemente.

Palpiteiro disse...

Minha impressão é que Zé Roberto só chama a jogadora se tiver muito destaque na Superliga e em time grande. Drussyla jamais seria chamada apenas pelo potencial, mas porque foi muito bem nas finais. Ele não vê a seleção como um lugar pra se desenvolver. Concordo com os outros que ele quer achar um conjunto ideal pra ganhar as competições e não necessariamente fazer renovação ou testar todas as formações. Só vamos saber se uma jogadora foi bem, se a titular não rendeu e precisou ser substituída, como foi o caso de Rosa. Ele deve estar na expectativa de render igual a 2008, quando achou o time ideal com duas ponteiras de força que, quando o passe não saía, elas resolviam na porrada ou no bloqueio, entrando ponteiras de composição pra fazer fundo e saque e, vez ou outra, inversão 5 e 1. Não vamos ter revezamento de liberos (pra recepção e defesa), como todo faz hoje em dia. Resumo: se o time der certo, não vai ter mais muito teste. Se alguma for mal, vai substituir pontualmente. E assim vamos até 2020, com o retorno de algumas veteranas talvez.

Kaike Lemos disse...

Nada contra mais , hoje em dia as seleções do mundo são muito altas. Não acho a Monique o que o Brasil precisa. Pode se dar uma chance a mais para Edinara e a Paula. (Obs: Paula foi prejudicada principalmente com a recepção de Osasco e os garranchos e melancias da Dani Lins. Tandara tem voltar a ponta na seleção com Natalia de oposta passadora. Se Macris ficar no banco eu endoido com o ZRG.

L. Mesquita disse...

Bom Dia Laura e amigos. Estive um tempo afastado, mas hoje li esse texto interessante sobre a posição de OPOSTA na seleção e, na minha opinião, eu jogaria com a seguinte formação:
1. NATÁLIA e TANDARA de ponteiras e MONIQUE de OPOSTA-PASSADORA.
2. NATÁLIA jogou assim no FENERBAHCE com a MARRET GROTHUES fazendo a função de OPOSTA-PASSADORA liberando mais a KIM para o ATAQUE nas passagens de rede.
3. MONIQUE jogou de OPOSTA-PASSADORA em partidas no SESC-RJ nas quais a ANNE BUJS com dificuldade no passe, foi liberada para o ataque.
4. TANDARA faria o papel que a KIM fazia no FENERBAHC e o que ANNE BUJS fazia no SESC-RJ, além disso, TANDARA jogaria na posição na qual ela se sente mais à vontade e rende mais no ataque, que é a entrada de rede.
5. Usaria a EDINARA na inversão do 5x1, pois a EDINARA é realmente versátil, mostrou que joga bem tanto de PONTEIRA como de OPOSTA, e EDINARA poderia fazer a mesma função de OPOSTA-PASSADORA que a MONIQUE.
6. Acho que MONIQUE e EDINARA são as melhores opções para OPOSTAS na seleção, porque elas são muito completas. Porém, deixaria a MONIQUE de titular, já que tem muito mais experiência e além de variar muito as opções de ataque, está sacando muito e defendendo como uma líbero, com a EDINARA entrando na inversão e ganhando experiência.

Eduardo Cesar disse...

Não acho o ZR um técnico ruim, acho ele médio, quando ele comandou a seleção masculina na segunda vez, saiu falando um monte dos jogadores, o Bernado assumiu e transformou aquela geração na mais vitoriosa da história.
ZR deu sorte de pegar uma geração feminina muito talentosa e ele sugou o máximo que podia dessa geração sem se preocupar com renovação e ainda tem esperanças de convencer muitas das jogadoras da geração passada a voltar a seleção, fora que perdemos alguns títulos por teimosia do mesmo.
Esse torneio que a seleção ganhou é sem importância e não mostra como a seleção realmente está, o ZR tem o apoio de alguns membros da CBV, pq caso não tivesse ele já estaria fora da seleção pela campanha na olimpíada, mas a nossa cultura e de vitórias caso o desempenho da seleção não seja bom nesses 2 primeiros anos acredito que o mesmo saia da seleção.

Saulo disse...

Já estou cansado de Zé Roberto de técnico. Monique, sinceramente, não dá. Gostaria de um time com Rosamaria, Drussyla, Paula Borgo, Lorenne, sangue novo. Deixem Natália, Adenizia, pra ano que vem no mundial. Enfim, minha paciência com esse cara acabou em 2012,ano em que as meninas foram ouro e que, nesse ouro, não te e méritos dele

Evandro Mallon disse...

Laura, tudo bem ?
Vê se você ( e todos os amigos do volei) concordam comigo:

O Ze sempre foi na contra mão da história. Em 2004 ele levou um time de veteranas e cansadas, que sucumbiram à potência da jovem Russia. A única veterana na Russia era Sokolova e a unica novata e potente no Brasil entre as titulares era a Mari.

Em 2008 ele leva um time jovem e potente quando as seleções embarcavam com veteranas e cansadas, porém experientes. Demos um show contra Russia, Italia, China...

Em 2012 ele leva um mistão de jovens e veteranas, porém ele nao soube dirigir e foi graças aos talentos individuais que ele nao paga um preço caro por isso.

Em 2016 ele tem um super time na mao, mas por cabeça-durismo dele paramos nas quartas. Tem mais, os dois técnicos mais fodões ( ele e dos EUA - que levou 3 levantadoras e usou uma só) pagaram caro por isso. Enquanto Lang Ping e Giovanni fizeram o básico e foram recompensados.

Em 2017 ele monta um time baixo, enquanto as seleções tem verdadeiras muralhas e potenciais de ataques enormes. Só ver Mihalhovich, Boskovic, Kosheleva, Goncharova,Ting Zhu, Diuof, e por aí vai, todas com mais de 1,90m, e pegando a bola a mais de 3,25m.
Só por comparativo, a Juciele bloqueia a 2,95m.

Anônimo disse...

Ele teve méritos na final, soube ler o jogo muito bem e passou algumas orientações que funcionaram. Não discordo de nada que falou, só acho que no jogo da final ele teve méritos. Até mesmo a Fabizinha em um documentário do SporTV disse que foi admirável a orientação dele em sacar na Davis porque ela recepcionou mal em um jogo de não sei quantos anos atrás...

Yano o Chato disse...

Mesquita, gostei da sua formação, mas não iria rolar porque a dona da vaga é Garay. Seriam Natália e Garay para passar e Tandara de Falsa ponteira. Mas eu apostaria nisso.

Mantronix Inc disse...

Na minha opinião atualmente a melhor ponteira passadora do Mundo é a Larson.

Mantronix Inc disse...

Yano

A pressão em cima do ZRG esta gigantesca não só pelo Rio 2016 mas como vc bem disse o farol do Bernardinho ta bem atrás.

Kaike Lemos disse...

Ainda mais com a Roberta levantando! Ele tem Fabiola e num usa! Com a Roberta vão engulir a Monique! Aí vcs me perguntam por que a Tandara não fica no bloqueio? A Tandara faz que nem a Wang Yimei passa pelo bloqueio na força. Precisamos de jogadoras altas na posição de ponteira oposta. Se for com Monique Zhu , Larson, Adams, Diouf, Martinez batem pra baixo.

Rodolpho Francis disse...

Evandro Mallon de onde voce tirou que a Jucy bloqueia a 2,95? Qual a fonte? kkkkkkkkkk

Chandler Bing disse...

Evandro, nenhuma jogadora ataca o tempo todo acima disso aí. No máximo umas bolas e outras. Em situação de jogo as grandalhonas atacam a pouco mais de 3 metros, pois existem vários fatores, como por exemplo, a altura dos levantamentos e o desgaste físico mesmo que acontece durante a partida.

A própria Diouf é bem toqueira pra altura que tem.

Yano o Chato disse...

Mantronix, O Bernardo é um farol bem alto, que não deve ser desprezado. Se eu fosse o Zé, colocaria as barbas de molho. Se bem que a mídia brasileira é bastante condescendente com ele, mas se não apresentar resultados, em breve, a própria mídia não demora a pedir o Bernardo na seleção e essa história de aposentadoria sempre pode ser revista.

Anônimo disse...

Vcs esquecem da Garay e da Gabi que estão garantidas no Mundial. Portanto seria um desperdício a Tandara no banco.
A Natália é muito mais completa e muito mai apropriada para ser ponteira. Achei correto investir em Tandara na saída.
Alias a Tandara sempre foi oposta, só no Nestle que foi ponteira, daí o passe caótico do time !
Unico erro dessa seleção está na insistencia em Juciely e Carol, muito baixas.

L. Mesquita disse...

Anônimo está com amnésia? Tandara já joga de ponteira há um tempão!!! Tandara jogou como PONTEIRA no SESI, no PRAIA e no NESTLÉ, sempre se destacando como PONTEIRA e não como oposta!

edsantos disse...

NAO DA MAIS PRA ATURAR O ZRG, NAO TEM RENOVAÇAO NENHUMA, ELE QUER GANHAR CAMPEONATO, NAO QUER TESTAR , NAO ARRISCA NADA, UM TORNEIO PORCARIA DESSES ELE NAO COLOCA UM TIME TODO NOVO EM QUADRA, MUDOU 2 OU 3 JOGADORAS DURANTE AS PARTIDAS , LEVOU 3 VETERANAS QUE SOBRARAM DA OLIMPIADA E QUE NUNCA SE FIRMARAM E AS MANTEVE COMO TITULARES DURANTE TODO O TORNEIO PORQUE TAVA COM MEDO DE PERDER , SE PUDESSE ELE LEVAVA TODAS AS VETERANAS MAS ALGUMAS SAIRAM E OUTRAS PEDIRAM DISPENSA OU ESTAO MACHUCADAS, ESSA E A FILOSOFIA DELE NAO PENSA LA FRENTE,COMO OS OUTROS TREINADORES LA FORA, O KIRALLY APANHOU QUASE 2 ANOS ATE FORMAR UM TIME PARA SER CAMPEAO MUNDIAL, DEPOIS SO MANTEVE LARSON E AKINRADEWO,. PERDI A PACIENCIA MUITO TEIMOSO, ISSO SEM CONTAR QUE VARIAS NOVAS QUE O ZÉ LEVOU EU NAO CONVOCARIA, ESSE TIME É MUITO BAIXO, ANTES A TECNICA COMPENSAVA A BAIXA ESTATURA , HJE NAO TEMOS MAIS ESSA TECNICA TODA , ENTAO EU ACHO QUE O TIME TINHA QUE SER MAIS ALTO

L. Mesquita disse...

KIRALY não é parâmetro... Técnico bons mesmo foram a LANG PING e o TERZIC que puseram CHINA E SERVIA como seleções de ponta!!!

Yano o Chato disse...

Isso mesmo!! Kiraly também costuma morrer na mesma tese, sem sair do manual quando o time está perdendo. Pra mim é a pior característica que um técnico pode ter: não usar as reservas na adversidades e perder com as titulares. Ou não modificar o esquema tático para ganhar.

Anônimo disse...

esse zé roberto é um zé b....... msm onde já se viu não testar o talento de paula e lorenne ????

Gilbert Angerami disse...

Quem ainda tinha alguma esperança..... É O O QUE TEM PRA HOJE (PRO GRAN PRIX, RS)

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/lesoes-tiram-gabi-e-juciely-do-grand-prix-e-ze-roberto-fecha-lista-do-brasil.ghtml

L. Mesquita disse...

TRÊS JOGADORAS COM PROBLEMAS NO JOELHO ESTÃO FORA DO GRAND PRIX:FABÍOLA,JUCIELY e GABI(SESC)!!!O excesso de jogos no clube e seleção estão estourando nossas jogadoras!!!Esse é mais um motivo para o ZÉ ROBERTO rodar mais o time e dar experiência para as mais novas,vocês não acham???Com isso,a lista para o GRAND PRIX é a seguinte:
Levantadoras:Macris,Roberta,Naiane;Líberos:Suelen,Gabiru;Centrais:Bia,Adenízia,Carol,Mara;Ponteiras/Opostas:Drussyla,Amanda,Natália,Rosamaria,Edinara,Fernanda Tomé,Tandara,Monique.