O caminho da volta

Um ano depois de cair na semifinal para o seu maior rival, o Rexona, e ter ficado fora do pódio da Superliga 15/16, o Osasco comemora o seu retorno à uma decisão. Retorno, aliás, em grande estilo, com uma vitória de 3x0 na série semifinal contra o Praia Clube.

O Papo elencou os três principais fatores para que a equipe paulista tenha escrito uma história diferente na temporada 16/17.

1- Renovação do elenco


O clube abriu as portas para jogadoras novas com vontade/necessidade de mostrar serviço. Umas procurando se recuperar outras buscando se firmar como foram os casos de Bia, Tandara e Paula Borgo. A entrada dessas e de outras jogadoras trouxe novo ânimo e uma mudança de ares necessária para o ambiente de trabalho desgastado que havia em Osasco e que refletia no desempenho em quadra.

2- Tandara

Depois de duas temporadas sem render o seu melhor, Tandara está como na foto acima: voando. Voltou a ser aquela atacante “matadora” que se destacou lá no Brasil Telecom e, depois, no Sesi e Vôlei Futuro. Está num ano especial e sua presença no Osasco tem dado tranquilidade ao time nas horas de aperto.


3- Estabilidade

A equipe da Superliga 15/16 era um amontoado de jogadoras. Nesta, é um time. Mesmo ainda tendo uma fragilidade na linha de passe, a segurança e a qualidade na recepção é maior, o que permitiu a existência de um padrão de jogo. A dupla de estrangeiras se adaptou bem ao estilo de jogo do Osasco e há uma inversão 5x1 confiável com a Carol Albuquerque e Paula.

Tudo isso, fez com que o Osasco fizesse uma campanha com bem menos tropeços e problemas, exatamente o oposto do que aconteceu com seu adversário de semifinal, o Praia Clube. 

Comentários

Deivid disse…
Acho o que mudou foi agregar Spencer Lee e outros membros que já trabalhavam em outros clubes com o Spencer, porque se dependesse do Luizomar o time continuaria a mesma coisa, quanto a evolução das jogadoras e renocação do time agora com Dani Lins grávida devem contratar outra levantadora, Naiane não deve ficar Minas, Fabiola vai para o Praia e sobra a Macris que pode ir para Minas, Osasco ou Barueri pode ser que venha uma levantadora estrangeira o ano que vem para um desses times. Quanto ao Osasco, mesmo não sendo torcedor do time torço que evolua principalmente no sistema ofensivo, o time é muito dependente de Tandara o que torna fácil para Rio ou Minas ganhar em uma eventual final.
L. Mesquita disse…
Acho q se DANI LINS soubesse usar mais sua oposta BJELICA e arriscasse mais com BIA pelo meio, o NESTLE se tornaria um time muito mais perigoso! Pra SUPERLIGA ate da pro gosta insistir na ponta com TANDAR, mas pro MUNDIAL, DANI LINS tera q variar mais o jogo. De qualquer forma, considero o time do NESTLE um timaco, um investimento muito maior q o do REXONA. O REXONA tem um time limitado fisicamente(ALTURA) coisa q nao eh problema pro NESTLE, q no papel tem um time mais alto e mais forte. Talvez se o SPENCER LEE assumisse de vez o time...
Cesinha disse…
observei alguns comentários acima gostei muito do anônimo sobre afronte ele foi muito feliz na observação muito bom mesmo imparcial e coerente
Acho que a evolução do Osasco se dá principalmente,pelo fato de menos estrelismo e maior coletividade, coisas que times anteriores sobrava (estrelismo) e faltava (coletividade), é um investimento em jogadoras mais jovens querendo provar seu valor, junto com algumas jogadoras muito experientes. Um técnico (mediano), com grandes assistentes...... Enfim essa é minha opinião..




Mi
Jess disse…
Falou tudo Leticia.. Mais coletividade e menos estrelismo..

Osasco vai pra final como "Franco Atirador"; Vamos ver o que vai acontecer..
O fator Spencer Lee agregou qualidade à comissão técnica do Vôlei Nestlé.