Rolê no Japão


Foto: João Pires/Fotojump

O Osasco confirmou nesta quarta-feira (15) o convite da FIVB para participar do Mundial de Clubes que ocorre em maio deste ano em Kobe, no Japão.

Acho muito bom que o Brasil tenha mais um representante no Mundial, ainda que, na minha visão, o mais justo seria convidar o Praia Clube. Mas sei que são outros critérios que são levados em questão para a formatação do torneio. 

De qualquer forma, o Osasco e a Nestlé têm um histórico muito bom no Mundial e até acho gostoso levar a rivalidade Rexona x Osasco para além do Brasil. Sem contar que, ter dois representantes no torneio, dá um peso mais justo ao vôlei brasileiro no cenário mundial. 

Neste ano, o Osasco terá ainda o reforço do patrocínio pontual da Vedacit. O Melhor do Vôlei indica que haverá contratações de reforços para o Mundial, pelo que dá para entender na confusa matéria que escreveram aqui .

Costumo ter o pé atrás com estes investimentos a curto prazo e estas pretensões de se montar um “supertime”. Com o Luizomar já se atrapalhando com os recursos que têm a cada ano, não vencendo sequer a Superliga, minha desconfiança com o “projeto Kobe 2017” é ainda maior.

Não é torcida contrária, é simplesmente não criar grandes expectativas. 

By the way, ao contrário do que disse o Bruno Voloch, a Unilever estará ainda apoiando o time do Rio de Janeiro no Mundial. O patrocínio só acaba ao final da temporada. Ou seja, não tem por que duvidar de que o Rexona estará na competição. 


Comentários

George disse…
Acho que se houverem contratações será de uma central forte, pois é inegável que a Bia precisa de uma companheira à altura, e uma ponteira para acompanhar Tandara. Já que o técnico é esse que todo mundo conhece, acho que com essas 2 peças a mais, o time ficaria bem competitivo. Isso se o treinador tiver culhão de fazer a Pani bancar e colocar a Carol no lugar. De que adianta uma levantadora campeã olímpica no banco se só usa ela na inversão? Enquanto isso, a Dani fica colando as bolas na antena ou jogando muito baixa nas pontas.
Dependendo dos grupos e chaveamentos, acho que ambos times brasileiros podem ir pras semis, não acho que estejam em um nível tão abaixo dos demais. Até porque, assistindo outros campeonatos mundiais, não tem nenhum supertime que esteja imbatível nesta temporada. Os brasileiros ganham muito dos outros em consistência, caso clássico do Rexona. O Nestlé precisa encaixar melhor as peças e parar esse eterno entra-sai da Malesevic sempre que a coitada espirra 1 passe.