O previsível - EUA 3x0 Japão


O Japão precisaria de uma combinação de fatores para conseguir a façanha de chegar à semifinal. Um deles seria contar com um Estados Unidos jogando bem abaixo do seu normal.

E olha que isso não ficou muito longe de acontecer. Os EUA deram muitos pontos em erros para o Japão, principalmente no segundo set. Erros bobos em toque de rede ou em ataques precipitados.

Senti ali em quadra uma certa displicência por parte das norte-americanas. Acho que os EUA pensaram que a vitória viria naturalmente e não mantiveram a concentração necessária para reagir quando foram mais exigidos no passe e no ataque, com a boa defesa japonesa. 
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Mas, como falei, somente as bobeadas norte-americanas não seriam suficientes para o Japão. Ele teria que saber manter a disputa no ataque. E isso foi difícil, mesmo tendo a Ishii com boa atuação. Sem um passe regular, e com Kimura bem marcada, a seleção ficou com menor poder de definição.

Poder que os EUA tiveram com todas as suas atacantes, com exceção da Murphy. A Glass jogou boa parte da partida com o passe na mão, tendo quase sempre as centrais à disposição.

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O Japão foi guerreiro, mas se despede da competição junto com a Coreia, o seu adversário da disputa de terceiro lugar em 2012. Acho que foi por lá que esta seleção parou, aliás.

E os EUA seguem para mais uma semifinal, como era esperado. 

Comentários

Bruna Volochova disse…
Esse foi um dos jogos mais sem graça até agora. Não dava para o Japão. Essa levantadora é muito imprecisa e coloca as atacantes, que são baixas, em dificuldade. Realmente os EUA jogaram pro gasto, relaxadas. Era para a Tailândia estar aqui.

Mas pior foi a Rússia.