GP - Brasil 0x3 China


Se ao final da primeira fase eu disse que o Brasil começava a ganhar cara, após a fase de Macau posso dizer que a cara está desfigurada. O primeiro golpe veio da Sérvia; o segundo, da China. Contra essa, pra ser mais realista, o Brasil levou foi uma surra – da qual até eu estou tentando me recuperar.

Minha afirmação no domingo passado estava muito relacionada ao sistema defensivo brasileiro. Se tínhamos problemas com o ataque, compensávamos com volume de jogo e boa organização no contra-ataque. Pelo jeito, a seleção deixou esta qualidade por aqui no Brasil.

Contra a China, apesar de nosso bloqueio dançar o tempo todo, a defesa até que funcionou bem. O problema vinha depois nos contra-ataques com erros de levantamento ou das próprias atacantes. 
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Novamente o Brasil errou demais, 25 pontos em três sets. E aqui vale pensar: o quanto destes erros foi provocado pela China? Os de recepção, provavelmente, a maioria. Zhu, que tanto nos preocupava no ataque, fez estrago mesmo no saque. Mas as demais falhas vieram das nossas próprias mãos.

Por isso é importante colocar as coisas nos seus devidos lugares. China e EUA estão sim um nível acima do Brasil, mas estão longe de serem a Cuba da década de 90. A China tem um time veloz, mas tem fragilidades na recepção. Tem um grupo jovem, que comete bastantes erros e que vai sentir a pressão se for apertada. Não esqueçamos que praticamente este mesmo time penou para vencer as reservas da Sérvia, da qual o Brasil venceu com tranquilidade.

Nesta partida, as chinesas deram algumas brechas, o Brasil é que, enrolado na sua incompetência, não as aproveitou. Esse foi o principal problema da seleção. Ela não se ajudou, sequer fez bem aquilo que competia a ela e acabou por deixar a China à vontade. A entrada no turbilhão chinês acabou por ser inevitável para um Brasil que não se acertava e, como consequência, não agredia. O que (não) foi nosso saque, por exemplo? Este fundamento está ainda por aparecer na temporada.
 
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Temos que nos convencer de que não teremos um time bom de virada de bola e que nossas melhores atacantes e bolas de segurança são nossas centrais. Incorporar de vez a ideia de que nem Sheilla, Natália ou Garay desencantarão e nos salvarão desta falta de poder ofensivo. Portanto, temos que investir na técnica e não na força, num fundo de quadra sólido que nos dê sustentação para enfrentar as equipes mais fortes ofensivamente. E, é claro, garantir que façamos isso bem. Não podemos cometer erros como estamos cometendo. Temos que dar jogo para o adversário e deixar que ele cometa as falhas. Em resumo: a seleção precisa deixar de ser Osasco e querer ser o Rexona.

O tempo de treinamento pode ajudar nisso, acredito. Mas a forma mais óbvia para caminharmos neste sentido é colocar a Jaqueline como titular. Não está compensando de forma alguma ter Natália e Garay como dupla de ponteiras passadoras. 
A Garay nesta partida até teve um bom desempenho no ataque. Foi ajudada pelo cruzamento com a levantadora reserva no bloqueio (ajuda que era melhor nem ter vindo, aliás. A Ding entrou num pique que foi difícil do Brasil acompanhar).

Só que no passe, a Garay continua comprometendo – mais do que a Natália, a meu ver. E tem um bloqueio e defesa inferiores à “concorrente”. No fim, é uma disputa de baixa qualidade para uma posição essencial. Algo me diz que, definida a Jaque como titular, o troca-troca entre Natália e Garay será constante. 



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- Uma hora no tempo técnico o Zé Roberto perguntou ao time: “o que nós temos na cabeça”? Eu perguntei isso a Dani Lins. Nas viradas, para se fazer justiça, há pouco o que se criticar, até mesmo pelo passe que ela recebeu. E a Dani deixou diversas vezes as atacantes com bloqueios quebrados e elas que não souberam aproveitar. Agora, nos contra-ataques a levantadora comprometeu na qualidade das bolas ou na escolha de jogadas. Para que chamar meio-fundo quando se tem três atacantes na rede e a jogadora acionada está tendo que se reerguer depois de uma defesa?

- Não ia mudar o rumo da partida, mas o Zé Roberto poderia ter colocado uma das centrais reservas. Nosso bloqueio precisava de agilidade, coisa que nenhuma das torres gêmeas tem. Como mal utilizamos o ataque da Fabiana, não se perderia muito.

- Não tenho visto toda esta diferença de qualidade entre a Camila Brait e a Léia. Muitos torcedores têm achado que a líbero do Minas está melhor. Creio que defensivamente as duas estão no mesmo nível. No passe, o trabalho tem sido duro para as duas que respondem com altos e baixos. No terceiro set contra a China, a Léia deu uma cobertura maior à Garay. Praticamente colou na ponteira, assumiu o passe e se saiu bem.

A verdade é que esta era uma briga que, para mim, já estava definida a favor da Brait. A Léia, aproveitando bem as oportunidades, igualou a disputa. Aliás, só o fato de a Léia estar tendo estas chances é um avanço se considerarmos que o grupo é comandado pelo Zé Roberto, que adora morrer abraçado com certas escolhas. Até mesmo por isso, ainda acho que a Brait tem mais chances de ir aos Jogos. E, pessoalmente, confio mais nela do que na Léia. Vamos ver como são os próximos capítulos desta briga. Quem sabe não vão as duas?

Comentários

Vicente Maia disse…
Ontem o Brasil fez uma partida já esperada. O despertador tocou e eu fiquei pensando se iria assistir o passeio que o Brasil iria levar. O time está não apenas mal individualmente. O time está sem consistência, estratégia, sem plano e padrão de jogo, parece uma barata tonta dentro de quadra. Eu vejo a seleção jogar e me lembro do Osasco. Um time que parece um amontoado de boas jogadoras que destroça os times pequenos, mas que quando pega um time grande, que não deixa ele jogar, amarela. O nosso bloqueio simplesmente não funcionou ontem. Faltaram centrais rápidas e que compusessem o bloqueio a tempo com a ponteira ou oposta. Onde anda mesmo a Carol? Para bloquear times rápidos, acabando com essa lenda, não é imprescindível ser alta. O José Roberto Guimarães inclusive falou explicitamente isso ontem. Contra a Rússia, que ataca bola alta e lenta na ponta, a altura é um diferencial e a velocidade não, mas contra times rápidos, uma central lenta é inútil. Porque a Carol é seguidamente a melhor central da Superliga que contava com Thaísa e Fabiana? Porque o ataque na Superliga não é alto e lento! Juciely seria muito mais efetiva do qualquer uma das torres gêmeas ontem. A quantidade de erros cometidos é assustadora e o contra-ataque não funciona. Outro ponto fraco do Brasil nesses jogos tem sido o saque. Saques pouco efetivos, isso quando acertam. Thaisa que é uma grande sacadora não tem acertado. Só Roberta tem se salvado nesse fundamento. Carol, cadê você?
O que não gostei.
- Dani Lins em qualquer fundamento. Distribuição, bola de segunda, precisão no levantamento, etc. Nada funcionou.
- Natália – é triste ver a melhor jogadora brasileira em atividade, a única que realmente define, fazer uma partida daquela. Parecia a Tandara, fechava os olhos e mandava a porrada. Resultado? Bola no pé. Infelizmente a saída dela tirou a única bloqueadora efetiva do time brasileiro.
- Thaisa – a minha grande decepção nessa seleção, porque eu tinha muitas esperanças nela. Não ataca porque o passe está ruim, tudo bem, mas não tem bloqueado nada ultimamente. Lenta, mas MUITO lenta, não consegue chegar em um único bloqueio à tempo. Deveria ter sido substituída.
- Fabiana também não foi bem, nem no ataque, devido ao passe, nem no bloqueio porque apesar de mais rápida que a Thaisa não foi o suficiente.
Sheilla não conseguiu se acertar ontem, poucas bolas, pouca motivação, não sei. Acho que Natália como oposta foi melhor.
O que gostei.
- Léia está se consolidando como escolha definitiva. Não foi perfeita ontem, mas errou pouco e não se intimidou. Nunca gostei do voleibol da Léia, achava ela muito instável e frágil, se machucava na hora mais crítica dos campeonatos. Outra coisa que não gosto nela, e também na Roberta, é uma completa falta de vibração, de liderança e motivação. Ela parece que não conhece ninguém no time, não fala com ninguém. Acho que o fator Fabizinha ainda é forte na minha memória. Ela começou mal no início dos treinamentos, mas foi evoluindo e hoje, acho uma opção melhor que Camila Brait. Não acredito que escrevi isso. ☹
- Roberta defendeu muito no pouco tempo que esteve em quadra e deveria ter substituído a Dani Lins, mas o treinador não vai mesmo leva-la, então acho que é melhor deixar mesmo a Dani Lins para dar mais ritmo de jogo a ela.
- Fê Garay – Sim, eu gostei da Fê Garay! Lembrando que ela é uma jogadora de ataque e não é, nem nunca foi, uma passadora nata. Não foi e nem nunca vai ser. Ela precisa de uma outra ponteira que passe bem junto com ela, por isso a dupla com Natália nunca vai funcionar.
- Jaqueline por mim nem teria sido convocada, ainda bem que o José Roberto Guimarães não me deu ouvido. ☺ Ela fez o que sabe, passar e atacar razoavelmente bem, quando tiver uma melhor condição física deve render muito mais.
Vicente Maia disse…
CONTINUAÇÃO.
Sobre o futuro.
Em 25/05/2016, escrevi aqui um comentário no post “Jogos 2016 tomando forma” onde coloquei minhas expectativas sombrias em relação à seleção. Infelizmente, elas se concretizam a cada jogo. Sinceramente, acho que o Brasil é passado. Atualmente o Brasil tem sua base em jogadoras na faixa dos trinta anos e entra ano e sai ano e não aparece ninguém para substituí-las à altura. A nossa nova geração é mais baixa e menos habilidosa. Nosso investimento na base fraco. Mas também quem vai querer jogar vôlei quando tem jogadora convocada pra seleção principal que ganhou 40 mil reais na temporada passada? Onde tem clube na Superliga com 600 mil para a temporada? Onde os clubes ficam mendigando para conseguir um patrocínio e muitos se extinguem por falta dele? Em conversa com um membro da comissão técnica sobre isso, ele falou que os EUA testaram quase 700 jogadoras num passado recente e o Brasil pouco mais de 40. Futuro incerto esse para o voleibol feminino. Se não mudarmos isso, passaremos a ser apenas meros coadjuvantes no cenário mundial.
O Brasil foi superado por outros times que trabalharam muito nesses 4 anos, como EUA, China, Rússia e Sérvia. A curto prazo deve ser superado também pela Itália que está olhando para o futuro enquanto o nosso time está olhando para o passado. Acredito que China vai dominar amplamente o voleibol feminino na próxima década. Tem jogadoras muito jovens, muito altas e muito ágeis e rápidas. Combinação difícil de encontrar. Eles estão investindo muito dinheiro na sua liga nacional que em breve deve superar a da Turquia.
Sobre as Olimpíadas.
Tudo então está perdido? Não acho. O Brasil precisa encontrar um padrão de jogo, se unir como fez no passado e se superar. Além do mais, temos o fator casa que é uma grande vantagem. Vamos torcer para que consigamos mudar esse cenário e conquistarmos uma medalha.
Welmer Sales disse…
Essa partida me deixou muito irritado! Hoje as meninas foram completamente envolvidas pela velocidade do voleibol chinês e não conseguiram encontrar uma saída.

O Zé mais uma vez começou com Natália e Garay de titulares, mas acho que depois de hoje ele deve ter percebido que é inviável ter as duas em quadra ao mesmo tempo. Para o bem da seleção Jaqueline deve ser titular e a partir daí dá um padrão de jogo à nossa seleção que ainda está sem norte o que é personificado nas atuações da Dani. Nesse estágio de preparação, China e EUA realmente estão à nossa frente, mas a seleção igualou o jogo em alguns momentos da partida, só que na primeira adversidade que encontravam o time se perdia totalmente e a China abria vantagem. O saque chinês agrediu muito, principalmente a Garay, e o Brasil não conseguiu fazer o mesmo, exceto em umas sequências da Fabiana. O nosso ataque é tão problemático quanto a recepção, as centrais são as nossas principais armas, mas não entendi o porquê da Dani não ter utilizado mais a Fabiana, nas redes de 2 era bola para a ponta e Fabiana geralmente passava em branco.

Sobre Brait e Léia, é uma situação muito semelhante a de 2012, Fabi estava claramente ameaçada pela Brait, que naquele momento, pra mim, Camila estava num melhor fase que a Fabi. Hoje, não vejo essa superioridade da Léia em relação à Brait, vejo as duas num nível muito próximo e acho que estão exagerando nas críticas à Brait. Acho que todos esperávamos que a Brait tivesse a mesma personalidade da Fabi, só que isso não vai acontecer, a Camila é uma boa líbero e mostrou isso no Mundial de 2014 onde foi muito bem.

Essa derrota tá longe de ser o fim do mundo, mas mostrou que seleção tem algumas coisas para acertar e melhorar.
Fernanda Machado disse…
Oi Laura! Acho q o Brasil está padecendo da falta de ritmo e de vontade! Parece q as jogadoras estão c preguiça! Não acho q o Brasil é passado, ao contrário, ainda temos chances e grandes, mas p isso teremos q ajustar algumas coisas. Não entendo o enaltecimento exagerado a Jaque e em contrapartida as críticas em excesso a Natalia. Hoje o time fora composto por Garay e Jaque... Melhorou o que? Tomamos 3x0.. A Jaque pontuou em 3 sets menos q a Nat em meio..Agora a Garay é definidamente a pior jogadora do Brasil atualmente, não passa, não bloqueia e ataca bem pouco.. As centrais estão lentas e a Dany não está inspirada.. Se Leia fosse melhor q Brait tinha resolvido hoje, não o fez.. Gabi entra muito mal.. Qto a Tandara não dá p comentar, deveria ser dispensada agora!
Laura disse…
Vicente, a lembrança do Osasco me veio de cara nesta madrugada. É bem isso q vc falou, a seleção tá totalmente sem estilo de jogo, coisa que achei q estávamos começando a desenvolver na primeira fase.

Confesso q tb lembrei da Carol... Faz bem dois fundamentos nos quais o Brasil está muito mal. E é bem isso, a altura contra estas equipes não é essencial. Tanto a Carol quanto a Jucy se deslocam rápido e chegam inteiras nos bloqueios com mto mais facilidade.

Sobre a Thaisa, concordo com vc, está devendo muito no saque e no bloqueio.

Não sei se no fundo não quero perder de vez as esperanças em relação à Natália, mas gostei da entrada dela como oposto. Vai que por ali ela não desencanta no ataque que, a final de contas, é só o que se espera dela. Diria que não custa nada tentar, mas sei bem que dificilmente o Zé apostará nisso nas próximas rodadas.
Laura disse…
Oi, Fernanda! Acho que a presença da Jaque no time titular é importante para a seleção, mas como vc falou, não é a solução para todos os nossos problemas. Viu-se isso claramente hj contra a China. A questão é que a composição Garay e Natália nos expõe demais no passe e pouco compensa no ataque. Não tem como permanecer com ela.

A cobrança sobre a Natália é exatamente oposta à da Jaque. Até pelo o q ela fez na SL, espera-se que ela vire no ataque, coisa que não está fazendo. Ou melhor, nesta partida só foi fazer qd entrou como oposto.

Welmer, tb vejo as duas líberos num nível mto parecido. Só que, apesar de não ter a personalidade da Fabi, acho que a Brait comanda melhor o fundo de quadra - talvez até pelo tempo que joga junto com as demais.
Rafael Grapper disse…
Esperando a dispensa da Tandara...
e Natália, se parar de atacar reto sem fazer nenhuma finta de corpo vai perder a vaga pra uma Garay que não tá jogando nada. Ainda prefiro a ex-jogadora do Rexona pelo bloqueio e fundo de quadra...
e quanto as centrais, ainda acho que a Jucy toma a vaga da Thaísa.
e por último, briga pela vaga de líbero: a Léia pode estar até em um melhor momento que a Brait mas não passa nenhuma confiança ao time, me lembra a esforçada e corajosa Fabíola no mundial de 2010, a cada bola levantada eu fechava o olho...rs (nada contra a Fabíola, pra mim a jogadora que mais evoluiu nos últimos anos na seleção)
Gabriel disse…
É realmente assustador ver o Brasil ser atropelado como vimos, não estamos acostumados, mas é uma realidade que teremos que aceitar. Como já foi comentado nossa seleção está envelhecida e os novos valores não ganham tanto espaço, como vemos acontecer nas principais seleções do mundo, enfim... Acredito que este jogo serviu para mostrar ao Zé definitivamente que a dupla Natália/Garay não irá vingar. Aliás, se este é um campeonato para testes, senti falta de algumas opções. Por que não iniciar com a dupla Natália/Jaqueline, dupla titular no Mundial 2010? Garay está com uma péssima recepção e defesa, bloqueio nulo, e só hoje rendeu um pouco mais no ataque. Quando vi a formação do time já imaginava que poderia acontecer o que aconteceu... Quantas partidas mais precisa pro Zé entender que Jaqueline não pode ser banco e precisa começar a pegar ritmo de jogo? As centrais jogaram pouco, mas vi várias bolas que vieram na mão da Dani, e ela não botou uma sequer pra Fabiana, como pode numa rede que estava travada e ela não usar Fabiana uma vez?? Acredito que foi no segundo set. Me incomodou o fato dela não ter colocado nossa central mais forte no jogo. E mesmo não tendo passe A, nós sabemos bem (vide os tempos de Sesi) que a Dani consegue jogar com a Fabiana até com passe C. E o que foi aquela jogada china com a Thaísa, que o mundo todo sabe que não é o forte dela?? Mas não vou falar muito da nossa levantadora, Pq acredito que ela está tendo um trabalho absurdo com esse troca-troca de atacantes e a recepção deplorável do time. Mas fica a pergunta, e a Roberta? Pq não testá-la num jogo de tanta pressão, de nível técnico tão alto, em que o time todo estava completamente perdido? Cadê o teste? Pq não ter dado chance a Jucy ou Adê?
Sobre as líberos, foi a melhor apresentação da Leia na seleção, mas sinceramente, ainda prefiro mil vezes a Camila Brait, não posso julgar por um jogo bem feito pela Leia, Camila está devendo na recepção sim, mas temos que lembrar que ela jogou até agora apenas com a pior formação na linha de passe do Brasil e teve que enfrentar saques muito mais poderosos que os dos jogos da Leia... Brait e Jaqueline juntas teriam muito mais entrosamento e renderiam muitos mais do que com a Leia na linha de recepção, que não é uma libero exímia passadora como a Brait... espero que o Zé ainda dê oportunidade pra Brait mostrar a líbero que ela foi no Pan e no Mundial... Ou a solução seria levar as duas e Brait ficar na recepção e Leia na defesa.
Tandara está há um passo de ser cortada, acho que o Zé já está perdendo a paciência. Hoje uma solução seria levar Natália para essa função, e na vaga restante, Mari Paraíba, como uma opção de atacante com passe regular, não podemos depender também só da Jaque.
Esses jogos foram muito bons para o Brasil cair na realidade e ver que ainda precisa trabalhar muito e ainda tem muita coisa pra ser ajustada no time, muita água ainda vai rolar, mas continuo torcendo e confiante no talento das nossas brilhantes jogadoras e espero que todas reencontrem o seu melhor voleibol!
Renato Santos disse…
Podem falar o que quiser dele, mas quando o Ary Graça era presidente da FIVB, o Brasil tinha a melhor base do mundo (Masculino e feminino), por isso conquistavamos ótimos resultados nos mundiais. Dai foi ele sair que a vaca foi para o brejo literalmente, já que o trabalho esta sendo mal feito e as jogadoras novas que tem aparecido na base são medianas e baixinhas.
O Brasil não vai subir no pódio por um bom tempo, pois as seleções tops estão com gerações fantásticas, enquanto o Brasil vive do passado.
Renato Santos disse…
Falando sobre o jogo. O Brasil levou uma surra mesmo e as jogadoras e comissão técnicas ficaram tão abalados que nem subiram no pódio que a China montou para presentear os participantes dessa fase no GP. Isso pegou mal, mas entendemos que elas não esperavam perder dessa maneira.
O Brasil esta sem estilo de jogo, desorganizado, previsível e nossa seleção esta envelhecida.O ZR deveria ter renovado mais para chegarmos com uma seleção competitiva na olimpiada, mas agora é tarde e teremos que ir com o que temos.
A situação é extremamente preocupante, pois a Sheilla anda fazendo 2 pontos por jogo, a Gabi toma muito bloqueio por ser baixinha, a Garay e Natália estão super instáveis e a Tandara fora de forma. A única que se salva é a Jaque que ainda não esta 100%. Se a Helo e a Paula Borgo tivessem tido oportunidade antes poderiam brigar por uma vaga na olimpiada, pois nosso jogo esta super manjado.
A Leia vive uma fase melhor que a Brait, por isso eu a levaria para a olimpiada. Tem que levar quem ta jogando melhor e não por passado.
L. Mesquita disse…
Gostei da ideia do Gabriel, acho importante ter uma jogadora c/as caracteristicas da MariPB no grupo e nao ficar dependendo da saude da Jac somente. E decidir se Adenizia ou Natalia vao revezar c/a Sheila, pq Tandara esta fora de cogitacao.
Isa Costa disse…
Não sei nem o que dizer, pensei que o início um pouco atrapalhado no Brasil seria superado com a etapa da China mas vi o time cair cada vez mais em todos os fundamentos.

É irritante ver jogadoras velhas já na seleção cometendo erros o tempo todo, erros de saque, levantamento, recepção, ataque e leitura de bloqueio.

Nossa seleção já foi toda decifrada pelos outros times, o Zé acha que em time que tá ganhando não se mexe e por isso quer o tri com a mesma seleção de Londres, só esqueceu que 4 anos se passaram e as jogadoras além de não terem mais o mesmo desempenho ainda tem os seus golpes marcados e anulados pelas adversárias. Natália só sabe atacar na diagonal? Assim fica muito difícil né, até o ZR já se irritou.

Sou obrigada a ver os outros times passando fácil pelo Brasil e rindo a toa por terem ganhado da seleção bicampeã olímpica. Não estava preparada para ver as meninas se entregarem assim, não consigo nem imaginar o Brasil voltando a ser um time instável e capenga de novo, que não ganhe mais medalhas de ouro nos próximos anos, mas que tenha dignidade de se manter na elite pelo menos.
Vicente Maia disse…
Isabella,
citando você, "Nossa seleção já foi toda decifrada pelos outros times", eu não poderia dizer melhor. E a quantidade de erros, 25, é um set inteiro. Agora é uma corrida contra o tempo para tentar arrumar a casa da seleção brasileira.
Boa tarde,
Realmente o Brasil foi massacrado pela China.
Na verdade estamos sem conjunto que sempre foi o forte da seleção brasileira
O Brasil nunca se destacou pela sua individualidade e sim pelo grupo
O grupo deve estar unido!
Jogando em conjunto, foi assim que conseguimos o bi olímpico
Realmente precisamos de um oposta reserva para subistir a Sheila e entrar nas inversões, porém tandara é fora carta do baralho.
Devíamos tentar a paula borgo e helo..pois voleibol tbm é fase e ela estão em ótima fase.
Jaqueline é exatamente necessária para time titular.
Quanto a levantodara devemos esperar a fabiola, pois o grupo não joga com a Roberta lembrando não que a Roberta esteja ruim, mas ela não vibra e não está entrosada com o grupo é para quem jogo em conjunto isso é muito importante. E tbm Dani Lins não vive uma boa fase faz tempo, faz escolhas erradas e não está precisa no levantamento, o Brasil precisa jogar com mais velocidade, lembro dela no SESI o passe podia vim C que fazia uma jogada rápida com a Fabiana no meio, agora ela não consegue?
Quanto a líbero a brait ainda é melhor opção pelo grupo ela já joga com grupo a muito tempo, em Londres ela estava melhor que Fabi, mas Fabi fazia parte do grupo a anos e depois ela correspondeu nas olimpíadas!
Quanto as meios de rede Fabiana indiscutível titular, thaísa ainda não está na melhor forma, juciely é hoje a terceira central, mas esse jogo da China era para adenizia ela é a melhor bloqueadora e além disso ela motiva o time. A juciely ataca melhor que adenizia porém bloqueio rápido é com a adenizia.
Agora a Gabi não é jogadora de seleção! Na minha opiniao não vai acrescentar em nada no grupo.
Quanto a garay ela precisa melhorar, acredito que ela está se achando muito, precisa de mais humildade.
E a Natália ....saudades da naty do rexona....vamos ver se ela descanta ela é extremamente importante para o esquema da seleção brasileira.
Me deu saudedades da Paula pequeno aquela tinha garra jogava com o grupo.
Acredito que Zé vai ter muita dor de cabeça .....ele precisa arrumar uma esquema tático para o grupo acredito que tem que jogar com mais velocidade, não vejo o Brasil se reinventando fazendo novas jogadas ...
Murasaki Akane disse…
Eu poderia falar sobre vários dos problemas que o Brasil demonstrou nesta partida contra a China, mas só vou comentar sobre a jogadora que mais tem me tirado do sério nesses últimos jogos: Dani Lins. É fato que o passe está instável e nota-se que o clima na seleção está pesado. Não estou aqui criando teorias da conspiração, digo isso porque durante o jogo os erros se acumulam e tudo desanda. Independentemente disso, houveram vários momentos em que o passe deu uma normalizada razoável ou que elas conseguiram um contra-ataque. E o que acontecia? Diversos erros técnicos e/ou táticos da nossa levantadora. Não é à toa que o Zé Roberto ficou ensandecido com a Lins depois de uma china baixa para a Thaisa; Dani inclusive tinha cara de choro no começo do terceiro set. Ela precisa acordar para vida o quanto antes, pois tem deixado a desejar já faz dois anos. Ou então que a Fabíola consiga voltar bem
Marco Barbosa disse…
Querida Laura, caros leitores, peço ajuda a quem puder lembrar qual foi a última vez em que a SFV voltou de uma etapa do GP com somente uma vitória; arrisco dizer que na era JRG esta foi a primeira vez. Nosso time de balzaquianas não deve ter a pretensão de encarar nos mesmos termos, no que se refere ao potencial físico e de velocidade, equipes com média de idade quase uma década menor. Por mais que seja cuidadosa a preparação física, há uma inevitável diferença. Hoje a Seleção brasileira está sozinha nesse "grupo etário", pois Rússia e Itália, que nos acompanhavam em um perfil semelhante, prescindiram de suas veteranas e não contarão com nomes como Sokolova, Gamova, Lo Bianco e Piccinini. Assim, para continuarmos no topo, disputando contra times mais altos e vigorosos, nosso diferencial teria de ser o que as jovens adversárias ainda não têm: experiência, frieza e capacidade de tomar as rédeas da partida, guiando-a para onde for conveniente; ou seja, como bem disse você, Laura, mais ou menos como o Rexona das últimas SL. Lastimavelmente ainda não vimos isso na temporada olímpica da SFV. Não temos mais o vigor e a velocidade de outrora, nem conseguimos impôr nossa maior vivência. O time parece-me visivelmente incomodado, atônito, talvez carente de confiança e receando a pressão de jogar uma olimpíada em casa. O ritmo dos trabalhos do JRG e de seus auxiliares (espanta-me como o Cláudio Pinheiro parece alquebrado, como se houvesse envelhecido da noite para o dia!) está muito lento e não ajuda em nada a construção desta equipe, já que nessa altura sequer temos uma inversão definida, algo óbvio. Quando as jogadas da inversão serão trabalhadas, se nem sabemos quem a comporá? Não vimos solução para o passe, sequer uma sacadora definida para o desafogo (papel por muitos anos exercido pela Amanda, e agora pela Drussyla no Rexona, não é algo trivial e precisa ser treinado). Saí deste fim-de-semana em Macau com a impressão que este time poderá estar pronto para o Mundial de 2018, não para a Olímpiada em menos de dois meses.
PS: Acho que a Monique precipitou-se em achar que não tinha chance de ser a reserva da Sheilla; e hoje o JRG deve ter olhado mais de uma vez para o "chiqueirinho" procurando pela Carol para colocá-la no saque.
Marco Barbosa disse…
Não queria estragar seu fim de domingo com meu mau humor, Laura. Se serve de algum consolo, o uniforme da China é horrível!
Rah Silva disse…
Injustiça bem desde início e Ouro olímpico e tricampeonato cada vez mais distante do Brasil e mais próximo da China kkk
Primeiramente sei da importância da Sheilla mais ZRG não da moral para outras atletas como Helo, Paula e Joycinha uma das Melhores opostas da Turquia no campeonato passado e queimada na seleção pela Dani Lins e suas escolhas horrorosas em seus levantamentos, vide as bolas e reclamações do ze com ela hj.
Falando em Levantadora posição bem invista ocupada por Naiane, porque a Claudinha merecia muito estar ali.
Ponteiras, o Brasil depende da Jaque a é nossa melhor ponteira "na Seleção" está dando show no passe como sempre e brilhando no ataque. Acho meio injusto a Michelle não está ali, tanto pelo q jogou na superliga quanto pq o Brasil sorte muito no passe e Jaque estava meio "quebrada" seria ótima opção de reserva para o passe e o zrg refinaria melhor o ataque dela.Centrais: Jucielly está sendo a melhor ali no grand prix da seleção, ataca uma China infalível, Bloqueia bem e está sempre bem posicionada dando baile na Thaísa. Adenizia não está sendo testada de Central. E de oposta improvisada n rola kkk Carol seria melhor opção no lugar de ade.
Líbero enfim Léia vive de momentos, sim eu concordo, porém está melhor q a Brait. Mesmo eu achando q a Suelen é mais líbero que as duas.
Não sei mais meu sonho seria ver o Bernardinho na Seleção feminina e salvar o tricampeonato olímpico 😥
A seleção Ta de passar vergonha vai apanhar e muito dos Estado Unidos, Rússia, Sérvia, China principalmente e até da Turquia se brincar.
#Vergonha
Mantronix Inc disse…
Não vou fazer nenhuma crítica em particular a nenhuma das nossas atacantes.

Sheilla não é a nossa Boscovick, não é a nossa atacante definição.

As nossas atacantes principais são as nossas meios.

Dani levantou alguns tijolos.

O bloqueio da China foi que acabou com o Brasil.

Não gosto muito da vibe da Léia, jogadora q não vibra, não demonstra garra, e técnicamente ainda sou mais a Brait.
Welmer Sales disse…
Tava aqui refletindo sobre a seleção e acho que o maior erro do Zé foi ter definido na sua cabeça o time titular prematuramente. Pra mim, é claro que ele achava que a formação ideal era Dani/Sheilla/Garay/Natália/Fabi/Thaisa/Brait. Aí fico me perguntando será que ele não pensou que essa formação não poderia dar certo em quadra? É um time que pode estar funcionando muito bem nos treinamentos, mas é aquela história treino é treino e jogo é jogo. Em nenhum dos vídeos dos treinamentos postados pela CBV houve alguma mescla de jogadoras ditas titulares e reservas. Desse time titular do Zé só acho que só as centrais são unanimidades. Garay e Natália têm a favor delas a questão do mérito por terem feito uma temporada de clube melhor que as demais jogadoras da posição, mas ainda assim sempre questionei se dupla funcionaria bem em quadra. Sheilla é titular porque não encontraram uma oposta que pudesse fazer frente a ela, Tandara nunca foi uma ameaça real à Sheilla. Dani é unanimidade tecnicamente falando, mas desde que o mundo é mundo sua cabeça e tomada de decisões são questionadas, todos esperavam que depois de Londres a Dani deslanchasse, mas isso não aconteceu. Brait (ainda) é sucessora natural da Fabi, desde Londres a Camila pedia passagem e no mundial de 2014 comprovou porque merecia ser a líbero da seleção. Hoje a Brait pode não está na sua melhor fase, mas ainda acho que é a melhor opção para líbero da seleção.

Enfim, como o Zé tinha o seu time definido e acho que isso era claro para muita gente, acho que ficamos na bronca hoje porque esperávamos resultados e que esse time rendesse em quadra, só que isso não aconteceu e aí vem os questionamentos. Acho que o Zé e a CT devem ter tirado aprendizados desse final de semana e espero que eles usem esse restante de Grand Prix para fazerem testes. Feitos os testes e tirado suas conclusões, a seleção mais ou menos um mês para treinar e aperfeiçoar que tiver que ser aperfeiçoado. Por enquanto, a única coisa que quero ver é as meninas com mais garra e concentração em quadra.
Sinceramente foi decepcionante o comportamento da seleção neste jogo.
Nat/Garay - sem passe. Pouco eficiência na virada de bola
Pany Lins - como sempre dando pane (alguém viu a Claudinho por aí?). Tudo bem que estávamos com passe b e c, mas era cada jaca.
Roberta - pq não deixa-la a prova. Na pressão costuma render bem.
Sheila/Tandara - não tá rendendo. Sheilla e Tand sem ritmo. Tandara cortada já. Monique minha filha cadê vc???
Thaisa/Fabizona - sem passe nada fizeram. Carol??? Jucy???
Leia - foi bem, apesar de tudo.

Gostei da Nat como oposta... vamos ver
Alguém sabe da Maria PB, não podemos levar só Jake pra olimpíada.
Vicente Maia disse…
Marco Barbosa,
eu complementaria "o JRG deve ter olhado mais de uma vez para o "chiqueirinho" procurando pela Carol para colocá-la no saque" E NO BLOQUEIO porque Thaisa marcou 2 pontos nesse fundamento hoje e ontem Juciely foi muito mais efetiva do que ela tanto no bloqueio quanto no ataque.
Dani Lins nunca será problema.
Sempre será solução.
Camila Brait tem que ser titular - é melhor, mesmo Leia em boa fase ficam iguais, e a Brait tem mais experiência para a hora da onça beber água.
Jaqueline está fininha, em forma, e nessas condições é titular absoluta.
Garay não pode sair, força e atitude.
Por último, com Sheila sendo Sheila e mais o fator torcida, dopping emocional, temos chance.
Alysson Barros disse…
As seleções brasileiras de vôlei têm o conservadorismo como princípio de trabalho e o expoente máximo disso é o senhor José Roberto. E, quando é para "inovar" e "renovar", se aposta em jogadoras de menos de 1,80m (Gabi). Muito me surpreende o fato de a Roberta estar ali.

Agora, a novela em cima da Fabíola e de que após quatro anos do mico do aeroporto, ela de repente se torne imprescindível. O técnico diz em entrevista que vai esperá-la até o último momento. Vai esperar agora porque não tem mais um time na Superliga e levantadora pra usufruir da estrutura da CBV? É uma hipocrisia sem igua. É enojante. Esse técnico deveria ser duramente criticado por todas as suas inúmeras trapalhadas ao longo dos anos, porém está blindado pelo tricampeonato olímpico que possui.

Uma das jogadas contra a China ilustra bem o nível do time atual: a levantadora chinesa fez uma finta na Thaísa e ela ficou perdidona procurando a bola, olhando pro lado e virando as madeixas como se fosse comercial da Pantene para o outro lado. Perdidinha. Ilustração máxima da lentidão do deslocamento da central. O corte da Carol foi a primeira presepada do técnico sm 2016. Se há espera por jogadora que acabou de ter um bebê, por que não pode haver espera por uma jogadora que está supostamente lesionada, mas que é de fato nova e todos sabem que tem algo de diferente a acrescentar?

Nosso time está envelhecido e a maioria das jogadoras titulares já tem mais ou estão beirando os 30 anos.

Não há absolutamente nada de inovador no trabalho da seleção e a fórmula está absolutamente desgastada. Em 2012 o time já vinha capengando...

Claro que pode haver reviravolta, mas... A chance é muitíssimo mais remota.
Paulo Roberto disse…
Se eu fizer uma compilação de todos os meus comentários no blog, sobre a SFV, durante este ciclo todos estes problemas já estavam sendo anunciados. O ciclo foi problemáticos. Tivemos um 2013 primoroso, ganhando tudo o que disputamos, mas quando novas jogadoras podiam ser testadas que o ZRG chamava? Ana Tieme, Joycinha, Waleuska e Gattaz. Nada contra elas, mas apenas a Wal seria capaz de realmente ajudar se quisesse servir à seleção ainda. A partir do mundial de 2014 quando fizemos uma preparação equivocada o time engatou uma marcha ré que nos levou a atual situação.
L. Mesquita disse…
As levantadoras asiaticas sao um espetaculo a parte. Mesmo a Tailandia tendo a melhor levantadora do mundo na atualidade, Tomkom Nootsara, o tecnico faz questao de dar oportunidade as outras duas Pornpum Guedpard e Soraya Phomla, que tbem sao muito habilidosas. A Tailandia parece ter a melhor escola de levantadoras do mundo, todas as 3 da selecao sao muito versateis e habilidosas. Japao e China nao ficam atras Myashita e Tashiro no Japao e Shen, Wei e Ding na China estao se revezando e sao muito boas. A levantadora com nome de campainha Ding Dong deu um baile na Thaisa, perdidinha coitada. E nessas horas q a Jucy faz falta. Enquanto isso no Brasil, Dani Lins tem status de intocavel. Dani e dona absoluta da posicao faz anos, protegida do Ze, que cortou Fabiola em Londres, tem birra da Claudinha e da Macris e nao deixa a Roberta mostrar seu trabalho. Enfim, temos uma levantadora mediana e super-protegida, enquanto as melhores levantadoras estao nos times asiaticos se revezando e ganhando experiencia internacional. O Brasil nas maos da protegida e absoluta Dani Lins vai sofrer na Olimpiada.
Todos os comentários enaltece a juciely e carol, acredito sim que juciely está na frente da adenizia nesta disputa pela terceira fase, mas inegável que adenizia bloqueia mais que elas, e o caro Zê Roberto ainda não deu oportunidade para Adenizia jogar um set completo até o momento.
Quanto a Gabi, não vejo utilidade nenhuma na SFV a não ser para ser uma amanda na vida.
O zé devia dar oportunidade para Mari Paraíba.
Também gostei da Naty como oposta, seria uma boa alternativa, mas bem que ele podia chamar a paula Borgo ou helo, seria uma surpresa nas olimpíadas, porque a tandara só vai de um jeito......jeito nenhum kkk
Agora além do passe precisa melhorar a distribuição e precisão da Dani Lins, sinto falta da velocidade das jogadas, ela podia trabalhar com fintas desmico e Between, o time precisa de mais velocidade.
Enfim quando a Dani joga "solta" feliz ela é das melhores do mundo, estamos aguardando essa fase dela.
O time precisa de um esquema tático definido, o conjunto sempre foi forte da SFV e também relação saque/bloqueio/defesa que são característica do Brasil que não foram apresentadas ainda. Não acredito que só porque as jogadoras envelheceram não podem jogar em alto nível, vide a seleção de cuba tri olimpico e sokolova na última olimpiadas, claro que elas não as mesma jovem de antes.
sheila 32
naty 27
thaisa 29
fabi 31
jaque 32
fe garay 30
dani 31
jucy 35
ade 29
mari paraiba 29
Gaby 22
camila 27

se for critério de idade a mais velha é a jucy e nunca disputou uma olimpíadas.
Bruna Volochova disse…
Quantas críticas! Gostaria de ver comentários dando soluções para a seleção. Soluções reais, operacionais, não ufanismos de fãs destemperados. Parece um bando de odiadores do vôlei e não amantes.
A seleção vai mal, mas pode melhorar, tem capacidade pra isso. Algumas das merdas feitas pelo Zé Roberto não podem ser desfeitas, mas muita coisa pode mudar para melhor. Ainda mais agora que todas as seleções já expuseram o que tem de melhor. É treinar e trabalhar até os Jogos. Sou mais a seleção. Tá faltando atitude para as meninas, inclusive para peitar o Zé em alguns momentos. Também acho que aquela psicóloga do passado deveria voltar.
Agora, tem gente pedindo o Bernardinho na seleção feminina pra garantir o tri, logo ele que não garantiu o tri da masculina perdendo duas finais olímpicas e vários campeonatos, que vem batendo cabeça desde que o Bruninho assumiu a seleção. Façam-me um favor...
L. Mesquita disse…
O problema do Brasil nao e idade. O problema e o consevardorismo e protecionismo do Ze, que acomoda as protegidas e desestimula as outras. No Brasil nao adianta vc se destacar na Superliga, q se nao estiver na panela, o Ze nao da oportunidade. Exemplos: quantas jogadoras do Praia, finalista, foram chamadas? Nenhuma! Michelle tem as mesmas caracteristicas da Jack e foi esquecida. Claudinha e Macris o Ze pegou birra! Fabiola o Ze deu esperanca por peso na concienscia e ela treinou com afinco a gravidez inteira, se ele nao levar ela agora sera mais cruel ainda q Londres. Dani Lins veio de altos e baixos da Superliga, mas sua vaga e cativa. Monique fez uma excelente Superliga, campea pelo Rexona, mas sem oportunidades c/o Ze deve ter se desmotivado e pediu p/sair. Paula Borgo? Sequer lembrada,enquanto Tandara, fora de forma, ta na selecao ate hoje. Entao, o problema da selecao brasileira sao esses protecionismos a algumas e desprezo a outras. A maioria das outras selecoes reveza jlgadoras, da oportunidades. Por exemplo, o Brasil jogou com 2 times diferentes da Servia. A China ja pos 3 levantadoras diferentes pra jogar esse ano: Wei, Shen e Ding e no Brasil, a panela e forte!
L. Mesquita disse…
Falar mal do Bruninho e o fim da picada! Bruninho acabou de ser Campeao Italiano e esta arrebentando na Liga Mundial, nao so no levantamento, mas ta bloqueando e sacando muito bem! William, El Mago, Campeao Mundial pelo Cruzeiro, da show nas inversoes do 5x1. Os levantadores da selecao masculina, Bruno e William, se revezam mantendo um alto padrao de jogo, nao ha o que reclamar deles!
Fernanda Machado disse…
Acho que está havendo uma certa precipitação em relação à seleção. O time titular não fora pré definido sem a Jaque, ela estava contundida, por isso estava fora. A Natália não jogou contra a china, saiu mal quando estava 13x6 e só retornou no final do ultimo set, como oposta, quando marcou mais pontos que Jaque durante o jogo inteiro. Gosto da Jaque, acho que ela tem que ser titular, mas acho que neste momento a Garay não está bem. Não bloqueia, não defende e não recepciona, recebe a maioria das bolas da Dany e mesmo assim não é tão efetiva, acho que a Nat, hoje, é melhor bloqueadora, muito melhor na defesa e se iguala no ataque, por isso, a dupla de ponteiras deve ser Jaque e Nat. Quanto a Leia, na minha opinião, ela jamais vai barrar a Brait, que é muito superior, vide o jogo contra a china, a Leia estava com a Jaque, mudou o que na seleção? Nada, tomou 3x0 sem reação. No contexto geral, acho precipitado o pessimismo que se instalou, a China está treinando desde fevereiro, o Brasil há menos de 2 meses, tem muita coisa pra acontecer ainda..
Renato Santos disse…
Estão pedindo solução, então vou dar alguns palpites que poderiam ajudar a seleção:
1- A Fabíola precisa voltar bem, porque a Dani esta oscilando muito e a Roberta é limitada na inversão do 5x1.
2- Estamos sem opostas. A Sheilla só fez 2 pontos de 20 bolas recebidas e a Tandara esta muito fora de forma. O ZR precisa convocar URGENTEMENTE a Helo ou a Paula Borgo pra ver o que acontece e levar uma das duas para a olimpiada durante a inversão. Isso seria uma surpresa boa para surpreender os adversários.
3- A Gabi não faz diferença nenhuma para a seleção, ela é irregular no passe e a bola volta no pé quando vai atacar porque é muito baixa. Eu preferia levar a Mari Paraíba, porque passa muito melhor, pode ser líbero e pode substituir a Jaque caso ela não esteja bem em algum jogo.
4- A dupla de ponteiras precisa ser a Jaque e a Natalia, porque a Garay esta abaixo da Nati na defesa, bloqueio, ataque e até no passe.
5- Quando a seleção for enfrentar seleções rápidas não pode colocar a Fabizona e a Thaísa porque elas são lentas no bloqueio. Então tem que colocar a Jucy ou a Ade.
6- A Brait tem mais experiência, mas a Leia esta melhor em todos os fundamentos, por isso precisa jogar mais.
7- O ZR precisa parar de gritar com as jogadoras, porque isso acaba deixando elas mais nervosas. Eu não vejo a Lang, Karch Kirally, Bonitta e o técnico da Russia fazendo isso, pelo contrário, eles passam tranquilidade para o time.
Se o ZR não mudar nada na seleção corremos um grande risco de ficar fora do pódio e isso seria uma catástrofe, porque a olimpiada será na nossa casa.

Isa Costa disse…
Conconrdo com quase tudo, menos no que toca o temperamento do Zé. Ele grita quando elas merecem levar um esculacho mesmo, os outros técnicos citados por você nunca conquistaram o que o Zé conquistou, ele é bem controlado até, desequilibrado sempre foi o Bernardinho que parece estar tentando se conter um pouco mais ultimamente.
CEAB disse…
Desculpa... Mas eu li aí que a Roberta é limitada na inversão do 5x1. Acontece que no primeiro levantamento que ela fez no segundo set, deixou a Tandara no bloqueio simples e a mesma foi bloqueada. rs
Já que o Grand Prix seria para testes, gostaria de ver uma partida com Roberta/Natalia, Jaque/Gabi, Jucy/Fabiana e Brait ou Leia (Se equivalem)... Mas sei que isso não acontecerá. Vamos ver o que o Brasil conseguirá nas proximas semanas.
Yana Souza disse…
Sou muito fã da Thaisa como todos sabem, porém concordo que seria muito justo dar oportunidade para Juciele e Adenízia que tem um bloqueio mais rápido.
A vida no esporte é mesmo assim... Estamos acostumados a ver nossa seleção sempre fazendo ótimos jogos e sempre ganhando com personalidade... É certo que se o Zé Roberto tivesse renovado esta seleção, poderíamos estar bem melhores agora.. É triste ver tantas promessas como a Helô, Paulo e até mesmo a Monique, que fez uma excelente superliga não terem chances de evoluir... Falando em Monique, não sei se faria muita diferença na seleção, mas como ter certeza se o Zé Panela nem mesmo tem a coragem de colocá-la como titular uma única vez nos jogos. As jogadoras Gabi e Natália, pelo visto, só são feras no Rexona, jogando contra times medianos aqui do Brasil, pois até agora não fizeram nada de bom na seleção... Queria muito queimar minha língua e ver a Natália de 2010 reaparecer, mas isso é um sonho... Nossa seleção não tem nenhuma definidora nata nas pontas e na saída. Então, percebe, que a bola de segurança do Brasil é a do meio de rede. Precisamos urgentemente melhorar nossa recepção para que isso ocorra... Acionando bem nossas meios as ponteiras vão ficar mais soltas quando receberem bolas. Porém muitas vezes com bloqueio simples estão levando toco... Já estou me preparando para aceitar de forma natural que nossa seleção não será ouro aqui... Fazer o quê? Bora torcer para que no novo ciclo o Zé roberto largue o osso e apareça um treinador com mais coragem para investir em novos talentos. Temos ai a Macris e Claudinha que bem treinadas iriam dar um show de bola na Dani, que ao meu ver, está prejudicando muito nossa seleção... Oscila muito e erra muito bolas de contra.ataques... Beijos da Gata... Yana em foco.
Mantronix Inc disse…
Eu sei q é difícil de admitir, as nossas jogadoras estão jogando o mesmo vôleibol, a China q evoluiu e esta superior, e com um a meio de 1.99m q ninguém conseguiu parar.
Renato Santos disse…
O que me deixa triste é que se o ZR tivesse renovado melhor a seleção dificilmente perderíamos a olimpiada, pois além de termos um time bem competitivo ainda contariamos com o apoio da torcida que faz muita diferença. Atualmente somos a quinta melhor seleção do mundo, pois China, EUA, Sérvia e Russia estão na nossa frente. Infelizmente corremos o risco de ficar fora do pódio, porque nosso voleibol não evoluiu.
Eu citei acima algumas coisas que precisam ser revistas na seleção urgente, mas como conhecemos bem o ZR, ele não vai mudar nada e o que vimos no GP será o que veremos na olimpiada.
Gustavo Silva disse…
Dado que só as centrais atacam, a seleção deveria ser jaque e mari e brait, dani e natalia, fabi e thaisa.
George disse…
Foi um jogo tenso de se ver. Acredito que a derrota no primeiro set se deva muito a Dani. Jogou as 3 primeiras bolas pra Naty que levou 2 bloqueios no pé. Fora das espirradas de passe, tanto que foi substituida logo depois. Ainda quero que a formação Dani/Sheilla Nati/Jaque Thaisa/Fabiana Brait jogando e ver se dá liga.
Nossa seleção sempre ganhou no conjunto, nunca em destaques individuais, isso é indiscutível. Por mais que tivéssemos jogadoras excelentes (Fofão, Wal, Fabizinha) nenhuma se destacava mais que o conjunto. Os jogos desse fds em Macau deram a impressão de um amontoado de jogadoras sem padrão tático e que nem se conheciam.
Não sou dos mais dramáticos que acham que não tem solução, mas acho que tem muito trabalho pela frente. Nossa seleção não é alta, é um fato, pra isso precisamos de um padrão de jogo bem definido - e que funcione. Precisamos urgente de passe e uma variação grande de jogadas (só olhar os jogos da Tailandia e Japão e veremos isso aos montes).

P.s.: o uniforme da China é terrível e o da Sérvia é lindo. hahaha
raphael martins disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Yana Souza disse…
Se o Zé Roberto insistir na mesma formação com a Nathalia e Garay, estaremos mesmo em dificuldades... Acho que a Natalia deveria atuar de oposta para ver como ela se sai, pelo menos uma coisa eu tenho certeza... Ela está com muito mais potência do que a Sheila que não consegue derrubar uma bola sequer... Yana, a esperança é a última que morre... Sou brasileira e não desisto nunca...
raphael martins disse…
Agora um ponto positivo é que as seleções femininas de ponta na atualidade,, nivelam-se por baixo comparativamente aos ciclos olímpicos anteriores, o Brasil de 2008 que só perdeu um set em toda a competição e a Rússia bicampeã mundial de 2012 possuíam muito mais consistência e experiência internacional que essas jovens seleções americana, chinesa etc. Ou seja, se as meninas do Brasil conseguirem colocar em quadra ao menos 2/3 do potencial amplamente comprovado no passado, temos chances sim do ouro, a questão é saber se psicológica e sobretudo fisicamente ainda são capazes de materializar um pouco de seu brilho. Nem precisa recuperar totalmente aquelas performances...
George disse…
E, em termos gerais, acho o time da Sérvia bem mais perigoso e efetivo. Tanto que jogou com o time reserva (exceto as centrais) contra a China e só perdeu nos detalhes. Mesmo time que o Brasil tinha dado um sacode na semana anterior.
É a prova de que peças podem mudar o conjunto geral do time, basta arriscar.
Ainda acho - e espero sinceramente - que o Zé esteja fazendo testes de formação no GP. Se ele quer tanto levar a Tandara, pode colocar ela de ponteira e ver se na entrada de rede rende alguma coisa porque não tá fácil.
raphael martins disse…
Agora companheiros, o mínimo que essas meninas merecem é acreditarmos até o último ponto nelas, não nos esqueçamos que em 2012 a situação era muito mais grave, com risco de eliminação olímpica ainda na primeira fase, e nas quartas de final tiveram uma performance absolutamente legendária, das melhores em todos os tempos. Acredito que seria muita injustiça e ingratidão de nossa parte deixar de confiar ainda mais num evento preparatório...
George disse…
Mais uma só:
Depois desse fds, acho que quem mais sai fortalecida é a Sérvia e a mais enfraquecida é a brasileira. A italiana perdeu pra Russia e Tailandia, então nem comento. Se tivermos a sorte de nos classificarmos em 1º do grupo, acredito em uma semi, senão vai precisar da mesma garra que em Londres. Eu não consigo cravar qual será a final, diferente do que vimos em 2012.
Renato Santos disse…
Em Londres, as equipes favoritas eram Brasil, Eua e Russia. O Brasil começou super mal e quase foi eliminado na fase de classificação. Então após as quartas cresceu, deu a volta por cima e ganhou o ouro.
Mas agora uma virada igual Londres é praticamente impossível, pois além dos Eua, Russia, tem a Sérvia e a China (Essa ultima é a equipe a ser batida).
Vale lembrar que a vitória do Brasil em Londres pegou todo mundo de surpresa, mas agora a nossa seleção esta muito estudada e já sabem de cor e salteado nossas fraquezas (São muitas por sinal).
Vamos torcer para a Fabíola voltar e dar uma outra cara para a seleção, porque ela é muita forte nas extremidades e sabe trabalhar com as centrais. Eu ainda continuo achando que a Paula Borgo e a Helo deviam estar na seleção pra ontem, porque estamos sem opostas.
raphael martins disse…
Vitória em Londres pegou todo mundo de surpresa', você fala como se a seleção tivesse sido beneficiada por negligência dos adversários: devo lembrá-lo que o Brasil já era campeão olímpico e finalista do mundial em 2010, pura falácia supor que os Eua de então não estudaram a equipe brasileira.

Sim, agora existem também Sérvia e China, mas a questão não é o quantitativo, e sim de performance visto que as adversárias atuais são todas jovens e não se comparam, qualquer uma das 4, ao desafio que foi derrotar a Rússia de Gamova e Sokolova com mil anos luz de experiência e consistência à frente das oponentes atuais, então bicampeãs mundiais e finalistas olímpicas em duas oportunidades (2000 e 2004).

Subestimas demais o poder de superação das meninas brasileiras, mas já estão acostumadas com isso: calaram solenemente a boca dos críticos renitentes em duas oportunidades, em quadra e fora dela na comemoração.
George disse…
No Brasil existe um problema de falta de ousadia. Os técnicos não costumam investir em jovens talentos para serem titulares, salvo raras exceções. Boa parte das que estão na nossa seleção atual foram titulares nos seus times desde cedo, isso dá muita confiança e experiência.
Muitas agora estão chegando "tarde" na seleção (Naiane agora é um caso raro). Roberta com 25 chega na seleção A. Paula Borgo está se destacando faz alguns anos e, mesmo com 22 anos, nenhuma convocação pra seleção principal.
Paulo Roberto disse…
Por isso George é que defendo não só uma mudança nas CT's (masculino e feminino), mas também uma mudança geral na forma de se gerir o voleibol no Brasil. Vemos nas outras seleções jogadores jovens sendo testados durante o ciclo e agora estão bombando. No nosso caso nos apoiamos na ideia de os supercraques irão jogar bem o resto da vida, mas e quando se aposentarem? e quando o corpo pedir pra parar? Não aprenderam nada com a despedida da Fofão. O resultado é o que vemos em quadra agora.

Acho também que a postura psicológica tem intereferido bastante. Na seleção masculina vemos os meninos com sangue nos olhos, postura de campeão. Nas meninas, mesmo nos jogos aqui no Brasil faltou esse brilho no olhar. Não estou dizendo que o masculino já ganhou por causa disso, tampouco que a derrota no esporte é inaceitável. Mas a questão é a postura. Nas duas derrotas da SFV o que me irritou foi essa falta de garra, de gana, de vontade de vencer. Mesmo sabendo das limitações técnicas faltou essa postura, que em Londres sobrou. Se não mudar a postura, não adianta nada evoluir tecnicamente, porque a mente é que manda e pela primeira vez sinto que corremos sérios riscos de não ver cor nenhuma de medalha no feminino.
Welmer Sales disse…
Pelos vídeos que CBV postou hoje o Zé Roberto deve continuar insistindo em Natália e Gara como ponteiras titulares. Se isso for confirmado nos jogos e ele não testar as demais jogadoras e outras formações isso pode prejudicar a preparação da seleção visando os jogos olímpicos.

Nesse final de semana gostaria de ver o Zé testando Mari Paraíba, Roberta e Tandara. Se Mari render mais que Tandara acho que ela pode ser uma boa alternativa para seleção principalmente no fundo de quadra e acho que também nós temos outras alternativas para jogar na saída como a Natália e a Adenízia que tem entrado em inversões.

Pelo o que nós temos visto na seleção nesses últimos jogos uma outra jogadora que pudesse ajudar no fundo de quadra seria bom para o time.

Começo a ver com bons olhos caso a Mari tenha oportunidade e tenha um bom desempenho em quadra a seguinte seleção: Dani/Fabíola ou Roberta/Sheilla/Natália/Garay/Jaque/Gabi/Mari/Fabiana/Thaísa/Adenízia ou Jucy/Brait.
Yana Souza disse…
Welmer, esta teimosia do ZR pode nos custar muito caro... Primeiro não leva a Claudinha, que ao meu ver fez uma superliga muito melhor que Roberta, sem desmerecer a Roberta, pois Claudinha foi eleita a melhor da superliga, a melhor levantadora da nossa superliga não é convocada para seleção, nem para testes, só no Brasil mesmo esse conservadorismo... Agora, insiste nesta formação que nunca deu certo... Acho que quem perde com isso é a Seleção Brasileira, que ta sem padrão de jogo, devido ao passe... O jeito é esperar e torcer para que ele acorde em tempo de não colocar tudo a perder... Yana, novinha e gata... Miauuu.
Renato Santos disse…
Raphael, o ouro do Brasil em Londres pegou todo mundo de surpresa sim. A seleção ficou em quinto lugar na copa do mundo, teve que se classificar para a olimpiada pelo torneio sulamericano, ficou com a prata no GP após perder para o time B dos Eua, quase caiu na fase de classificação em Londres após perder por 3x0 para a COREIA que só tinha a kim praticamente e dependeu da ajuda dos EUA para se classificar. Logo, ninguém, mas ninguém mesmo esperava que o Brasil fosse ganhar a olimpiada de Londres por todo o histórico negativo. Elas eram as atuais campeãs olimpicas, mas no ano de 2012 não estavam jogando nada, por isso todos esperavam uma final entre Russia x EUA que eram as melhores seleções disparadas.
Renato Santos disse…
Chegaremos no Rio em uma situação pior do que a de Londres, pois o time de Londres estava melhor e tínhamos peças de reposição. Infelizmente agora tanto as titulares quanto as reservas estão mal fisicamente, técnicamente e mentalmente.
A sorte é que o Brasil caiu em um grupo fraco, por isso e certeza que vamos nos classificar para as quartas de finais, mas já pensou se o Brasil caísse no grupo B com EUA, China, Sérvia, Holanda e Itália poderiamos cair na fase de classificação devido ao fraco voleibol que estamos demonstrando até agora.
Me julguem, mas a Mari Steimbecker ajudaria mais a seleção do que a Sheilla e a Tandara. Enquanto a Sheilla esta sem potência nenhuma e anda fazendo 2 pontos de ataque por jogo, a Tandara esta fora de forma e não consegue saltar. A Mari fez ótimos jogos na Itália e Indonésia. As pessoas menosprezam porque a liga da Indonésia é super fraca, mas pelos vídeos percebi que a Mari ainda ataca com potência, vira bola alta na ponta e tem um bom bloqueio.
Na minha opinião ela merecia outra chance, porque melhor que algumas da seleção ela esta sim.
Isa Costa disse…
Fabíola já começou a treinar com o Wagão, o Zé poderia aproveitar e mandar o Wagão investir mais nos treinamentos com a Paula e colocar ela e Fabíola na inversão 5x1. Natália ataca com potência mas com quase 30 anos ainda precisa levar esporro por sempre atacar do mesmo jeito e reto, já tem idade e tempo de seleção o suficiente para ter evoluído nesse quesito.
Vicente Maia disse…
E por fala em Fabíola...
Ela hoje retornou aos treinamentos e eu desejo muito, mas muito que ela retorne bem física e mentalmente. Que esses meses todos longe da bola e esses anos longe da seleção sejam brevemente superados.
Agora, findo os votos de boas-vidas, temos algumas considerações.
A primeira delas é que a vida costuma ensinar que, grandes expectativas costumam levar a grandes decepções. Pelo que tenho lido, as pessoas estão depositando nela todas as suas esperanças. Ela está sendo alçada à condição de salvadora da pátria. Todos estão antevendo que, com a simples entrada dela em quadra, todos os problemas vão se resolver magicamente. O time vai descobrir seu padrão de jogo, o passe vai ficar perfeito, o bloqueio vai ganhar velocidade e o ataque eficiência. Além claro de levantamentos pra lá de perfeitos.
Lembrar que ela é apenas uma levantadora, uma boa levantadora é verdade, mas nada mais que isso. Ela não é um fenômeno de levantadora, é uma boa levantadora, mas não é uma nova Fofão. A Fabíola foi premiada na Europa exatamente porque o estilo de jogo dela casou bem com o estilo de jogo europeu. Ela é muito boa para levantar bolas nas pontas, mas não lembro dela brilhando com as centrais.
Esse messianismo é ruim até pra ela que receberá uma cobrança desproporcional e pagará um preço muito alto por um possível fracasso.
A segunda consideração, é que o José Roberto Guimarães não vai ter tempo de testá-la devidamente e tenho quase certeza que ela é um nome praticamente certo. Ter uma jogadora chave como a levantadora sem condições de jogo em uma competição como as Olimpíadas é uma temeridade, como foi em 2012.
Vicente Maia disse…
Em tempo, esqueci de comentar.
Saiu hoje o resultado da estatística elencando as jogadoras que mais se destacaram no Grand Prix e os números são desconcertantes para nós técnicos de sofá que só sabem ficar de mimimi nas redes sociais.
A melhor levantadora do Grand Prix 2016, até agora, com 5,23 levantamentos perfeitos por set se chama Danielle Lins, alguém aí conhece? Não é essa aquela decadente levantadora que a Fabíola vai bancar?
A jogadora brasileira que mais se destacou nos fundamentos: Maior Pontuadora, Melhor Atacante, Melhor Bloqueadora e Melhor defensora foi a jogadora que só joga em clube e não serve pra seleção Natalia Pereira.
E, finamente, pra humilhar, a Melhor Passadora do Brasil, com 40,20% de eficiência, foi obviamente Jaqueline. Opps! Não foi não, foi a Fernanda Garay.
Rindo até 2050 :)
Welmer Sales disse…
Tem muita gente pessimista sem necessidade. O cenário não é dos melhores, mas não é o fim do mundo! A maior crítica de muitos aqui é com relação à montagem do time do Zé que não está dando certo e está prejudicando o desempenho individual das jogadora. Agora achar que o time poderia ser eliminado na primeira fase se tivesse caído em outro grupo acho que é demais. Ao meu ver esse time pré Rio ganharia daquele time pré Londres, e talvez até com certa tranquilidade, para mim o pré Londres era muito mais preocupante com o que o Pré Rio hoje, mas as vitórias que o Brasil conquistou no Grand Prix (só perdeu para os EUA) mascarou muito o baixo rendimento da seleção. Mesmo com algumas jogadoras com jogadoras um pouco mais velhas acredito que a seleção tem condições de chegar ao seu auge como foi em 2014.

A seleção em perfeitas condições, com todas as jogadoras jogando tudo o que sabe, bate qualquer seleção do mundo seja CHN, RUS, EUA... Só que acho que para muita gente é mais fácil jogar a toalha do que seguir acreditando que as meninas irão se recuperar. Aliás, Londres está aí para mostrar do que elas são capazes!

Se fizermos um levantamento do retrospecto da seleção contra as principais candidatas ao ouro nesse ciclo olímpico acho que o Brasil só tem desvantagem contra os EUA, contra RUS e CHN acho que levamos grande vantagem. Isso é só para tentar ilustrar o que disse nossa seleção é capaz de bater qualquer seleção do mundo e se temos dificuldade de ganhar dos EUA outras seleções já fizeram e mostraram que é possível!
Renato Santos disse…
Não é exagero dizer que se o Brasil caísse no grupo B poderia ser desclassificado antes das quartas de final não. O Brasil perderia para os EUA, China e Sérvia, pois estão um degrau acima da seleção. Os adversários diretos pela última vaga seria a Itália e Holanda, então um tropeço para esses times significaria a queda na fase de classificação.
Passado não ganha jogo, o Brasil tem um retrospecto positivo contra a China, mas elas eram jovens, inexperientes e não tinham padrão de jogo. Agora o cenário é outro, a China é o time a ser batido, evoluiu muitooooooo e esta superior ao Brasil em todos os fundamentos. Com relação a Russia, a gente não vence mais elas, pois melhoraram muito no fundo de quadra (Passe e defesa) e a Kosheleva e Goncharova estão destruindo tudo pela frente. Quando o passe delas funciona, a levantadora joga com velocidade, mas quando não, as duas viram bola de qualquer jeito.
Não se iludam, a virada de Londres não vai se repetir, mas vamos torcer pra pelo menos pegar um bronze.
raphael martins disse…
Renato, em nenhum momento neguei o caráter surpreendente da vitória brasileira em Londres, apenas não concordei com as implicações que você deduziu a partir disso: que em 2012 a brasileiras não teriam sido muito estudadas e que os adversários não sabiam ' de cor e salteado" nossas fraquezas, pelo fraco desempenho nas competições anteriores. Sejamos intelectualmente honestos...

Essa geração chinesa e americana, ainda é jovem e inexperiente, não é uma final de campeonato mundial que confere maturidade a um time, tem muita coisa para vivenciar ainda, ao passo que o grande trunfo do nosso time envelhecido é justamente a experiência de ter enfrentado tantas desafios nesse longo percurso no cenário internacional, lembremos que há dez anos (10!) essas moças já realizaram sua primeira final de campeonato mundial. Passado não ganha jogo, mas oferece o alicerce fundamental para resistir e aperfeiçoar-se nos momentos mais difíceis da jornada, como o atual em que de fato o time brasileiro revela sobretudo um grande desequilíbrio emocional, suponho que a semifinal de 2014 contra os EUA machucou muito psicologicamente a equipe...

Mas a virada é e sempre será possível porque, repito, as meninas já demonstraram um poder absoluto e incomparável de superação, mencione alguma volta por cima semelhante À que elas fizeram contra a Rússia em 2012 na história do voleibol olímpico? Com aquele contraste de baixa e altíssima performances...

No mais, no momento, a seleção feminina não tem sequer a chance de buscar o bronze. Mas é uma temeridade negar sua capacidade de melhorar. Elas não precisam provar mais nada a ninguém.
Abraão disse…
Renato, eu acompanho Volei desde 1992 quando assisti maravilhado aquela seleção da Ana Moser jogar pela primeira vez. Desde esse tempo cara que sou um completo iludido. A gente fantasia e se depois esta nao se concretiza, dói quando o mundo que idealizamos desaba diante de nós. Mesmo assim acredito que meu jeito de torcer seja mais sadio que o seu. Amigo, pare de fiscalizar a ilusão alheia, o que tu ganhas com isso? Nao queres tu mesmo se iludir? Não tens obrigação. Contudo determinar como os outros devem expressar seus sentimentos em relação à seleção me parece um pouco fora de ordem.
George disse…
O grupo ajudou, e muito, o Brasil. Ajudará também a sequência de jogos, começando com os mais fracos até chegar na Russia. Acredito que, mesmo no grupo B, se classificaria sem problemas também.
Existem 5 seleções fortes de conjunto, as outras contam com uma ou duas jogadoras que podem decidir e levar o time nas costas (caso da Kim em Londres). Fora isso, 4 dessas 5 seleções estarão nas semifinais. Um ou outro tropeço podem fazer com que esse cenário inteiro mude. Quem imaginaria que as quartas de Londres seria Bra x Rus, por exemplo?! Então é um pouco perigoso prognósticos agora, vamos esperar.
Laura disse…
Vicente, concordo com vc sobre a Fabíola. Estava a arranjar tempo para ver se escrevia um post sobre isso. A esperança que o pessoal tá depositando nela é enorme. De repente ela virou unanimidade. Só q esquecem que, independentemente da comparação com a Dani Lins, a Fabíola não passa de uma boa levantadora. Não faz milagres! E está numa situação muito delicada por causa da questão física e de ritmo de jogo. Eu tb torço para que ela chegue nas suas melhores condições e que possa ajudar o time, mas não espero que venha dela a nossa salvação.
Rah Silva disse…
O jeito é resolver esse passe, implora a Fabizinha q ainda a tempo, traz a Michelle pra seleção e a Paula Borgo. Siim, ainda a tempo de se redimir e ainda trazer a Carol e implorar pela Wal kkkkkk
Renato Santos disse…
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Renato Santos disse…
Abraão, estou dando a minha opinião e não determinando como as pessoas devem ou não torcer. Quem sou eu pra fazer isso? Esse blog é democrático e cada um dá a sua opinião.

Eu acho que estou certo no meu ponto ponto de vista, agora se você acha que o que escrevo não é sadio, não posso fazer nada e não vou mudar porque você quer. Eu vou continuar opinando aqui e falando o que penso, mas sempre respeitando as pessoas e os atletas.

Eu falei alguma mentira? A virada de Londres não vai se repetir.
Se o Brasil precisar de uma força para se classificar, ninguém vai ajudar como as Americanas fizeram.
A Sheilla não salvará mais 5 match points, porque ta com um baixissimo aproveitamento de ataque.
Londres foi um momento mágico, de volta por cima e de superação, mas não se repetirá mais, pois o cenário agora é outro.
Querem acreditar no tri, acreditem, mas os resultados da SFV até agora falam por si só.
Abraão disse…
Pois eu acredito que a virada de Londres não foi obra do acaso. Elas se recuperaram por serem espetaculares, por terem qualidades inimagináveis. Nossa seleção não precisa provar mais nada, como já disse o Rafael Martins, manten-se entre as melhores há mais de uma década, sempre se reinventando, sempre causando espanto nos adversários. O prognóstico recente é ruim? Sim é. Mas a força mostrada pelo Brasil ao longo desses anos me faz crer que essas mulheres são capazes de tudo.
Abraão disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Joffre Neves disse…
Para essa semana agora na Turquia,acho interessante o Zé botar a Tandara por muito mais tempo pra ver se ela melhora algum ponto e se não houver melhoras acho que seria urgente até jogar a Natália na saída de rede,a meu ver hoje a garay anda numa fase tão ruim que a mim não vale mais tanto a pena coloca-lá em quadra agora,por mim eu testaria assim : tandara na saída e se ela não ajudar em nada a natália vai pra a saída de rede e fica por mais tempo /dani porque enfim só tem ela mesma,prefiro mais a fabíola/jaque e a mari pb pra ser testada mesmo e não faltando 5 pontos pra fechar o set como o zé faz,adê e a jucy no meio de titulares pra testar,efetivamente as duas juntas e brait...A meu ver os resultados são horríveis mas tem tempo de melhorar bem,nunca duvidem das nossas meninas e não concordo com o que foi dito acima que a virada em 2012 nunca vai se repetir.
Nossa fico espantando com tantos comentários pessimista, acompanho a seleção desde era ana moser, e não vejo tudo isso, na minha opinião a china, nem EUA e nem servia estão tecnicamente acima do Brasil.
O Brasil vez jogos ruins só isso.
A comissão técnica está preparando desde do final de 2012 para jogos olímpicos, lembrando que o planejamento é para quatro anos, infelizmente a Paula Borgo e Helo foram destacar somente em 2015, porém acho que Zé devia dar pelo menos oportunidades a elas. sem essas excessões ele convocou as melhores jogadoras brasileiras visando o jogos olimpicos, no final deste ano ele ira iniciar outro planejamento. Claro que nem tudo sai como planejado ex: tandara não está jogando nada.

Agora quanto o brasil está abaixo das demais seleção isso é pessimismo demais. quanto ao jogo contra a china. A china não é toda essa coca não!!! elas estão treinando faz tempo desde de fevereiro, estão em melhores condições sim.
durante o jogo até a tempo técnico o brasil sempre esteve na frente. oq aconteceu então?
acredito que fator psicológico ajudou muito, o brasil estava sem paciência, não conseguiu imprimir seu ritmo de jogo, não conseguiu obter sucesso nas viradas de bolas então sofreu o seu famoso apagão quanto Ting esteve no saque aí se viu o resultado final.
quanto a sérvia somente duas jogadoras viram a bola, a brasil ão conseguiu achar a marcação correta do bloqueio e defesa, e isso foi faltal para SFV, a nathalia está jogando bem ótima impulsão mas ainda nano está com a mesma confiança que tem no rexona. O brasil ainda carece do melhor desempenho da dani lins. acredito sim podemos ajustar a casa. O brasil é uma das melhores seleção do Mundo e entra com condições de alcançar o titulo olímpico sim!!!
Renato Santos disse…
Eu li uma coisa interessante sobre a SFV que resume bem o atual momento. O ZR não quis renovar a equipe, porque achou que as veteranas dariam conta no Rio e esperava que as reservas (Tandara e Natalia) estivessem no auge. Elas até dariam conta se as outras seleções não tivessem evoluído tanto e se renovado.
Acontece que nada do que o ZR esperava ou planejou está acontecendo, as titulares não estão jogando em alto nível por problemas físicos e técnicos e as reservas idem. A única reserva que ta jogando mais ou menos é a Natália, já a Tandara.
Será que o ZR não estava acompanhando a renovação das outras seleções? Porque parece que ele estava dormindo no ponto.
As melhores opções de opostas não estão nesse grupo, pois Paula Borgo e Helo fariam um papel melhor que Sheilla e Tandara, mas ele não testa novas jogadoras.
Tudo isso que estamos passando é culpa do conservadorismo e medo de arriscar do ZR e da comissão técnica, pois se ele tivesse trabalhado com um grupo maior de jogadoras não estariamos nessa situação.


Renato Santos disse…
A China venceu o time titular do Brasil por 3x0 facilmente. Como elas não estão na nossa frente?
Se o Brasil tivesse vencido a China pelo mesmo placar estaríamos na frente delas, mas como foram elas que nos venceram foi apenas um jogo ruim da seleção. Então ta bom, eu vou fingir que acredito.
As Americanas tem nos vencido desde 2014 por 3x0 em confrontos decisivos. Como elas não estão na nossa frente?
Eu acho bacana acreditar e torcer, mas fechar os olhos para a realidade é dar margem para frustrações futuras.
Bruna Volochova disse…
Eu acho que deveriam ser testadas mais algumas formações: Jaque com Tandara, na entrada. Queria ver muito a Tandara na entrada, onde é o forte dela. Jaque e Mari e Natália na saída, para ter passe A o tempo todo e todas atacarem sem desculpas, entupindo Thaisa e Fabiana de bolas. Também queria ver a Gabi num jogo ou set inteiro. Não entendo pra que leva jogadoras pra não jogar.
raphael martins disse…
O Brasil é o quinto e seria incapaz de brigar por medalha SE os jogos decisivos ocorressem no momento presente, levando em consideração a péssima fase atual da seleção, mas acreditar e torcer se baseia no potencial enorme e indiscutível do time evidenciado no bicampeonato olímpico. Isso não é fechar os olhos para a realidade, mas avaliá-la em ângulos distintos, com base no enfoque negativo que "é" e no positivo que "pode vir a ser", como garantir peremptoriamente que as meninas seriam incapazes de recuperar as altíssimas performances que já apresentaram inúmeras vezes? Os fatos atestam tanto sua capacidade latente quanto sua falta de rendimento circunstancial, mas se você prepondera apenas este último aspecto, estás sendo intencionalmente pessimista e reducionista, e isso é uma simples atitude pessoal.
Raphael Martins, concordo plenamente com seu comentário, não acredito que estou fechando os olhos, claro que o Brasil precisa melhorar, a SFV tem uma capacidade enorme decrescimento ainda, o jogo nunca foi individual e sempre em conjunto, ainda não foi encontrada o conjunto ideal, tanto que o Zé ainda realiza algumas mudanças e ainda outras mudanças serão necessária, nem tudo sai como planejado, voleibol também é fase, se continuar nessa fase ruim o Brasil vai ficar na estrada em não vai conseguir o seu objetivo.

Agora vamos lá, no mundial de 2014 o EUA perderam para itália na terceira fase elas fizeram um péssimo jogo, porém conseguir dar a volta por cima e ser campeão, creio se elas não tivesse perdido este jogo elas não teria garra para ganhar do Brasil. O brasil estava jogando muito bem, não perdeu nenhum jogo até a semifinal, fez um excelente jogo contra a china chegando a perfeição.

Digo mais se a regra não tivesse mudado do mundial, pois até então não existia a terceira fase, portanto arrisco em dizer que cruzamento seria italia x EUA e Brasil x China as semifinais, tendo esse cruzamento provalvelmente o Brasil seria campeão.

O que estou querendo dizer com isso? que em momentos adverso o grupo se une, acredito que seja bom para o Brasil passar por essa fase, o time tem potencial, como já diz o nosso jogo é coletivo e não individual, por isso precisa ter entrosamento, bom relacionamento, claro que tbm o jogo só ira fluir se tiver boa técnica e isso elas tem, só basta colocar em prática, e bom aspecto psicológico se não vai acontecer igual athenas, seria bom uma psicóloga para Dani ainda mas que o sido foi cortado!!!

Não podemos avaliar um time somente por um jogo, o time tem margem para crescimento, ainda seria muito precipitado!!!
Cas disse…
Estou tentando não me contaminar pelo pessimismo em relação a seleção após essa fase de Macau do Grand Prix, depois do que aconteceu em Londres eu passei a dar mais crédito a essa seleção e ser mais cuidadoso com as criticas.


Algumas considerações:

Como disseram aí em cima, a China está treinando desde Fevereiro, enquanto algumas brasileiras como Sheilla e Garay se apresentaram no meio de Maio, há pouco mais de 1 mês. E também o Brasil parece que demorou 36h pra ir do Rio a Macau, além de perder o tempo que teriam para treinar e estudar as outras seleções ainda tem a questão do fuso horário. Enquanto isso a China que já estava treinando há um tempão jogou a primeira semana do Grand Prix em Ningbo (na China) e a segunda em Macau (também na China!). E a torcida era toda a favor da China. Em relação a essas coisas a vantagem era toda chinesa, e na olimpíada vai ser a situação exatamente oposta, a seleção brasileira vai tá jogando em casa, num clima que já estão acostumadas, num ginásio que já conhecem bem e com a torcida a favor.


Também não gosto do conservadorismo do Zé Roberto em relação a renovação da seleção brasileira, mas confio muito na experiência dele de observar os outros times, enxergar brechas e passar orientações no meio do jogo. E acho que isso ainda vai melhorar muito até a olimpiada pois as outras seleções estão bem diferentes e com jogadoras novas, e isso talvez possa ter surpreendido o Brasil. Mas a partir da definição das jogadoras das outras seleções e da observação do que elas jogaram nesse Grand Prix é que o Brasil vai aprender a jogar contra elas, enquanto elas não enfrentaram nenhuma novidade, jogaram contra a já conhecida seleção brasileira de sempre. Em relação a isso o Brasil ainda tem margem pra crescer até lá, as outras seleções nem tanto.


Em relação às jogadoras:

Não to achando a Natália ruim não... Acho que o problema é toda a expectativa que criaram em cima dela depois da última superliga. De ruim só achei mais gritante aqueles bloqueios seguidos logo no começo do jogo contra a china. Queria ver Natália e Jaque sendo testadas como ponteiras.

Tandara é a única por quem eu não to nutrindo mais esperanças de ver um bom desempenho, que venha logo o corte, vai cuidar da Maria clara.

A Gabi é uma jogadora que eu gosto muito, gosto do jeito, da personalidade, gosto dela jogando no Rexona, me dói um pouco fazer isso, mas eu tenho que concordar com alguns comentários acima, parece que ela não faz falta a essa seleção, parece que ta sobrando um pouco alí... Bem que poderiam colocar ela pra treinar mais saque e usar ela pra isso. Lembro dela ter feito diferença entrando pra sacar num jogo contra a Rússia no mundial de 2014 em que o Brasil estava super atrás no placar e conseguiu virar. Acho que devia investir nessa função.

Sheilla não me preocupa, Sheilla é preguiçosa, só joga quando precisa haha

Entre Léia e Brait, não vejo tanta diferença assim, acho que num jogo uma vai bem, no outro vai mal.. a outra a mesma coisa... e as duas estando no mesmo nível eu prefiro a Brait. Não confio muito na Leia depois de ter deixado o time na mão tantas vezes por lesão. (Não que a lesão seja culpa dela né... mas.. azar.)

Enfim, acho melhor a seleção enfrentar todos os problemas agora, já expor logo todos os defeitos pra ter tempo de arrumar até lá e não ter que fazer isso dentro de uma olimpiada, como foi em Londres. Bom também que não chegam lá muito confiantes, confiança as vezes cega.
Cas disse…
Ah, e preciso parabenizar a Yana pela nova postura menos agressiva aqui nos comentários... Isso deixa o clima aqui bem mais agradável.
E de quebra ela ainda parou de postar duplicado :)
Yana Souza disse…
Rsrsrs... duplicar jamais... sou novinha e aprendo rapido... beijos.....muaaaaa... yana, gatinha
Mantronix Inc disse…
Eu gosto da Roberta levantadora, ela é precisa, técnicamente boa, faz as váriações de levantamento apropriadas, utiliza bem as meios e é alta, não foi à toa q desbancou a Thompson no Rexona, mas é uma levantadora q faz a receita de bolo, falta um pouco de ousadia e improviso, o q sobra na Fabíola, vai ser difícil essa decisão.
Mantronix Inc disse…
Vejo a maioria das pessoas menosprezando a Tandara, mas me desculpem Dani Lins até agora só mandou bola ruim pra ela, ou espetada na rede ou ultra-marcada. Tandara é uma jogadora q bem utilizada bota bola no chão de forma indefensável nada de tapinha com categoría.
Bruna Volochova disse…
Mantronix, na maioria das vezes em que a Tandara entrou foi junto com a Roberta, assim, a culpa não é da Dani.
Bruna Volochova disse…
Para quem pedi Bernardinho na seleção feminina para organizar o time, o Brasil masculino acaba de perder por 3 a 1 para a Sérvia, time que nem se classificou para a Olimpíada. Tomou 20, eu disse 20, pontos de saque, com 7 aces (direto no chão). Nunca vi isso, primeira vez na vida, com times de alto nível. A seleção feminina pelo menos perdeu para China e Sérvia que segundo a boca miúda são favoritas. Dessa forma, o Bernardinho tem que acertar e organizar seu próprio time e recepção, antes de assumir a SFV. Pra quem gosta, o Bruninho, o mestre do levantamento, terminou de afundar o jogo, acabando no banco, dando uma oportunidade ao William, que melhorou demais o time e quase ganha o quarto set, mas a merda já estava feita.
George disse…
É indiscutivel: o saque sérvio, tanto masculino como feminino, é o melhor desta temporada. Destruiu ambos jogos. A recepção fica devendo - e muito.
Aiunda não entendo como Mauricio segue e Lucas Loh foi dispensado.
Renato Santos disse…
Me desculpe, mas não concordo de que perdemos o jogo para a China por causa do fuso horário, claro que isso conta, mas a seleção Brasileira é experiente e já está acostumada com isso. A China ganhou porque foi superior e dominou o jogo, simples assim.
raphael martins disse…
Realmente, a escola sérvia vai se especializando no fundamento saque, e sinceramente foi muito mais mérito deles que falha da seleção brasileira masculina, mas sobretudo a atitude cabisbaixa do time no quarto set precisa ser ponderada.