Centrais do Brasil



Finalmente as temporadas europeias estão chegando ao fim e, teoricamente, teremos maiores definições dos destinos das jogadoras brasileiras. Até o momento, sabe-se que teremos que nos despedir de Thaisa e, provavelmente de Adenízia e Natália, além de que não deveremos contar com a volta de Fernanda Garay, que declarou ter vontade de ficar pela Rússia. Pelo menos, há chance da Sheilla retornar à nossa Superliga.

Aliás, a SL 16/17 será bem de vacas magras. Gostamos de colocar a culpa no ranking por ser o responsável por “expulsar” grandes atletas do Brasil ou forçar mudanças nos times a contragosto de atletas e clubes, mas esquecemos que esta é uma pequena parte do problema do vôlei nacional. Quando uma jogadora de alto nível (ou de 7 pontos) como a Thaisa precisa sair do país para jogar, tendo em vista que, com todo o direito, não quer rebaixar seu salário ou se desvalorizar indo jogar num time de menores investimentos e ambições, é porque não temos investimento suficiente no Brasil no esporte.

Afinal, quem teria bala na agulha na SL feminina para bancar mais de duas atletas de 7 pontos, se fosse permitido? A Unilever e a Nestlé, e olha lá. Os demais não têm. Esta é a realidade brasileira, infelizmente. 


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Voltando à expectativa em relação às transferências... As  coisas andam devagar no topo da tabela no que se refere à montagem do elenco para a próxima temporada. Há ainda muito pontos de interrogação nas quatro primeiras colocadas das SL 15/16, principalmente se compararmos com as equipes da ponta de baixo da tabela que estão com titulares e reservas definidas. 

Por enquanto, as centrais tem roubado a cena neste primeiro momento de transferências no mercado. O Rexona garantiu sua dupla campeã (Carol e Jucy) e ainda renovou com a Mayhara. Cada uma sabe como gerir sua carreira, mas é uma pena a Mayhara ficar mais uma temporada no banco quando poderia ser titular tranquilamente em qualquer outra equipe, inclusive neste “novo” Osasco. Bom para o Rexona que se garante com muita tranquilidade nesta posição.

O Praia Clube também manteve sua dupla titular, N
atasha e Wal, e a reserva Edneia. renovaram. A capitã foi uma renovação e tanto para o time de Uberlândia. Se a vinda da Fabiana se confirmar, o Praia é outra equipe muito bem servida nesta posição. 

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Em compensação, Minas e Osasco, os times que completam o topo da tabela da SL 15/16, ainda possuem pelo menos uma vaga a definir. O curioso é que ambas as equipes disputam disputavam o mesmo nome para completar a dupla titular: Carol Gattaz. Uns sites dizem que ela está prestes a renovar com o Minas; outros dão como certa a ida para o Osasco. Atualizado: Gattaz renovou com o Minas.

Se ficar no Minas, Gattaz repete a parceria com a Mara que entra em débito com a torcida minastenista na próxima temporada. Ela fez bons jogos nas semifinais contra o Praia, mas poderia ter ido bem melhor durante o campeonato. Foi um ponto quase que apagado no bloqueio; e uma opção fraca para Naiane no ataque. Sem contar com a Vaquiria (que foi para o Bauru) no banco de reservas, a responsabilidade de fazer acontecer será bem maior para a Mara na próxima SL.

Se a Gattaz for fosse para Osasco, fará faria dupla com a Bia, ex-Sesi. Acho um bom nome, apesar de que a Bia já teve melhores temporadas do que esta última. E já esteve em melhor forma física também. O bom é que ela voltará a jogar com a Dani Lins. Quem sabe a parceria a ajude a recuperar seu papel no ataque que foi completamente aniquilado nesta temporada. 

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Falando em dupla de centrais, o Fluminense tirou Letícia Hage e Lara do Pinheiros. É uma jovem e boa dupla, mas que acho não vai ajudar muito a complementar o que está falta a este time: poder de ataque. Ju Costa, Sassá e Renatinha compõem as pontas.

O Bauru também tem seu meio-de-rede definido. As jovens Valquiria e Raquel e a já mais “rodada” Angélica. Essa precisa fazer um caminho de recuperação depois de uma temporada ruim no Sesi e, anteriormente, um mais ou menos no Brasília. Acho que, por ter no ataque o seu principal qualidade, a Angélica foi prejudicada pela indefinição de levantadoras, tanto no Brasília como no Sesi. Se isso prejudica até uma Fabiana, imagina uma Angélica. Num time mais redondo, ela encaixa e faz muito bem o seu papel. Vamos ver se será assim neste Bauru totalmente reformulado.


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- Sobre Natália na China: muito acham interessante esta opção porque possibilitaria que ela jogasse pelo Rexona na fase final da Superliga, já que o campeonato chinês termina antes do nosso. Eu acho que seria um erro ela escolher a China neste momento. Óbvio que não estou considerando o aspecto financeiro. Só acho que ela pode ir pra China agora, quando está preste a alcançar novamente a sua melhor fase na carreira, como pode ir quando estiver se aposentando e, da mesma forma, fazer o seu pé de meia. Uma oferta da Turquia ou da Rússia, se houvesse, é mais lisonjeiro e desafiador pelos campeonatos nacional e continental nos quais estão inseridos, além da disputa interna por posição com outras selecionáveis. A China costuma ter um ou dois times com investimentos grandes, que trazem estrangeiras – e nem sempre as mais tops.

- Sobre a Thaisa no Volero: esperava um desafio maior para a central. Claro que só o fato de sair do Brasil e do Osasco irá exigir dela uma adaptação por si só saudável e desafiadora. Mas ela será dona absoluta da posição – e, se bobear, do time. Sem contar que não existe adversário para o Volero na Suiça, somente na Europa. No fim, quem sai ganhando mesmo aí é o Volero que iria ficar com a Jucy e, ao que tudo indica, acabará com a Thaisa.


-  A tempo: o Praia renovou com Michelle e Tássia.

Comentários

Yana Souza disse…
Poise, Lara, não adianta nada o ranking ser mudado se a nossa economia não evoluir... Vai dar na mesma, pois as jogadoras valorizadas não vão querer ganhar menos... sobre as centrais, pelo que vemos, temos muito poucas opções de centrais valorizadas. Realmente, o nível da nossa superliga 2016/2017 estará muito aquém do desejado. Preparemo-nos para ver jogos com baixo índice técnico e poucos ralis... Sobre a Sassá, ela vai voltar a jogar de ponta? Dependendo das atacantes é melhor te.la como ponteira do que como líbero... Fato....
Yana Souza disse…
Há, esqueci-me... Yana, a gata...
Vicente Maia disse…
Laura,
Muito boa sua análise sobre as centrais, corroborando com o tema, escrevo o que segue.
Para a Thaisa realmente seria conveniente um campeonato mais desafiador, mas espero que a saída do Brasil possa contribuir para fazer dela uma atleta maior do que já é atualmente.
Os times grandes, e pequenos também, já estão quase com suas centrais definidas, mas a grande incógnita para mim é a Fabiana e eu vou explicar. Não se fala de sua ida para o exterior, então, há de se supor que já esteja acertada com algum time aqui, mas qual time? Levando-se em consideração o Praia Clube manteve a dupla titular, Natasha e Wal, e a reserva Edneia e que a Carol Gattaz confirmou, nesta segunda-feira (02/05), a renovação do contrato com o Minas que já tinha renovado com a Mara, não vejo muito espaço nesses times não. O Rio de Janeiro é fechado com Carol e Juciely e não as troca por nada desse mundo. Para primeira reserva já tinha renovado com a Mayhara e contratou também a Stephanie Correa que era do São Bernardo.
O Osasco trouxe Bia e renovou com Saraelen, que pra mim junto com a Milka são as duas grandes promessas para a posição, mesmo porque Ana Carolina já é uma realidade. Thaisa ainda estará no próximo ciclo olímpico, mas Juciely e Fabiana provavelmente não. O Osasco ainda tem espaço para uma jogadora de 7 pontos e praticamente todas que estão disponíveis já foram ventiladas. Tandara, Sheilla e Jaqueline já foram dadas como certas em algum momento. Espera-se ainda que o Osasco traga pelo menos uma ponteira, pode ser também uma oposta, de renome internacional, agora que findam os campeonatos russo e turco.

O grande sonho de consumo da torcida praiana é a Fabiana, mas não sei se isso vai se concretizar não. O Praia deve ter tido que aumentar seu orçamento para renovar com suas jogadoras que se valorizaram, então de onde viria o dinheiro para trazer uma jogadora que está entre as duas mais bem pagas do Brasil? Talvez um novo patrocínio, que se havia especulado antes, vamos ver.
Em tempo, o Rio do Sul, que já tinha trazido Dani Suco, também renovou hoje com as centrais Camila Paracatú e Jéssica.
Vicente Maia disse…
Sobre a novela Natália a coisa está esquentando. A mídia turca e italiana bombaram hoje com uma notícia pra lá de revolucionária. A ida de 3 estrelas brasileiras para o Fenerbahçe: Natália, Thaisa e, acreditem, José Roberto Guimarães. A volta do técnico brasileiro seria um reforço para a renovação da coreana Kim. Natália entraria no lugar da conhecida Italiana Lúcia Bosetti. A levantadora a polonesa Skorupa seria substituída por Maja Ognjenovic.

A Girafova, depois do piti que deu quando foi substituída pelo técnico do Dinamo Kazan não fica na equipe, especula-se iria para a Turquia, mas especificamente para o VakifBank, mas aí seria banco porque a Sloetjes já renovou. Então a outra opção seria ir para o Fenerbahçe jogar junto com Natália, Thaisa e Kim.

Fontes:
http://www.voleybolextra.com/71993/fenerbahcenin-hedefindeki-3-isim/
http://www.volleyball.it/notizie.asp?n=119234&l=0
Yana Souza disse…
Vicente.. nao penso que a gamova seja banco em qualquer time q ela jogue no mundo... ela continua sendo muito efetiva... se bem treinada entao é imbativel na funcao de oposta...yana, a gata..
Yana Souza disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Paulo Roberto disse…
Realmente é uma pena que a crise econômica tenha atingido o mercado feminino. No masculino por enquanto as grandes estrelas ainda estão por aqui e mesmo retornando, como é o caso do Bruno e do Lucão. Essa indefinição de Osasco é que me causa maior estranheza e uma certa preocupação por ser, ao lado do Rexona, o maior investidor do vôlei feminino.

Especificamente sobre as centrais, concordo e muito que uma temporada no exterior seria a melhor coisa pra Thaísa, mas gostaria assim como a Laura e outros tem falado aqui que ela fosse pra um time de uma liga mais competitiva. A Adenízia já faz muito tempo que deveria ter saído do Osasco como já disse aqui outras vezes. Sobre a Fabiana, acho muito difícil ela fechar com Praia por uma questão de investimento mesmo. Dos que podem bancar o salário dela aqui no Brasil sobrou só o Osasco ou o Minas se houver algum patrocinador disposto como na época da Jaqueline.

Das outras jogadoras de 7 pontos, creio que são remotas as chances de jogarem no Brasil, talvez a Tandara e a Jaque por questões familiares. E o motivo é dinheiro. Quem pode, ou melhor, quem estaria disposto, a pagar uma Sheila no Brasil? Natália tem todo o direito de querer receber mais. Mesmo a Jaqueline com uma temporada fraca no Sesi continua valorizada. O Rio não faz loucuras financeiras, Osasco parece ter mudado a filosofia, Minas e Praia não parecem ter bala na agulha no momento, ou seja, continuam as incógnitas e as indefinições.
Gabriel disse…
Acho que talvez a Sheilla venha para ser oposta no Minas, no lugar da Tandara... ganharia menos, mas poderia terminar sua carreira perto da família (ela já vem falando em se aposentar há algum tempo)... Fabiana, a essas alturas, só poderia ser contratada pelo Praia ou Osasco no Brasil, mas o Praia renovou com suas três centrais da temporada passada, e Osasco, com a nova "filosofia", não teria dinheiro para bancá-la, assim como não teve para bancar Thaísa, então é uma incógnita mesmo o destino dela. Jaqueline pode voltar pro Minas, ou ela e o marido talvez joguem juntos na Itália, não sei... Tandara, ao que tudo indica, deve ir pro Osasco mesmo...
Gabriel disse…
A crise realmente está derrubando os investimentos no vôlei brasileiro... Mas tem outro fator... Quem vai querer investir pesado em times em um campeonato que tem o mesmo vencedor todos os anos??! Qual a solução pra equilibrar isso??? O Ranking nós já vimos que não é...
Gabriel disse…
E Hooker pedindo uma nova oportunidade na seleção americana??! Sempre achei estranho ela não ter tido nem uma oportunidade depois de 2012... Ela era a principal atacante do time deles, era matadora, e deu muita dor de cabeça pro Brasil até aquela final... Falando na final, ela foi a única que jogou alguma coisa, até a Larson que hoje é a principal do time, amarelou naquele dia, não entendo. Tudo bem que o time continua fortíssimo sem ela, tendo conquistado inclusive um grande título, mas porque ela não teve oportunidade de se reintegrar ao grupo e retruturar sua carreira... Acredito que possa ser, ou questão pessoal do técnico, ou porque ele prefira trabalhar com atletas mais jovens possíveis (mesmo a Hooker sendo ainda bem nova)
Pelo visto a crise mesmo é no vôlei feminino. Enquanto no masculino as principais equipes estão se reforçando, desembolsando muito dinheiro para ter os melhores jogadores, a situação do feminino é crítica. São muitas indefinições até o momento. Não é culpa da crise econômica, não é culpa do ranking. Alguma coisa acontece e, como sempre, as mulheres acabam sendo prejudicadas.
Vicente Maia disse…
Gabriel,
só lembrando que o Cruzeiro ganha tudo no masculino e os investimentos por lá aumentam ano após ano. Aparentemente, os patrocinadores devem achar o vôlei masculino mais rentável para seus produtos. Além do que, o salário das mulheres é bem menor. Alguém sabe, quem tem mais público?
Paulo Roberto disse…
É parece ser uma questão mais profunda do que simplesmente crise e ranking. Há tempos que o vôlei feminino é tão vitorioso quanto o masculino. Seria uma questão ideológica mesmo? Coisas agregadas e aprofundadas no seio da nossa sociedade que seria necessário mais algumas gerações para mudar?
Mantronix Inc disse…
A melhor Central brasileira no momento é a Walewska e ponto final.
Yana Souza disse…
Discordo..para mim a melhor é a que joga melhor na seleção e esta tem nome: Thaisa...the best... liga brasileira, já disse e repito, n serve como referencia não. Ainda mais nesta liga de 2016/2017 que vai ser fraquíssima... yana, gata..
Gabriel disse…
Mas Vicente, comparado ao Rio, o histórico do Cruzeiro é recente. O Rio há dez anos vem ganhando consecutivamente a Superliga, salvo em poucas "interrupções" feitas por Osasco, que conseguiu quebrar essa hegemonia. A impressão que nós temos é que a disputa real da Superliga é quem estará na final tentando a sorte de ganhar do Rio, e isto há vários anos já. No caso do feminino, o Ranking nunca irá resolver isso pq a gente já sabe que o Bernardinho com times bem inferiores faz chover, então será que vale a pena regras tão restritas à formação de "supertimes". Será que em alguns casos as jogadoras não tentariam se adaptar à nova realidade do times pra poderem continuar no Brasil?! enfim... Tá faltando bom senso dos clubes, que não mudam as regras desse Ranking e se acomodaram achando que esta é a única alternativa para equilibrar o campeonato
Yana Souza disse…
Discordo, gabriel, se vc observar o plantel do rio, como vcs mesmo dizem, tem as melhires centrais di brasil, as melhores ponteiras, a melhor líbero, ate pouco tempo a melhor levantadora... entao ele tem um timaco nas maos... nao tem este negocio de chover nao... quem fez isso foi o spencer no rio do sul que com um time modestoqase chegou as semis... yana, a gata...
Vicente Maia disse…
Data venia!
O time do Rio de Janeiro não tem, em tese, nenhuma jogadora titular da seleção, tem talvez a menor média de altura da Superliga e, excetuado a líbero, nenhuma superestrela campeã olímpica que tenha sido titular. Nunca em sua história teve nada parecido com o time estelar do Osasco de 2012/2013. Todas as jogadoras contratadas nas últimas temporadas, TODAS, são jogadoras medianas, promessas futuras incertas, infanto-juvenil do sub-23, jogadoras bichadas ou em fim de carreira: Venturini, Fofão, Gabi, Carol, Sarah Pavan, Andréia, Lorenne, Natasha, Mihajlovic, Monique, Drussyla, Natália, Thompson, Mara e outras mais. A última grande estrela do time foi Sheilla em 2011/2012, desde então o time carioca resolveu ser um time low profile e isso foi muito ruim pro vôlei feminino. O Rio de janeiro forma um time mais-ou-menos e ganha, essa é uma mensagem ruim para o esporte e para os patrocinadores.

Solução para acabar com essa hegemonia? Acabar com essa patetada de ranking e deixar quem tem dinheiro formar o time forte pra conquistar os títulos que seu investimento permitir.

Se arranjarem um patrocinador grande eu formo um time pra bater o Rio de Janeiro obedecendo o ranking, duas jogadoras de 7 pontos, e limite de duas estrangeiras atuais. Não sei quanto isso vai custar, mas sonhar é de graça. :)
Levantadora: Fabíola
Oposta: Goncharova
Centrais: Fabiana e Wal
Ponteiras: Kim Jang Hoo e Fê Garay
Líbero Camila Brait
Técnico José Roberto Guimarães
Pensando bem, a Gabi e Natália passam melhor que a Kim e Fê Garay e a Ana Carolina não tem respeito pelas atacantes adversárias, era capaz desse dream time perder. *risos
Brincadeiras à parte, espero que a Superliga 2016/2017 seja bem competitiva.
George disse…
Vicente,
Seguindo tua premissa, vou formar meu time perfeito (com os limites do ranking e um certo limite de dinheiro):
Ognjenović/Paula
Garay/Meijners
Fabiana/Wal
Brait
Vicente Maia disse…
Timão George. 😄
Leo Dias disse…
Meu time e o da Yana:

THAISA/THAISA
THAISA/THAISA
THAISA/THAISA
THAISA
Yana Souza disse…
Yana, o time que tem uma thaísa e um líbero como a Brenda Castilho, a melhor líbero de todos os tempos, embora alguns patriotas achem que é a Fabíola, jamais perderia... Brenda Castilho é a líbero que mais conquistou premiações individuais no mundo. Podem conferir... Quem dera tivéssemos uma Brenda Castilho no Brasil... Infelizmente a Brenda pertence a Republica Dominicana que não a ajuda nos jogos... Preparem-se para ve.la em ação pelo Bauru, certeza de grandes atuações... beijos... E esse negócio de formar times não dá... Questões fictícias não é o meu forte, por isso prefiro analisar os times já formados pelos profissionais de verdade...
Alysson Barros disse…
Acho que essa próxima Superliga está sendo nivelada por baixo.
Vicente Maia disse…
O Voloch, em seu blog, publicou hoje que a contratação da Fabiana pelo Praia é certa e que a renovação da Ramirez também já está concretizada mantendo toda base da temporada passada. Ressalta, contudo, que mesmo com esse reforço, o Praia não é o time a ser batido, que essa posição continua sendo do Rio de Janeiro mesmo sem Natália.
Também afirma que quem imagina que o Osasco vem com um time fraco vai se surpreender.
É uma esperança de uma Superliga mais forte. 😄
A lI disse…
Gentem!!!Estou impressionada com a dedicação,a responsabilidade e o profissionalismo da Fabíola que,mesmo grávida,está treinando muito com bola,fazendo musculação e pilates para voltar o mais rápido a treinar com a seleção após o parto normal.
Fabíola não engordou quase nada,praticamente só cresceu a barriga e vem treinando em Brasília no SESI,onde o time do TERRACAP treina.De acordo com o obstetra e ginecologista Mauro Grynszpan,Fabíola está fazendo tudo o mais certo possível. Ele explica que a atividade física induz a produção de adrenalina e ocitocina, dois hormônios que induzem ao parto normal. O especialista acrescentou que se não houver nenhum problema no nascimento, Fabíola pode estar treinando normalmente dentro de 15 dias.
A lI disse…
Korea 3x0 Italy
Thailand 3x1 Dominican Republic
Kazakhstan 0x3 Netherlands
Japan 3x0 Peru
Italy 1x3 Thailand
Peru 1x3 Dominican Republic
Netherlands 2x3 Korea
Japan 3x0 Kazakhstan
Kazakhstan 3x1 Peru
Dominican Republic 3x1 Italy
Thailand 1x3 Netherlands
Korea 2x3 Japan
Peru 1x3 Italy
Kazakhstan 0x3 Korea
Netherlands 3x1 Dominican Republic
Japan 3x2 Thailand
Thailand 3x0 Kazakhstan
Korea 3x0 Peru
Italy 0x3 Netherlands
Dominican Republic 0x3 Japan
Korea 3x2 Thailand
Kazakhstan 2x3 Dominican Republic
Peru 0x3 Netherlands
Japan 3x0 Italy
Dominican Republic 0x3 South Korea
Thailand 3x0 Peru
Italy 3x0 Kazakhstan
Netherlands 2x3 Japan
Vicente Maia disse…
Aline está de volta 👏
Josenei Silva disse…
Aline, o que são esses números? Sonhei que o Bernardinho contrataria Melissa Vargas.
Yana Souza disse…
Léo Dias... Que timaço este que você montou... estupendo... Yana, a gata...
Yana Souza disse…
Para wuem disse aqui que a crise so estava atingindo o volei feminino, observem a dificuldade de equipes como monte claros, campunas, que reduziu mais de 50 por cento do patrocinio, dentre outros em formar seu plantel para 2016/2017... o Campinas pode ate jogar com jogadores juvenis esta edição... uma pena a nossa paixao esta passando por tantas dificuldades... yana, a gata.
Yana Souza disse…
Para wuem disse aqui que a crise so estava atingindo o volei feminino, observem a dificuldade de equipes como monte claros, campunas, que reduziu mais de 50 por cento do patrocinio, dentre outros em formar seu plantel para 2016/2017... o Campinas pode ate jogar com jogadores juvenis esta edição... uma pena a nossa paixao esta passando por tantas dificuldades... yana, a gata.
Porrada da Fernanda Garay
https://youtu.be/vdUa-alCbms
Rah Silva disse…
Agr sim Adenizia foi oficializada pelo Scandici da Itália. Espero q tenha sorte por lá.