Vitória do elenco



Camponesa/Minas 3x2 Rio do Sul/Equibrasil

Esperávamos que este confronto de quartas fosse o mais equilibrado e ele não nos decepcionou. Além de disputado, foi bem jogado também, principalmente até o terceiro set quando a vitória esteve aberta a qualquer uma das equipes.

O Minas fez valer seu elenco. Paulo Coco acertou ao arriscar uma escalação mais ofensiva com a Rosamaria no lugar da Carla no quarto set. Partiu para o tudo ou nada e venceu. A grande vantagem desta modificação foi que o time ganhou maior poder de definição (Carla estava um pouco fora do jogo) e, assim, não estendeu a disputa de pontos. Ou seja, diminuiu a margem para que cometesse erros, que estavam comprometendo o resultado e que, aliás, têm sido o principal problema do time ao longo da SL. 

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O Rio do Sul perdeu a chance de fechar o jogo no quarto set depois da importante vitória do terceiro, que havia sido disputadíssimo. O time do Spencer precisa jogar no máximo da sua disciplina e concentração e, quanto mais extenso for o confronto, maior a chance para que caia de rendimento. E foi isso que aconteceu com o saque e o ataque. O time perdeu o fôlego e, sem peças de reposição, murchou no tie-break.

Enquanto o Rio do Sul ia baixando a agressividade e a guarda, o Minas aumentava. O saque começou a ser mais efetivo e o bloqueio a entrar. O Minas começou a ser muito mais atento na cobertura e defesa e aproveitou melhor seus contra-ataques com Tandara e, depois, Rosamaria. Mari PB também apareceu bem na definição. Já o Rio do Sul que apareceu bem no início da partida no saque e na definição com Ju Nogueira e Helô foi, aos poucos, minguando.


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Apesar de ter revertido uma situação negativa no jogo, fiquei decepcionada com os momentos finais do Minas no terceiro set, o mais equilibrado da partida. Ali, esperava que a camisa e as jogadoras como a Tandara fizessem a diferença a favor. Mas não. O time errou no momento mais crítico.


O Minas correu um grande risco nesta partida ao jogar a primeira em casa, ao meu ver. Contra um time que tem o fator casa tão importante e que é enjoado para se enfrentar, eu preferiria jogar a primeira fora. Se perdesse em casa, o Minas ficaria muito enrolado.

De qualquer forma, o segundo duelo promete ser quente novamente. O Rio do Sul tem que tentar ao máximo matar a partida em três, quatro sets. Afinal, ele não tem os recursos individuais que o Minas têm para mudar a cara de um jogo. Ele precisa contar com as titulares seguindo a cartilha passo a passo para alcançar a vitória.

Em casa, o Rio do Sul tem condições de empatar a disputa. Ele sabe jogar com os erros do adversário e o Minas os comete bastante. Há aí uma oportunidade de crescer e tomar conta da partida. O problema é as catarinenses jogarão com uma pressão por resultado que não enfrentaram durante a competição inteira. Se o próprio Rio do Sul não souber lidar isso, irá perder a maior vantagem que tem neste confronto, que é a baixa responsabilidade por resultado. 


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Pinheiros/Klar 0x3 Rexona/Ades

O Rexona mais uma vez usou de sua frieza e experiência para conseguir a vitória. O terceiro set foi complicado para as cariocas depois da saída da Gabi por lesão. O Pinheiros que, até então, tinha passado em branco no bloqueio, armou um paredão difícil até para a Natália passar.

Mas com sua peculiar paciência e sobriedade, o Rexona reverteu a situação adversa. O time não se perde por muito tempo em quadra. Não se vê a equipe perder a cabeça, dar pontos de graça, agir com ansiedade. O Rexona coloca sempre a bola em jogo e desafia o adversário a acertar, a aproveitar esta chance.

É que o Rexona confia na sua defesa e na sua capacidade de definição de contra-ataque – e, consequentemente, na menor capacidade nos dois quesitos dos rivais. E está certo. Não há equipe com melhor relação de aproveitamento entre defesa e contra-ataque que o Rexona nesta SL.

O Pinheiros bem que tentou forçar o saque para desestabilizar o passe e ataque do Rexona, mas isso acabou custando muitos erros e menor pressão ao Rio. Outro problema paulista, foi a falta de companhia para a Paula no ataque. Clarisse não foi bem, as centrais foram muito pouco utilizadas. Do outro lado, a distribuição da Thompson foi perfeita, com um ótimo aproveitamento da Jucy e da Monique e com a Natália sendo novamente decisiva nos momentos mais difíceis. 



Com a proximidade do próximo confronto, o Rexona pode poupar a Gabi sem que suas invencibilidade e classificação para semifinais sejam ameaçadas.


Comentários

Rafael Modesto disse…
Rio do Sul teria fechado o confronto no quarto set, não fossem os erros de ataque. Rexona precisa se ligar. Enfrenta o adversário mais fraco dos playoffs, e isso faz com que o time fique sonolento em alguns momentos. O Pinheiros é uma equipe perigosa. Quando quer, consegue impor muita dificuldade. E vimos isso no terceiro set, quando até mesmo a Natália foi bloqueada. Claro que nada vai impedir a classificação do Rexona. Mas, é importante vencer o adversário convincentemente, pois impõe respeito e dá moral para as semifinais. Se fraquejar e acabar perdendo algum set, como quase aconteceu, pode começar a gerar dúvidas e dar ao próximo oponente, margem pra acreditar que pode vencer.
Nei disse…
Eu adoro o Minas, mas geralmente torço para os menores. E como torci para o Rio do Sul. Faz estavam no limite. O Minas tem muito mais elenco. Falto experiência, frieza e atitude vencedora do Rio do Sul. Aquilo que eu falo desse tipo de jogadora. Tenho quase certeza que perderão em casa, mesmo com o retrospecto favorável. Sou muito fã do Spencer, mas não depende mais dele, e sim da cabeça das meninas.
Welmer Sales disse…
Apesar dos erros, Minas x Rio do Sul foi o melhor jogo dessa rodada das quartas. O Minas começou sonolento a partida, melhorou no 2º set, mas voltou a dormir na metade final do 3º set. O time de BH só acordou para a partida de verdade no 4º set quando dominou o jogo e foi embalado para o set desempate. Houve muitos altos e baixos durante a partida por parte das duas equipes, mas destaco pelo time mineiro as participações da Rosa, da Valquíria e da Mari no jogo. Mari foi muito bem no ataque, começou o 1º set virando bolas, mas no fundo de quadra ela estava mal principalmente no passe. Com o decorrer da partida ela foi melhorando e conseguiu dar o equilíbrio que a equipe precisava principalmente por conta da fraca atuação da Léia. Rosa e Val entraram muito bem no jogo, o paredão que elas formaram bloqueando a entrada de rede do Rio do Sul era insuperável, não contei, mas acho que juntas devem ter feito pelo menos uns 5 pontos de bloqueio.

O Minas correu o risco de ir para Rio do Sul enfrentar o time da casa em desvantagem no confronto, mas conseguiram se recuperar dentro da partida de ontem e evitar uma maior complicação dentro da disputa. Acho que teremos outro bom jogo na próxima rodada.

Sobre a outra partida não tenho muito o que falar, só tenho a dizer que não acho que o Rexona terá muito trabalho em avançar mesmo se Gabi não puder jogar.
Marco Barbosa disse…
Querida Laura e caros leitores, certamente o grande fato da primeira rodada das quartas foi a inesperada derrota do Praia em casa. Aliás, é mais certo dizer que a forma com que o Praia perdeu, em sets diretos, é que foi inesperada, já que o SESI, apesar da temporada desastrosa, tem de onde tirar. A série, porém, está ainda em aberto e ao meu ver o fator crucial será como as jogadoras do Praia irão digerir a derrota diante de sua torcida. Brasília me deu a impressão de que já considera sua missão cumprida; não creio que criarão problemas para o Osasco. Meu medo é que o próprio Osasco encarregue-se de criar os problemas. Rexona visitou o Pinheiros e precisou engrenar uma quinta marcha só no terceiro set, talvez por conta da ausência da Gabi, substituída pela capitã Regiane, que criou uma ligeira instabilidade na bem azeitada máquina de moer adversário do Bernardinho. Para as cariocas, continua o desafio de se manterem à frente das rivais sob o ponto de vista físico e técnico, algo progressivamente cada vez mais difícil à medida que a competição chega ao seu auge. Por fim, o melhor jogo foi o último da rodada. Seu tie-brake, porém, foi indigno e marcado pela provavelmente maior sequencia de saques da história da SL. Acredito que se o Spencer contornar o abalo que certamente a amarga derrota provocou nas suas jogadoras, poderá impôr o seu forte mando de quadra no próximo jogo. Deve-se reconhecer, entretanto, que Minas tem mais time.
Não posso deixar de desejar meus sinceros votos de perfeita e rápida recuperação para o Luizomar, abatido por um piripaque talvez derivado do ano complicado que ele está tendo que pilotar. Nós, fãs do vôlei feminino, devemos muito a ele, e até os mais ranzinzas torcedores do Vôlei Nestlé reconhecem o importante papel do técnico adoentado no momento mais dramático da bela história do Osasco, quando o banco vermelho puxou-lhe sem aviso o tapete. Grato, Luizomar! Estamos com você!
Vicente Maia disse…
A partida do Minas x Rio do Sul serviu para mostrar-me duas coisas.
A primeira é que um bom banco muda tudo. Sempre achei a Vaquíria uma jogadora de banco, mesmo porque quase nunca a vejo jogar. Mas ontem ela entrou e jogou, mas jogou muito bem, fez toda diferença na partida. A Rosamaria, que andava em péssima fase, entrou e também fez o que não tinha feito até agora. Emocionante a partida e muito disputada, com exceção do tiebreak no qual o Rio do Sul não entrou em quadra.
A segunda, é que se o José Roberto levar a Léia em vez da Camila Brait ele precisa ser interditado e internado. Apesar da recuperação e do esforço dela a partir de um ponto do jogo, na primeira metade ela afundou o Minas.
Sobre o jogo Pinheiros e Rio de Janeiro, vi com apreensão a contusão da Gabi.
O Rio de Janeiro é uma máquina e a Gabi é uma engrenagem fundamental para o seu bom funcionamento. A importância da menina dos olhos do Bernardinho para a equipe pode ser medida pela queda do time do Rio de Janeiro com a sua saída. Ela é uma jogadora completa e muito boa em todos fundamentos. A sua evolução a cada temporada é visível e o Rio de Janeiro depende muito dela. Não há no banco ninguém que chegue ao seus pés.
O time carioca corre perigo frente ao Pinheiros? Não acredito, com ou sem Gabi o Rio de Janeiro é muito superior. Como o jogo até às semifinais tem tempo, ela vai estar recuperado porque, ao que parece, a torção foi bem leve.
Yana Souza disse…
Como a nossa superliga é fraca... é so analisar bem os jogos...parece jogos estudantis... saudade da epoca em que valia a pena ver um jogo... Ate agora nada demais..jogos fracos von tecnica a desejar...perder um tye brak por 15 a 3 confirma o que falo... e nao vejo nenhuma jogadora para dubstituir as atuais da selecao...estamos ferrados p pós.olimpíadas...
Cesar Castro disse…
Fracos e negativos são os comentários dessa Yana Souza.
É cada ya que me aparece...
Yana Souza disse…
Querido Cesar Castro vc acha que vou ficar dando uma cego aqui... O que falei é a mais pura verdade. Então me diz quem vai substituir Jaqueline, Sheila, Garay, Thayza e FAbiana? Quem... Nunca vi na minha vida toda uma derrota de um time que está numa quarta de final de 15 a 3... Isso mostra o tanto que os times desta superliga são fracos... E um fraco e decadente Pinheiros dar arrocho em um time que se diz o melhor do Brasil,, para mim é demais... Dá uma olhada nos jogos da Turquia, Russia e Itália.. Compara, antes de fazer comentários deselegantes... Só não ver quem não quer... Hummmmf
Yana Souza disse…
Agora esta que o vicente disse que o Rio de Janeiro é uma máquina... haha.. Máquina que quando chega num mundial de Clubes emperra, né... pois nem um terceiro lugar lá elas conseguem... Não adianta vcs quererem colocar o Rio nas alturas.. Para mim o Rio só reina aqui pq a superliga do Brasil, hoje, é a quinta melhor... ou seja é fraca. Vamos ver se o Rio ganha o Mundial de Clubes... hummmf... Acorda gente, para de tapar o sol com a peneira... Falta mais investimentos nas categorias de base para aparecer jogadoras do nível de uma Ana Moser, Vera Mossa, Isabel, Vírna, Hilma, dentre tantas feras... hummmf
Joao Ismar disse…
Yana, comentava isso com um amigo há uns dias. O nível técnico da SL caiu muito. Sao 10/12 erros por set, os times erram saque como no masculino. Os jogos perderam a graça, com raras exceções temos um jogo com cara de clássico. Há duas temporadas tínhamos um campeonato tão bom quanto os europeus, mas hoje temos que nos contentar com um nível mediano.
Yana Souza disse…
João Ismar, vc disse tudo, mas vou mais além já tem umas três temporadas que o nível da superliga vem desmoronando. Veja bem, analisem bem os times da superliga, Pinheiros, Rio do Sul, Minas, Praia Clube, Brasília, São Caetano, todos são times medianos para fracos. Neles uma ou outra jogadora que se destaca, mas não faz verão não. Ai eu vejo cada comentário aqui do pessoal acima que me deixa pensar que não temos um senso crítico... Somos amantes do volei, sim, somos, mas não vamos esquecer de sermos realistas... Entretanto, torço muito para mudarem logo esta pontuação da nossa liga a fim de melhorar as nossas equipes... Hummmf
Cesar Castro disse…
Yana, o problema de quem reclama da mudança entre gerações é a o pensamento ingênuo de que vamos achar peças de reposição iguais. Não funciona assim.
Nascerá um novo time totalmente diverso do que está aí e ninguém vai poder dizer até onde ele vai.
O nível da SL não está fraco não. Assista o campeonato italiano e russo e verá que há todo tipo de resultado e times melhores e piores. 15 a 3 vai existir sempre em algum momento e isso não desmerece uma equipe aguerrida nem o trabalho de um técnico.
Meu comentário foi propositalmente deselegante apenas para que vc enxergue a maneira ácida como escreve e te entregar um espelho pra vc se enxergar.
Laura disse…
Aline, desculpa, mas tive que apagar seu comentário pois o considerei ofensivo. Detesto ter que fazer isso, mas apelar para ofensas pessoais eu não posso permitir. É possível discutir e argumentar sem isso, como você mesma já tantas vezes fez por aqui.
Yana Souza disse…
Senhor Cesar, apenas escrevi que não tem peças de reposição aqui... Enquanto no Brasil aparece algumas peças de nivel técnico médio no EUA, China, Russia, por esxemplo aparecem a todo tempo jogadoras altas, fortes, com grande impulsão, acho que é isso que o Brasil tem de trabalhar, mesmo que perca campeonatos nas bases, mas que com certeza, quando estiverem de juvenil para adulto estarão prontas... Agora olhem o Mundial sub-23 por exemplo e me diz qual jogadora ali tem um porte de atletas de grande força... Só sou realistas... E não seja mais deselegante nos seus comentários.. aqui eu falo do volei e não de nenhum participante. ok?
A lI disse…
Laura, desculpas peço eu a você e a TODOS OS LEITORES do seu formidável blog. Laura, vc está coberta de razão, seus textos são ótimos, coerentes, embasados e o bom-senso impera nessa blog de vôlei. Infelizmente, acho que fui contaminada pelo veneno do Voloch,tenho que parar de lê-lo,de jararaca já basta o Lula,não é mesmo? Enfim, mais uma vez peço desculpa a todos, sei que o nível dos leitores daqui é altíssimo e comentários provocativos, rancorosos e carregados de coisas que não acrescentam nada ao debate sadio não merecem espaço aqui. Obrigada pela atenção!
Vicente Maia disse…
Yana,
vamos por partes, como diria o Jack, o estripador.
1) Sobre o futuro da seleção brasileira. Concordo totalmente. Nós não temos visto a chegada de uma nova geração de jogadoras com nível internacional. Nossas jogadoras são técnicas, mas são baixas e o vôlei feminino no mundo, assim como foi com o masculino, tende a ser cada vez mais alto. Jogadora com menos de 1,90m hoje, nas principais seleções, é líbero ou no máximo levantadora. Podem dizer que a jogadora A ou B dessa ou daquela seleção é a melhor do mundo em sua posição, mas a TENDÊNCIA para o futuro é jogadoras cada vez mais altas.
2) Sobre a Superliga. Concordo parcialmente. A nossa liga não é tão fraca assim. Não é a mais difícil, mas também não é tão fraca. E qual o calcanhar de Aquiles dela? Investimento e raqueamento. Eu imagino o Barcelona não podendo contratar esse ou aquele jogador pra não ter um time muito forte. É uma regra estúpida, que não adianta nada porque nos últimos tempos só o Rio de Janeiro e Osasco foram campeões. Então, essa regra é inócua e sua principal meta nunca foi alcançada. Quem tiver mais dinheiro que contrate as melhores jogadoras, nacionais ou estrangeiras, e tenha, nas conquistas, o retorno do seu investimento. Só assim teremos possibilidade concreta de ter um time com condições de disputar um campeonato mundial de igual para igual.
3) Sobre o Rio de Janeiro. Discordo totalmente. Seu argumento é sempre o mesmo, que o Rio de Janeiro não conquistou um mundial. Parece argumento de torcedor do Osasco inconformado com a freguesia, que quase sempre perde, mesmo tendo sempre um time no papel muito superior. O time do Rio de Janeiro é, em média, 5cm mais baixo que o Osasco, não tem uma jogadora com mais de 1,90m, não tem uma jogadora titular da seleção, não tem estrelas, mas é uma equipe homogênea, fria, que aguenta pressão e com um técnico que treina o time a exaustão e que, principalmente, estuda os adversários detalhadamente. E esse último talvez seja o grande diferencial tático. Então, na Superliga, o Rio de Janeiro é uma máquina. É um time perfeito? Longe disso. É um time imbatível? Claro que não. No campeonato mundial, é outra estória, mesmo porque o time brasileiro não conhece os adversários que jogam o tempo inteiro entre si.
Já foram aqui, até certo ponto, deselegantes comigo, mas espero não ter sido com você. :)
Ehhhh isso, vamos acalmar os ânimos deixar o baixo nível pra outras esferas, outros blogs, bora respeitar o Papo, eu quem tô mandando. Kkkkkk (brincando).
Galera vamos relaxar, amo o PAPO, Laurita nunca nos deixa na mão, e jamais comenta como muitos de nós baseado por paixonites, clubismo, bairrismo, breguice, idiotices... sou maior fã deste espaço, amo sou este blog, AII dá um tempo, política é noutra esfera e pra falar mal do Lula de qualquer forma, com todo respeito, vai lá no G1.politica é algo sério.Lula fez muito por este pais e nada contra ele foi provado, e tem que ser muito cobra mesmo pra passar por cima duma sigla, duma direita que desde o descobrimento mama nas testas deste país, afundando o, em todos os aspectos. essa direita, essa midia burguesa, e alguns setores empresariais infelizmente nos dias de hoje ainda conseguem guiar o "gado" pro abate, sou a favor das apurações dos fatos suspeitos e da punição,no caso, de se conseguir provar, mas até lá.respeito, porque democracia tambem passa por aí, ninguém pode abrir a boca e falar o que bem quer não, tem que ter provas. sem pré julgamentos. Pelo menos o PT nunca engavetou ou vetou,este tipo de denuncias e na época dos governos da fome e da desigualdade, houve ao menos investigações? cadê a investigação do mensalao do governo passado? Enfim.... sem entender este país pseudo democrático, acorda Brasil, vamos ler um Miguel do Rosário, desperta pra vida que é o melhor. Pq servir de gado pra platinada e outros grupos é trash.rindo aqui do Japonês da Federal... É cada dedo podre apontando os outros. Fiquei mega chateado com a dona sheilla, de quem ainda sou muito fã, quando a mesma se envolvel burramente em política, defendendo o coterraneo dela, na época candidato a presidência, aquele que tem um aeroporto, nas propriedades particulares construidas com o dinheiro do povo, uma bagatela de Quatorze milhoes de reais.sei que, como cidadã ela pode apoiar quem quer que seja, mas uma esportista, referência pro país e ligada a filosofia do esporte como todo espostista é, ou deveria ser. achei que sujara a imagem endossando, apoiando um sistema de governo que nada fez para tirar o Brasil que ainda hoje por questões historicas sofre para poder perder o rankig negativo na educação,já ficamos atrás até mesmo de países africanos, e de países mais pobres da América latina como Paraguai, Bolívia e Equador, tudo graças a uma política retrocessa, onde educação nunca foi prioridade, vivemos por muito tempo nos vangloriando por ter aquele selo da unicef, daqueles números frios e falsos da inclusão escolar, endorssado pela lei da não reprovação, mas os números abafavam os alunos que se evadiam e os alunos fantasmas.poderia citar aqui mil e um motivos para apontar o meu descontetamento com ela por ter assumido essa postura, mas ninguém é perfeito. E vivemos num país "livre".
Conti... Vejo muito gente repetindo um discurso de ódio, de forma leviana, desinformada, muitas vezes até recitado por gente que muito mais deve a justiça, que por sua vez apadrinha politicos e não se volta contra grandes grupos corporativos. É uma briga pra ver quem é o menos pior, mas de fato o único governo que conseguiu nos tirar do mapa da pobreza, que elevou a economia, conquistou o respeito de potencias mundiais trazendo os olhos do mundo pra cá, e trazendo a alto estima pro povo, que insentivou o pequeno e medio empreendedor, que elevou e democretizou o acesso a educação superior,isso ninguém fala. Se por ventura ficar realmente provado tudo isso contra os políticos do PT cadeia neles, mas agora que as investigações sejam para todos e não desta forma seletiva, que nós ainda jovens, não saiemos nas ruas fazendo dos panelacos um carnaval fora de época, de forma errônea e alienada, bora fazer um panelaco, contra certos grupos midiaticos que financiaram o governo golpista militar, que até hoje deve zilhoes aos cofres públicos e que os mesmo papéis que compravavam as dividas "sumiram" junto com um cala boca em quem se levantou pra tentar investigar e cobrar as dividas. Grupo este que tanto persegue o partido dos trabalhadores, a quem muito de vocês enfileram esta caminhada rumo ao abate, ao ostracismo do pensar, do raciocinar, protestar usar as ferramentas sociais é muito importante mas vamos ver realmente quem aponta, quem julga e quais são os interesses defendidos pelos mesmo okay?
PS: Laura sei melhor do que niguém que este espaço tem como objetivo outras discursoês mas não posso me calar ao ver tamanha injustiça e gente inteligente sendo enganada, servindo como massa de manobra. Triste pq me parece que o mais importante é ter uma opinião, mesmo que não saibamos ou tenhamos bases pra realmente falar, reclamar sobre.