Ainda longe do líder


Finalmente o Praia Clube conseguiu mostrar um pouco do seu jogo contra o Rexona. Ao contrário dos confrontos do primeiro turno e da Copa Brasil, a equipe de Uberlândia entrou em quadra, deu trabalho ao adversário carioca e conquistou um set. Só que a boa exibição durou pouco.


Tivemos dois sets que retrataram uma disputa ideal entre líder e vice-líder. Mas, na realidade, vimos que o gap entre os dois ainda é grande – o que pôde ser conferido nos dois sets finais. Se formos pensar bem, o Praia só teve chance de bater o Rexona quando jogou beirando à perfeição e o adversário esteve em marcha lenta. 

Não quero tirar o mérito do Praia de ter pressionado o Rexona no saque, de ter tido um ótimo volume de jogo e aproveitamento de ataque e contra-ataque. Porém, não conseguiu manter nada disso quando o Rexona recuperou seu ritmo de jogo. 

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O Rexona entrou devagar na partida, com a Thompson levantando bolas lentas e ruins, prejudicando - e praticamente tirando de todo jogo - a Gabi. Só a Natália virava. Aos poucos, o ritmo da levantadora foi acelerando, as meninas se acertando na recepção e na defesa quando o saque começou a fazer efeito na linha de passe do Praia. Ainda assim não foi o melhor Rexona que vimos nesta temporada. Foi suficiente para garantir uma estabilidade que não foi abalada em nenhum momento pelo Praia.

Pelo contrário. Foi o time mineiro que se atrapalhou e foi perdendo a força nos fundamentos e nos desempenhos que tinham sido destaque até aquele momento. Ou seja, quando a situação ficou espinhosa, o time mingou. Na mesma situação, o Rexona sempre cresce. E é nesse ponto que reside a diferença o primeiro do segundo lugar. 

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Resultados da 8ª rodada do returno:

Dentil/Praia Clube 1x3 Rexona/Ades

Renata Valinhos /Country 3x2 Sesi

Camponesa/Minas 3x1 Vôlei Nestlé/Osasco

Pinheiros/Klar 3x1 Concilig Bauru

São Cristóvão Saúde/São Caetano 2x3 Rio do Sul/Equibrasil

Terracap/Brasília 3x0 São Bernardo


- Uma pena que não tenham transmitido Minas vs Osasco, um jogo importante para a classificação. Pelas as estatísticas, o confronto foi equilibrado no ataque, concentrado na Tandara, pelo Minas, e na Carcaces, no Osasco. A diferença a favor das mineiras me parece ter sido no sistema defensivo, que começou com um saque agressivo e terminou com um bloqueio mais eficiente.

- E o Sesi, hein? Já larguei mão. Estou a ponto de achar que o campeonato ganha mais ter o Sanca entre os oito classificados para a fase final, junto com o Pinheiros, do que o Sesi.

Comentários

A lI disse…
Claro que houve uma evolução do Praia Club,porém se final fosse hoje:NENHUM TIME DA SUPERLIGA TERIA CONDIÇÕES DE BATER O REXONA!!!Talvez na FINAL num dia ruim do REXONA e num dia em que o PRAIA estivesse jogando 110% possa ocorrer a vitória do PRAIA... Mas atualmente ainda não.Importante é ver também que há um trabalho sério no Praia Club e,mesmo sem DAYMI,o PRAIA CLUB mostrou evolução contra o REXONA.Tem muito campeonato ainda pela frente,estamos ainda em FEVEREIRO,até as finais o Praia pode evoluir muito ainda.Vejo o Picinin num caminho certo e coerente.O PRAIA investiu muito e tem elenco para suprir a falta da Daymi,seja como MALU,PRI DAROIT OU JU COSTA.Nesse jogo c/o Rexona foi testada uma formação com MALU como oposta clássica sem passar e outra formação como PRI DAROIT como OPOSTA-PASSADORA fazendo a mesma função que a DAYMI.Importante salientar que o PICININ é um bom técnico e não abre mão de testar as opções para substituir a DAYMI.Levando em conta os testes,até que o Praia fez uma boa apresentação perante à torcida em Uberlândia.
Leonardo Lucas disse…
Serio a superliga perdeu a graca desde a saida do amil,hoje em dia os semifinalistas ja estao definidos
Rafael Modesto disse…
O Sesi é a maior vergonha desse campeonato. Agora parece que não faz mais questão de nada. Perde pros grandes e se complica muito fácil com os pequenos. O meu medo é que o time feminino acabe, mesmo com a história que construiu nesses anos. Seria uma perda muito ruim. Enfim, espero que o projeto continue e que na próxima temporada eles consigam montar um time mais equilibrado, e com uma boa levantadora.
Vicente Maia disse…
Laura,
Eu não me preocupo com o Praia, perdeu, mas fez um bom jogo e mostrou evolução em relação às últimas partidas contra o time do Rio de Janeiro. O time como um todo foi bem, especialmente na defesa e bloqueio. A defesa brilhou e a Claudinha estava muito bem deixando o bloqueio adversário perdido. A Michele, contudo, foi completamente anulada no ataque, que diferença em relação à Monique treinada por um técnico que sabe tirar o melhor dela, e a Alix foi bem no ataque e também na recepção. Jogar bem é uma coisa, ganhar é outra.
O Rio de Janeiro, por sua vez, fez uma partida apenas razoável. No primeiro e segundo sets errou muito, mas se encontrou no jogo mantendo a frieza que o caracteriza. Gabi não jogou bem no ataque como de costume, embora estivesse muito bem na defesa e no passe, e a distribuição da Courtney Thompson para as centrais continua deficiente. Ela, que no saque e defesa é simplesmente perfeita, precisa melhorar a exatidão das levantadas e aumentar a velocidade do jogo, tanto nas bolas rápidas com as centrais como nas chutadinhas na ponta. Eu credito a ela apagão constante das centrais. Ontem nos dois primeiros sets era só bola na Natália que estava sempre enfrentando um bloqueio duplo ou triplo. Ela mudou a distribuição de bola e o time deslanchou. A Juciely quando passou a receber bolas entrou no jogo e a Carol continuou a ver navios no ataque porque a levantadora não dava bola pra ela. No bloqueio e saque, contudo, a Carol brincou de jogar. Foi para mim a jogadora mais importante do jogo porque amarelou o ataque do Praia e bloqueou bolas em momentos importantes.
O Rio de Janeiro ganhou porque tem um técnico experiente e uma equipe equilibrada e fria quando sob pressão.
O Sesi, o segundo melhor platel da Superliga, mais uma vez perdeu para tristeza de todos que gostam de volei.

Aline,
Eu continuo achando que a única equipe que realmente pode fazer frente ao Rio de Janeiro é o Osasco, as outras vão amarelar mais fácil

Nei disse…
O Praia tava jogando no limite. Eu comentava isso aqui em casa e dizia: vamos ver até quando vai aguentar. Enfim foi sedendo e o Rio foi entrando no jogo e aí já foi. Falta algo mais para o Praia ganhar do Rio e não acho que seja elenco. Talvez experiência e frieza, ou acreditar que pode ganhar. De novo para mim passa pelo psicológico.
Agora quero ressaltar que a arbitragem brasileira é muito tendenciosa quando se refere ao Rio e os árbitros estão predispostos a marcar sempre contra os outros times. Ontem aconteceu isso várias vezes. E mesmo certo em alguns lances o Praia ainda tomou cartão. E acho que o narrador e o comentador do sportv ainda vão junto narrando e torcendo pelo Rio. Teve lances e replays que nem foram mostrados que eram a favor do Praia. A Carol tocou na rede várias vezes e não foi marcado. Não gosto disso. É muito desonesto. Talvez sim a história do jogo e do Unilever de maneira geral poderia ser diferente com uma arbitragem honesta ou num lugar onde o Bernardinho não tivesse tanta influência.
Mantronix Inc disse…
Gostei do Praia nessa partida, o time jogou aguerrido e merecia ter vencido com mérito o primeiro set, a torcida devia jogar uma camisa do Rexona pro primeiro árbitro, a bola da Michele foi nítidamente dentro, os cartões vermelhos pro Picinnin foram exagerados, O Praia precisa aprender a bloquear e anular a Natália, Natália ataca 80% na diagonal e principalmente na diagonal curta, e quando fora da rede ataca meia força no corredor, o saque tem q ser na Gabi, Nat ta numa boa fase no passe,e gente, mais uma vez parem de atacar pra cima da Fabizinha, o time melhorou bastante.
Nei disse…
Mantonix, você fez uma análise tática perfeita da Natália. Concordo com tudo.
E realmente a bola da Michele foi dentro. Foi mostrado um replay tendencioso, mas não um que deixava claro o lance e assim foi e é sempre com o Rexona.
A Natália sempre se deu mal contra o Japão, por exemplo, porque a Sano ficava lá sentadinha na diagonal dela defendendo tudo, não importava a potência dos ataques. E essa meia batida é bizarra de cair. As jogadoras que defendiam na posição 1 estavam sempre erradas: ou muito para dentro, ficando atrás do bloqueio, ou muito na frente podendo facilmente serem encobertas.
CEAB disse…
Acho que voce nao conhece o "comentarista do Sportv" Marco Freitas... Ele é um torcedor do Osasco. E nunca é imparcial quando tem Osasco x Rio. Ele sempre torce contra o Rio em outros Jogos. Acho que a Arbitragem realmente sempre da os lances duvidosos para o Rio. Mas ganhar ou perder nao pode ser considerado mérito da arbitragem, o Praia teve chances de fechar o Primeiro Set e nao conseguiu. A partir do terceiro set o Rio veio como um rolo compressor.
CEAB disse…
O Praia Jogou melhor do que nas partidas anteriores. Mas o Rio nao teve centrais nos dois primeiros sets. Quando o Jogo deixou de ser baseado na Natália o Praia nem viu a cor da bola. 20 x 14 num jogo de Líder contra vice-líder é inacreditável. Outra coisa inacreditável é a Carol bloqueando. Eu fico com vergonha pelas atacantes. O Rio só perde se na final ele estiver num dia muito Ruim, mas muito mesmo. Porque ate se estiver 50% ele ganhará.
Abraão disse…
Nei, eu entendo que cause certa frustração o fato do time Carioca não perder. Mas não dá pra negar que o time joga um volei, digamos sufocante, o que impacienta is brios adversarios. Isso nada tem haver com algumas pontuais confusões da arbitragem. Também considero uma injustiça dizzier que a Natália só ataca na diagonal como se isso fosse um demérito. Myreia Luis também atacava uns noventa por cento dos seus bolões na pequena diagonal e nem por isso deixou de ser a melhor de todos os tempos.
Vicente Maia disse…
Desculpem, mas achar que existe qualquer tipo de conspiração da televisão ou da arbitragem para privilegiar time A ou B é muito fantasioso. O vôlei é um dos esportes mais difíceis de se apitar, eu mesmo comprovei isso em diversas oportunidades em que apitei partidas amadoristicamente. Os lances são muito rápidos e se tem uma fração de segundo para tomar decisões. É fácil estar sentado no conforto do sofá, com 10 câmeras de diversos ângulos e com replay em câmera lenta criticar a arbitragem quando ela erra contra o time que se está torcendo. A grande vantagem é que no vôlei, ao contrário do futebol, dificilmente um erro da arbitragem decide o jogo.
Acompanho a Superliga desde sempre e Rio de Janeiro e Osasco estiveram praticamente em todas decisões simplesmente porque eram os melhores times seja por causa do plantel, da comissão técnica, da estrutura ou mesmo do patrocínio rico, mas nunca por causa da arbitragem ou da televisão. Cabe aos outros times correr atrás e fazer melhor, como conseguiu o SESi em uma oportunidade em que deixou o Osasco fora da final.
Em tempo, o cartão vermelho do Praia foi para uma jogadora que fez um gesto obsceno e/ou desrespeitoso, a televisão não mostrou, e não para o técnico do Praia.
Luis Carlos disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Luis Carlos disse…
Natália está com todos os golpes, vide o jogo do Osasco, que a mesma atacau várias na diagonal longa, depois que percebeu que a Brait estava marcando a curta dela. Sobre os erros de arbitragem, acontece em todos os jogos, mas quando é a favor do Rio, sempre é mais repercutido! A campanha do time não tem nada a ver com os erros, diga-se de passagem!
Nei disse…
Abraão, duas coisas: não me causa nenhuma frustração que o Rio não perca. Pelo contrário, causa admiração, porque há tantos anos segue vencendo e ninguém consegue parar o time. Ele todos os méritos. Por isso mesmo não é necessário a arbitragem favorecer ao time nem o Bernardinho jogar pressionando os árbitros e querer apitar o jogo. E já teve sim jogos ganhos pelo Rio que foram dados pela arbitragem. A frustração maior é ver que os técnicos brasileiros não são tão bons assim, ou o material humano feminino não é tão bom assim, e nossa Superliga feminina não é tão boa assim como se prega por aí. Parece que ninguém treina além do Bernardo, ou todos são incompetentes mesmo, pois um time ganhar por anos seguidos, na maioria das vezes quase invicto, nos leva a pensar isso.

Segunda coisa, não falo dos ataques da Natália na diagonal como demérito, não sou estúpido a esse ponto. Várias jogadoras tem sua bola principal, e a maioria é a diagonal. O demérito ao qual me refiro é dos outros times não conseguirem marcar uma jogada manjada. Ela está certíssima em atacar na diagonal se não há ninguém competente lá para defendê-la.

Acho que os árbitros poderiam utilizar mais a prerrogativa de voltar o ponto. Seria muito mais justos em vários momentos.

Engraçado acharem que não torço para o Rio.
Murasaki Akane disse…
Vicente, realmente é fácil para um torcedor falar de qualquer lance com tantos ângulos fornecidos pelo sportv, mas a arbitragem vem deixando a desejar durante a SL feminina e masculina. Diria que, por mais difícil que seja apitar uma partida de vôlei, espera-se um trabalho mais coeso dos árbitros por serem profissionais do ramo. Só que tivemos vários jogos marcados por jogadas absurdas, como ontem na partida do masculino entre Taubaté e Sesi, no qual o central tocou e muito na rede (e bem na cara do primeiro árbitro). A questão dos 2 toques então, por ser uma regra subjetiva, passou a carecer de qualquer padrão. Lembrando-se do blog "Falando de Vôlei", na época da Juliana Carrijo? O blogueiro era ex-técnico e toda hora batia na mesma tecla: Carrijo tem um péssimo toque, os árbitros fazem vista grossa. Durante essa SL, vi vários levantamentos de várias levantadoras em que o juíz baiscamente assumiu se tratar de um toque "limpo". Fica difícil assim.

De qualquer forma, não acho que a arbitragem ajudou tanto o Rexona assim, uma vez que o Praia ase esforçou ao máximo para se igualar a um Rexona em seus 60%.
A lI disse…
Perfeito comentario Murasaki!!!Eu sempre digo:"NAO SABE DAR TOQUE?LEVANTA DE MANCHETE!","A BOLA TA MUITO ALTA?LEVANTA DE MANCHETE!","A BOLA TA MOLHADA DE SUOR?LEVANTA DE MANCHETE!","CHEGOU ATRASADO NA BOLA?LEVANTA DE MANCHETE!","FOI RECUPERAR UMA BOLA LONGE DA REDE?LEVANTA DE MANCHETE!","O PASSE VEIO MUITO BAIXO?LEVANTA DE MANCHETE!".Ou seja,na duvida,LEVANTA DE MANCHETE,porque eh HORROROSO E LAMENTAVEL perdet ponto por 2 TOQUES,como aconteceu c/a JU CARRIJO no passado... Concordo contigo,a arbitragem deve ser MUITO MAIS RIGOROSA COM ESSES 2 TOQUES HORROROSOS que acabam c/o voleibol!!!Toque na rede entao,nem se fala,tambem eh muito feio!!!
Luiz Felipe disse…
Como torcedor do Minas, estou bastante satisfeito com o time nesta SL. O time tem grandes chances de chegar a seu objetivo na competição, isto é, as SFs. As contratações e renovações do elenco foram quase todas muito felizes, à luz das condições do mercado e a realidade financeira do time/clube. A folha salarial do Minas é bem menor que a do Nestlé e do Rexona. Inferior certamente tb à do Praia, que terá investido alto com as estrangeiras. Menor até que a do Sesi, que tem duas grandes jogadores de 7 pontos (Fabi e Jacque). O Minas soube contratar inteligentemente a Tandara, quando a jogadora não tinha muitas opções em termos de clube, sabendo que a jogadora provavelmente voltaria a render perto dos play-offs. A contratação do eterno assistente do ZRG, Paulo Cocco, também foi muito acertada. Em termos de custo-benefício, o Minas está lá em cima. Espero que, nos próximos anos, o time possa deter ainda melhores condições de voltar a lutar pelo título nacional.
Marco Barbosa disse…
Querida Laura e caros amigos, fantástica a torcida do Praia lotando o ginásio! Como seria bom se alguns times finados com torcidas apaixonadas houvessem tido continuidade. Já pensaram como seria a SL se ainda tivéssemos o Vôlei Futuro em Araçatuba, o Macaé ou o Campinas? O Praia não pôde brindar sua torcida com uma vitória, mas ao menos mostrou significativa evolução, fazendo seu melhor jogo contra o Rexona na temporada. Já as cariocas venceram com um vôlei bem menos vistoso, mas taticamente tão eficiente quanto na partida do turno, ao meu ver a melhor exibição do time na temporada. Ao lado da superioridade física ainda mantida nesse momento já avançado do campeonato, destaco a aplicação tática como diferencial importante dessa campanha do Rexona. O Picinin é competente e tentou igualar, até conseguindo nos dois primeiros sets. Aliás, acho que a vitória no primeiro set foi muito importante para o Rexona e talvez até tenha sido decisivo. O Praia teve a chance de fechar o set, mas faltou força ofensiva, que naquela altura se abanava com um leque na área VIP. O Rexona não demorou para controlar a jovem Malu, a ponto de tirá-la totalmente do jogo, mas teve dificuldades com a Wal, só resolvidas com um saque mais alongado. Saque, aliás, é a especialidade da casa. Solucionados os problemas, o jogo fluiu com naturalidade para a turma do Bernardinho. Sobre a criticada distribuição da Thompson, creio que a menor participação da Gabi deveu-se mais a uma opção tática que privilegiou a Monique. Quanto à dificuldade com as centrais, eu desculpo a gringa: Jucy e Carol não são nada parecidas com as centrais para as quais Courtney levantou em toda a sua carreira e para ela deve ser uma adaptação bem complicada. No lado do Praia eu vejo uma Claudinha em ótima forma física, mas que parece perder a confiança diante de um andamento complicado da partida: é um ponto em que ela precisa trabalhar. Posso estar sendo meio condescendente, vocês hão de me dizer, mas acho que a Alix começa a demonstrar nítida evolução. Ela que chegou com um voleibol todo baseado em seu biotipo privilegiado, logo viu que contra os times mais organizados da SL não basta passar por cima do bloqueio, pois mesmo com toda a sua altura ela foi inteiramente anulada em algumas partidas. Mas já a vejo variando os golpes, colocando melhor a bola e sofisticando o movimento do braço buscando um melhor efeito. Seguindo este caminho e adquirindo maior velocidade, a Alix tem totais condições de brigar pela concorrida vaga de ponteira ao lado da Larson na seleção americana.
Ansioso pelo próximo capítulo da novela do Osasco!