Expectativa vs Realidade



Nada mais broxante do que um jogo que promete, mas não cumpre. Foi assim Minas vs Praia Clube. A expectativa era de um jogão, mas em 1h30 de partida praticamente só se viu a equipe de Uberlândia em quadra.

A resistência do Minas para fazer uma partida equilibrada foi pequena. Ela esteve ali no início do primeiro e segundo sets, mas se esvaneceu com as próprias dificuldades do time, que foram desde a má recepção até a fraca estratégia de saque.

A superioridade praiana foi sustentada pela consistência da sua recepção, comandado pela Tássia. A líbero tem sofrido nesta SL ao ter que cobrir suas colegas da linha de passe, o que nem sempre tem garantido uma boa qualidade para a Claudinha trabalhar. Ontem, a Tássia, no entanto, esteve muito bem na proteção de Ramirez e Álix e entregou bolas de qualidade para a levantadora fazer o seu melhor jogo e aproveitar o arsenal de ataque da equipe, principalmente as centrais. 
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Não resta dúvidas que a Tássia foi muito competente, só que não se pode ignorar a ajudinha recebida pelo saque do Minas. As sacadoras não exigiram tanto da movimentação da líbero na cobertura de Ramirez e da Álix, o que deixou a Claudinha muito à vontade no jogo.

A mesma facilidade não teve a levantadora do Minas, a Naiane. O passe não colaborou e ela não conseguiu ser precisa. Ao mesmo tempo, para infelicidade minastenista, não havia uma saída segura de ataque. Carla foi a melhor atacante, a única mais regular. Tandara e Rosamaria se alternaram como opostos e não corresponderam as necessidades de virada de bola do Minas.

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É preocupante esta queda de rendimento do Minas no segundo turno. Nem me refiro à perda da terceira colocação, que foi até um “extra” alcançado no primeiro turno. Sabe-se que o time tem limitações e que estava fazendo além do esperado dele. 
O problema é que, agora, o Minas está aquém do que é capaz. Se a tendência era de uma trajetória ascendente, agora ela aponta para o sentido oposto. É muito cedo para o Minas virar o fio. Vamos torcer para que, ao menos, o time consiga se estabilizar na média, o suficiente para entrar na fase eliminatória como um adversário competitivo.

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Resultados da 5ª rodada do returno:

Camponesa/Minas 0x3 Dentil/Praia Clube

Vôlei Nestlé/Osasco 3x0 Terracap/Brasília

Rexona 3x0 São Cristóvão Saúde/São Caetano

Pinheiros/Klar 2x3 Sesi

Concilig/Bauru 3x2 Rio do Sul/Equibrasil
 
Renata Valinhos Country 0x 3São Bernardo



- Na fase que vive o Osasco, vitórias tranquilas e convincentes contra São Caetano e Brasília precisam ser comemoradas. Parece que, mais por obrigação do que por opção, o Luizomar finalmente se decidiu por uma formação. Mesmo depois da derrota para o Rio do Sul, ele manteve a Ivna no lugar da Carcaces e conseguiu dois bons resultados, o que é de louvar. Vamos ver se, na hora de enfrentar os mais fortes, esta convicção permanece ou se o troca-troca volta a entrar em cena.
Tenho sempre o pé atrás em relação à Ivna e deixá-la como titular na ponta não seria a minha primeira opção. Mas tenho que admitir que, apesar dos números não serem muitos positivos nas estatística quanto à recepção, no ataque ela está indo bem. Ou seja, está conseguindo lidar com as duas responsabilidades. A minha desconfiança ainda permanece. Assim como com o Luizomar, quero esperar para ver como ela responderá aos jogos mais difíceis. Mas não se pode negar que os primeiros sinais desta composição do time tendo ela como titular na ponta foram positivos.

Comentários

Murasaki Akane disse…
Realmente, a palavra chave para o clássico mineiro é broxante. Eu já esperava uma vitória praiana por conta do desempenho recente do time da capital, mas este último sequer demonstrou resistência. Mari Paraíba esteve simplesmente péssima no passe e Naiane não conseguiu fazer as melhores escolhas para o ataque do seu time fluir. Falando na levantadora, sinto que a bola dela com a Mara ainda não está bem ajustada, mesmo que ela não seja uma atacante de meio tão boa assim. No geral, Léia e Carla foram bem.
Já o Praia entregou o passe o tempo todo na mão da Cláudia, possibilitando muita velocidade nos ataques e contra-ataques. O que mais me impressiona nessa história toda é que o jogo dela sempre foi um pouco mais lento, mais dependente das pontas, mas ela está acelerando e muito nessa temporada. De qualquer forma, quero ver o Praia contra um time que saque melhor para ver no que vai dar.
Nei disse…
Laura, sobre o saque poucas são as esquipes que sacam bem e que possuem um plano estratégico bem definido e conseguem executá-lo. Quando há um planos há deficiência técnica no fundamento, quando há técnica falta disciplina tática, assim dificilmente vemos uma equipe sacar bem, geralmente sacando na líbero ou na jogadora que está no meio fundo.As melhores equipes neste sentido, pelo que observo mas posso estar enganado (não olhei estatísticas) são o Rio de Janeiro e o Praia.

Um aspecto positivo do jogo do Minas que eu gostei foi a Carol Gattaz atacando pela frente, na bola chutada principalmente. Há muito eu sentia falta dessa possibilidade para ela, pois é alta e sua china nem sempre é efetiva, precisando atacar pela frente. Gostei disso. A Mara precisa evoluir. Ela já tá há um tempo na estrada e pontua muito pouco, tanto no bloqueio como no ataque. Ontem quando a Naiane tentou rodar com ela, ela não correspondeu. Virou pouquíssimas. Fica a dica.
Luis Carlos disse…
Foi um jogo de um time só, mas queria ressaltar também a Michele, acho que ela está ajudando bastante a Tassia, dividiria o mérito para as duas, mas o que me impressiona é a defesa dela, ela está pegando tudo, ainda precisa melhorar no ataque, mas precisa ser mais acionada também. Praia vem com tudo nesse returno, será que vão chegar nas semis? Espero que sim!
Luis Carlos disse…
Uma notícia boa para o SESI, segundo o Voloch, Talmo foi demitido. Wagão tem chances de assumir?
Mateus CS disse…
Olha Luis Carlos, pelo que consta na notícia, até o fim da temporada é o assistente que comandará o time. Mas como torcedor do Osasco, espero que não se confirme o Wagão no cargo, pois gostaria muito de vê-lo treinando meu time. Acho que Luizomar já está ultrapassado.
Luis Carlos disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Rah Silva disse…
Acho q a melhor estratégia do Minas seria com:
Levantadora:Naiane
Ponteiras:Mari PB e Samara
Oposto: Tandara
Centrais: Gattaz e Valquiria
Líbero:Léia

Nei disse…
Esqueci de dizer que a equipe do Rio do Sul também saca muito bem.
Laura disse…
Um pouco tardia esta demissão. O Sesi perdeu o timing para dispensar o treinador. Agora, mesmo que chamassem o Wagão, pouco poderia ser feito. Pelo que fala a notícia, será mesmo o auxiliar que assumirá o comando do time. O Sesi não deve estar querendo arcar com mais uma despesa para um time que tem poucas chances de título este ano. Neste momento, a demissão deve ter sido para evitar uma vergonha maior.
Laura disse…
Nei, neste jogo do Minas lembrei muito dos seus comentários sobre o saque. Foi um bom exemplo desta falta de estratégia e/ou displicina da maioria dos times.
Nei disse…
Que bom que percebeu, Laura. Eu acho tão estranho isso. Nesse nível, sacar sem responsabilidades, sem um propósito. Saque ganha jogo se bem feito, e perde jogo também se mal executado.
Laura, Nei e queridos leitores...
Falando nesta questão específica, o saque(uma boa sacadora e uma boa obediência tática), realmente é algo que definitivamente não faz parte da escola feminina do volei brasileiro. O que é terrível! Acho que os técnicos interferem no desenvolvimento do fundamento, são poucas as boas sacadoras que temos, e as que sacam viagem menos ainda. Mas se não me engano quem não lembra da Gabi do time carioca na época do timaço do Makenzie.? (Gente aquele time na bagunça da superliga atual com certeza chegaria longe pq era uma equipe muito comprometida com os fundamentos como toda equipe pequena deveria ser). ela sacava viagem (me corrijam se tiver errado).A própria Tandara, Mari e se nao me engano a sheila. enfim,vimos que com o tempo, e em determinadas equipes deixaram de sacar. Poucas se observam sacando ainda o viagem. como Elisangela, até Gamovão só vai de tático,se me recordo o flutuante... eu hein, pois amo sou a Taisinha do sanca... rs. Mas na realidade o que me deixa mais descrente galera e que antigamente ao assistir uma partida de volei viamos mais técnica, todo mundo passava quem nao lembra da já citada por mim, Elisangela, colocando Leila no banco no pan de 1999, quando a Barros oscilou no passe (a época oposta ainda passava) e estava bem marcadinha no ataque. Enfim vejo muitas jogadoras de potêncial, muito mais até que antigamente. vejo equipes com pouco investimento, que na minha opinião, tinham que trabalhar em triplo pra fazer frente aos grandes e realmente não vejo isso. o que tive o desprazer de ver foi o bom time do estimado Spencer Ler perder um jogo "GANHO" para o Rexona,Por falta de diciplina tática. Vejam as orientais, a Tailândia mesmo não ganhou da Russia?!!! com gamova e tudo no jogo,com aquela jogadora de 175 de altura, isso tudo graças a diciplina tática e a técnica apurada. a impressão que dá é que esse povo não treina,e esqueceu tudo que aprendera na base. Ahhh e não poderia deixar de responder a um colega leitor, onde citou Samara como jogadora de time titular, gente sinto muito se pra voces ela é jogadora pra mudar a realidade de uma equipe, não gosto do inconciente popular (JÁ basta uns blogueiros tendenciosos e a platinada pra nos alienar com o time de comentarista que tem).A mídia e algumas pessoas acham que nós não vemos ou entendemos de volei, poxa quem não leu uma materia puplicada no saque viagem se nao me falha a memória, da Camila Brait na primeira temporada sem a Jaque, falando que a samara era sua substituta, que o toque apurado do passe lembrava o da mesma? Me polpe,povo acha que somos cegos, acho que na temporada anterior a Dona samara estava no pinheiros e fez jogos terriveis comprometendo e muito no passe, teve um jogo decisivo que por conta das quinadas dela deu tudo errado. E na temporada seguinte a moça chega na toda poderosa equipe da nestle com STATUS de substituta da Jaqueline, era, a que ia estabilizar o passe., fundamento em baixa pós saida da mãe de Arthur. Enfim, beijo a todos....

Rússia e EUA com passaporte carimbado p/ Rio 2016.

Alguém sabe como esta a situação dos outros restantes?

Será q Cuba vem pela Am.Central/Caribe?
Laura disse…
Beto, já ouvi falar que elas não sacam viagem pelo desgaste ou problemas físicos que pode causar - não tanto no jogo, mas nos treinos, em ficar repetindo e repetindo os saltos. Fora que a margem de erro é bem maior. Os treinadores devem preferir apostar nas suas defesas, que funcionam melhor no feminino, do que dar pontos em saque. De qualquer forma, se fizessem bem o saque "com os pés no chão" nem lembraríamos desta possibilidade do saque viagem.

Marcelo, Cuba não tem chances de disputar a Olimpíada. Ela ficou de fora do quadrangular classificatório pro Rio que aconteceu agora com EUA, Porto Rico, Rep. Dominicana e Canadá. Perdeu a vaga para o pré-olímpico na Copa Norceca ano passado.

Do pré da Norceca, a segunda classificada, Rep. Dominicana, e a terceira, Porto Rico, ainda têm chances de conseguir a vaga. As dominicanas vão participar do Pré Intercontinental com as demais seleções da Europa e Ásia. Já Porto Rico disputa vaga com a 2ª colocada da América do Sul e com 2º e 3º da África - o que não faz sentido, o caminho é mais fácil!
Nei disse…
Beto, você foi muito preciso em seus comentários e concordo com quase tudo. Também concordo com a Laura no sentido do desgaste que é este tipo de saque, especialmente em jogadoras mais velhas, caso de Gamova, e no feminino se investe mais na defesa mesmo. Como a Laura colocou o que está saltando aos olhos é a execução do saque simples, parado, do chão, não é nem o flutuante. Não se consegue direcionar o saque em uma jogadora ou em uma posição. Por exemplo, quero sacar na ponteira que está na rede jogando o saque para a linha e fundo, posição cinco, pra ela ter que recuar ou usar a manchete pelo lado de fora da quadra. Elas não conseguem: sacam na antena, vai para fora, etc. Às vezes só direcionar na pior sacadora já seria bom, mas também ninguém consegue. Volto a repetir meu mantra: nossa Superliga é muito fraca e limitada geograficamente. O vôlei deveria chegar no Norte e Nordeste, Centro-Oeste. Buscar mais atletas no Sul também. O povo brasileiro é bom de esporte e bom de grupo. Há talentos! A CBV tem que investir e achá-los. Quando vemos uma análise dessas que o Beto fez, conseguimos entender porque o ZRG e o Bernardinho têm tanta dificuldades para renovar a seleção.
Sobre a Samara, nestas duas temporadas falei sobre isso dela várias vezes e a agora é triste notar como ela regrediu. Parece que desaprendeu e, como foi muito bem colocado, não treina, entre tantas outras. Ai, até me deprimiu. Sem mais.
Nei disse…
Estou sonhando e torcendo para o Praia Clube fazer Unilever e Osasco se pegarem nas semis.
Paulo Roberto disse…
Nei você pontuou uma coisa que sempre passou pela minha cabeça: porque a SL é concentrada no Sudeste? Obviamente, é impossível surgir um grande time nas outras regiões do país do dia pra noite, mas o vôlei é um esporte muito amado aqui no Nordeste também. A CBV peca em quase tudo que diz respeito ao esporte. Deveriam fomentar a prática nas escolas, nas universidades e onde mais pudesse encontrar talentos.
Rah Silva disse…
Realmente no nordeste ha mtas cidades que mesmo n participando de campeonatos, torneios e afins tem times de vôlei e o pessoal amam mesmo o esporte. Mais a visao do volei é restrito a região sudeste. Vemos aí poucos atletas do Nordeste e Norte.
Do nordeste temos a Dani lins, a Jaque, Mari PB e Dayse nessa superliga.
Nei disse…
Eu também sou do Nordeste. Moro em Salvador. Jogo vôlei há anos e agora na universidade federal daqui. Todos amam o vôlei e o esporte é muito praticado aqui. Mas tudo ocorre informalmente, até em locais que deveriam ser formais como as associações atléticas, Sesc, na própria ufba, etc. Geralmente jogam quarteto e na praia é muito forte também porque nossa orla é grande. Mas oficialmente o vôlei aqui não existe. A Federação Baiana não é tida como um órgão sério e é acusada de corrupta por todos. São as mesmas pessoas na gestão há anos num regime de panela entre gestores e atletas federados. Não temos ginásios capazes de receber uma partida de vôlei do nível da Superliga, quanto mais das seleções. Nem na ufba tem um ginásio poliesportivo. Jogamos em quadra de cimento hiper duro, descoberta e o local está sempre em obras só sugando o dinheiro público.

E assim é. Mas as pessoas amam o vôlei e o praticam de forma indiscriminada em vários bairros e condomínios e na praia. Com certeza temos talentos aqui, mas não há um trabalho sério. Acredito que mais acima e no Norte também há talentos. A superliga deveria inscrever pelo menos dos times de cada região ou um. A CBV deveria fazer algo.
Nei disse…
Missão: Liderar o processo de desenvolvimento e disseminação do voleibol brasileiro junto às entidades filiadas em todo território nacional e representar a modalidade com excelência em eventos internacionais.

Assim está no site da CBV, Paulo. Tem as metas, mas não tem o plano de ação. Também não faz referência às regiões, mas ao território nacional inteiro.
Pois é acho uma pena minha cidade (Fortaleza ) não ter um representante na elite nacional, há cerca de umas duas temporadas a UFC jogou a superliga B mas acho que desistiram de tentar por falta de apoio mesmo. Mas gente, se nem é da cultura do país investir em esporte, muito se fala no papel do esporte como até mesmo uma forma de resgaste e reencerçao social, que vai para além do condicionamento físico,. Porém nada se ver, no sentido de difundir a modalidade esportiva como um todo, nada mesmo, até o alienante futebl está numa crise, imagina os esportes "secundários" ao contrário, só se ver um basquete afundado, e um vôlei em crise e nada se faz... ah se o FBI ENTRASSE nas investigações e tomasse as redeas da FIBY e das denucias que esplodem mundo a fora ( caso Ingrid Visser e as nossas que a ESPN trouxera à tona) , só assim a coisa andaria como tá acontecendo no futebou, posso tá falando asneira, mas num pais onde a prioridade não é a educação de qualidade e a prática esportiva não é incentivada como estilo de vida, que vai para além do conceito competitivo,onde se ganharia muito na questão da prevenção de doenças que assolam a sociedade moderna como as cardiovasculares por exemplo,Num cenário como este meus nobres corrreligionarios nós só podemos ir sonhando mesmo com dias melhores porque ascensão do nosso amado vôlei e inserção de novos estados na competição nacional soa mais como utopia do que uma realidade próxima, é triste Laurita e Ney mas é a realidade que nos assola.
Gente arrasado, povo adora mostrar que comanda né.? nenhuma partida dos dois bons jogos da copa feminina, eu hein... sexta seca, tá descendo quadrada,sem vôlei, que depressão. .. hahah. Ahh antes que me esqueça Laura,Nei estava pensando aqui sobre as olimpiadas e imaginei se nós poderiamos criar sei lá, um chat, ou um grupo de discussão após as rodadas dos jogos, a Laurita nos aqueceria no seu blog, e podiamos dicutir toda a rodada via skyp ou hangouts, o que vocês acham.? Gente olimpiada aqui acho sinceramente que só veremos uma vez, e se o materia ficar bom postamos no youtube, fazemos um apanhado de todas as agencias de vôlei, comentando o dia dia dando nossa visão e análise sobre os resultados, seria como comentar o blog da Laura ao vivo, ela tomaria as redeas no papo e continuariamos nas discussões online, to sonhando demais galera. ? O que acham.? Bj no coração,!
Nei disse…
Beto, também estou em crise com o fato de mexer no controle todas as noites e não encontrar vôlei. Fico perdido na televisão sem o vôlei.

Eu super apoio criarmos um chat para discutirmos em tempo real sobre a Olimpíada.
A lI disse…
O que vale a Copa Brasil? Vale muita coisa,sim: É um título nacional, vale muito para a torcida e para os patrocinadores!
O que vale os JOGOS ABERTOS DO INTERIOR? Vale muito, equipes como o Rio do Sul valorizam muito.
O que valem os CAMPEONATOS ESTADUAIS? Equipes como Rexona e Dentil/Praia Club fazem questão de serem campeãs estaduais.
Logo, a COPA BRASIL, que é um título nacional vale muito sim!!!
Pois é Nei pois vamos maturar a idéia e claro ver o que a Laura acha.