O grande jogo da rodada



Nesta sexta-feira (11), tínhamos dois grandes confrontos previstos na tabela: Sesi vs Osasco e Minas vs Rexona. Mas na quadra mesmo, só tivemos um que se confirmou como tal: o segundo. 



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Tanto Sesi como Osasco vinham de situações delicadas, tendo que dar provas de suas forças no campeonato. A tensão ficou evidente no número de erros de saque e pelas bobeadas na defesa e coberturas de bloqueio de ambas equipes.

O Osasco conseguiu mostrar um pouquinho mais de consistência e, com mais recursos, individuais, acabou levando a partida. Mas, mesmo com a vitória, continua demonstrando muita instabilidade e insegurança. Afinal, a partida poderia ter sido resolvida em 3x0, mas o time sentiu por demais a pressão no final do set e não soube lidar com a vantagem que havia construído. Em compensação, no final do quarto set, quem comandou a virada foi o time de Luizomar, com a inversão do 5x1 que deu muito certo – principalmente com a Diana no saque. 

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Sobre o Sesi, devo dizer que sobreviveu na partida mais do que imaginava. Aproveitou as brechas dadas pelo Osasco, o que trouxe até uma percepção de que a disputa esteve equilibrada. Mas a verdade é que o Osasco teria que ser muito mais ‘bobo’ para que o Sesi conseguisse crescer em cima e vencer.

O time do Talmo soube pressionar no saque e só. No mais, foi pouco eficiente no bloqueio, na relação defesa-contra-ataque, e no ataque. Ah, o ataque! Como se já não bastasse a dificuldade em colocar a bola no chão de Ellen, Dayse, Jaqueline e Andreia, a Priscila Heldes ainda piora a situação com levantamentos terríveis, principalmente nos contra-ataques. Não sei que cegueira atingiu o Talmo que só foi optar pela Carol, em definitivo, no terceiro set. O ataque melhorou consideravelmente.

Outra cegueira do Talmo é em relação à Andreia. Eu simplesmente me esqueço que ela está em quadra tamanha a insignificância dela na equipe. Não dá pra contar com uma oposto que só sabe atacar “china” se, no time, não há uma ponteira carregadora de piano. Se ela tivesse uma Natália ao lado, até entenderia a permanência dela. Mas o Sesi não tem. Se eu fosse o treinador, eu apostaria de vez na Sabrina.

Mas, como sabemos, definição de um time titular não é o forte do Talmo. Ele prefere o troca-troca que não faz bem nem as jogadoras nem à equipe. O Sesi foi mal montado, é verdade. Isso agora é difícil de consertar. Vai ser, até o final da temporada, um time com dificuldades de pontuar no ataque, pouco decisivo. Mas poderia compensar a fragilidade com outras qualidades, as quais, sinceramente não as encontro. O Sesi continua sem cara, como sempre. E, pior, não há sequer um rascunho dela. 

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Passemos para o outro duelo da rodada, esse sim, bem jogado. Houve muitos erros, é verdade, mas foram totalmente eclipsados pelas belas atuações das duas defesas. Minas e Rexona deram show neste fundamento - e um trabalho danado para as atacantes colocarem a bola no chão.

Foi um jogo muito equilibrado, mesmo naquilo que cada equipe mostrou de pior e de melhor. Ambas jogaram melhor defensivamente, o que levou o ataque adversário a cometer bastantes erros. Só que a vantagem do Rexona, e que acabou dando a vitória, foi que, nestas longas trocas de bola, ele invariavelmente saía vencedor, seja pela pontuação no bloqueio seja pelo melhor aproveitamento dos seus contra-ataques.

E olha que não foi uma boa partida da Thompson. O Bernardo demorou por optar pela Roberta, mas, quando o fez, o time ganhou um pouco mais de estabilidade nas combinações de jogadas. Ainda assim, com as duas levantadoras, a china teve muitos desacertos. O curioso é que, mesmo com os desencontros, a jogada não foi deixada de lado. Isso mostra uma característica bem marcante do Rexona que é a variação constante das jogadas.

O mesmo não aconteceu tanto no Minas. Não que não tenha havido uma distribuição homogênea. Mas a Naiane foi muito de momento. Ela insistiu com a Rosamaria quando ela estava virando. Quando essa começou a ser marcada, passou para Carla, e assim foi durante quase toda a partida. Isso ajudou o Rexona a fazer a leitura do ataque e a encontrar a marcação no bloqueio, saindo-se melhor neste fundamento.

Agora, o Minas não se encolheu em nenhum momento contra o Rexona. Soube ser agressivo e impor dificuldades ao líder da competição, ao contrário do seu colega mineiro Praia Clube. Mesmo com menos recursos individuais, fez uma partida de igual pra igual. Falhou ao perder o controle dos erros nas parciais finais, principalmente no tie-break. O Rexona, ao contrário, teve mais controle na hora da decisão. As horas de rodagem e experiência de Natália e Cia fizeram a diferença contra a imaturidade de Rosamaria e Cia. Mas nada que diminua a crença de que o Minas está no caminho certo para fazer uma grande campanha. 

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Resultados da 9ª rodada

Sesi 1x3 Vôlei Nestlé/Osasco

Camponesa/Minas 2x3 Rexona/Ades

Dentil/Praia Clube 3x0 Concilig/Bauru

São Cristóvão Saúde/São Caetano 3x0 Renata Valinhos/Country

Pinheiros/Klar 3x1 São Bernardo

Terracap/Brasília 3x0 Rio do Sul/Equibrasil

Comentários

Marco Barbosa disse…
Quem esperava ver um jogo de cinco sets entre cariocas e mineiras no Tijuca acabou por vê-lo em BH. Na capital mineira o Rexona não conseguiu repetir a soberba atuação que atropelou o Praia Clube: o saque não foi tão eficiente e o ataque errou mais. Também foi mais difícil lidar com a dupla Carla e Rosamaria do que havia sido com Ramirez e Alix. Do lado mineiro, uma linha de passe mais qualificada, uma líbero mais segura e a boa atuação da promissora levantadora Naiane equilibraram o certame, que teve momentos muito bons, com os dois times aplicados na defesa e disputando longos ralis. Rexona e Minas alternaram-se no domínio do jogo e chegaram ao set desempate com a vitória parecendo mais próxima das mineiras; porém foi só o 'tie-brake' começar para percebermos que bastaria ao Rexona manter a bola em jogo e evitar riscos desnecessários, pois o ansioso Minas passou a errar bastante e, diante de um elenco frio acostumado às decisões, cedeu à pressão. Creio que, diante das circunstâncias, Bernardinho no final ficou satisfeito com a perda de um único ponto e o Paulo Coco, mesmo que talvez frustrado por não ter aproveitado uma boa chance de vencer, também deve ter saído feliz do ginásio, com a certeza de ter o seu time em bom caminho, algo que por exemplo o Talmo e o Luizomar, com elencos mais qualificados, ainda não podem ter.
Unknown disse…
Acho que uma coisa que de um jeito prejudicou o minas no jogo foi a Mari Paraíba, mesmo ela sendo uma jogadora de composição, praticamente N virava bola, em meio às substituições, o Paulo Coco nunca tirava ela, eu acho que assim mesmo ela sendo jogadora de composição ela precisa virar mais bolas, pois um time não é formada só de 4 atacantes não...
Carina disse…
O jogo Minas x Rexona foi bonito de ver. Além de todas essas qualidades mencionadas, gostei de observar a atuação e coragem da Carla, a sempre marcante presença da Leia e a forma como o Paulo Coco dirige suas comandadas. Ou seja, o Minas vendeu caro a derrota para o time carioca.
Jogos como esse dão uma pitada de competitividade ao campeonato, já que eu, amante do vôlei e fiel telespectadora da Superliga, desejo muito que as finais deixem de ser unicamente Osasco x Rexona, precisamos de mais surpresas e de times diferentes no pódio.
Laura e colegas,

leio muito sobre e incompetência do Luizomar como técnico, também leio muito comentários de jogadoras enaltecendo-o. O que vocês pensam a respeito dele? Todos os anos, no papel, o elenco de Osasco é muito bom! Talvez o melhor da superliga, mas na hora H, perde. Sinceramente não entendo. |Lembro-me de que antes dos Jogos de Pequim 2008, uma psicóloga trabalhou com as jogadoras da nossa seleção. Não seria o momento do Osasco fazer o mesmo? Incluiria até o técnico nessa. Abraços a todos.
Nei disse…
Sobre a Andreia, acho interessante este momento dela porque no Pinheiros, há duas temporadas, ela foi uma das melhores da Superliga na posição de oposta, atacando como oposta, e não unicamente essa jogada china. Não sei por que abandonou isso. Ela tinha uma bola de fundo pelo meio matadora e a de fundo pela saída também era muito boa. Na rede também jogava como oposta clássica. No ano seguinte, na seleção e no Rexona, inventou essa oposta que só ataca china. Agora no Sesi a mesma coisa. Não entendo. Ela se limita fazendo isso e sua china não vem funcionando. Se pelo menos funcionasse, valeria apenas se manter assim. Como não está, acho que vale a pena uma repensada de estratégia.
Sobre a cara do Sesi, como disse antes, é esta mesma: entra e sai e confusão, e acho que está associado a visão do Talmo sobre o que deve ser o vôlei. Posse estar completamente errado, mas creio que ele idealiza o vôlei sem time titular, com 13, 14 jogadoras atuando ao mesmo tempo. Seria bom e lindo se estivesse funcionando, mas em poucos momentos funcionou. E com isso ele vai perdendo credibilidade, frustrando um grande patrocínio, causando confusão entre as jogadoras, tirando a confiança de outras. Acho também que ele deveria repensar essa estratégia. Também penso que errou ao contratar duas jogadoras muito jovens. Agora vai ter que dar muita confiança para elas e incentivá-las. Queria ver numa partida a Suelen levantando.
Sobre o Minas e Rexona, para mim, foi um jogão. Torci muito para o Minas (não tenho nada contra o Rexona, mas sempre torço pelos menores).
Acho que o time perdeu quando a Naiane mudou o jogo que venceu o primeiro set, e passou a usar mais as centrais, que não são tão efetivas assim. Ela deixou de usar o jogo aberto, que funcionou bem pra variar muito com o meio e o meio fundo. Até que a Carol Gattaz estava bem, mas sempre achei insuficiente atacar apenas China. Ela levaria vantagem sobre as centrais do Rio, pois é mais alta, e ela precisa atacar bem pela frente, já passou da hora de aprender. Outra que não é consistente é a Mara. É alta mais produz pouco. Muita marra, caras e bocas, mas não pontou tanto assim. Além disso observei que todos os saques da Mara foram em cima da Fabi. Um saque flutuado e fraco. Fiquei me perguntando o que ela pretendia com aquele saque. Depois observei que todo o time do minas estava sacando em cima da Fabi, quando a melhor opção seria sacar na ponteira que estivesse na rede para atrapalhar o ataque. Me perguntei se não tinha ninguém da comissão técnica do Minas que percebeu isso pra mandar mudar. Ou será que treinaram isso: "Todas vocês vão sacar na Fabi". Sinceramente não entendo.
Sobre as ponteiras, acho que o jogo se definiu nisso. As do Rio muito bem na hora de definir, especialmente nos contra ataques. As do Minas, não, especialmente a Mari Paraíba, que compões uma linha de passe consistente, mas não pontua. Isso fez falta ontem contra um time tão bom e vai fazer sempre, como no Pan, por exemplo, onde Garay teve que pontuar sozinha, já que a Paraíba não pontua.
Um voto de louvor à Léia que tá jogando demais. Perfeita na defesa, dando muito volume e gerando contra ataques que não são aproveitados (como disse antes, o diferencial que deu a vitória ao Rio).
A lI disse…
O VOLOCH jogou todo seu veneno contra a Diretoria e a Comissão Técnica do Rio do Sul,alegando que eles haviam entregado o jogo,pensado pequeno,não tivessem planejamento,entre outras baboseiras... Acontece que o tal PSEUDO-JORNALISTA VOLOCH,levou um tapa com luva-de-pelica de um dos dirigentes do Rio do Sul,vejam:
Ermilo Jose Soar escreveu:"Sr.Bruno,Não concordamos com as críticas desairosas contra nossa Associação RioSul/Vôlei,e nunca entregaremos jogo para qualquer equipe,seja lá quem for.Deveria se inteirar melhor das causas que nos obrigaram a participar simultaneamente quer da Superliga quanto dos JASC,importante competição poliesportiva de Santa Catarina,da qual somos"pentacampeões".Refutamos peremptoriamente seu comentário,e em tempo daremos justificativas do fato, que interferiu na nossa programação quer da diretoria quanto do comando técnico (Spencer Lee)."
A derrota do Rio do Sul não foi surpreendente.O Brasília não é penetra.As jogadoras que foram disputar os Jogos Abertos-SC são TODAS RESERVAS!!!O time TITULAR do RIODOSUL estava todo COMPLETO E SEM DESFALQUES para jogar com o Brasilia.Encare os fatos:o TIME TITULAR DO RIODOSUL perdeu para o Brasília,simples assim e pronto!O elenco do RIODOSUL conta com 16 jogadoras:7 titulares mais 2 reservas jogaram contra o Brasília,as outras 7 reservas foram para os Jogos Abertos,qual é o problema???Camila Paracatu,ao contrário do que o blog informou estava no banco contra o Brasília sim!Como assim o RiodoSul entregou o jogo?O Brasília estava jogando em casa,tem no elenco a MVP OLÍMPICA PAULA,maior pontuadora da Superliga;Macris,a melhor levantadora da Superliga;a Campeã Olímpica Sassá,melhor líbero-de-passe da Superliga;AMANDA FRANCISCO,a terceira melhor ponteira-passadora da Superliga;KASIELY CLEMENTE,a sétima melhor sacadora da Superliga;ROBERTA SILVA,a sexta melhor atacante e décima melhor bloqueadora da Superliga.O elenco do Brasília tem muito mais jogadoras entre as primeiras das estatísticas que o RiodoSul,que tem as argentinas MIMI SOSA e TATIANA RIZZO como suas grandes estrelas,e as duas argentinas jogaram contra o Brasília.Então não vejo motivo para esse drama.O Brasília ganhou porque,nesse dia,jogou melhor que as titulares do Rio do Sul e pronto!Quando o jogo for em Rio do Sul,a história poderá ser diferente...
Laura disse…
Oi, Wilson!

Difícil saber qual o real problema quando não estamos por dentro do time. Então, a avaliação que faço é baseada naquilo que vejo em quadra durante esses anos. Acho que as jogadoras gostam do convívio com o Luizomar por ser um cara respeitoso e compreensível. Só que ele tem uma personalidade que não me parece ser a ideal para um time que tem o investimento que tem o Osasco e pelo que deveria ambicionar. Lembro do Luizomar, há mais de uma década, sempre com um discurso pós-derrota pouco competitivo, quase que conformado com as derrotas, exaltando a qualidade do adversário, dizendo que eram superiores, sendo que os times dele tinham condições de fazer frente a eles. Acho ele pouco assertivo e competitivo. Talvez isso faça diferença na hora que o time em quadra está perdido. Por mais que ele fale, as meninas não o ouvem com a autoridade que deveria. Aí cada uma tenta, a sua maneira, recuperar a estabilidade do time na base do entusiasmo e da individualidade, mas sem um rumo certo, pois o guia tem voz fraca.

Pode ser uma teoria furada esta a minha, mas é a sensação que me passa.
Nei disse…
Laura, permita-me discordar, mas fico com o Wilson. Acho que o mal desempenho do Osasco em momentos decisivos passa pela incapacidade tática de leitura de jogo e de saber trabalhar com as peças que o Luizomar possui, o que, na minha opinião, não tem nada a ver com sua personalidade. Acho que uma personalidade mais competitiva e agressiva seria útil para barrar a influência e pressão que o Bernardo exerce sobre a arbitragem em momentos decisivos, especialmente em finais, tendo, para mim, ganho em algumas oportunidades por esta pressão. O Luizomar na sua calma aceita os desmandos do Bernardo e outros, não faz barraco e sendo sobrepujado. Não o questiono sobre isso porque vai da educação e história de vida de cada um. Não cabe julgarmos certo ou errado. Mas as derrotas são muitas vezes por incapacidade tática, falta de visão, substituições inteligentes, ou simplesmente colocar uma jogadora mais apagada no jogo, tentar um saque diferente, entre outros. Outro argumento que poderia utilizar é o de que existem muitos outros técnicos tão gentis e calmos como Luizomar, Spencer, Paulo Côco, Picinin, etc., que conseguem influenciar suas jogadoras com seus jeitos.


Preciso desabafar sobre o fundamento saque. Tenho observado que a maioria das jogadoras da Superliga sacam mal: na pessoas errada ou um saque de colegial, que não causa nenhum efeito no outro time e como consequência permite uma virada de bola rápida e certeira. Refiro-me especialmente aos jogos do Rexona, nos quais quase todas as jogadoras insistem em sacar o jogo todo na Fabi. Tem jogadora que faz todos os saques na Fabi, e um saque passado, sem efeito. Será que ninguém está vendo isso. Tendo Natália e Gabi nas pontas, que não são especialistas, especialmente quando na rede, por que não sacam nelas. Algo a se pensar.
Laura disse…
Oi, Nei!

Na verdade, concordo com vc sobre a falta de visão do Luizomar. Acho ele fraco como treinador, principalmente se comparado aos demais desta SL. Fui mais na questão "psicológica" pq o Wilson perguntou da necessidade de um trabalho assim no time. E tb pq a incapacidade de fazer um time vencedor, mesmo com o melhor elenco à disposição, tb está relacionada ao poder de comando, que está fugindo das mãos do Luizomar. Acho que ele é pouco competitivo e tem pouca autoridade sobre as jogadoras. Isso realmente não tem nada a ver com o fato de ele ser gentil e etc. Dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo. Mesmo os treinadores que vc citou, Cocco, Spencer e etc, com seu jeito menos explosivo e educado, sabem impingir o espírito competitivo às jogadoras e se impor nos momentos mais complicados. A sensação que tenho é que o Luizomar é meio que atropelado pela suas jogadoras, sabe? Que ele não é muito ouvido. Mas, sem dúvida, muito da dificuldade do Osasco nas últimas temporadas tem mais a ver com a fragilidade técnica dele do que à personalidade.
Nei disse…
kkk, isso é verdade. Às vezes, nos tempos, dá a impressão de que a Thaísa é a técnica. Mas realmente ele é fraco, perdeu a voz por não ter dito nada ao longo do tempo, além do vumbora e vamos lá moçada. Naquele ano em que ganhou o Mundial, mas perdeu a Superliga, tendo a seleção nas mãos foi o ápice. Não sei como a Nestlé não faz nada. Tomara que ele leia os blogs e nossos comentários e reflita. Laura, observe o que eu falo sobre os saques, e num momento oportuno comente. Valeu.
Luis Carlos disse…
As vezes parece que a Thaísa é a dona do time, entendo que ela realmente tenha que chamar a responsabilidade, por capitã e uma ótima jogadora, mas k Luizomar tem que ter mais fôlego e mostrar que ele que "manda" no time.