Pronto para conquistar a SL 15/16?

O Molico/Osasco anunciou a contratação da oposto belga Lise Van Hecke.

Não costumo me deslumbrar com reforços estrangeiros, mas acho que a contratação da belga coloca o Osasco um nível acima dos demais em termos de elenco. Com 22 anos, Lise faz parte desta nova e talentosa geração de vôlei da Bélgica e é uma bela carregadora de piano. Ou seja, é um tipo de jogadora rara no cenário brasileiro. E, apesar de jovem, tem uma relativa experiência internacional em times e na seleção.Pode aguentar bem o tranco da responsabilidade de ter que fazer a diferença, ainda mais tendo Carcaces e Thaísa ao seu lado.

A contratação é um alívio para os torcedores do Molico que imaginavam que, para superar o Rexona, teriam que depender, mais uma vez, da Ivna. Com Lise, Carcaces e Thaisa o time fica com uma munição muito forte e sem times concorrentes à altura neste quesito. Além disso, com a Suelle, o Osasco não deve sofrer do mesmo problema da temporada passada e as bolas devem chegar mais bem preparadas para o trio principal de ataque. 


Resumindo, o Molico chega bem mais equilibrado para a disputa da Superliga 15/16. Se no seu comando não estivesse o Luizomar – que transforma qualquer elenco campeão em time medíocre - e, no comando do seu principal rival não estivesse o Bernardinho – que transformar qualquer elenco medíocre em campeão -, seria capaz de cravar agora que o título da SL 15/16 iria para o Molico. 

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A verdade é que, no papel, o elenco do Molico destoa dos demais times para a próxima temporada. Afinal, elas podem não render o esperado Com Sheilla e Garay fora do Brasil e sem nenhum outro grande reforço estrangeiro, o campeonato brasileiro tende a ficar ainda mais fraco em competitividade e equilíbrio. Com exceção do Rexona, que, como sabemos, pode equilibrar uma disputa mesmo com um elenco com menos investimento, as demais equipes devem penar para fazer frente ao Molico.

Acho que vai ser difícil, na SL 15/16, cogitarmos a possibilidade de que algum outro time abale a hegemonia Rexona-Molico. Mais do que nunca veremos um filme do qual já sabemos o final. 

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Sobre meninas e líderes

Não gosto de ficar dando audiência para coisas que são publicadas só para causarem polêmica, mas sobre esta, não resisti. O Bruno Voloch desencavou a Karin Rodrigues e resolveu pegar a opinião da ex-jogadora da seleção sobre a despedida da Fofão. Ela não falou nada além do óbvio e o blogueiro, que não é nada burro, tentou focar o assunto no que sempre causa audiência: a comparação entre Fofão e Fernanda Venturini.

O que me interessa comentar, no entanto, não são as opiniões, mas sim sobre a dona delas.

Karin não passa de uma invenção criada por ela mesma. Invenção de liderança, de referência no vôlei feminino, de musa. Ela, muito oportunista, aproveitou a debandada das jogadoras da seleção - essas sim, importantes - naquele rolo com o Marco Aurélio Mota entre 2001 e 2002 para alavancar a carreira.

Por ser a jogadora mais experiente na seleção composta por novatas, acabou virando a capitã. Com um belo trabalho de marketing, plantou pelos meios de informação que era a nova musa da seleção (eleição feita por ela mesma). Aí ela aparecia, cá e lá, dando entrevistas, falando da sua beleza (?), da sua liderança na equipe ou comentando temas polêmicos. Como vocês podem ver, Karin meio que inaugurou essa coisa de subcelebridade.

Foi só o Marco Aurélio cair para a casa dela cair junto. Ninguém mais lembrou dela.

Karin Rodrigues é um belo exemplo do que falei no post passado. Não se é líder e referência no esporte por que se quer ou porque se tem o trabalho de uma assessoria. Ela não é mais lembrada hoje porque não foi nada disso que ela quis fazer acreditar na época. 


Lembrar a história dela é reforçar o vazio que a Fofão deixa no vôlei brasileiro com sua aposentadoria. Não chegaria ao extremo de dizer que as aspirantes a líderes de hoje são do mesmo tipo da Karin, mas também estão longe de ser o que foi a Fofão.

Comentários

Nei disse…
Passei só para bater palmas. Adorei o post. Não lembro dessa Karen, o que ratifica que ela não foi nada mesmo. E é a cara do Voloch se aproveitar da situação para conseguir clicks, bem a la Teo Pereira. Parabéns pelo post.
Cacciatori disse…
Essa Karin, era a antiga Karin Negrão?
Paulo Roberto disse…
Excelente post!!!

Típico de fofoqueiro sem causa. Pega alguém que não tem relevância nenhuma no vôlei pra opinar sobre um assunto que renderá polêmicas eternas, com o único objetivo de polemizar. Faça-me o favor!

Enquanto isso, o volei brasileiro vai naufragando.
Luis Carlos disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Luis Carlos disse…
Acho que o Moliço tem um time muito forte, não acho que seja o melhor. O time do SESI achei bem forte também com Jaqueline, Fabiana, Bia e até mesmo a Ellen que é uma ótima aposta, se Andreia voltar como os tempos se Pinheiro vai está no mesmo nível dos demais. Como torcedor do Rexona (isso acho que interfere na minha opinião), acho que ele vem forte também, Gabi e Natália tendem a evoluir mais ainda, Monique é ótima contratação quando se trata de Superliga, então acho o Rio como grande favorito, apesar do Moliço e Sesi estarem fortes também. Abraço Laura, amo seu blog.
Rafael Pais disse…
Bruno Voloch é um "jornalista" mau-caráter, mas não considero a Karin oportunista. Resolveu ficar na seleção naquele período, assim como outras experientes, como a Valeskinha. Teve seu auge no final da década de 90, no Leites, Rexona e até na seleção, e a Fofa sempre gostou dela. Ttambém não entendi por que não fora convidada. Na época do Minas, a Fofão era só elogios a ela.
Luiz Felipe disse…
Gosto do blog do Voloch, sempre tem muita informação interessante. Creio se tratar do jornalista esportivo brasileiro que melhor conhece o vôlei e seus bastidores. Mas quando ele implica com alguém ou com algum time (o Sesi feminino foi uma de suas vítimas, quando ele ainda estava no UOL) e desanda a soltar seu veneno, sai de baixo. Ele passa a cobrir o vôlei como se cobre futebol - lastimável!
Li os comentários da Karin Rodrigues, ex-Negrão, sobre a despedida da Fofão. Acho tb que ela perdeu uma boa oportunidade de ficar calada, apesar de estimulada pelo intriguento Voloch. Mas não penso que ela tenha sido uma jogadora medíocre. Tinha um bom ataque pelo fundo meio e jogou muito na época do Leites Nestlé. Claro, jamais dormiu no ponto quando as oportunidades "apareceram". Mas quem somos nós para julgar, né? :)
Laura disse…
Obrigada pessoal!

Cacciatori, sim, ela mesma.

Rafael, não digo que ela foi oportunista por continuar na seleção, ela tinha todo o direito. Mas por aproveitar-se da situação para forçar uma relevância que ela não tinha no grupo, apesar de realmente ser das mais experientes. Ela foi boa jogadora, mas nada daquilo que tentou vender. E sobre ter sido convidada ou não, aí não me meto pq realmente não sabia qual tinha sido a relação com a Fofão.
Essa Karin sempre arrumou problemas com jogadoras, me lembro de uma briga épica quando jogava no time de Campos durante o jogo com a conhota Aline q não levou desaforo e respondeu na cara dela no meio do jogo. Fora o momento q mais lembra-se dela q foi o amarelaço q deu na hora de jogar contra as cubanas nas Olimpíadas de Sydnei, a bronca do Bernardinho foi tamanha q depois desse episódio ela sumiu do cenário. Também deu palpites na briguinha da Elisângela com a Fê Isis.
Rodrigo André disse…
Laura, gosto do blog e concordo com muito das suas opiniões, mas me permita discordar de algumas coisas nesse post. Sobre o Molico, ainda vai ter que provar que essas boas atletas vão formar um "time", pois como vc bem disse o Bernardo tira leite de pedra e manteve a base do Rexona. Quanto ao blogueiro Voloch, apesar de ser irônico e até maldoso talvez em alguns casos, não dá pra negar que ele entrega notícias interessantes, alguns furos e tal. E certamente o pessoal do esporte lê, pois tem sempre respostas de figuras importantes quando são citadas. Acho que a Karin foi uma boa jogadora, e não concordo que foi oportunista em 2001 tentando alavancar a carreira. O auge dela foi antes, no fim da década de 90 no Leites, quando se não me engano foi eleita melhor atacante da superliga mais de uma vez. Poderia ter sido levada para Atlanta mas não foi, logo depois entrou na seleção. Com ela o time foi campeão do Gran Prix em 98, e quando a vaca estava indo pro brejo, na semifinal do mundial contra Cuba no mesmo ano, a entrada dela e da Sandra (libero) no fundo deram uma acertada no time, que conseguiu equilibrar o jogo, apesar da derrota (acho que o Bernardo deveria ter tido essa opçao desde o inicio, ao inves de jogar com Ana Flavia ja numa fase não tão boa, e sem líbero). Karin depois jogou no Rexona, sendo novamente campeã da Superliga, e acabou sendo banco pra Janina (oi?) em 2000, quando Wal ja despontava como a melhor meio do Brasil, numa melhora da safra nessa posição. Em 2002 resolveu ficar no time e virou capitã, mas essa história sempre será obscura, e não sei dizer se houve oportunismo. De qualquer maneira ajudou o Brasil a não fazer feito, pois quase batemos a China nas quartas do mundial mesmo desfalcados. Talvez não fosse uma líder inata e quanto a musa tb não concordo, mas são outras coisas. E causou estranheza o fato de não ser convocada pelo Zé Roberto, apesar de já não estar no auge, mas talvez o fato de ter sido a capitã dessa era turbulenta do Marco Aurélio tenha determinado seu corte. Sabemos como as escolhas do ZRG nem sempre são fáceis de entender (levar uma Natalia meia boca e deixar uma Brait, por exemplo). No fim, acho que foi uma grande jogadora por um período não tão longo, mas são poucas que duram bastante no apice. Só penso que seus comentários sobre as levantadoras não foram absurdos, e por isso não entendi o tom irônico contra ela. Fernanda parecia, na época, ter uma habilidade mais natural que Fofão, que sempre foi banco dela. Parece que essa última melhorou com o tempo, coisa rara no esporte. Nos ultimos anos parecia tão habilidosa quanto a primeira. E talvez precisasse ser mais esforçada mesmo, treinar mais e tal. Cada um tem uma característica. Mas de qualquer forma, parabéns pelo Blog!
Rodrigo me poupe, Karin sempre foi uma jogadora mediana, no máximo boa na posição de meio, foi eleita a melhor pontuadora da SL quando ocorre o fenômeno de uma meio se tornar oposta, mas isso é fogo de palha, vide a atual Andreia q não vingou na posição, nem na Seleção, nem no Rexona. Agora Karin musa, por favor, para q ta feio.
Correção: Quem deu palpite na briguinha entre a Fê Isis e a Elisângela não foi a Karin mas sim a Carol Gattaz.
Rodrigo André disse…
Marcelo, eu falei que tb nao concordo com o fato de ser musa... Aliás, musa nessa época era Ana Paula. Mas ainda acho que foi uma das melhores meios numa época em que a posição era carente no Brasil. Tínhamos ponteiras melhores e meios mais fracas, hoje invertemos... E ela era muito boa na posição sim, derrubava as bolas e tinha alguma altura. Ana Flavia por exemplo sempre nunca vi como uma grande jogadora, mas naqueles tempos a meio precisava ajudar na recepção/fundo e aí ela ia bem.
Laura disse…
Rodrigo, pode discordar à vontade! Cada um tem sua percepção e esta é graça de se ter o blog.

Só quero deixar claro que: 1-Como falei no post, não comento as opiniões dela.Até pq, pelo que aparece para o público, a comparação da Karin faz todo o sentido. 2-Também não discuto a relevância do Voloch, ele costuma trazer as notícias em primeira mão. A única coisa é que ele gosta de ser venenoso e provocar polêmica. 3-Não discuto a qualidade da Karin. Acho que ela foi boa jogadora.

Sei que pode ter parecido meio gratuito ter falado da Karin, mas resolvi tocar no assunto por dois motivos: 1- Para reforçar meu ponto de vista expresso no post anterior sobre liderança e a falta que a Fofão fará. 2-O post do Voloch me fez lembrar o quanto não gostava das atitudes da Karin naquela época. Só que, naquele tempo, não tinha onde me expressar.... hahaha Agora que tenho o blog, resolvi colocar minha opinião sobre ela. =)

A lI disse…
Daniel, não encontrei comentários sobre MONTREAUX VOLLEY MASTERS.
Logo vou fazer algumas observações sobre o torneio:
1. Turquia foi campeã sem 2 de suas melhores jogadoras: a ponteira Gözde Sonsırma do VAKIFBANK e a oposta, Campeã Mundial pelo ECZACIBASI,Neslihan Demir(DARNEL). São 2 desfalques de muito peso e mesmo assim a Turquia fez excelente campeonato, no qual a oposta reserva POLEN USLUPEHLIVAN foi o grande destaque.
2. O JAPÃO,desfalcado da excelente ponteira RISA SHINNABE do HISAMITSU SPRINGS, teve como a revelação a garota prodígio de apenas 19 aninhos, SARINA KOGA. Guardem esse nome KOGA parece ter um futuro brilhante. As levantadoras japonesas Miyashita e Fujita são um show à parte, jogam com extrema velocidade e abusam da técnica, do toque limpo, perfeito, muito bonito ver as duas jogarem. Takeshita deixou boas herdeiras para a posição!
3. HOLANDA apostou na altura e na força física de suas ponteiras e sob comando de GIOVANNE GUIDETTI conseguiu seu primeiro bom resultado derrotando as russas na disputa pelo BRONZE.
4. A RÚSSIA mostrou que vai precisar sim de GAMOVA e SOKOLOVA nas olimpíadas, pois somente as novatas não são suficientes para tentar o OURO OLÍMPICO, pois na MONTREAUX oscilaram muito entre bons e maus momentos e precisam da experiência de GAMOVA E SOKOLOVA mais do que nunca.
5. O que dizer da REPÚBLICA DOMINICANA? Um vexame atrás do outro! O time mais alto, de maior impulsão e força física do torneio, batendo cabeça dentro de quadra! Não joga como um time, joga como um apanhado de gigantes que não se entende entre si. Acho que a culpa é do técnico. Esse MARCOS KWIEK já está há duzentos anos no comando desse time e só dá vexame! Se BERNARDINHO tivesse esse material humano para trabalhar, já teria ganhado vários títulos, pois individualmente as jogadoras são muito boas, muito altas, fortes e de uma impulsão incrível, mas são MAL-TREINADAS, NÃO TÊM CONJUNTO, ORGANIZAÇÃO TÁTICA. Enfim, DEUS NÃO DÁ ASA A COBRA. A Rep.Dominicana nas mãos certas seria um time perigosíssimo!
6. ITÁLIA só com novatas, sem COSTAGRANDE, FERRETI, DEL CORE e ARRIGHETI, não jogou NADA!
7. CHINA e ALEMANHA mesmo com times mistos deram vexame.
A lI disse…
Não considero o Molico tão favorito assim não, SESI tem um timaço e o Rexona,com Bernardinho, é sempre favorito também.
A lI disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
A lI disse…
Praia Club renovado,fortissimo e,principalmente,SEM AS GRAVIDAS TANDARA E KARINE,que puseram o projeto a perder na Superliga passada.
A nova dupla de ponteiras do Praia eh espetacular,KLINEMAN e MICHELLE PAVAO,se complementam e darao um gas novo ao time.
O time titular pode ser:KLINEMAM-MICHELLE,WALEWSKA-NATASHA,RAMIREZ-Ju CARRIJO(ou CLAUDINHA),TASSIA.
Com esse time,o Praia tem claras condicoes de brigar pelo titulo.
A atitude de TANDARA foi, ACIMA DE TUDO, de uma falta de profissionalismo ENORME!!!
1. Na hora de assinar contrato com a DENTIL-PRAIA CLUB TANDARA disse que iria engravidar antes dos paly-offs?
2. TANDARA foi contratada por uma GRANA PRETA, deveria corresponder ao seu alto salário sendo profissional.
3. Sou mulher e sei muito bem como PLANEJAR UMA GRAVIDEZ! Para isso ha vários métodos contraceptivos… Tandara nunca ouviu falar de anticoncepcional, camisinha etc???
4. Custava Tandara planejar essa gravidez para depois da Superliga??? Porque ela não cumpriu seu contrato com o Praia de maneira profissional???
5. O Praia investiu pesado nela nessa temporada, formou um time com condições de disputar o título da Superliga, mas Tandara e Karine ao mesmo tempo deixaram o patocinador,a comissão técnica e as demais jogadoras na mão no meio do campeonato! Imaginem se TODAS AS OUTRAS JODORAS resolvem seguir a IRRESPONSABILIDADE e engravidam tambem? Imaginem um time so de gravidas: JU COSTA, JU CARRIJO, TASSIA, NATASHA etc Todas gravidas?
6. Alguns disseram que ela jogou grávida e tals… Mas nós mulheres sabemos que não dar pra render em quadra com uma BARRIGA DE 5 MESES em pleno play-off!
7. Como saltar alto para atacar, sacar e bloquear ou dar peixinhos para defender com uma barriga de 5 meses?
8. O fato é que nós mulheres sempre lutamos por DIREITOS IGUAIS, mas o que adianta a gente lutar tanto por direitos iguais se não tivermos atitudes profissionais? Você exige direitos iguais e engravida no meio de um campeonato? Claro que dava para planejar isso melhor, acontece que Tandara cagou para tudo e para todos, e deixou todo mundo na mão. Como exigir direitos dessa forma?
9. Tandara queimou o filme dela com a Dentil e o Praia Club, que tem razão em não quererem vê-la nem pintada de ouro.
10. Vai ser difícil ela ser contratada por algum time agora, pois na verdade, ela só volta a jogar mesmo em 2016.
11. Tandara antes de engravidar já estava acima do peso, será que ela vai voltar à forma tão rápido quanto à Paula ou à Jaqueline que sempre foram magrinhas??? Não sei ...
Tandara quando voltar, volta com uma força do cão pois vai estar cheia dos hormônios, foi assim com a Lili e a maioria q volta de uma gravidez.
A lI disse…
Jacque e Garay deixaram claro que preferem disputar o Pan ao Grand Prix, os motivos sao:
1.O Pan e um evento multi-esportivo no qual elas tem oportunidade de estar em contato com atletas de outras modalidades e torcer por outros esportes que elas admiram como VOLEI DE PRAIA e JUDO, enquanto no Grand Prix so tem a mesma galera do volei indoor.
2.O Pan so tem a cada 4 anos e o GP tem todo ano.
3.E Jac acrescentou q quer apagar a imagem ruim que ficou do ultimo Pan quando sofreu acidente batendo a cabeca e saiu da mpeticao com colar cervical
4.O PAN tem mais visibilidade que o GP, sera transmitido em TV ABERTA pela RECORD,em horarios que a maioria das pessoas esta acordada,enquanto o GP eh transmitido so pela TV PAGA e os jogos costumam ser de madrugada.
Eu queria tanto ver a Sarah Pavan, será q ela estará no PAM?
Este comentário foi removido pelo autor.
Mesmo pagando 900 reais pra assistir a Final do Volley Feminino no Rio 2016, não fui sorteado devido a alta demanda de ingressos. :(
R J Souza disse…
Excelente post. Bom saber que existe comentaristas de volei lucidos e que não estao preocupados como o Sr. Bruno Voloch (ou Nelson Rubens do Volei?) com fuxicos e fofocas e destilar o recalque dele contra treinadores e jogadores (as) que não dão bola para as bobagens que ele escreve e não perdem tempo em conceder entrevistas que só tem a função (como no caso da Karen) de criar polêmica, que é o que ele realmente gosta com o chamado "volêi com conhecimento e experiência", que é como ele gosta de se imaginar.