GP - Brasil 3x0 Bélgica

 
Fácil, fácil. Quase um treinamento. O Brasil atropelou a Bélgica com direito a um retorno:  Thaisa. A meio de rede voltou a jogar bem depois de ter sumido nos dois primeiros jogos da fase final. 

Estava curiosa para ver a Bélgica, terceira colocada do Europeu, e que venceu a Holanda e Polônia, times mais experientes, na ‘série B’ do Grand Prix. Mas a seleção que apareceu foi quase amadora, tamanho os erros que cometeu.

Essa diferença de qualidade acaba por desvalorizar a fase final do GP. Os Estados Unidos  poderíamos enfrentar Estados Unidos... Mesmo a desfalcada Itália seria um teste mais enriquecedor para o Brasil.

No primeiro momento, gostei desta fórmula adotada no GP. Dá oportunidade para equipes emergentes e traz mais seleções para disputa sem inchar o calendário das seleções principais com confrontos fracos. Mas esta primeira experiência com a Bélgica foi decepcionante. 
 
***************************

As duas últimas rodadas vão ser emocionantes para a disputa do título do GP. A recuperação proporcionada pelas reservas contra Turquia deixou o Brasil ainda vivo. A seleção precisa vencer a Rússia para decidir o título no último jogo contra o Japão.

Aliás, o Japão está arrasador na fase final depois de uma irregular classificatória – privilégios de quem sedia há 430 anos o GP e tem lugar cativo nas finais. De qualquer forma, não dá para tirar o mérito da equipe japonesa nesta etapa. Está com acom um trio poderoso de ataque que conta, além de Saori, com Ishii e Nagaoka.

Comentários

Eduardo Almeida disse…
Não assisti ao jogo do Brasil, mas pelos comentários, seguiu o respeito que a Bélgica teve com o Brasil e o mesmo na nossa atuação em não baixar a guarda.
Sobre o fenômeno Japão, até que consigamos um esquema tático para pará-las, elas vão passar por todos nesse esquema maluco do Manabe.
Se já sofríamos quando a Takeshita fazia as jogadas da ponta no meio e vice-versa, agora quase todas as jogadas estão assim. O bloqueio tem que ser muito ágil e já imagino que seja jogo para a Carol.
No Brasil já tivemos um esquema tático assim no Sanca na época da Deyse. Quase todas as jogadoras passavam em todas as posições.
Chiasm Liquefy disse…
Sera q o segredo do Japao esta no seu novo sistema de jogo onde elas nao atacam mais pelo meio?