Copa do Brasil Campeão: Brasil 3x0 Japão


E o Brasil é o dono do ano. Para encerrar 2013, em que ganhou tudo que disputou, nada mais justo que a seleção brasileira levasse para a casa a Copa dos Campeões.

Mais uma vez na competição o primeiro set foi o mais complicado para a seleção. Ali, acredito, se definiu o destino do jogo. Envolvido no ritmo japonês, sem calma e visão de jogo, o Brasil arriscou perder o título.

Mas a seleção tem uma virtude, que conquistou há poucos anos: tem frieza quando a situação está difícil. Sabe se superar e correr atrás do placar e conta com um grupo forte e preparado para esses momentos. Assim como na partida contra os Estado Unidos. Claudinha e a Monique entraram muito bem e cumpriram com perfeição e segurança os seus papéis. Foi um bom teste para a levantadora que pouco foi utilizada em 2013. 

Contra o Japão, vale também destacar a atuação da Camila Brait. Finalmente a baixinha apareceu este ano, que, em termos de desempenho, não tem sido dos seus melhores. Ela tomou conta do fundo de quadra. Se o merecido título de MVP da partida não fosse para a Sheilla, Brait seria, com toda justiça, a escolhida.
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Falando em premiações...

Fiquei surpresa com a escolha da Fabiana como MVP do torneio. Acho que ela fez boas partidas, sem dúvida, mas pelo “conjunto da obra”, seria mais justo o prêmio ir para a Fernanda Garay. Entre as brasileiras, esteve melhor posicionada nas estatística e foi a jogadora mais completa.


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Retrospectiva
 
Bom, o Brasil se despede de 2013 com 5 títulos nos 5 campeonatos que disputou.

Imaginei um ano diferente para a seleção. Pensei que seria a hora de vermos a Brait ganhar terreno, Tandara e Adenízia entrarem na briga pela titularidade, vermos novos rostos e etc. Por motivos variados, nada disso aconteceu.

Ou melhor, quase nada aconteceu, porque alguns nomes surgiram com força. Os principais foram os das gêmeas Michele e Monique (que sequer tinham passado pela minha cabeça que marcariam tão forte presença na seleção). Não dá para negar que as duas estiveram muito bem e agradaram o Zé Roberto. A Monique deve ser nome certo para 2014 para brigar por um lugar nas competições.

A Claudinha é a escolhida para, por enquanto, ser a terceira reserva no levantamento. Espero que seja mesmo, que a comissão não desista dela no meio do caminho. Jogou pouco, foi aparecer somente na CC, mas quando entrou nos “momentos abacaxi”, não decepcionou.

E, por último, temos a Gabi, ótimo reforço para a ponta - ainda que precise de mais rodagem. São os nomes experimentados este ano que devem voltar para 2014. Do resto, são todas velhas conhecidas que devem manter o nível de disputa elevado para o próximo ano. E, sim, podem ter certeza que a Wal só não estará no Mundial se não quiser.

Comentários

Aline disse…
Parabens a MVP FABIANA CLAUDINO, CAPITA da selecao brasileira.
Foi merecidissimo a premiacao dela pela importancia q Fabiana tem dentro do time.
Se em 2013 a selecao esta nas nuvens conquistando 5 torneios seguidos(Montreaux, Alassio, GP, SUL-AMERICANO e COPA DOS CAMPEOES), em 2012 o clima estava tenso entre jogadoras e Ze Roberto, a ponto de quase cairem na primeira fase das olimpiadas.
Gracas a atuacao da Capita Fabiana numa conversa com Ze Roberto, q levou os anseios sas atletas ao tecnico que ate entao se mantinha distante e ditador, o clima ficou mais ameno e culminou com o Ouro olimpico.
Hoje Ze Roberto parece entender melhor suas jogadoras e Fabiana teve um papel fundamental nisso.
Humilde, a capita reconhece a contribuicao de todo no time na sua eleicao como MVP:" Este é um grande time, e estou muito feliz com o que conquistamos. Não foi uma competição fácil, e eu ganhei o MVP por causa do meu time. Todas as jogadoras me deram isso”, afirmou a camisa 1, que marcou dez pontos na vitória das brasileiras sobre as japonesas.
Com certeza as TORRES GEMEAS, Fabiana e Thaisa, formam a melhor dupla de centrais da atualidade, e a selecao brasileira esta bem servida na posicao com Adenizia, Juciely, Bia, Angelica, Ana Carol, Gattaz e Walewska.
O Campeonato foi decidido no primeiro set de BRAxJAP, por isso o primeiro set foi uma guerra entre as 2 equipes.
Para as japonesas serem campeas sem depender de saldo de pontos teriam que vencer as brasileiras por 3x0, por isso jogaram tudo no primeiro set.
Esse foi o set mais disputado do torneio, e gracas a inversao do 5x1, com a entrada de Monique e Claudinha, as brasileiras conseguiram equilibrar o set e virar no final.
Depois desse balde de agua fria, as japonesas desanimaram pq ja nao tinham mais chancea do Ouro e foram dominadas pelas brasileiras nos sets seguintes.
O ponto forte da selecao brasileira e o conjunto, um banco forte, as inversoes do 5x1 e o revezamento das atletas, pode nao ter premiacoes individuais, mas o que prevalece e o conjunto.
João Lucas disse…
Laura houve um equívoco em seu post o jogo ficou 3X0 para o Brasil e não 3X1.

Comentando o post, acredito que mesmo 2013 sendo o ano das experimentações poucas coisas foram experimentadas. Não vi renovação, não vi jogadora nenhuma sendo lançada, com exceção da ponteira Gabriela Guimarães (que não é essa coca-cola toda).

Esse ano ratificou que Sheilla, Thaisa, Fabiana são os pilares deste time há alguns anos. A oposto não tem uma substituta a sua altura e ainda continua indo, é indispensável ao time, é uma baita jogadora, que não define todas, mas as mais importantes ela vira. Thaisa é a melhor central do mundo e não há muitos comentários por fazer e junto com Fabiana (que resolveu acordar somente na Copa dos Campeões) forma a melhor dupla de centrais do mundo.

Serviu também para as confirmações (se é que alguém ainda duvidava) de Fernanda Garay e Dani Lins, que hoje são titulares absolutas. A confiança que as duas garantiram em Londres foi uma coisa fantástica. Dani é uma das melhores do mundo na atualidade, fiquei assombrado com os levantamentos de Glass, Echenique, Pankova (que eu jurava ser diferenciada do padrão russo), Startseva entre outras. Garay é ao uma das melhores do mundo em sua posição.

Camila Brait resolveu assombrar Fabi justamente no último jogo de temporada de seleções com o Brasil sendo campeão da Copa dos Campeões. Brait foi a MVP do jogo final. Uma seleção que joga sem a excelência de passe de Jaqueline precisa de uma líbero passadora como Camila. Essa menina precisa jogar.

Por falar em assombrações vi o retorno de Walewska (que não fez ABSOLUTAMENTE NADA DEMAIS) e Carol Gattaz (que nunca FEZ NADA DEMAIS) e fiquei muito triste por Zé Roberto ter BOICOTADO Adenízia. Porque aquilo foi boicote sim. Adê hoje joga melhor que Gattaz e Walewska. São devemos nos apegar ao passado. Wal foi fantástica, mas, é PASSADO. Já Carol Gattaz que figura na seleção desde muito tempo e nunca consegui ir sequer a uma Olimpíada, não deveria ter outras oportunidades. Temos centrais jovens e melhores que estão loucas por uma oportunidade.

Tandara é incrível em clubes, porém, não convence na seleção, é preciso que ela abra os olhos. O Zé não da a ela muitas oportunidades e mesmo com Natália mal ele não teve oportunidades.

Natália ficou um ano no chão e não aprendeu a passar, então, esqueçam, ela não aprende mais. Agora no quesito ataque ela parece que está voltando à velha forma e na defesa Nat é fabulosa.

Fabíola seguiu insegura e fez alguns levantamentos horrorosos, mas, pareceu-me mais lúcida nos últimos jogos e ainda é a segunda melhor do Brasil. Claudinha mostrou categoria e segurança tem futuro.

Monique e Michelle estão com força na seleção, vamos ver até quando. Bom melhor eu pular essa parte.

Gabi está se firmando é um nome que aparece com força.

Enfim, pensei que seria o ano de Priscila Daroit (que perdeu espaço sabe-se lá como), Ellen, Ana Beatriz, Samara, Mayhara, Letícia Hage, Tássia, Ivna, Ana Carolina, dentre outras, entretanto, o que se viu foram os velhos e conhecidos rostos.
Cesar Castro disse…
Engraçado como o povo acha que pra renovar tem que colocar 12 garotas novas e botar pra jogar.
É ser muito ingênuo.
Vamos lembrar as idades das jogadoras:
Natália:24 anos
Tandara: 25 anos
Fernanda Garay: 27 anos
Gabi:19 anos
Cláudia:26 anos
Adenízia: 27 anos
Thaísa: 26 anos
Dani: 28 anos
Fabiana: 28 anos
Camila Brait:25 anos
Pra quê esse desespero todo?
Só a Sheilla e a Jaqueline talvez saiam da seleção de vez em 2016. E nem isso é certeza, taí a Sokolova com 36 anos dando experiência ao time.
o Zé Roberto sabe o que faz e muita gente não sabe o que diz!
wilson disse…
João Lucas, concordo plenamente com você em relação à Adenízia: ela foi boicotada pelo técnico. Se ela não estava bem e foi substituída, porque ele não fez o mesmo com a Natália que também não estava bem no primeiro set (recepção)? Eu gostava muito do ZRG, mas depois das Olimpíadas de Londres, percebi que ele protege jogadoras da sua equipe, sem ao menos disfarçar, o que considero algo horrível. Hoje, assistindo ao jogo, o Marcos Freitas também é um puxa-saco descarado: enquanto algumas jogadoras é alvo de elogios dele mesmo quando não estão bem, outras ele nem cita o nome ou, quando cita, é para criticar. Enfim, sou torcedor da nossa seleção, mas tá na hora de alguém dar um "esporro" no ZRG e dizer a ele que ninguém É NADA, a gente ESTÁ COMO.
Paulo Roberto disse…
O trabalho do ZRG não está voltado para renovação pós-2016, mas sim pro resultado das Olimpíadas e nesta fase principalmente para o Mundial do ano que vem. Não entendi as substituições que ele fez trocando a Adenízia pela Wal no jogo contra a Rússia e pela Gattaz no jogo contra o Japão. Em contrapartida, Natália só jogou bem o primeiro jogo e viveu de relance nos outros e ficou o tempo todo em quadra. Enfim, ele tem métodos no mínimo controversos e difíceis de serem entendidos logicamente.
Pra mim o saldo é o seguinte: Fabiola, mesmo jogando pouco à vontade ainda, é sim nossa segunda levantadora, Claudinha deve ser preparada para o pós-2016; Adenízia está em ótima forma e tem totais condições de forma a dupla titular de centrais junto com a Thaísa, a Fabiana precisa mostrar seu antigo padrão de jogo; Natália ficou um ano treinando no chão e não aprendeu a passar, como disse o João Lucas, não aprenderá mais; Brait finalmente mostrou nesses dois jogos que entrou aquela Brait que esperávamos, me lembrou até a Arlene que foi a melhor líbero que já vi jogar; Garay e Sheila continuam muito bem, sendo a Garay a melhor ponteira que temos e Sheila, simplesmente a oposta mais eficiente do mundo.

Se a lógica prevalecesse na seleção, teíamos quatro posições definidas no time principal: Dani Lins, Thaísa, Sheila, Garay. E uma briga entre Fabiana e Ade, Jaqueline (se estiver em forma) e Natália e, Fabi e Brait. Mas, repito, se a lógica prevalecesse na seleção.
João Lucas disse…
César Castro você tem razão quando fala da idade das atletas certamente algumas delas jogarão pós-2016, só que o Brasil já viveu o drama do levantamento se você não se lembra. A seleção ficou anos apegada ao talento de Venturini e Fofão que quando a última se aposentou foi aquela agonia até a Dani se firmar. Um bom exemplo é o meio-de-rede, podemos usar sua lista como ilustração, as três centrais campeãs olímpicas em Londres Adenízia, Thaísa e Fabiana têm praticamente a mesma idade, ou seja, deixarão a seleção praticamente juntas e não terá jovens capazes de assumirem a responsabilidade deixada, não por falta de talento e sim por falta de jogarem a nível internacional. Um abraço.
Paulo Roberto disse…
Completando...

Infelizmente temos que assistir os jogos pela Sportv. Os comentadores são péssimos, os narradores também.
tuliobr disse…
Querida Laura, caros amigos, a temporada 2013 deixou as quadras para entrar na História. E o torcedor mais orgulhoso certamente será o búlgaro, já que Vasileva, Nikolova e cia. foram as únicas que conseguiram vencer o Brasil. Brincadeiras à parte, pouco tenho a acrescentar aos sempre inteligentes comentários do blog, mas queria dizer o quanto são injustos os que dizem que as irmãs Pavão são "jogadoras de clube", seja lá o que for que isso signifique. Monique e Michelle passaram a temporada toda provando o contrário, e a CC deixou claro que, se na estratégia do técnico couber, elas podem ser sim úteis à Seleção.
Anônimo disse…
SOKOLOVA desafiando o Brasil antes da CC e terminando o campeonato perdendo pra Tailândia simplesmente não tem preço, adorei. CROWLEY.
Anônimo disse…
Aline,

Essas são lendas que se constroem nas conquistas, heróis villões, mas muitas vezes são apenas humanos com seus defeitos e virtudes. Quem sabe se nossa capitã não foi omissa anteriormente e a falta de posicionamento dela e das senadoras acabou culminando naquele momento pré-Londres pavoroso? Quem eram as laranjas podres naquele grupo? Fica a dica, a repetição de uma mentira pode até a transformar numa verdade, mas não altera a história!
MouraBr disse…
Na minha opinião as gêmeas tem lugar cativo na seleção. Se não são as melhores, tem uma grande capacidade técnica, além de serem o tipo de jogadora que jamais vai questionar sua função no grupo, quando forem chamadas à quadra estarão com o sorriso no rosto prontas para cumprir seu papel por menor que seja.
O MVP à meu ver fica como recado para a Thaisa, que andou contestando publicamente a convocação das centrais Walewska e Carol Gataz ( que falta de um bom acessor de imprensa) , mostra para ela que mesmo ela sendo uma das ou a melhor central do mundo no momento, ela não é insubstituível, tanto a Adenisia ,Gattaz e a Wal cumpriram bem seu dever e ninguém sentiu falta dela.
A Fabíola jogou muito bem e prova a cada dia a besteira que o ZRG fez ao cortá-la de Londres.
Fe Garay e Sheila podiam dividir facilmente o MVP, jogaram muito.
Natália não explodiu, acho que ela nunca vai preencher as expectativas que se criaram em torno dela, não vai ser a substituta da Sheila como Fivb hero ,porém é uma excelente jogadora. Se compararmos com sua concorrente direta, ela não chances antes da lesão.
Wal e Gattaz, muito obrigado e podem passar no RH.
Tandara para mim uma incógnita, enquanto não tiver tempo de quadra não da pra saber se ela aguenta o nível internacional, mas por suas poucas aparições ficou atrás das gêmeas.
Camila Brait está numa disputa tipo do filme Highlander só será titular absoluta quando cortar a cabeça da Fabizinha(literalmente).
Claudinha pode passar no RH, boa jogadora, mas salvo lesão, não estará nas próximas competições já que temos duas outras excelentes levantaduras na sua frente.
Adenísia sem surpresas, cumpre bem seu papel.
Evelyn disse…
Concordo com o MOURABR. As irmãs Pavão, Monique e Michelle, conquistaram um lugar cativo na seleção brasileira por méritos próprios, concentradíssimas e serenas entram determinadas e cumprem muito bem seu papel. Tecnicamente as irmãs Pavão estão acima da média, executam os fundamentos com perfeição, tem um ajuste fino e excelente visão de jogo.
Tranquilas ao extremo, não rifam a bola, sabem tratá-la com carinho. Taticamente são praticamente perfeitas, estão sempre bem posicionadas, não deixam a bola cair, e conseguem sacar com eficiência aonde querem dificultando o passe adversário.
Elas são jogadoras muito confiáveis e estáveis, estrearam em 2013 na seleção brasileira no Torneio de Montreaux e já fizeram bonito. Sem altos e baixos, conquistaram seu espaço na seleção com bastante competência e objetividade. Parabéns às irmãs Pavão.
Quero parabenizar também a capitã Fabiana Claudino, eleita MVP da Copa dos Campeões pela importância que ela tem dentro do grupo.
Evelyn disse…
Russas culpam cansaço por fracasso!
"Estávamos um pouco cansadas depois dos últimos três dias e não pudemos jogar o nosso normal”, lamentou a levantadora e capitã russa,Pankova.
Fala sério, choro de perdedor, que desculpa mais esfarrapada!!!
Só as russas estão cansadas é? Por acaso as outras seleções estavam de férias?
Então o preparador físico delas é um incompetente.
O fato é que as russas nunca dessem do salto, nunca admitem a superioridade alheia e sempre dão essa desculpa do cansaço, de muitas viagens etc...
Acontece que a Rússia é muito mais perto do Japão que o Brasil.
E cansaço por cansaço, as brasileiras eram para estar muito mais cansadas que as russas, afinal de contas as brasileiras foram campeãs de 5 torneios seguidos. Enquanto as russas perderam para as brasileiras e arrumaram as malas mais cedo e foram descansar em vez de disputar as finais do Grand Prix.
Outra coisa, o Brasil é muito mais time, entra e sai jogadora e o time continua forte, tem um banco forte. As russas não podem perder um Goncharova-Obmochaeva que já sentem falta.
Malik e Sokolova não eram titulares no Grand Prix, será que estão cansadas também?
Enquanto o Brasil é bicampeão olímpico, as russas ficam chupando dedo.
Enquanto o Brasil ganhou 5 torneios seguidos, a Rússia só ganhou o Europeu.
IMPORTANTÍSSIMO: Vale lembrar que a Rússia só ganhou o Europeu porque o Brasil não disputa esse torneio, porque se o Brasil ficasse na Europa, nem o Europeu as coitadas das russas ganhariam.
Portanto: CHUPA RÚSSIA!!! Parem de ser arrogantes e dessam do salto queridas!!!
Eduardo Araujo disse…
Olá, não tive oportunidade de ver o jogo da final, então a tarde comecei a ler sobre o jogo, e em muitas matérias falaram que a Claudinha mudou o rumo do 1 set..., pensei comigo deve ter feito uma partida incrível, bom cheguei de viagem e já fui no YouTube ver o jogo, o Brasil perdendo o jogo e eu esperando a inversão do 5 x 1, quando aconteceu o Brasil estava 4 pontos atrás no set, para a minha surpresa a Claudinha não fez nada demais o bloqueio pegou 3 bolas e amorteceu a quarta dando oportunidade para o contra-ataque, ou seja foi o bloqueio que fez a parte dele.

É incrível como a imprensa transforma uma jogadora em deusa e outra em vilã, muitas analises e comentários são feitos pela simpatia que a pessoa sente por determinada jogadora.

Falando do jogo, não vejo o pq a Nathália é titular, acho que o prejuízo dela no passe é grande demais, ai vem o comentarista da globo e fala, ela esta liderando as estatísticas do Brasil na recepção, mas é claro todo mundo saca nela, claro que existem maneiras de contornar esse problema uma delas é tirar a Nathália do passe.

Embora a Fabi esteja muito bem e em muitas finais ela fica iluminada, hoje eu considero a Camila melhor que ela, defende bem também e passa melhor.

Em relação a Fabíola eu achei algumas coisas interessantes, o ZR deixou ela jogar o jogo dela poucas vezes levou ela para o lado e ficou orientando, me lembrou muito o tratamento que o Luziomar da para ela, eu acredito que a seleção jogue mais rápido com a Fabíola e levantamentos mais rápidos geram erros, talvez oq ela precise é saber controlar isso tem bolas que não para colocar velocidade, e quando ela tenta as vezes essas bolas ficam baixas ou sem precisão, e isso acaba mais prejudicando do que ajudando, mas ela acerta mais do que erra e o time brasileiro quase nunca é bloqueado, já com a Dani Lins o Brasil é mais lento, pq ela é mais precisa que a Fabíola em bolas mais lentas se ela coloca velocidade ela acaba errando, o jeito de jogar dela o ZR gosta mais com bolas na maior distancia, mas para acertar a bola dela é mais alta e lenta e com isso muitas vezes as atacantes tem que explorar o bloqueio, eu acho essa a maior diferença entre as duas.

A Ade foi bem no meu modo de ver, não entendi pq ela foi substituída nas ultimas 2 partidas, talvez ela estivesse fazendo alguma coisa que o ZR não queria.

Quanto a Wal e a Carol, não vejo a Wal uma jogadora de seleção hoje em dia, algumas pessoas falaram da experiência dela, mas gente um time que é Bi-olimpico ganhou uma porrada de títulos, tem experiência de sobra, mas tudo bem ainda da para aceitar afinal ela estava jogando, agora a Carol não jogou partidas suficientes para se quer ser analisada quanto mais estar em uma seleção esses critérios que me deixam malucos.

A Fabizona voltou a jogar bem, nada melhor que um ano depois do outro, no ano passado quando ela estava na rede o Brasil perdia muita força no ataque e hj ela é eleita a MVP..., grande premio para ela.

A Sheilla é um monstro, uma oposta que usa o cérebro, não vive somente das pancas!!!

As irmãs muita gente critica elas, mas eu gosto do jogo delas, principalmente da oposto, também usa o cérebro e não da só pancada.

A Claudinha acho que é o futuro da seleção tem que ver como ela reage na pressão, e isso agente vai ver esse ano na Amil, quando ela entrou no 5 x 1 fez a parte dela bem feita.

Tudo mundo esta falando que o Brasil é o time a ser batido, mas esse ano foi um ano de mudanças em muitos times, na maioria dos torneios como o GP não eram triturares e sim um misto com muitas experiências.

Tirando esse ultimo torneio que todos os times declaram que estavam levando oq tinham de melhor no momento, a Russia não pode levar 2 atletas que estavam machucas e a oposta gigante delas que se aposentou da seleção.

Vão ocorrer mudanças nesses times, no ano que vem e erros serão corrigidos portanto o mundial vai ser duríssimo já que todo mundo quer..., não vai ser a baba que o pessoal esta falando não.
Zé Henrique disse…
Engraçado como em um ano tudo mudou!
Antes de Londres o Brasil estava cambaleante, não se sabia muito bem o que poderia conseguir na olimpíada.
No entanto, depois do ouro o Brasil quase que virou o que os EUA são para o basquete.
As outras seleções, com a perda de algumas atletas, se enfraqueceram e o Brasil, por estar fazendo uma renovação discretíssima e pela grande quantidade de atletas de alto nível, se fortaleceu.

PS: Não vi os jogos, só vejo com Dani Lins. :-)

PS2: Oh louco, Moura, tu que cortar a cabeça da Fabizinha literalmente?
Ela não é lá essas coisas - em termos de boniteza - mas não é para tanto, né? :-)
Aline disse…
Queridos "ASAS NEGRAS", pessimistas de plantao... Que eu saiba o Brasil ganhou de todas essas selecoes completissimas, que eu saiba nem Hooker, nem Sokolova, nem Mihajlovic, nem Costa Grande, nem Kim, nem Saori Kimura, nem Darnel, nem De La Cruz, ou qualquer outra Mega-Estrela do volei mundial impediu o Brasil de ser Bi-Olimpico. O Brasil e o melhor do mundo pq nao depende de estrelas, o Brasil ganha no conjunto, no grupo forte, na inversao do 5x1, na qualidade tecnica e tatica de suas jogadoras. Entra e sai jogadoras na selecao brasileira e o nivel permanece alto.
O Brasil nunca teve as jogadoras mais altas e mais fortes, mas tem jogadoras versateis que dominam mais de um fundamento e dao volume de jogo.
O que faz ganhar um jogo e nao deixar o adversario fazer ponto, nao deixar a bola cair e nisso o Brasil eh otimo,pois tem uma relacao bloqueio-defesa fenomenal, amortecendo grande parte das bolas propiciando um contra-ataque.
As opostas brasileiras Sheilla e Monique nao sao jogadoras que viram a bola so na porrada, elas tem CEREBRO, tem visao de jogo, sabem trabalhar a bola, variar os golpes, explorar um bloqueio. Alem disso, Sheilla e Monique tem um excelente fundo de quadra, dfendem muito bem e sacam com eficiencia.
Para isso elas nao precisam ser girafas, elas precisam ter cerebro e qualidade tecnica.
Se fosse considerar o porte fisico, as jogadoras da Rep.Dominicana e que deveriam ter ganhado 5 torneios seguidos esse ano.
As dominicanas sao as mais musculosas,as mais porradeiras, as que tem maior impulsao, maior forca fisica e saltam mais alto.
Em atributos fisicos, a equipe dominicana eh a melhor do mundo, sao atleticamente perfeitas. Mas nao conseguem bons resultados, pq querem resolver tudo na base da porrada, com alto indice de erros.
O saque dominicano eh uma BOMBA de tao forte, mas qto saques elas acertam. Por outro lado, a Michelle entra pra sacar um tatico e tem um aproveitamento muito maior que as dominicanas.
O bloqueio dominicano e alto, tem jogadoras como a Martinez com 2,00m e a Valdez com 1,96m, mas nao tem passe e defesa boas para complementar o bloqueio e o contra-ataque eh desorganizado.
Ja as tailandesas sao a melhor defesa do mundo, mas tem o bloqueio baixo...
O Brasil eh forte em todos os funamentos, uma equipe eqilibrada.
Nao precisa ter estrelas, precisa ter time.
Anônimo disse…
A Tailândia joga com 6 líberos o tempo todo! Rs..
Crowley.
Luiz Felipe disse…
Endosso os comentários da Evelyn, sobre a excelência das irmãs Pavão (tb eu era uns do que não botava fé nelas) e do José Henrique, sobre como o vôlei para o Brasil está ficando como o basquete para os EUA.
Quanto ao ZRG, temos que engolir as maluquices dele, até porque, apesar das críticas, os resultados aparecem, se bem que 2013 não tinha nada importante em disputa, a meu ver.
Neide disse…
Crowley adorei sua definicao!
A Tailandia e realmente um time nanico que tem sempre 6 liberos dentro de quadra defendendo como loucas, mas que nao tem alcance de bloqueio.
Enquanto isso, a Republica Dominicana e um time de girafas que joga sempre com 5 centrais dentro de quadra, com excelente alcance de ataque e bloqueio,mas que erram demais passes e defesas, a unica q se salva no fundo de quadra dominicana e a libero Brenda Castillo, q tem q se virar sozinha coitada.
Ja as russas sao um bando de velhas cansadas, q sempre dao desculpa das viagens e do cansaco pra justificarem suas derrotas.
Aline disse…
Já que a Tássia não foi aproveitada na seleção feminina, que ela ela substituir o Mário Jr. na masculina hein? Pelo menos ela passa melhor que ele...
Mesmo que a seleção masculina conquiste o título amanhã vencendo a Itália na final, não vai ter graça, pois mais uma vez, a quarta consecutiva, o Brasil dá mole contra a Rússia.
O problema não é a derrota em si, mas pra quem perdeu(Rússia) e como perdeu: um jogo praticamente ganho 2x0, no qual se tomou a virada por falta de seriedade, concentração etc... e excesso de caretas, firulas e erros imbecis.

A família Pavão está em festa, 2013 entrará para história.
Em sua volta triunfante à Uberlândia, as irmãs Pavão, Monique e Michelle, conquistaram seu SEXTO título na temporada atropelando o MINAS na final do Campeonato Mineiro por 3x0.
Ascensão meteórica e uma coleção de títulos, podendo fechar 2013 com 7 títulos já que o PRAIA CLUBE representará o BRASIL no torneio "Top Volley International" na Basileia, Suíça.
Convocadas pela primeira vez para a seleção adulta em 2013, estão na melhor fase da carreira com a conquista de 6 torneios seguidos: Montreaux, Alassio, Grand Prix, Sul-Americano e Campeonato Mineiro.
Queridinhas da torcida do BANANA BOAT/PRAIA CLUB, Monique e Michelle foram recebidas com muito carinho para a disputa da final do Mineiro, após estarem servindo à seleção.
Monique, em recente entrevista, declarou amor ao clube: "- Adoro o Praia Clube e sou feliz demais por poder fazer parte do projeto mais uma vez. Quero representar muito bem esse ano e destaco, em especial, a torcida, que vai aos jogos, agita e faz do nosso ginásio um caldeirão".
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