Renovação vs Ser campeão

Como era previsto, o Brasil saiu campeão do Sul-americano - conquistado com facilidade. Está, assim, classificado para o Mundial de 2014. Só mesmo a vaga para justificar levar as principais jogadoras para um campeonato fraco e em meio a um calendário repleto de compromissos pela seleção e clubes.

O Sul-americano tem uma seleção aqui e ali com jogadoras que se destacam, mas nada que o grupo que disputou o Volley Masters e a Copa Alasio não desse conta.

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A questão de levar o time principal para o campeonato me fez lembrar desta entrevista do Zé Roberto, durante a transmissão do Europeu na Band Sports: Renovação para 2020 preocupa, diz Zé Roberto

O trécnico mostrou preocupação em relação à renovação da seleção brasileira para 2020. Para ele, não tem aparecido tantos talentos. Bem, é uma preocupação legítima, mas que poderia ser amenizada por um trabalho do próprio treinador.

Ele diz que está fazendo uma renovação. Mais ou menos, né?  O início de 2013 poderia ter sido melhor aproveitado com novos nomes em quadra, principalmente no Grand Prix.

E se ele realmente estivesse preocupado em renovação, não convocaria as gêmeas (que não se sustentam até 2016, muito menos até 2020), a Juciely, pela idade, nem a Fabíola. A levantadora, assim como a Dani Lins, tem condições de chegar aos Jogos em Tóquio, mas as duas provavelmente não estarão juntas até lá. Elas são da mesma geração, portanto, o investimento para 2020 teria que vir na aposta em uma levantadora mais nova e que iniciasse agora sua história com a seleção. 

A gente sabe bem, tem treinadores que trabalham forte com a renovação e o investimento em novos talentos. O Zé Roberto não é um deles. Ele veio com esta proposta no Vôlei Amil temporada passada e não a manteve sequer para a seguinte. Por quê? Porque, para fazer isso, tem que abrir mão de ser campeão. E o que interessa é vencer – o que não se pode recriminar.

O Zé Roberto mesmo deu a resposta sobre a renovação: “Mas nós temos que pensar nestes próximos três anos que antecedem à Olimpíada”. É isso. A questão é mais por aí do que o argumento de “não achar novos talentos”. A responsabilidade que ele tem e que vai ser cobrada por nós é a de ser campeão. Os frutos do trabalho dele para o futuro ficam em segundo plano.

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Pê ésse:

- A Tailândia foi mais uma vez campeão asiática. Deixou pra trás Japão, Coreia e China, que nem apareceu no pódio.  Mais uma prova de que o Grand Prix pouco serve de parâmetro para as principais competições.

- E os Estados Unidos conquistaram a Norceca, com basicamente o mesmo time que disputou o GP.

Comentários

Anônimo disse…
Desculpa Laura,

Mas vou ter q voltar a tocar no assunto da questao Tempo x Transmissao dos jogos de vôlei.

1- Acho completamente desnecessário a parada de tempo técnico no oitavo e no décimo sexto ponto, ja basta o pedido de tempo para os treinadores, o tempo técnico é inútil e so faz atrasar mais a partida.

2 - O tempo perdido para a rever a jogada através do vt esta demorado, a banca q examina as jogadas eh atrapalhada no resgate da cena, parece q se trata de um pessoal q nao entende de vôlei, e a comunicação dos ábitros com eles eh confusa, mais um fator q só vai atrasar mais a partida. Ps: Tomando por base os jogos do GP.

Crowley.


Aline disse…
Pra que por o carro na frente dos bois?
Pra que ficar pensando em 2020, se 2016 ainda nem aconteceu?
Que tal ganhar primeiro as Olimpíadas em casa no Rio-2016, pra depois pensar em Tokyo?
Por que se perder no Rio em 2016 será um grande vexame, assim como foi perder em 2007, no Rio, pra Cuba!
Portanto, acho que o trabalho está indo no caminho certo.
Pelo que acompanhei nos Campeonatos Regionais e na renovação das seleções, a única seleção que realmente pode melar o tricampeonato olímpico brasileiro em 2016 é a Rússia.
A preocupação deve ser 1000% em estudar e anular esse novo time russo que foi apresentado no Europeu.
Em relação às demais seleções, o Brasil vem metendo 3x0 em todo mundo.
Se não houver contusões ou imprevistos, a seleção titular pra 2016 é DANI LINS, SHEILLA, GABI GUIMARÃES, FERNANDA GARAY, FABIANA CLAUDINO, THAISA e FABI.
NATÁLIA não mostrou nsse SUL-AMERICANO regularidade para ser titular. Gabi e Garay são muito mais confiáveis.
Anônimo disse…
Perfeito,como diz Sheilla tem que pensar ano por ano.Pra que pensar em 2020 agora?Vamos pensar no Rio,sabendo que nossas melhores jogadoras têm idade pra disputar muita coisá ainda.Quando Jaq voltar com certeza vai ser uma disputa impressionante entre ela, Nath,Gabi ,fora q Mari tá de volta na superliga e mostrando o que já jogou e largando Alemanha pra lá,acho q ainda tem lugar pra ela.Agora,depois de 2016 é pra se preocupar muito,mas não agora.Quero ver depois q Sheilla se despedir quem vai substituir a altura.Acho q ninguém.Monique?hahaha.Deus nos ajuda.Mas vamos pensar nesse ciclo e que venha Copa dos Campeoes,Mundial...A nossa Sheilla e cia estarão lá.Renovação?Pra q,se temos o melhor time do mundo.
Eduardo Araujo disse…
Olá eu acho que todas as jogadoras que ai estão tem condição de ir para as olimpíadas, seja por causa da idade, uma vez que muita gente com mais de 33 anos jogou a ultima olimpíada, portanto provou que da vai depender do nível que elas ou eles estiverem no momento, principalmente o masculino provou que da para fazer, tudo bem eles perderam, mas jogaram super bem as olimpíadas e perdeu por causa de um acaso aonde um central entrou como oposto e acabou com o jogo, coisa quase impossível de acontecer, até então o Brasil estava destruindo no jogo.

Como é uma seleção basicamente jovem o pessoal tem gás para continuar alguns anos.

Temos que tomar cuidado com algumas promessas, por exemplo a levantadora que foi sensação na SL ano passado do praia, ela é reserva na equipe dela, a titular e capitã voltou.

Eu penso assim: pra ir para a seleção tem que jogar pelo menos 2 anos bem na SL, depois pode ir para uma seleção B se acostumar com o ambiente e com as regras da seleção para depois ir para uma seleção adulta.

Acho besteira por exemplo levar a seleção principal para jogar um torneio semi-profissional.

Nesse tipo de torneio, da para testar qualquer jogadora que vc queira.

O ZR tem um problema, ele não é um cara que tem todos os votos da CBV para comandar a seleção principalmente de um anos para cá, prova disso foi a dificuldade para renovar com a CBV, que queria que o mesmo ficasse somente com a seleção principal e saísse do Vôlei Amil sabendo que a multa por ele sair seria muito alta, ou seja o ZR jamais poderia sair.

Ai a Globo se meteu, já a mesma que manda na coisa, ele ficou as jogadoras tiveram que calar a boca, hj em dia ele tenta colocar panos quentes na coisa e esta tentando melhorar o ambiente com as mesmas.

Mas no Brasil os técnicos vivem de resultados e para ele que já tem esse problema é muito importante vencer, já que assim fica mais difícil sofrer uma pressão para sair.

Fico pensando nos times que pagam essas jogadoras.

O Molico antigo Sollys não jogou um torneio pq não tinha time, os outros também estão jogando sem algumas jogadoras.

Ai em novembro começa o torneio dos campeões que não ganhamos desde 2005, mais uma vez os principais clubes do Brasil vão ficar sem jogadoras.

Um exemplo o Molico com certeza vai perder umas 6 jogadoras já que muito provavelmente a Itália que é a ultima campeã vai ser convidada para defender o titulo.

Como um time desse vai jogar a SL, será que a mesma vai ser interrompida? eu duvido nunca é!!

Ai as pessoas perguntam pra que investir no vôlei, já diminuíram o tempo de transmissão, os times não tem pre-temporada, qual o retorno que o patrocinador tem??

Eu fico chateado, era para os times de ponta estarem se entrosando para mostrarem bons jogos na SL, mas sem preparação o primeiro turno vai ser um lixo, times sem entrosamento nenhum.
Zé Henrique disse…
Aline, como a vida nunca é previsível... esse time que vc escalou tem tudo para não ser o que irá estrear nas olimpíadas do Rio. :-)
Eu boto fé em Dani Lins, Garay, Thaisa e Gabi.
Sheila e Fabizinha(alô, alô, tem gente falando na Mari. Santo Deus!) acho que chegam mal, questão de idade.
- Lembrem-se do exemplo da Paula Pequeno -
Fabiana não sei que idade tem, mas a vejo na descendente.
Já Natália está começando de novo. Só daqui há alguns meses, quando estiver em plena forma, que veremos se ela conseguirá chegar ao ponto que já esteve, e daí para melhor.
No mais, é esperar que nesses três anos apareça mais uma ou duas jogadoras diferenciadas.
Anônimo disse…
Acho q a única q ñ tem idade legal é a Fabizinha,mas tá jogando demais.(por enquanto),mas tem uma reserva arrecada q é a Brait.A Sheilla tem idade pra 2016,ainda não tá jogando o seu melhor,mas é por enquanto titular absoluta,ñ vejo outra oposto capaz de tomar seu lugar,talvez se nãoNatália trocasse de posição,mas acho q num vai acontecer.Se Fê Garay continuar assim,tá garantida,joga demais.Agora temos q ver como vai comportar as outras ponteiras,Gabi é uma promessa e tanto,mas vai ter q mostrar muito ainda.Natália foi bem no final da SL,quando entrou lá em Ica ,sacou bem,atacou bem(impressionante a força q a muié tem) e ainda tem um ponto a seu favor: JRG .
Se não fosse o doping e as cirurgias talvez Gabi não estivesse com a bola toda.Natália tem tudo pra fazer história no Amil,vamos aguardar.Thaisa é uma sem dúvida a melhor jogadora do Brasil atualmente,sem comentários.Fabizona tá numa fase péssima pode ser q siga o caminho de Paula 4,mas torco por ela.Agora o q tá acontecendo na posição de levantadora? Fabiola acho q fica no caminho de novo.Dani Lins está
muito bem, ajudou a seleção muito esse ano, foi escolhida como melhor jogadora da partida final do GP, mas não consegue ganhar um título individual? Será q a bichinha bichinho tá tão ruim assim? Acho q o time titular de 2016 será o mesmo q 2012, em janeiro a Jaq deve tá se escrevendo pra fase final da SL, vamos ver se ainda da pra ela.Só sei de uma coisa Natália tá garantida nesse time aí,é a queridinha do patrão além de ser uma baita duma jogadora
João Lucas disse…
Renovação não existe. Não tem como dizer que este grupo está renovado, pois, é praticamente o mesmo que ganhou as Olimpíadas. As principais jogadoras aguentam os jogos de 2016.

Minha preocupação é pra 2020, não vejo jogadoras diferenciadas sendo lançadas. Algumas posições inexiste boas jogadoras jovens. Não vejo centrais com o potencial de Fabiana e Thaisa. Não sabemos se Sheilla terá uma substituta a seu nível. A quem Dani Lins passará o bastão?.

O trabalho me parece ser mal gerenciado, não tinha necessidade de voltar a testar Juciely com 33 anos novamente. É sério mesmo que Monique briga pela vaga de oposta?. Michele como ponteira?.

Ainda tem o agravante de que nossa liga que deveria servir para lançar jogadoras não está lançando ninguém, também pudera com essa enxurrada de estrangeiras, os principais clubes são uma mescla de consagradas e estrangeiras. Não vejo necessidade alguma de trazer Bosseti e Sanja, será que não podia apostar em Ivna de ponteira e Samara como ponta de conposição. Tanto Sanja quanto Bosseti são promessas tal qual Ivna e Samara. Até o Minas que disse que só jogaria com jovens jogadoras que brilham nas seleções de base exercendo assim um papel importante alçando boas jogadoras, foi no mercado e trouxe suas esyrangeiras. Será que tinha a necessidade de contratar por vídeo?

Outro problema que vejo é no lançamento das armadoras. Qual foi a última levantadora que foi lançada nos dois principais clubes do país? Somente Dani Lins. Osasco passou anos com Carol Albuquerque e acabou queimando a eterna reserva Ana Tiemi e o curioso é que Tiemi mesmo tendo a mão mais calibrada acabou queimando-se e Fabíola quando chegou em Osasco já era jogadora de seleção com status de levantadora titular do vice-campeonato do Mundial do Japão. No Rio a situação é mais interessante ainda. Roberta, conhecida e muito elogiada nas categorias de base vai para a terceira temporada de aprendizagem, uma com Venturini e outras duas com Fofão. Não poderia existir mestres melhores, mas tinha mesmo essa necessidade? Será que não é a hora de Roberta assumir a titularidade em seu clube? Eu se fosse Bernardo colocaria Roberta de titular e caso o caldo engrassasse ai eu colocaria Fofão. Convenhamos, Venturini e Fofão são lendas vivas sim, entretanto, a hora delas já passou. Essas meninas precisam jogar para alçarem seu espaço na seleção. É de perder a conta de quantas jogadoras que foram destaque nas categorias de base e se quer chegaram a jogar a Superliga. Assim como as atuais selecionáveis tiveram chances as jovens também precisam e o primeiro empurrão quem dá é o clube. Do jeito que está a nova geração 2020 será formada por jogadoras que são reservas em seus clubes.

Um outro ponto é o mau gerenciamento das categorias de base. Tem até central com tamanho de líbero.
João Lucas disse…
Acredito que esse Sulamericano era a hora de Rosamaria, Bia, Ellen, Ivna, Letícia Hage, Gabi, Juliana Carrijo, Priscila Daroit (que estranhamente perdeu seu espaço para Michele, será o efeito transferência para o Sesi?) Tássia, Priscila Heldes, Claudinha e não das consagradas.
Alice disse…
Concordo com vc, o que Fofao e venturini tá fazendo na SL? Acho q o Brasil até 2016 é a o time a ser batido, ganhou muita moral depois de Londres, mas se continuar só dando espaço para as veterana, em 2020 vai ser Cuba nos dias de hj.
Acorda Alice! disse…
Acorda Alice!
Larga de ser tonta! Querer comparar o Brasil com Cuba é demais né minha filha!
O brasil nunca vai chegar onde Cuba chegou, o problema lá é político, ditadura, repressão às jogadoras e suas famílias, o Brasil é o celeiro do vôlei mundial.nkshoal33
Evelyn disse…
Que perseguição é essa?
O que algumas pessoas tem contra Monique e Michelle Pavão?
Nas partidas que acompanhei pela seleção sempre vi elas atuando bem, entrando bem, ajudando bastante o time. São jogadoras muito técnicas, que dominam todos os fundamentos, sacam bem, tem excelente fundo de quadra e variam muito os golpes no ataque. São tranquilas, não sofrem apagões durante as partidas e transmitem segurança ao resto do time.
Não sei porque alguns pessimistas vivem depondo contra elas. O que elas fizeram de errado?
alice disse…
Acorda vc meu querido, eu ñ quiz comparar Brasil com Cuba. Cuba fez História, corretamente, fez ñ faz mais. Só falei pq está em crise hj e o Brasil hj é um grande time , mas q se ñ for trabalhado pode daki uns anos derrocar tb. Ah e se o problema fosse política coitadinho do Brasil. O vôlei é tão desvalorizado ak i q as jogadoras viemos reclamando, um exemplo recente é viagem para o Peru, ainda tiveram q engolir as Venezuelanas postando fotos em voo presidencial. Tá com pena de Cuba, muda pra lá.
Taciana disse…
Alice larga de ser ridícula.
O Brasil ganha de todo mundo de 3x0, não tem adversário à altura a não ser a Rússia e vem vc com essa história de pé frio.
Xô Asa Negra.
O Brasil domina o vôlei mundial, ganhou em seguida Olimpíadas, Montreaux, Alassio, Grand Prix e Sul Americano, dando uma sequencia inacreditável de 3x0 pra cima de todo mundo nas últimas partidas.
Nenhuma seleção do mundo ameaça o Brasil, a única que pode enfrentar o Brasil é a Rússia, mesmo assim a Rússia vive longe do ouro olímpico desde 1988, enquanto o Brasil vive uma fase mais que dourada.
Sai fora mau-agouro.
R.TIGRE disse…
A premiação individual nesse Sul-Americano foi ridícula, como deixaram a Thaísa de fora?
Premiaram como seleção do Campeonato as centrais Fabiana Claudino(merecidíssimo) e a peruana Mirtha Uribe(absurdo!!!)
Fabiana Claudino mereceu, foi a melhor bloqueadora do campeonato, mas quando que essa peruana foi melhor que Thaisa?
Thaisa foi a melhor sacadora do Sul-americano, virou tudo no ataque e ainda de quebra atuou muito bem como segunda levantadora, sempre que a Dani Lins fazia a defesa e sobrava pra Thaísa levantar, ela executava com perfeição o fundamento.
Estou acompanhando o Europeu masculino e na Bulgária tem um caso muito interessante de central-levantador.
Georgi Bratoev, 2,02m, assim como a Thaísa, no início da carreira era um central que tinha muita habilidade no levantamento. Sempre que o levantador defendia a bola e sobrava pra ele levantar, o fazia com muita precisão e qualidade, até que foi convencido a mudar de posição e jogar como levantador, por ter sido central é um levantador-bloqueador nato, de altíssima qualidade e inteligente na distribuição das jogadas.
Eduardo Araujo disse…
Oi gente a SL começa na sexta, eu estava vendo no site melhor do vôlei, eles fizeram um guia com as equipes.

Achei interessante da para ter uma ideia de como os times estão.

E ai Laura oq vc acha da gente fazer uma analise do times?

Gostou da ideia ou nem tanto? rs.

Aline disse…
Oi Eduardo Araújo, vi o guia da Superliga desse site Melhor do Vôlei e fiquei possessa, indignada, revoltada e tudo mais quando eu li a página do Praia Club
Eles tiveram a audácia de escrever na página do Praia Club "QUARTA FORÇA"!!!
QUARTA FORÇA é demais!!! Onde que o Praia Club é quarta força???
O Praia vem esse ano pra brigar pelo título!!!
Fez excelentes contratações, trouxe:
Kimberly Glass, ponteira Campeã Mundial pelo Rabita Baku em 2011.
Marianne Steinbrecher, ponteira
Natália Martins, central
Tássia, líbero
Ainda manteve a base do ano passado, com:
Ju Carrijo, Camila Torquete, Herrera, Letícia Hage, Mayhara, Monique e Michelle Pavão.
O Praia tá muito mais forte que no ano passado, tá longe de ser quarta força, vai brigar mesmo pelo título.
Sem falar que a maior estrela do time é técnico Spencer Lee, se o com time do ano passado o Praia já superou as expectativas, com o investimento desse ano vai brigar muito pelo título.
A Tássia, por exemplo, era a melhor jogadora do time do Usiminas, mas não time À altura para acompanhar seu excelente desempenho, agora no Praia a Tássia vai deslanchar de vez.
Pra mim a Tássia sempre foi uma injustiçada, merecia já ter tido uma oportunidade na seleção no lugar da Suelen.
Anônimo disse…
Oi Aline

concordo com vc e a Herrera eh bafônica!
Aline disse…
Regulamento Oficial da Superliga, designações do delegado da partida, anexo V, parágrafo 8.2: "...o Delegado deve impedir que um atleta sem condição de jogo ou sem constar da relação nominal da equipe enviada pela CBV, aos delegados, seja relacionado em súmula ou permaneça na área de jogo."
Só essa parte do regulamento deixa bem claro que a culpa pelo acontecido foi do "delegado da partida".
Segundo a entrevista dada pelo técnico Chicão do Maranhão à repórter da Globo, ele foi pego de surpresa, disse que, se soubesse da possibilidade de punição, não teria escalado Yael:
"- Que eu saiba ela não está irregular, porque senão o registro dela não teria saído. Tentamos várias vezes pagar a taxa, que foi paga... e greve de banco? Quem tem culpa? Nós temos culpa? Ninguém tem culpa? Agora, ao mesmo tempo, quando o Papa esteve aqui e a CBV ficou fechada nós ficamos prejudicados também, porque estávamos tentando regularizar um monte de coisas. Agora, o registro dela saiu. Se o banco não funcionou, é culpa nossa? Fizemos tudo certo, está tudo comprovado, todas as taxas foram pagas na semana passada. Se o banco estava em greve e não mandou o recibo para a federação argentina, aí já não é culpa nossa. Para mim, ela estava regularizada, senão, não teria colocado. Vamos acatar o que vem aí, mas vamos brigar."
Pra quem não sabe a estreia de Yael na Superliga coincidiu com o dia do seu aniversário, 27 de Setembro.
Será que a coitada imaginava que seria essa bagunça toda a sua estreia na Superliga?
Não poderia ser uma estreia mais desastrosa... Além de estar irregular segundo a CBV, ela jogou muito mal, a cada parada, deitava no chão e recebia massagens na perna... Seriam cãimbras?
Antes não fosse escalada, pq sua presença em quadra ontem acabou não sendo proveitosa em nenhum sentido, a não ser para o time da Nestlé, que se aproveitou da má atuação dela e foi fazendo seus pontinhos.
Em termos de levantadora, o Nestlé está muito melhor, Fabíola e Ana Maria jogaram muito bem. Por sinal, Ana Maria foi uma excelente contratação, com bagagem internacional e recém-chegada da Europa vai fazer uma excelente e experiente dupla com Fabíola nas inversões do 5x1.
Enfim, o jogo não passou de um treino de luxo para o Nestlé, porque o resultado com a punição dada ao Maranhão vai ser como se fosse 21x0, 21x0, 21x0, por isso, no site da Superliga sequer consta o resultado do "treino".
A primeira zebraça da Superliga Feminina já deu as caras na estreia do torneio:
Quem imaginaria que um time como Brasília, recheado de jogadoras vitoriosas e experientes como Paula, Érika, Dani Scott-Arruda, Elisângela, Camila Adão etc, pudesse perder para o Barueri, que há poucos dias nem sabia se existiria ou não como time?
Será que rolou um "salto alto" por parte das estrelas de Brasília? O fato é que as meninas de Barueri estão de parabéns por proporcionar essa primeira zebra do campeonato. Parabéns também ao técnico Maurício Thomas pelo resultado.
Pelo mísero público que compareceu ao ginásio em Barueri, apenas 700 pessoas, parece que nem a própria torcida levava fé no time. Quem sabe depois desse resultado não aparece mais gente pra prestigiar o time?
No Europeu a Bulgária confirmou sua condição de super-freguesa da Itália:
Disputa pelo Bronze Olímpico em Londres/2012: Itália 3x1 Bulgária
Disputa pelo Bronze da Liga Mundial 2013: Itália 3x2 Bulgária
Semifinal do Europeu 2013: Itália 3x1Bulgária
Como pode? Eles têm um sério bloqueio psicológico contra os italianos, se perdem em nervos e começam os erros pelo saque, começa um jogador errando saque atrás do outro, e esse descontrole vai passando para os outros fundamentos. Perdem a cabeça, perdem a partida e matêm a condição de fregueses dos italianos.
O grande nome da partida foi o central do Trentino, Emanuele Birarelli, com 15 pontos distribuídos em ataques, bloqueios e saque. Maior estrela da Itália, Birarelli com um entrosamento perfeito com o levantador Travica, pontuou mais que os ponteiros Savani(2), Parodi(9) e Zaytsev(10).
Anônimo disse…
Peru dominava o voleibol Sul-Americano até o Bernardinho assumir a seleção brasileira feminina em 1994.
A última conquista de um Sul-Americano pelo Peru foi em 1993, e a primeira conquista do Grand Prix pelo Bernardinho com a seleção feminina foi em 1994.
De 1994 em diante só deu Brasil na América do Sul, isso foi minando a auto-confiança peruana, perder a hegemonia na América do Sul levou o Peru ao fundo do poço.
Está difícil recuperar a confiança delas, não basta trabalho técnico, tem que fazer também um trabalho psicológico.
Fazer as jogadoras acreditarem que são capazes, recuperarem a auto-confiança, acreditarem que a Seleção Peruana pode voltar a vencer.
Bernardinho fez esse trabalho de auto-estima e auto-confiança na seleção femina, que antes dele não ganhava NADA!!!
Bernardinho conseguiu fazer com que as brasileiras conseguissem acreditar que eram capazes.
Com Bernardinho, as brasileiras conquistaram seu primeiro GP, sua primeira Montreaux, sua primeira medalha olímpica etc...
Depois Bernardinho fez o mesmo trabalho com a seleção masculina e o Zé Roberto assumiu a feminina no lugar dele.
O que falta no Peru é um técnico que faça esse trabalho que Bernardinho fez no Brasil.
Falta trabalho psicológico no Peru.
R.TIGRE disse…
“Bem Vindos ao Brasil”!!!
Infelizmente isso eh o Brasil!!!
Nao eh soh a Superliga, TUDO funciona ASSIM no Brasil desde a Camara dos Vereadores de um municipio do interior ate o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal Federal-STF, no Brasil NADA funciona!!!
Infelizmente estamos sempre tendo SURPRESAS NEGATIVAS!
Vivemos constantemente frustrados com o q vemos: isso eh Brasil!
Trabalho viajando e constantemente vou a Europa e vejo que la existe palavra, cumpre-se com o q eh combinado!
Infelizmente qdo volto ao Brasil tenho q me acostumar com a cultura de nao se cumprir o combinado em TODAS AS ESFERAS da sociedade.
Isso esta enraizado na cultura brasileira e, em vez de melhorar, so piora.
O resultado de NestlexMaranhao nao aparece pq o jogo foi apenas um “AMISTOSO”, afinal de contas as estrangeiras Yael, Bosseti, Malagurski, apesar de estarem contratadas ha muito tempo ainda nao foram liberadas pela CBV, mas mesmo assim a SuperBAGUNCADAliga ja comecou.