GP - Brasil 3x1 Polônia

A escalação brasileira, neste ano, não se destaca pela altura. Pelo contrário, até nossa central, Juciely, pode ser considerada baixa para uma posição que costuma ter jogadoras acima do 1,90m.

Mas a baixa estatura das brasileiras não foi empecilho para que a seleção desse um show no bloqueio na partida de estreia no GP, contra a Polônia.

Foi esse fundamento, juntamente com o saque, que colocou a equipe na partida, depois de um primeiro set muito ruim do Brasil. E foi o bloqueio, também, que estimulou o crescimento da defesa e a construção dos contra-ataques. 
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Foi uma boa estreia brasileira. A Polônia colocou um ritmo mais forte no primeiro set que exigiu mais do que este grupo tinha enfrentado até então.

E o Brasil se saiu bem enfrentando justamente o seu oposto, um time alto. As meninas da ponta se viraram bem, explorando o bloqueio e colocando as bolas.

O que ainda está faltando para a seleção é o jogo com as centrais. Acho que tanto a Dani como a Fabíola ainda pecam no levantamento e na visão do bloqueio adversário na hora de utilizar as meios. 

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Estados Unidos 3x1 Rússia

- Impressionante como o time norte-americano, mesmo fazendo experimentações na escalação, mantém a organização e a disciplina. Foi esta organização que venceu a Rússia, que, apesar de ter jogadoras mais tarimbadas em quadra, distribuiu quase um set em erros e ainda levou uma sova no 4º set, perdendo de 25x12. 

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Pê ésse:

- Ingressos esgotados, mas tinha espaços vazios no ginásio, não? Qual terá sido a parcela que foi para os patrocinadores?

- Impressão minha ou o Luis Carlos Jr, no Sportv, passou a partida inteira chamando a Skowronska de SkowBronska?

Comentários

João Lucas disse…
Essa escalação do Zé Roberto prima pelo bom voleibol, co muito volume de jogo. Tenho uma certa resistência quanto a nossa oposto Monique, nunca achei que ela tivesse talento para envergar a camisa amarela, entretanto, fui surpreendido pelo voleibol jogado pela moça. Gabi vai se tornando realidade e agora trava um duelo com Pri Daroit para saber que será a titular da posição ao lado de Garay, com as ausências de Jaqueline e Natália. Michelle segue correndo por fora. Também me irrito por tanto Dani quanto Fabíola não utilizarem nossas meios no ataque, talvez seja por insegurança. Adê atacou mais que Jucy, que em contrapartida foi uma muralha na rede, bloqueando muito. Brait mais uma vez não comprometeu, porém, não foi brilhante. Foi uma boa estreia da seleção.

Em relação aos outros jogos também achei essa equipe americana muito boa, Alisha fez uma boa distribuição e a Rússia me pareceu pouco entrosada, apesar que eu gostei da levantadora Pankova, que tem um padrão de jogo diferente das outras levantadoras russas, pois, ela joga mais com as meios.
Welmer disse…
Achei boa a estreia da seleção. A Polônia complicou deu trabalho e acabou levando o primeiro set, nos demais o Brasil se impôs e derrotou a seleção polonesa.

Agora vou deixar minhas impressões de algumas seleções. A China tem um grande poder ofensivo, e olha que a Lang Ping deixou a Hui, pra mim a melhor jogadora da China em Londres de fora. Para ganhar dessa seleção tem que sacar com inteligência. A líbero e as três ponteiras que se revezam na recepção por diversas vezes no jogo de hoje quinaram alguns passes o que permitiu que a Bulgária complicasse só com um saque bem colocado.

Eu sinceramente esperava mais da seleção russa, mas com a Goncharova jogando sozinho ficou difícil, e ela ainda caiu de produção do meio do terceiro set em diante e complicou ainda mais a situação russa. Mas também tem que se elogiar a seleção estadunidense, mesmo sem seus grandes nomes elas conseguem ter um grande padrão de jogo.

A outra grande seleção desse GP é a Sérvia, finalmente, desde o europeu de 2011, a seleção está com todas as jogadoras inteiras. Nesse primeiro jogo elas dominaram as dominicanas e Brakocevic e Mihajlovic seguraram sozinhas o ataque sérvio, marcando juntas metade dos pontos sérvios na partida.
Anônimo disse…
Skrowbronska foi phoda!

China lança revelação, Zhu Ting , camisa 2, a Gamova da China.

Crowley.
R.Tigre disse…
Monique tem uma beleza e um charme cativante, gatissima, eh a nova musa da selecao brasileira!
Pela Polonia Skowronska esbanjou sensualidade dentro de quadra, outra gatissima. Ridiculo o locutor ficar falando errado o nome dela e a Pateta da Carol Gataz nem p/corrigi-lo.
Porem, Monique e Skowronska nao sao mais 2 rostinhos bonitos na telinha, pois apesar das cameras a toda hora focarem seus atributos esteticos, as 2 foram grandes destaques na partida, jogando muito voleibol.
Monique eh uma jogadora completissima, foi a melhor sacadora da selecao, defendeu mais ate q a C.Brait, variou bem o ataque e manteve uma excelente regularidade durante toda a partida.
Garay esteve excelente no ataque,mas achei q errou muitos passes.
Gabi Guimaraes foi espetacular, muito madura p/ quem eh ainda uma juvenil, conquistou a titularidade com meritos!
Dani Lins levanta 90% das bolas p/entrada de rede, se ela nao fosse tao previsivel, o Brasil levaria menos Tocos.
Enfim o Brasil comecou a partida lento, demorou a esquentar os motores no primeiro set... Mas do segundo set em diante, dominou totalmente o jogo e nao deu qqer chance a Polonia.
Sem Gamova e Sokolova,a Russia esteve ridicula contra a joveme renovadissima selecao dos EUA.
Que baita Surra!!! Um 25x12 eh inceitavel p/terminar uma partida!!!
Goncharova,alvo predileto dos saques,errou tudo q podia, temq voltar p/escolinha!!!
Das estreias q vi, o Brasil foi a melhor selecao disparado. Soh espero q Dani Lins varie mais e utilize o excelente potencial de ataque que tem pelo meio e pela saida de rede.
Anônimo disse…
Dizer que Monique fez uma boa partida é brincadeira: Fernanda Garay como ponteira fez mais pontos que ela como oposta! Agora Camilinha veio pra ficar, como defende aquela menina! Juciely mostrando muita maturidade, um verdadeiro paredão! Daniele também jogou muito bem.
Neide disse…
Seu anônimo ridículo, a Garay fez mais pontos pq a Dani Previsível Lins, de cada 10 bolas, levanta 11 para a entrada de rede, não varia muito as jogadas, deixa de usar o potencial de outras jogadoras...
Neide disse…
Que saudades da Fofão!!!
Dani Lins conseguiu complicar um jogo que poderia ter sido 3x0!!!
É claro que o time russo estudou a partida que a seleção brasileira fez contra a Polônia e constatou que a "Dani Previsível Lins" só que saber saber de levantar para a entrada de rede, raramente faz outras jogadas.
Se Fofão tivesse no time ganharia dessa seleção russa atual por 3x0.
Dani Lins não sabe explorar o grande potencial de ataque que tem Adenízia e Juciely, por exemplo...
Tem insegurança em levantar para a saída de rede...
E, Às vezes, faz um meio-fundo.
Sem falar nas jacas...
Acho que até por isso que o Zé preferiu escalar jogadoras mais técnicas. Porque Dani Lins abusou das bolas jacas e das bolas baixas nessa partida contra a Rússia.
Com as atacantes que tem À disposição, uma levantadora mais ousada e mais criativa que a Dani Lins faria a festa contra esse renovado time russo.
A levantadora Alisha Glass acabou com a Rússia usando criatvidade e inteligência. E olha que a seleção dos EUA só tem novatas...
Dani Lins fez uma excelente final olímpica, mas em vez de evoluir volta a cometer antigos erros.
Parece que tem preguiça ou medo de tentar outras alternativas.
Vive jogando as ponteiras na fogueria de bloqueios duplos ou triplos.
Se não fosse a habilidade natural das nossas ponteiras de saberem trabalhar com jacas ou bolas baixas, o Brasil levaria muito mais tocos.
Acho, sinceramente, que nesse início de ciclo olímpico, o Zé poderia ter testado a Claudinha ou a Juliana Carrijo, afinal de contas, acho que a Dani Lins não vai evoluir muito disso...
E quem viu Fofão jogar, acostumar-se com Dani Lins é dureza!!!
Anônimo disse…
Ridículo sou eu ou uma pessoa que digita: "a Garay fez mais pontos pq a Dani Previsível Lins, de cada 10 bolas, levanta 11 para a entrada de rede"??? kkk, faz me rir viu, cada pessoa com falta de inteligência que vem postar aqui e fica se achando...
Raphaela disse…
Todo o lado A da arquibancada eram de convidados. Pagantes eram metade do público, ou seja todos do lado B. Se entrar na conta jornalistas e convidados dos camarotes, haviam bem mais não pagantes do que pagantes.