GP - Brasil 3x0 Cuba

Como previsto, jogo fácil para o Brasil. Se com jogadoras mais experientes, Cuba não era lá um exemplo de regularidade, com um time de jovens não era de se esperar o contrário. Muitos erros e uma equipe bastante frágil.

O Brasil fez bem sua obrigação – apesar de, novamente, relaxar no terceiro set.
 
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É difícil acreditar que um dia íamos ver um confronto tão fraco entre Brasil e Cuba. Nem mais o peso do clássico entra em quadra para dar uma equilibrada na qualidade que, nos últimos anos, é muito maior no lado brasileiro.

Lembro-me que em 2004 comentava-se sobre a nova geração cubana que, na Olimpíada de Atenas, ganhou o bronze contra o Brasil. Se não me engano, esta deve ter sido a última derrota brasileira significativa contra Cuba.

Apostava-se bastante no grupo cubano. Estavam lá Ramirez, Rosir Calderon, Nancy Carillo. Tanto que, em 2008, a seleção caribenha chegou novamente às semifinais dos Jogos e ficou em quarto. E lá já tinha nomes como Herrera, Santos e Barros.

A partir daí se perderam pelo caminho, com problemas na gestão do projetos e, como consequência, o desmantelamento do grupo.

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O que é mais triste nisso tudo é que com o enfraquecimento de Cuba, perde-se uma escola tradicional do vôlei. Por mais que República Dominicana e Porto Rico se assemelhem nas características, não são, ainda, os melhores representantes do jogo de força e potência tão marcante como o de Cuba.

Sem contar a tradição, os clássicos que desaparecem. Pode ser que a geração que está agora no Grand Prix esteja sendo preparada para um futuro não muito distante e traga a seleção cubana de volta ao cenário mundial. Mas, ultimamente, está difícil acreditar que haja em Cuba algum projeto que resista e permaneça.

Comentários

Anônimo disse…
Esperei tanto por esse momento em que as cubanas arrogantes seriam massacradas! Torres está lá na comissão engolindo isso tudo e sem poder entrar na quadra para xingar as jogadoras brasileiras como sempre faziam antes. É merecido isso tudo, não aguentava a falta de espírito esportivo de Calderon dando língua em pleno Maracananzinho lotado pela vitória de Cuba. Nojentas, estão agora no fundo do poço. Só a infantil Vargas sozinha não fará verão, coitadas, kkk.
Zé Henrique disse…
É o embargo econômico FDP dos EUA.
As cubanas aqui e ali passavam da conta, mas o que me chamava mais atenção nelas não era as provocações e sim a garra.
No futuro serão forte novamente, tudo é cíclico e têm história - em todos os sentidos.
Evelyn disse…
Ainda bem que essas cubanas estão pagando o preço de todo o deboche, jogo sujo, falta ética e de "fair play" que espalharam mundo afora até que inventaram a regrado líbero...
Depois disso elas não ganharam mais nada de importante a nível mundial: COPA DO MUNDO, OLIMPÍADAS, CAMPEONATO MUNDIAL e GRAND PRIX.
Elas jogavam muito sujo, desdenhavam, debochavam, humilhavam, xingavam, chamavam pra briga as pobres adversárias.
Esse comportamento "animal" e desrespeitoso desestabilizava emocionalmente as adversárias que não estavam acostumadas com essa selvageria.
Agora, o time delas é tão ruim, que mesmo que elas tenham toda essa soberba, só levam coças históricas das outras seleções que evoluiram muito técnica e taticamente, ao passo que Cuba parou no tempo.
Estão pagando o preço de toda sua arrogância agora levando surras históricas.
Bem feito!
Chupa Cuba!