quarta-feira, 17 de julho de 2013

A Superliga 13/14

Em geral, é um avanço para a Superliga feminina. O número de times aumentou de 10 para 13 e, ao que tudo indica, o equilíbrio também. Temos um bloco dos que disputarão pelo título (Osasco, Unilever, Campinas e Praia), o intermediário (Brasília, Pinheiros, Sesi, Jacareí) e os demais integram o grupo da rebarba, com algumas equipes apostando na juventude, como é o caso do Minas e do São Caetano.

Dentro de cada bloco, a disputa, a princípio, me parece nivelada. Vamos esperar e conferir na competição.

Não me lembro nas últimas edições termos a adição de três novas equipes. Isto é raro na Superliga feminina – e mais ainda a competição ter mais times que a masculina. Coincidência ou isso mostra uma nova tendência no vôlei brasileiro? 
 
*************************
 
Ontem era Sollys, hoje é Molico, amanhã...?

Agora, um “novo” time me incomoda. O Molico, ex-Sollys. Sempre tenho resistência a estas mudanças de nome da equipe. É um pouco de implicância mesmo. Acho que acabam por nos levar a chamar o time como a televisão gosta de chamar, pelo nome da cidade ou clube.

No fim, “Osasco” é que é a referência, o que dá a identidade para a equipe, que carrega a história. Os nomes dos patrocinadores acabam por ser somente fantasias descartáveis muito rapidamente.

Não sei se o melhor para o patrocinador do Osasco não seria imitar o Unilever e colocar o nome somente de Nestlé. Assim, poderia utilizar as camisas para fazer o rodízio de produtos para divulgação.

Mas ok, não sou do marketing. Os caras devem saber o que fazem. Se vale a pena mudar, mudem. Só que alguém deveria avisar que Molico é um nome que dá margem a piadinhas idiotas...

*************************

Pê ésse:

- O time de Brasília ainda preocupa. Apesar de se ter a confirmação da inscrição, ainda não foi anunciado o patrocinador que acompanhará a equipe.

- Passou batido aqui no blog a contratação da Tássia pelo Praia Clube semana passada. A líbero é um complemento perfeito pro time mineiro. Dependendo da formação, o Praia vai ter bastante volume de jogo.

13 comentários:

R.TIGRE disse...

Em relação à Superliga Feminina ter mais times que a masculina, trata-se de pura coincidência e não de uma nova tendência. Todos nós sabemos que ao final da temporada ninguém garante que esses "13 times" continuarão, como já vimos acontecer várias vezes.
E o fato de a masculina ter menos times foi uma vitória dos altetas de Volta Redonda que impediram a inscrição do time.É óbvio que eu preferiria ver o Volta Redonda na Superliga, visto que o estado do Rio de Janeiro estará capenga na próxima Superliga, pois apesar do RJX ter sido campeão, com a quebradeira do Eike, o time não terá forças para disputar o título novamente.
Mas é claro que defenderia a participação do Volta Redonda com uma ressalva: que fossem saldadas as dívidas trabalhistas com os profissionais que não receberam seus salários.
É triste a forma como o Volta Redonda saiu da Superliga, mas vendo pelo lado positivo, é uma vitória conquistada pelos atletas que ganham força com isso, e abrem precedentes para que outros times sejam punidos da mesma forma, caso não honrem seus compromissos com os profissionais contratados.
Excelente reforço do Praia Clube a contratação da Tássia. Excelente e injustiçada líbero, que nunca teve uma chance dada pelo Zé Roberto, ao contrário da Suelen que nunca deveria ter estado na seleção.

eduardo araujo disse...

Olá eu acho que a SLF vai ter uma disputa boa, mas acho que o SESI vai dar trabalho também, pelo menos eu coloco elas para disputar uma vaga na final.

O Praia esta com um time que tem um ótimo fundo de quadra, no passado o passe foi um problema, agora com a Tassia, acredito que vai melhorara uns 40% assim como o SESI deve melhorar nisso.

Vendo essas mudanças de nomes nos clubes eu acabo dando razão a globo por não falar os nomes dos times, uma vez que isso confunde as pessoas que assistem vôlei, mas não acompanham o mesmo como agente.

A Nestle é dona do Sollys/Molico praticamente ela manda e desmanda no clube, afinal ela injeta muito dinheiro nele, mas não acho legal ficar mudando de nome toda hora e de cor da camisa, assim como a Laura acho que o clube tinha que se chamar Nestle e pronto, assim acabaria a confusão.

Welmer disse...

Muito legal ver que SLF tem mais times do que a SLM parece que estão começando a valorizar mais o vôlei feminino. Pelo menos no papel, parece que vai ser mais disputada que as anteriores.

Não sei o que vocês acham, mas pra mim essa SLF tem condições de apresentar boas surpresas ou zebras, como aconteceu no campeonato italiano onde o Conegliano que terminou a fase classificatória na 7ª posição conseguiu chegar a final. Acho que times como os de Brasilia e de Jacareí se conseguirem encontrar uma formação consistente podem fazer tal proeza, ou pelo menos endurecer mais os jogos.

Ainda estou querendo saber onde a Jaque vai jogar na próxima temporada. Não acredito que ela ficará um ano sem jogar, tão próximo de um torneio tão sonhado por ela que é o mundial. Acredito que o destino dela deva ser o Sollys/Molico/Nestlé.

Welmer disse...

http://t.co/tXwgaJUIa9

Achei muito interessante por conta do público presente nos jogos, que me surpreendeu pelos jogos serem nos EUA e o vôlei não ser tão popular por aquelas bandas.

Sempre pensei que para o vôlei se tornar um esporte de ponta (não sei o que vocês acham, mas, pra mim, o vôlei é considerado por muitas pessoas como um esporte de segundo nível, não sei se vocês me entendem), popular em todo o mundo, seria interessante que os Estados Unidos tivessem uma liga profissional, pois todas ligas americanas são muito populares, e acho que se houvesse a criação de uma liga lá o esporte poderia sofrer um 'boom'. Mas ao mesmo tempo que desejava a criação de uma liga profissional lá nos EUA, eu ficava em dúvida se o vôlei pegaria por lá, mas vendo esse vídeo me pareceu que se existisse uma liga o público abraçaria os times, assim como acontece nas demais ligas que são jogadas lá, e o esporte poderia engrenar e ficar mais popular.

Anônimo disse...

Laura,
Me responde uma dúvida as meninas quando tiverem q ir até ao Maranhão jogar, vao ter q ir de busão ou vai rolar um aviao, pq de SP até la sao mais q 24 horas de estrada. Brasília também nao eh tao pertinho assim nao.

João Lucas disse...

Acho interessante a Superliga Feminina este ano ter 13 equipes, é uma coisa rara e que deve ser comemorada. Em relação aos times, acredito em um Vôlei Amil (Campinas) muito forte, um Praia Clube (Uberlândia) muito superior a equipe do ano passado e Sesi, Brasília, Jacareí e Pinheiros com potencial para surpreender, porém, creio que será a velha final de sempre entre Unilever (Rio de Janeiro) e Molico/Nestlé (Osasco), mesmo achando que o time osasquense enfraqueceu em relação a temporada anterior.Que os deuses do voleibol não me ouçam, torço para uma final diferente.

PS1: Realmente a contratação de Tássia fará muito bem ao time de Uberlândia, também acho Tássia injustiçada, pois, por tudo que fez no Minas deveria ao menos ter sido testada na Seleção. Essa equipe realmente promete.

PS2: O que vocês acham do set ir até 21 pontos? Eu particularmente acho a coisa mais esdrúxula no voleibol, pior que isso só o tal do Golden Set.

vivi disse...

Laura, estou indignada!
Acabei de verificar a lista do Grand PRix e constatei "pasma" que Suelen foi inscrita na competição!!!
Como pode isso???
Quantas chances a mais a Suelen vai ter na seleção enquanto a excelente líbero Tássia nunca tem uma oportunidade???
Tássia sempre injustiçada!!!
A espetacular atacante Cristina Pirv anunciou o desejo de voltar ao voleibol agora que está separada do Giba.
Segundo ela a separação foi porque não suportava mais as traições, os excessos de balada e álcool do Giba, que aguentou o qto pode por causa dos filhos.
Giba tinha exigido que ela abandonasse o esporte para ser "dona de casa". Agora que está separada ela disse querer voltar ao esporte.
Quem sabe ela não é contratada para o time de veteranas de Brasíla?

Laura disse...

Anônimo, não sei te dizer. Depende se vai rolar parceria com alguma cia aérea, como foi com a Gol dois anos atrás.

João Lucas, não acho a ideia dos 21 pontos tão esdrúxula assim. No início, qualquer mudança nos parece estranha e absurda. Já fui mais relutante em relação aos 21 pontos. Agora, gostaria de ver alguns jogos com esta norma para poder comparar.
Particularmente, não acho o vôlei chato ou com sets muito extensos, mas sei q a duração das partidas é um fato que joga contra a transmissão do esporte. Temos que ver o quanto vale a pena para o esporte se submeter às regras do espetáculo, da televisão, se vai ter um retorno realmente significativo para o vôlei esta diminuição dos sets.

Vivi, neste caso, não faltou coerência ao Zé Roberto. Mas também não concordo com a preferência dele pela Suelen. Ainda bem que temos Fabi e Brait bem à frente dela e que as convocações da Suelen, por enquanto, são só para cumprir as inscrições.

Vivi disse...

Galera sinal de alerta ligado!!! Se a Russia,no feminino estiver com tanta raiva do Brasil qto no masculino, segura q vem bomba!!!
O carrasco Musersky, TINTIN e Cia fizeram questao de aniquilar o Brasil por 3x0 na Liga Mundial, e na Universiade, Goncharova demonstrou q quer fazer o mesmo!

Vivi disse...

Com o retorno de CAROLINA COSTAGRANDE, MVP DA COPA DO MUNDO, a Italia da um grande salto de qualidade em relacao a equipe q disputou a Volley Masters.

Anônimo disse...

Vivi
Esquece a Russas, elas hj estao mais preocupadas em serem celebridades por lá q jogar voleibol representando o País.

Laura
Por onde anda a Ramirez?
Bjs

klaus disse...

A Rússia ganhou do Brasil no tie-breake e por pouco não sofreram uma derrota em casa para uma seleção C do Brasil.Respeito a seleção russa pela tradição que sempre teve, mas acho que essa nova geração da Rússia não vai nos fazer tanto estrago quanto a anterior.Só vejo uma grande jogadora nesse time que é a Goncharova(Obmachoeva agora).O processo de renovação da Rússia não tem sido muito bom, tanto que elas tem ficado de fora de muitos mundiais de categorias de base.Quanto à provocação , li um comentário de alguém sobre esse jogo na Universíade e parece que a Goncharova provocou bastante.Acho lamentável esse tipo de atitude e pudemos ver isso com a seleção masculina , que teve um jogador expulso do jogo, algo que eu ainda não tinha visto no voleibol.Esse comportamento fere a ética do voleibol e espero que aqueles tempos de geração cubana não voltem.

Anônimo disse...

Papo ruim...este deveria ser o título. Quanta prepotencia de quem escreve as ditas "noticias".