quarta-feira, 31 de julho de 2013

A hora do Grand Prix


E vamos nós para mais um Grand Prix, a nossa competição sem-fim preferida do ano.  
 
Para o Brasil, a primeira rodada é a mais forte na fase classificatória: Polônia, Rússia e Estados Unidos. Na seguintes, a seleção joga contra Bulgária, República Dominicana e Porto Rico; Holanda, Cazaquistão e Cuba.
 
Como se vê, é um trio pesado de adversários para enfrentar logo de cara na competição.
 
Eu sei, todas as seleções vêm num misto de jogadoras experientes e novatas e em um nível de preparação semelhante. Mas a minha preocupação em relação ao Brasil é que boa parte das titulares – imaginando que o Zé Roberto coloque em quadra a Sheilla, Thaísa e Fabiana – mal jogou nas últimas semanas.

Sem contar que as últimas impressões deixadas pela seleção nos amistosos contra a Holanda não foram as melhores. 

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Voltando os olhos para as seleções adversárias, o GP vai ser o momento de conhecer melhor a ponteira Kristin Richards, nova jogadora do Vôlei Amil. Aliás, os EUA vêm com caras bem conhecidas dos brasileiros, a levantadora Alisha Glass e a oposto Fawcett.

Na Polônia, tenho curiosidade em ver o desempenho da Skowronska. A oposto tem um currículo importante nos clubes e costuma se destacar entre as maiores pontuadoras dos campeonatos. Mas pela seleção polonesa, entre idas e vindas e desentendimentos com o treinador, a jogadora ainda não alcançou a mesma relevância.

E na Rússia, a expectativa maior não fica em torno das atletas importantes que estarão por aqui, como é o caso da Goncharova, mas do confronto em si, um clássico. Como será que a torcida vai receber o principal rival brasileiro no vôlei atual?


3 comentários:

Welmer disse...

Tô muito ansioso por esse GP.

Pra mim, o Brasil é o grande favorito visto que a maioria das seleções vão usar a competição para fazer testes, principalmente as europeias, que logo em seguida jogam o Campeonato Europeu.

Acho que os 6 finalistas vão ser: Japão (anfitrião), Brasil, China, Rússia, Sérvia e EUA.

Neide disse...

Quem diria que uma seleção tricampeã olímpica seria candidata fortíssima a saco de pancadas da competição?
CUBA vai comer o pão-que-o-diabo-amaçou nesse GP, vai levar vareio de geral... Que vexame!
Laura, mesmo enfrentando Polônia, Rússia e EUA, considero o Brasil favoritíssimo e pode vencer as 3 partidas de 3x0, se quiser.

Neide disse...

Dani Lins,Fabíola,Fabiana Claudino,Thaisa,Adenízia,Juciely, Fernanda Garay,Michelle Pavão,Priscila Daroit,Gabi Guimarães,Sheilla,Monique Pavão,Fabi e Camila Brait são as 14 jogadoras do GRAND PRIX.
Sinceramente, nunca vi um grupo tão forte e tão técnico ao mesmo tempo.
Essas 14 selecionadas são superiores ao elenco da Rússia atual.
Camila Brait é uma excelente aquisição e acho que o Zé deve jogar revezando as 2 líberos como fez no GP passado. Brait não rendeu tanto jogando sozinha como aconteceu na MONTREAUX VOLLEY MASTERS, mas quando jogou revezando com Fabi ano passado, o resultado foi excelente. Muitos clubes estão usando o esquema de um líbero revezar com outro durante a partida e isso divide a pressão e as responsabilidades entre eles, e, acima de tudo, o time acaba jogando com 8 titulares, em vez de 7.
As entradas de Michelle, Monique, Gabi Guimarães, Juciely, Pri Daroit e Brait são um reforço muito interessante em relação ao time que foi campeão olímpico.
O Brasil tem o banco mais forte da competição e Zé Roberto tem um leque enorme de opções para variar a característica do time.
As inversões do 5x1 com Sheilla e Monique vai mudar bem as características do time sem perder a qualidade.
Dani Lins e Fabíola estão bem mais maduras e jogam diferente, também é uma inversão interessante.
Gabi Guimarães veio com bastante moral das categorias de base direto pra seleção adulta.