Brasil 3x0 Rússia - Montreux


O que era para ser o jogo mais difícil para o Brasil nesta primeira fase de Montreux, tornou-se o mais fácil par a seleção. O volume de jogo e o bom passe do Brasil combinados com a inexperiência e os erros da Rússia resultaram na melhor exibição brasileira no torneio.

Ok, eu não esqueço o equilibrado terceiro set. A dificuldade veio mais das bobeiras e falhas brasileiras do que dos méritos da Rússia, time duro e lento na recepção e movimentação de bloqueio e defesa. Ainda assim, as russas apresentaram bolas de primeiro tempo e china que surpreenderam as brasileiras e um saque forte que desestabilizou, por vezes, a linha de passe do Brasil. 

Mas o Brasil foi superior, Brasil apresentou um vôlei redondinho, bem afinado. Com o passe na mão, a Dani Lins pôde usar a Adenízia e a Jucy, fez uma distribuição foi homogênea e o jogo fluiu fácil para as brasileiras no ataque.

Mais uma vez dou destaque para a Pri Daroit, maior pontuadora da partida. Definiu bolas difíceis para o Brasil, ocupando o espaço que, teoricamente, deveria ser da oposto Monique.

Comentários

João Lucas disse…
Hoje o Brasil fez uma exibição melhor. O time evoluiu no passe e com isso Dani Lins acertou na distribuição e efetivou Adenízia que jogou muito bem e foi melhor que Juciely (que não comprometeu). Camila Brait também fez uma excelente partida, Camila passa muito bem faz defesas difíceis, é muito bem posicionada em quadra. Monique ficou devendo de novo. Garay está numa fase espetacular e Pricila Daroit é a melhor jogadora do Brasil no torneio até agora, vêm aproveitando a oportunidade dada por Zé e é sem dúvidas séria candidata a vaga deixada por Paula Pequeno.
tuliobr disse…
Também acho que a novata com melhor aproveitamento até agora da oportunidade de mostrar serviço na ausência das estrelas é a Daroit. Vendo-a no caminho de tornar-se uma real opção para a Seleção adulta, lembro-me da Ivna: ambas têm muito em comum: são da mesma geração e, tempos atrás, eram apontadas pelos torcedores como grandes promessas, questão de tempo para disputarem vaga na Seleção principal. Ambas sofreram abrupta e traumática interrupção em suas carreiras devido a graves contusões e longa convalescença pós-cirúrgica. A Daroit parece finalmente voltar aos trilhos que imaginávamos seriam por ela percorridos (espero que eu não esteja me precipitando, iludido pela minha esperança de vê-la dar certo). Falta a Ivna.
João Lucas disse…
Tuliobr a diferença entre Daroit e Ivna é a projeção das carreiras, enquanto, Priscila preferiu ser titular em equipes de investimento menor como o Mackenzie. Ivna foi para grandes equipes como Pinheiros (que na época tinha um bom investimento) e Sollys Osasco como reserva, mesmo que tenha aproveitado bem poucas oportunidades. Agora com Ivna no SESI espero que volte a ser o que sempre prometeu ser.
Anônimo disse…
A Ellen deveria ter mais uma oportunidade...
Edson Pelegrino disse…
A Pri Daroit vem se destacando mesmo.Tenho achado a Monique interessante também,é uma oposta com características diferentes e tem dado bastante volume de jogo.Mas ainda sim prefiro a Tandara na saída.
Anônimo disse…
O trio das novas eh Daroit, Gabi, Monique. As levantadoras do time B sao Claudinha e Tiemi. E as meios Natasha e Andressa. Acho até válido treinar com levantadoras titulares, pois essa função tem vida longa, ja as demais acho desnecessário p um torneio q nem esse. ao invés da Ellen levava Thaizinha ou Ingrid.
Anônimo disse…
A Garay podia ser irmã gêmea da Samantha Schmutz.