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Italiano deve comandar Fernanda Garay no Fenerbahce, que contrata mais duas

No fim, os boatos não se confirmaram. A Fernanda Garay vai para o Fenerbahce, da Turquia.

Acho um destino mais desafiador para a atacante. Não só porque o campeonato turco é mais equilibrado, com quatro equipes de investimentos altos, mas também porque a jogadora vai ter que brigar pela titularidade.

Isto porque o campeonato nacional só permite três estrangeiras por time e o Fenerbahce anunciou a contratação da norte-americana Alisha Glass e da tcheca Aneta Havlickova. Além disso, a sul-coreana Kim deve permanecer na equipe. Certamente a Garay vai enfrentar maior concorrência do que no Brasil.

O ponto negativo, por enquanto, é que o Fenerbahce não está classificado para a Champions, depende de um convite para participar do torneio europeu. Seria uma ótima experiência para a Garay.


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Mundial da Itália anuncia fórmula do torneio

Demorei para captar, mas a fórmula do Mundial de 2014 assemelha-se a utilizada na última edição, em 2010. A diferença, pelo o que pude entender, é que, antes das semifinais, há ainda mais uma disputa em grupos.

São 5 partidas na primeira fase, 4 na segunda, 2 na terceira e aí, finalmente, chegam as semifinais e final. 


É um sem fim de jogos e um grupo atrás de outro. Haja fôlego.


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FIVB anuncia oficialmente queda da regra sobre recepção de toque  

Ótima decisão da FIVB em voltar atrás com a proibição em receber o saque de toque.

O toque na recepção não é nada bonito nem mostra a habilidade do atleta, eu sei. Mas é um recurso que faz o jogo andar, ainda mais quando o vôlei está tão limitado pela força do saque.

O que a gente quer ver é troca de bolas, combinações de jogadas e não uma partida resumida ao saque. A recepção de toque, mesmo sendo um caminho torto, permite que o esporte seja jogado.

Comentários

Welmer disse…
A Turquia, sem dúvida alguma, é um melhor destino para a Garay. Observando essas contratações, acho que a Garay brigaria diretamente pela titularidade com a Aneta.

Com relação a anulação da regra, eu discordo de você, Laura. Acho que a FIVB poderia ter feito um teste antes, caso a regra prejudicasse o andamento da partida eu concordaria com o cancelamento, caso contrário eu preferiria a permanência da regra.
Lilian disse…
Com tanta estrangeira no FENER e com a KIM e Havlickova disputando posição com a Garay, ela vai ter que jogar muito para ser escalada...
Acho inexplicável a convocação da líibero SUELLEN. Ela só passa bem as bola que vem em cima dela, afinal de contas ele não cobria metade da quadra como a FABI fazia na UNILEVER, porque o AMIL passava com 5 jogadoras: DAROIT, VASILEVA, RAMIREZ, SUELLEN, e WALEWSKA.
A RAMIREZ era uma oposta passadora oposta passadora que ficava responsável pelos saques longos dire3cionados ao fundo de quadra junto com a DAROIT.
WALEWSKA e VASILEVA passavam os saques curtos na região da LINHA DOS 3m.
Assim ficava muito fácil para a SUELLEN, com tanta gente ajudando no passe, inclusive uma oposta e uma central, ela só pegava mesmo as bolas que vinham em cima dela.
Já no caso da FABI além de cobrir metade da quadra ela não contava muito com a colaboração dos passes ruins e quinados da NATALIA.
Assim ficou mais fácil p/ Suellen se sair razoavelmente bem nas estatíscas da recepção pq o espaço pq tinha muita gente p/cobrir a quadra p/ela.
Na defesa então, o abismo entre SUELLEN e outras líberos como FABI, CAMILA BRAIT, ARLENE, TÁSSIA, JULIANA, LÉIA etc.. é muito maior, pq Suellen não tem mobilidade e agilidade suficiente para recuperar bolas quase perdidas.
Acho que outras líberas mereciam uma chance na seleção.
Edson Pelegrino disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Edson Pelegrino disse…
No nível que a Garay vem jogando acho pouco provável ela bancar pra Havlickova ou pra Kim. Mas ainda acho que no turco as 3 serão titulares.
Pedro disse…
Não sei quanto dinheiro Sollys está disposto a gastar. Tampouco sei quanto cobram as jogadoras. Mas, no mundo ideal, sugiro ao Sollys tentar contratar as seguintes jogadoras (ordenadas segundo minhas preferências):
1. Senna Usić (Eczacıbaşı)
2. Áurea Cruz (Rabita Baku)
3. Megan Hodge (Azerrail Baku)
4. Maren Brinker (Yamamay Busto Arsizio)
5. Bethania de la Cruz (GS Caltex)
6. Angelina Grun (Rabita Baku)
Dessas, acho que a Brinker ou a Grun seriam as mais baratas. Desconfio que o Brinker é o melhor custo benefício de todas elas. Grun está meio decadente. Bethania dá muito prejuízo no fundo e não tem bloqueio bom e acho que é cara. Megan está no auge, é boa no bloqueio, mas também dá prejuízo no fundo de quadra. Áurea e Senna são completas mas imagino que sejam muito caras.
O Sollys também não deveria descartar a hipótese de repatriar brasileiras, colocá-las para disputar posição de verdade e apostar no crescimento de pelo menos uma delas. Sugeriria Paula e Erika que são muito amigas e lidariam bem com a competição, além de serem experientes. Mas como o Sollys precisa mais de ataque do que fundo de quadra, talvez o melhor mesmo fosse apostar na dupla Paula e Fofinha.
O que vocês cham?
Seria interessante que os comentariastas aqui do blog indicassem outras estrangeiras ou brasileiras que comporiam bem o time do Sollys.
Fica a proposta.
Abraços!
Pedro disse…
Só para esclarecer: minha sugestão ao Osasco é contratar UMA daquelas estrangeiras ou uma dupla de brasileiras para a posição da Garay.
Dio disse…
kkkkkkkkkk, só rindo de alguns comentários! Quem tá chegando pra Osasco é Saori! E pro RJ é Malagurki.
Welmer disse…
Eis que nosso querido técnico tricampeão olímpico surpreende a todos e convoca a Fabiola.

Não sei se surpreender é o verbo certo a ser usado, mas acho que todo mundo estava muito cético quanto a convocação da Fabiola e ele de forma bem coerente, pelo menos pra mim, resolveu convocá-la.

Resta uma dúvida. Será que ele convocará a Fabi?
Eduardo Araujo disse…
Oi gente, vamos causar ehehe, viu as ultimas convocadas pelo ZR???

Treinador chama Fabíola, Adenízia, Fernanda Garay e Camila Brait.

O cara dispensou a Fabiola no aeroporto agora chama ela...

Não sei se ela vai pq no começo dessa superliga a mesma falou que esse ano iria dar mais atenção para a filha já que a mesma no ciclo olímpico nem viu a mãe direito.

Pessoalmente eu não iria, para segurar as pontas durante todo o ciclo olímpico e ser dispensada na hora H.

Mas me surpreendeu a convocação, será que ele esta tentando apagar o incêndio que o mesmo criou?
Gente pelo histórico de contradições do Zé Roberto era óbvio que ele chamaria a Fabíola. Vejam, primeiro ele corta a levantadora no aeroporto e traz a tal de Fernandinha, que por coincidência seria levantadora do clube dele, como salvadora da pátria. Fernandinha paga mico em Londres, Dani Lins, surpreendentemente salva a pátria e as meninas levam o ouro. No clube, Fernandinha volta a conviver com a lesão nas costas, fica sem jogar mais de metade da SL e é descartada na hora da renovação.

Das levantadoras que temos, Fabíola e Dani Lins são realmente as melhores opções. Dani é mais técnica, mas passa insegurança pras demais jogadoras, Londres foi uma exceção em seus jogos pela seleção. Fabíola não tem uma técnica tão refinada assim, mas tem a confiança das atacantes e é que melhor finta o bloqueio. Em suma, pra mim, elas se completam. Pro Mundial de 2014 e pros Jogos de 2016, acho que deve-se consolidar a dupla Fabíola e Dani Lins e já começar a preparar as substitutas para o ciclo de 2020.
Luiz Felipe disse…
A geração pós Fofão e Fernanda de levantadoras na seleção tem sofrido de uma curiosa "síndrome da titularidade".
Dani, em quase todo ciclo olímpico passado, foi titular, mas nunca se firmou. Depois do fracasso da Copa do Mundo de 2011, perdeu a titularidade de vez para Fabíola, que havia jogado uma SL espetacular naquele ano. No Grand Prix 2012, Fabíola entrou como titular, mas começou mal e foi piorando... No rodada final, Fernandinha surge do banco e eleva o padrão de jogo do time, possibilitando ao Brasil pegar pelo menos o vice naquela competição. Nos JO de Londres, Fernandinha, a nova salvadora da pátria, entra como titular, mas joga muito mal. Por sua vez, Dani, a ex-titular, e naquela momento reserva contestada por causa do traumático corte de Fabíola, ressurge das cinzas, joga um bolão como nunca havia jogado antes, e ajuda o time a levar o inesperado ouro...
Isso significa que Dani é a melhor ou que se consolidou como titular? Não creio - basta observar suas atuações pelo Sesi nesta última temporada pós JO Londres...
Fato é que, pelo menos ao meu ver, o problema das levantadoras na Seleção ainda permanece e preocupa... Parece que elas só jogam à vontade quando vêm do banco e quando não pairam tantas expectativas sobre elas...
Luiz Felipe falou tudo! Mas esse problema da titularidade vem da comissão técnica, especialmente do Zé Roberto, que nunca definiu um levantadora titular, sempre ficou no papo de que as duas (ou três) estavam brigando pela titularidade. Ele tinha que chegar pra uma delas e dizer: "Minha filha você é a titular, carregue o time, eu confio em você". Mas parece que essa novela das levantadoras da seleção terá mais capítulos repetidos.
Luiz Felipe disse…
Paulinho, acho que vc tem razão. O ZRG parece não conseguir passar tranquilidade para suas levantadoras. Que coisa...
Acho que até 2016 a seleção tem que se valer mesmo de Fabíola e Dani - e ver no que dá... Concordo com os que dizem que elas se completam. A meu ver, Dani tem um toque bem melhor que Fabíola, mas esta tem mais ousadia.
Resta a expectativa de uma terceira levantadora aparecer na cola da dupla... No momento, Claudinha parece que será finalmente testada. Gosto muito dela, mas essa última temporada foi perdida - ela já devia ter jogado a última SL por uma equipe de ponta para ganhar "cancha" e se acostumar a decisões e pressão - essencial para qualquer levantadora que almeja à seleção. E olha que sou torcedor do Minas, mas desde que já há algum tempo a equipe decidiu ser mera coadjuvante na nos campeonatos, "selecionáveis" (o mesmo vale para Tássia) não devem perder muito tempo em BH, infelizmente... Sua decisão de se transferir para o Amil foi acertada.
Vivi disse…
As jogadoras WILMA SALAS, GISELLE SILVA e os jogadores LEON e DIAZ foram punidos cruelmente pela federação cubana pelo que a ditadura considera “indisciplina grave”. Uma vez que os ditadores não ficaram nada satisfeitos ao descobrir que esses jogadores estavam negociando com clubes europeus. Por isso foram expulsos por “indisciplina”.
E por isso vão AMARGAR NO MÍNIMO DOIS ANOS NA GELADEIRA!!!
Essa ditadura ridícula vai fazer Leon perder no mínimo "TRÊS MILHÕES DE DÓLARES" ou "SEIS MILHÕES DE REAIS", pois vai ficar IMPEDIDO DE JOGAR por pelo menos DUAS TEMPORADAS!!!
Já passou pela cabeça de alguém aí perder a oportunidade de ganhar "6 MILHÕES DE REAIS???
Ainda mais num país onde a miséria impera e família dele deveria ser muito beneficiada com essa grana???
Abaixo a DITADURA RIDÍCULA cubana!!!
Porque fazer essa tortura com os jogadoras, só p/justificar um regime político e uma ideologia falidos???
Welmer disse…
Eu não tenho nada contra a Dani Lins, aliás ela e a Fabiola sempre foram as minhas favoritas, mas ainda não tenho 100% de confiança nela. Apesar de suas boas atuações nos JO, eu ainda não me convenci que ela é a titular da seleção, eu sei que em termos de importância os jogos olímpicos nem se comparam a um GP, mas fazendo um paralelo em 2011 a Dani fez um GP muito bom, acho até que foi nesse GP que ela teve suas melhores atuações na seleção, mas nas competições seguintes, dentre elas a Copa do Mundo caiu muito de produção. E é essa instabilidade que me preocupa nela.

Welmer também não confio na Dani pra levar a seleção. É muito instável sim! Mas isso vem muito do técnico com quem ela trabalha, sem quer ser repetitivo mas já sendo, com o Bernado, Dani Lins levou o Unilever a vários títulos de SL, e jogando bem. Óbvio que não podemos comparar o nível de clube com o nível de seleção, mas é apenas uma constatação. Pela seleção, também não me lembro de uma apresentação magistral de Dani Lins, sem ser os JO de 2012.
Welmer disse…
Alguém pode me explicar qual a intenção do SESI?

O time contratou mais uma ponteira. Alguém sabe me dizer se eles vão disputar o campeonato com dois? Porque, pra mim, seria a única explicação para a contratação de tantas ponteiras. Será que eles pensam que com essas contratações eles alcançarão algo além de uma semifinal na Superliga?
Welmer disse…
O SESI contratou ao todo 8 atacantes de extremidade (Ju Costa, Pri Daroit, Suelle, Ingrid, Dayse, Ivna, Mari Cassemiro e Neneca). Eu, sinceramente, acho um disperdício e acho que algumas jogadoras, como Neneca, Suelle e Ingrid, poderiam ter feito escolhas melhores, não sei se elas tinham propostas de outros times, mas acho que elas poderiam ter ido pra times onde elas tivessem a certeza de que seriam titulares. Acho que elas são jogadoras que ajudariam times de menor investimento a fazer boa campanha e incomodar as grandes equipes, como fez o Pinheiros na Superliga passada.

Não sei qual a realidade da equipe do Minas hoje, mas se o time vier com o mesmo investimento da temporada passada acho que essas jogadoras seriam boas opções para compor a equipe. Outra jogadora que eu gostaria que fosse para times menores é a Soninha, ela é uma jogadora muito forte no ataque e acho que se ela jogasse em um time menor poderia aumentar as ambições do mesmo, mas um empecilho é o salário e o fato também da equipe da Amil ter dado todo o apoio à sua recuperação.