sábado, 16 de março de 2013

Alguma surpresa?

Unilever 3x0 Sesi

Deu o esperado: Unilever conquistou o lugar na final da Superliga.

E se antes dos playoffs o time carioca deixava o pessoal com o pé atrás com atuações irregulares, a fase eliminatória veio para transformar a equipe. O Unilever teve atuações maduras e convincentes. 

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Nas semifinais, teve o controle do jogo. O Sesi só cresceu nos erros do Unilever. Nesta última partida, Gabi e Natália seguraram muito bem a recepção, antes um calcanhar de Aquiles do time. O Sesi bem que tentou colocar pressão nas duas, mas as meninas não comprometeram.

Quem sofreu mesmo com o passe foi o time paulista. O Sesi até que ia bem quando tinha a posse de bola e tinha que atuar na defesa. Mas quando recebia o saque... foi uma tristeza. Qualquer vantagem conquistada ia para ralo na sequência de erros de recepção. Falhas grosseiras, aliás. Não foram só bolas ruins para a levantadora, muitas delas nem chegaram às mãos da Dani Lins.

O que, convenhamos, não é nenhuma novidade. O problema se repetiu durante toda a SL. 
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Entendo que o Sesi tenha tentado fugir da marcação do Unilever sobre a Tandara, mas a ponteira deveria ter sido mais acionada. A Elisângela até que conseguiu pontuar, mas sem poder contar com muitas bolas para centrais, a Tandara precisava ter entrado antes no jogo. Não adianta, a SL inteira foi baseada nela, na semifinal não poderia ter sido diferente, era explorar a jogadora ao máximo.

O Sesi se despede devendo muito à SL. Poderia muito mais e deixou a desejar. Ainda bem que a Tandara salvou a temporada, a sua e a do time, que não chegaria aonde chegou sem ela.

Já o Unilever chega muito bem à final. Cresceu no momento certo e está mais equilibrado. Pena que é jogo único, porque este confronto entre Osasco e Unilever iria render muito boas partidas e de resultados imprevisíveis.

21 comentários:

Welmer disse...

Laura, vai ter a Seleção Papo de vôlei dessa Superliga?

lili disse...

Não há sombra de dúvidas que as jogadoras da seleção brasileira e campeãs olímpicas do Sollys tem muito mais consideração, afeto e reconhecimento pelo Luizomar do que pelo mala do Zé Roberto.
Como Luizomar elas jogam mais soltas, felizes e rendem muito mais do que com o Zé.
A manifestação delas pró-Fabíola após o massacre contra o time do Zé, foi uma manifestação claríssima delas de reprovação às atitudes insensatas do Zé na seleção brasileira.

Surpresa NEGATIVA = ZÉ ROBERTO disse...

Mais uma vez Zé Roberto foi extremamente anti-ético, invejoso e mau-perdedor, quer desviar o foco do fracasso com desculpas esfarrapadas, menosprezando suas próprias jogadoras e a comissão técnica adversária.
Ele diz que perdeu para a "seleção brasileira", mas esqueceu que cortou injustamente CAMILA BRAIT e FABÍOLA da seleção, e deixou NATÁLIA sem condições de jogo nas olimpíadas.
Com essa vitória do SOLLYS, tá mais que provado que quem ganhou as OLIMPÍADAS foram as jogadoras e não o ZÉ ROBERTO.
Ficou claro também que o ZÉ mais atrapalhou do que ajudou na conquista do OURO em Londres pela manifestação pró-Fabíola DE TODAS AS JOGADORAS APÓS O JOGO.
As jogadoras da seleção estavam extremamente insatisfeitas e desconfortáveis com as atitudes ditatoriais e egoísticas do Zé, tanto que representadas pela Capitã Fabiana Claudino deram um CALA-BOCA nele em plena olimpíada.
É óbvio também que se o LUIZOMAR fosse o técnico da seleção em LONDRES , o OURO viria com mais facilidade, pois as jogadoras tem muito mais afeto e afinidade pelo LUIZOMAR e mostraram que não aprovam as atitudes do Zé.
Quem classificou o BRASIL com a ÚLTIMA VAGA para as quartas-de-final foi o técnico dos EUA que fez o favor de vencer a TURQUIA e não o Zé Roberto, depois disso as meninas se fecharam entre elas e ISOLARAM o Zé Roberto.
As mesmas atitudes humilhantes, anti-éticas e desmotivadoras ele usou com as suas jogadoras do AMIL/CAMPINAS. O ZÉ com a suas neuroses conseguiu desestabilizar psicologicamente até mesmo a CRAQUE CUBANA RAMIREZ, que ficou louca com ele, imagine então as pobres novatas como a ROSAMARIA, PRI DAROIT e PRI HELDES.
Enfim, esse negócio de reclamar de ranking da CBV é desculpa de mau-perdedor, o AMIL CAMPINAS tinha um ótimo elenco, muito melhor que o do PRAIA CLUB e o do PINHEIROS.
Porque o Zé não fez igual ao WAGÃO do PINHEIROS e ao SPENCER LEE do PRAIA, que trabalharam com o que tinham e valorizavam sempre as suas jogadoras, conseguindo resultados além do esperado com muita UNIÃO DO GRUPO. Ao contrário o Zé prefere menosprezar as suas jogadoras e de forma absurdamente anti-ética INVEJAR as jogadoras dos outros.
FABÍOLA e CAMILA BRAIT jogaram como nunca essa partida e deram UM GRANDE TAPA COM LUVA DE PELICA na cara do ZÉ que as cortou injustamente, mostrando que mereciam e muito ter o OURO olímpico!!!
Infelizmente o Zé nunca admite uma derrota por incompetência dele próprio e sempre quer desviar o foco criando polêmicas, como essa do ranking da CBV, atitude de chorão e mau-perdedor!!!

Luiz Felipe disse...

O ZRG é um grande técnico - e as viúvas da Fabíola (levantadora que teve todas as chance na seleção e nunca correspondeu) têm que entender isso. Ponto.
No que se refere a suas críticas ao ranqueamento, temos que admitir que valeria a pena rever os critérios, pois essa Sele-Sollys não favorece o ambiente técnico de competição.
Porém, o ZRG, como técnico, é um péssimo economista. Não é o ranqueamento distorcido que viabilizou a Sele-Sollys, mas, sim, a falta de grandes investimentos de outros times. Ora, se o Sesi ou o Amil tivessem oferecido ano passado à Fernanda Garay, que estava de saída do VF, R$ 400 mil pela temporada, será que ela preferiria ganhar menos no Sollys? De nada adianta revisar o ranking se isso "forçar" jogadores de excelente nível, que batalharam a vida toda para chegar aonde chegaram, a aceitar contratos menos valiosos.
Lembro-me que na década de 90, no segundo ou terceiro ano do ranqueamento, após a extinção da brilhante equipe da Sadia, que Fernanda Venturini ficou desempregada por um tempo pq valia 7 pontos, e não podia ser aproveitada por nenhum time de maior investimento na época, que já contavam em seu elenco com jogadores de 7 pontos (como Ana Moser, Márcia Fu, etc). Venturini teve que ir para o Minas ou para a Recra (não me lembro exatamente qual), na época times com investimento menor, para poder jogar a Liga na ocasião...
Em suma, o ranqueamento tem, sim, que ser revisto, mas de nada adiantará se não há investidores sérios capazes de criar um verdadeiro ambiente de competição pelo passe dos jogadores.

Laura disse...

Welmer, sim, terá! Esta semana faço o post para começarmos a votar!

Luiz Felipe, lembraste bem: o ranqueamento às vezes joga contra os atletas. Aliás, nem precisa ir muito longe, até pouco tempo atrás, algumas jogadoras importantes saíram do país, pois não se encaixavam nas principais equipes e as demais não cobriam o que elas mereciam ganhar.

Saulo Ferreira disse...

O jogo hoje poderia ser outro se Sassá não tivesse saído. O time que já tinha passe ruim, ficou ainda pior, com a entrada de Jessica. Me perdoem, mas foi uma jogadora deplorável para uma partida semi-final e de tanta importância. Cometeu erros grosseiros no passe e comprometeu o time nos momentos decisivos do segundo e terceiro sets. Também comentou erros no ataque. Até Dani Lins fez mais pontos que ela na partida. Erro do Sesi em montar um time com tantas centrais (Fabiana, Bia, Marina, Natália e Roberta) e não ter uma ponteira que pudesse entrar num momento como esse.
Ainda acho que a distribuição de Dani foi correta. Tandara nunca ganharia esse jogo sozinha contra o Unilever, pois o time do Rio defende e bloqueia muito bem.
Rio novamente na final.
Bernadinho, ao fim do jogo, colocou a responsabilidade para o time de Osasco, o que de fato, é verdade. Além disso, pelo seu comentário "precisamos alongar a partida, mas não sermos massacrados" ou algo parecido, demostra que ele acha que Osasco pode vencer o jogo fácil.
Eu também acho!

Como é bom ver a Gabi jogar. Seus movimentos na quadra são perfeitos.

Saulo Ferreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Eduardo Araujo disse...

No jogo de hoje a coisa foi tensa mais pelo caso da Sassá do que pelo jogo do SESI, nessa temporada o mesmo teve muitos problemas e ainda para piorar na primeira partida a Tandara que ficou ruim e agora foi a Sassá, vai ter zica assim lah longe.

Quanto ao jogo da final, me parece que o Unilever melhorou em relação a fase de classificação.

Hoje não vejo mais uma superioridade do Sollys, afinal o time da Unilever é bom também!! a Pavan uma oposta muito alta que ataca e saca bem e tem a Gabi que esta jogando com uma facilidade incrível, oq eu fico mais impressionado é como ela sabe usar o bloqueio alias todo o time do Unilever sabe usar muito bem o bloqueio.

A Nathalia melhorou, esta virando mais bolas e não esta usando somente a força.

Vai ser um jogo disputado, bom de ver zebra vai ser se for 3 x 0 para qualquer equipe.

Anônimo disse...

Tem um exemplo atual: Carol Gattaz jogou na Europa nessa temporada, e pelo que me lembro reincidiu o contrato lá e nao pode jogar aqui porque todas as equipes estavam ''fechadas'' já, com o limite maximo na pontuação.

tuliobr disse...

A final é o clássico e, por isso, não dá para dizer que o Sollys, por ser na prática a SFV, seja antecipadamente o campeão. Entretanto é perfeitamente justo atribuir favoritismo destacado ao time de Osasco. Não só pela excelência dos nomes que compõe seu time titular e pela qualidade das principais reservas, mas também porque o Unilever não conseguiu ser o time imaginado pelo Bernardinho no início da temporada. Não que esteja mal ou não tenha chances, mas é claro que a vinda da Logan Tom foi uma tentativa de corrigir o calcanhar de Aquiles da última temporada, dotando o time de um passe que não ficasse muito atrás do rival paulista e possibilitasse todo o leque de ações esperadas de uma levantadora com a categoria e a experiência da Fofão. Mas a americana, que já há algumas temporadas não vem bem jogando por clubes, não teve uma sequência de jogos muito feliz e ainda se afastou por contusão. Para sorte do Bernardinho, a jovem Gabi superou as mais otimistas expectativas, mas depositar nos ombros de uma juvenil tamanha responsabilidade em um time top do mundo é evidentemente injusto. Além da surpreendente Gabi, outro fator que favoreceu Bernardinho foi o êxito de sua aposta na Sarah Pavan. A canadense não é extraordinária, mas é uma jogadora que entrega exatamente o que dela se espera: ataques de bolas altas, sobre os bloqueios, resolvendo as jogadas tornadas lentas pelos passes B. E, como bônus,defende surpreendentemente bem para uma jogadora de sua estatura, saca com competência e melhorou sua velocidade, entrosando-se bem com a Fofão. Achei que ela sofreria aqui como a americana Nicole Fawcett no Minas, que começava bem mas não tinha condição física para aguentar os jogos que se alongavam muito e, nas horas decisivas do quarto ou quinto sets, falhava. Por fim, outro sonho do Bernardinho a se concretizar só parcialmente foi a Natália. Ela tem se apresentado melhor, mas não é ainda aquela jogadora cujas atuações como adversária fizeram o técnico do Unilever querer tê-la em seu elenco. O fato de a decisão ser um jogo só aumenta as chances das cariocas, mas as declarações do Bernardinho são lúcidas em admitir que a tarefa é difícil: se ele perder a iniciativa, não terá a menor chance. Se conseguir prolongar o confronto, talvez leve o Sollys a errar tentando um saque mais arriscado e diminuindo a eficiência das atacantes paulistas; para isso terá que bloquear e defender como nunca, e torcer para que Pavan continue a virar seus bolões.

Desabafo de uma jogadora do Sollys/Nestlé/Osasco disse...

Estou aqui hoje para desabafar várias coisas que estavam entaladas na minha garganta.
Treinamos muito focadas em conseguir nosso objetivo: vencer o time Zé Roberto por 3×0 da maneira mais rápida possível na casa do adversário.
É bom deixar bem claro que não tenho nada contra as jogadoras do Amil/Campinas, mas estava muito tempo com o Zé entalado na garganta, e imagino o que as jogadoras do Amil devem estar passando, pq já passamos pelos mesmos dissabores com o Zé na seleção.
Zé é um cara difícil de assumir seus erros, qdo o time ganha é porque as jogadoras seguiram o seu plano tático e quando perde é pq as jogadoras não seguiram, ou seja, ele se considera o responsável pelas vitórias e as jogadoras são as responsáveis pela derrota, o verdadeiro Sr. Infalível!
Zé não sabe perder, e para desviar o foco da sua incompetência para evitar levar uma surra de fáceis 3×0 dentro da própria casa, veio com essa polêmica de Ranking de atletas.
Há “9 anos” temos a mesma final e o ranking não tem nada a ver com isso, nada impediria a final Sollys/Nestlé/Osasco x Unilever, a não ser “investimento” nos outros times.
Na verdade nem deveria haver ranking, mas sim patrocinadores para bancar grandes talentos em seus times.
Enquanto os times forem chamados de Osasco, Rio de Janeiro, Campinas, Uberlândia etc… Qual é o retorno que esses patrocinadores tem na mídia? Com certeza muito menos do que se fossem chamados de Sollys/Nestlé, Unilever, Amil, Banana Boat/Praia Club.
Como atrair novos patrocinadores se o nome do patrocinador é ocultado?
Como pode a Globo ter os direitos de transmissão da Superliga, não transmitir os jogos e impedir que outras emissoras da TV aberta possam transmitir os jogos?
Os times são efêmeros, do mesmo jeito que aparecem somem, como aconteceu com Vôlei Futuro, Montes Claros, São Bernardo e muitos outros…
Somos muito gratas ao Luizomar que não deixou nosso time acabar e correu atrás de novos ivestimentos e patrocinadores.
Portanto dêem mais importância ao que realmente mantêm o vôlei vivo que são os investimentos e os patrocinadores, e esqueçam essa polêmica de ranking, que até hoje só prejudicou os atletas que ficam impedidos de jogarem no Brasil e acabam tendo que buscar alternativas no exterior, pois com ranking ou sem ranking, quem realmente investe no vôlei é que tem ido para as finais há 9 anos na Superliga Feminina.
Voltando à nossa determinação em vencer esse jogo em Campinas por 3×0, vários foram nossos motivos, dentre eles:
1. O Zé já prejudicou muito o time do Sollys, não bastasse essa inveja que ele tem do Sollys com a desculpa do ranking, em 2011 ele impediu que o Sollys fosse Campeão Mundial, pois o desfalcou totalmente levando as jogadoras para disputar um PAN. O fato de ele levar o time completo para o PAN foi por uma vingança pessoal, pois ele não engoliu ser derrotado por Cuba no PAN/2007 no Rio e queria a revanche em Guadalajara, com isso ele não pensou nem no Mundial de Clubes do Sollys, nem em poupar as atletas para a Copa do Mundo, logo em seguida. Se o time do Sollys não estivesse extremamente desfalcado, teria total condições de enfrentar as equipes europeias de igual para igual no Mundial;
2. Na Copa da Mundo as atletas chegaram desgastadas fisica e psicologicamente porque enquanto os EUA levou o time B para o PAN para poupar as titulares para a Copa do Mundo, Zé queria sua revanche para Cuba no PAN, acabou que os EUA se classificou para as olimpíadas e nós não, e tivemos que ir para a repescagem sulamericana, para buscar a vaga que já poderia ter sido conquistada na Copa do Mundo;
3. Vingar o corte da Fabíola, que se dedicou muito à seleção e sempre foi muito querida pelo grupo, deixou de disputar o Mundial pelo Sollys e acabou sendo cortada das olimpíadas, um corte seco, sem explicações e sequer um “muito obrigado pelos serviços prestados” no saguão do aeroporto;

Desabafo de uma jogadora do Sollys/Nestlé/Osasco disse...

4. Vingar o corte da Camila Brait, na minha opinião foi o corte mais dolorido de todos, pois o Zé foi de uma insensibilidade tamanha, levou a garota até Londres, fez ela sentir o gostinho de estar no palco dos jogos, respirar os ares olímpicos, para cortá-la de forma absurda. Absurda porque Camila no auge da forma física e técnica perdeu a vaga justamente para a Natália que sabíamos que, pelos treinos, estava longe das condições físicas ideais para estar no grupo olímpico. Não tenho nada contra a Natália como pessoa, ela é ótima companheira, muito alegre e divertida, mas não era o momento dela e, sim, o da Camila. Até pq durante o Grand Prix o Zé vinha escalando 2 líberos se revezando: Fabi entrava quando o saque estava na posse do adversário e Camila entrava quando nós estávamos sacando, da mesma forma que Talmo revezava Verediana e Juliana no SESI e Marco Aurelio revezava suas líberos na Turquia. E esse revezamento entre Fabi e Brait estava dando muito certo e sendo muito legal para o time, dividia a pressão e responsabilidade da posição de líbero entre as duas, além do que Fabi passava muita da sua experiência para a Brait.
4. Apesar de gostarmos muito da Natália, nos incomodava a atitude do Zé em deixar público que esperaria por ela até o último minuto, criando uma espécie de idolatria, um mito de Salvadora da Pátria, fazendo parecer que Natália era muito mais importante que as demais atletas da seleção, isso gerou um clima muito ruim no resto do grupo pois havia a sensação de menosprezo das demais jogadoras em relação à idolatria da Natália, que estaria numa posição de intocável;
5. Mostrar a ele que quem ganhou o Ouro foi a “união do grupo” e não simplesmente à soberba do Zé, o técnico do EUA, Hugh McCutcheon, contribuiu muito mais para o Ouro olímpico que o Zé, que mais atrapalhou do que ajudou. O fato é que se os EUA não tivessem feito o favor de vencer a Turquia, estaríamos eliminadas na primeira fase. Ao meu ver antes de perder o Ouro na final contra a gente, os EUA perderam o Ouro no jogo contra a Turquia nos classificando para a última vaga das quartas-de-final;
6. Na verdade nos sentimos muito mais valorizadas e confortáveis jogando com o Luizomar do que com o Zé, não tenho dúvidas que se o Luizomar fosse o técnico da seleção já teríamos conquistado a nossa classificação para as olimpíadas na Copa do Mundo. Também não passaríamos aquele sufoco na fase de classificação das olimpíadas tendo que ficar torcendo para a derrota da Turquia para não sermos eliminadas. Entramos nas olimpíadas muito tensas devido aos acontecimentos recentes, a fase de cortes foi muito tempestuosa, porque o Zé não cortava por critérios técnicos ou físicos, os critérios dele eram muito subjetivos e ele não dava nenhuma explicação, simplesmente cortava e em momentos mais obscuros, seja no saguão do aeroporto, seja já em Londres ou na lavanderia de Saquarema. O fato é que por mais que estivéssimos bem física ou tecnicamente, isso não era garantia de nada, pois não havia um critério definido e coerente para os cortes. Ficamos realmente muito contrariadas com os cortes injustos e inesperados de nossas companheiras do Sollys: Fabíola e Camila Brait.
Luizomar é um paizão pra gente. Com ele conseguimos jogar o melhor do nosso vôlei, com isso conseguimos ganhar em 2012 o Campeonato Paulista, a Superliga, o Sul-americano e o Campeonato Mundial.
Como a própria Adê declarou após o 3×0 em Campinas: “Muito do sucesso desse grupo se deve ao trabalho do Luizomar. Ele é um técnico muito dedicado e que faz com que a equipe jogue tranquila e apresente muita união em quadra. O trabalho dele é fundamental para que o Sollys seja tão vitorioso”.
Nosso principal objetivo agora é a conquista de mais uma Superliga, vamos enfrentar novamente a Unilever que se reforçou e vem com um timaço, vai ser um grande jogo e lutaremos muito pela vitória, mas independente disso, esse 3×0 em Campinas foi muito esperado e, acima de tudo, muito comemorado!

Moura BR disse...

Luis Felipe

Concordo com você que o problema do ranking é financeiro e não de soma de pontos. Já disse por ai que uma saída, para o bem do vôlei brasileiro, seria a criação de um sistema teto salarial para as equipes(salary cap) nos moldes dos esportes americanos. Na NBA por exemplo os times tem seu limite e caso queiram contratar jogadores que ultrapassem a verba anual permitida pagam uma taxa de 3 dólares para cada 1 acima do teto.
Aqui no Brasil, poderia ser R$1 por R$1 e esse dinheiro ser revertido na contratação de jogadoras, nacionais ou estrangeiras para as equipes com baixo orçamento. Não vejo por que não poderia dar certo, Clubes e patrocinadores se sentiriam atraídos por terem igualdade de condições na busca por atletas. As (os) atletas continuariam com seus salários, mas seria mais complicado montar panelinhas, as atletas teriam que se espalhar pelos clubes menores, e esses subsidiados pela liga teriam dinheiro para contratar jogadoras de alto nível.

Ramirez x Zé Roberto disse...

A cubana Ramirez era a maior craque do time do Amil/Campinas, acontece que ela não é submissa, não é uma pateta que deixa o técnico crescer pra cima dela, logo não se encaixa no estilo do Zé Roberto. Zé Roberto atua como um Senhor de Engenho gosta de escravizar e robotizar suas jogadoras limitando totalmente suas ações. Zé Roberto detesta ser contestado, ele nunca admite estar errado. Ele detesta também jogadoras independentes e criativas que não estejam “vampirizadas” por ele. Esses foram um dos motivos da dispensa da Ramirez ,assim como foi o corte da Fabíola, da Mari, da Juciely das olimpíadas, pois todas essas jogadoras são independentes e de personalidade forte, são criativas e não são vaquinhas de presépio do Zé Roberto. Ramirez será destaque em qualquer time do mundo, porque é uma jogadora completíssima e com enorme potencial de ataque.

Juninho disse...

Antes do início da SL eu apontava o time do Sesi como o melhor elenco. Não com o melhor time titular mas sim como melhor elenco ganhando até mesmo do Unilever, vejamos:
Ponteiras: Suelle e Jéssica. A Suelle é uma excelente ponteira e na época nunca imaginaria o enorme crescimento da Gabi que pra mim é a maior revelação dessa SL.
Meios: Nati Martins e Marina Daloca, que inicialmente seria titular mas a Bia fez um excelente campeonato paulista ficando com a posição.
Oposta: Ingrid
Levantadora: Carol Albuquerque
Líbero: Michelle
No papel é um excelente banco que poderia ter dado muito trabalho se não fosse as inúmeras contusões sofridas: Suelle, Ingrid e Michelle fizeram muita falta ao time e me arrisco a dizer que se não fosse as contusões essa semi poderia ser muito mais disputada ou até mesmo com resultado diferente. O que acha, Laura?
PS: Primeira vez que escrevo um comentário no seu blog apesar de sempre acompanhá-lo.

Luiz Felipe disse...

Não concordo com as críticas e "desabafos" contra o ZRG. Ele tem lá seus defeitos, mas não precisa provar a ninguém sua capacidade. Particularmente não concordei com alguns cortes dele para os JO-12 (Mari, p. ex.) ou mesmo ter levado a Natália, que não fez nada... Mas isso não o faz menos competente. Luizomar pode até ser "paizão" como um outro disse por aí, mas melhor que o ZRG, a isso não é, não...
Moura BR, sua ideia do teto salarial é interessante, mas acho que não funcionaria no Brasil, pq a realidade salarial do nosso volei (e de certa forma no mundo inteiro) ainda é infinitamente inferior ao da NBA, onde os contratos giram na casa milhões de dólares por ano... Nesse patamar tão elevado, é mais fácil estabelecer um teto. Ainda sou a favor do livre mercado no esporte, e que tenha o melhor elenco aquele que investe mais...

Luiz Felipe disse...

O curioso é que muito se critica o duopólio das últimas oito finais (nove, se se considerar 2013) entre Rio e Osasco e da falta de outros investidores... Sem dúvida, há uma certa monotonia, mas coincidentemente foi durante esses últimos anos anos que o Brasil ganhou suas duas douradas olímpicas. Ok, não ganhamos nenhum mundial, e sequer somos o #1 do rkg da FIVB, mas fica a reflexão sobre se e até que ponto esse duopólio realmente é/tem sido prejudicial ao vôlei nacional - ou pelo menos para a seleção nacional...

Laura disse...

Oi, Juninho. Obrigada pelo comentário e continue participando!

Tb acho que o Sesi tinha o melhor elenco. Mas não sei se mesmo com todo mundo à disposição, a disputa das semifinais seria mais equilibrada. Ao menos, pelo que se viu no início da competição, o Talmo não soube se aproveitar das peças do grupo. Ele poderia "brincar" com a composição do time, mexendo com Tandara e Ingrid como ponteiras e opostos, mas não deu certo. Jogadoras que fizeram boa temporada ano passado, caíram de produção. Mas acima de tudo, o problema foi o conjunto: o time não tinha cara nem padrão de jogo. Aí, por mais peças que tenha, não adianta, não funciona.

Agora, acho que se a Michelle estivesse em condições, o time cresceria em qualidade. Foi a jogadora que mais fez falta ao time. Verê não teve boa temporada, e a jovem Ju teve dificuldades em segurar a responsabilidade no passe.

Eduardo Araujo disse...

Gente alguém sabe como encontrar no site da cbv as estatísticas da fase de mata mata???

Eu não consegui achar, achei somente ate o final do segundo turno.

Luiz Felipe a questão é saber se o Luizomar é melhor ou pior que o ZR, se vc pegar a quantidade de títulos que o ZR tem em comparação ao Luizomar o ZR ganha de goleada.

Mas nem isso quer dizer que um seja mais competente do que o outro, é muito difícil de comparar essas coisas, pq varia muito da equipe a maioria dos títulos que o ZR ganhou ele tinha nas mãos uma boa equipe, o trabalho da comissão técnica é importante, mas senão tiver um material humano bom, ninguém faz milagre.

Muitos criticam o Luizomar, mas o fato é que o Sollys é forte!! muito por causa do Luizomar que correu atras de patrocínio e conseguiu a nestle e hj quem manda na administração é a nestle se ele fosse incompetente não estava mais no clube, não sei se vcs sabem, mas a Nestle injeta de 15 a 20 milhões no clube.

E ele também é bem mais jovem que o ZR e quem sabe no futuro tenha as mesmas oportunidades que o ZR teve. lembrando que o ZR foi técnico da seleção masculina a primeira vez, sem nenhum titulo, foi IQ mesmo e deu certo.

Eu não gosto do modo do ZR trabalhar, fato é que esse modo da certo ele é um cara que estuda o outro time antes da partida e prepara o time dele para aquele tipo de jogo, o problema é quando o time adversário muda o estilo de jogo e o ZR tem uma certa dificuldade em se adaptar e dai que saiu que ele nunca erra, mas as jogadoras que não fizem oq ele pediu, eu nunca vi uma entrevista do ZR falando "eu errei na estrategia" e também acho que o mesmo prende muito as levantadoras.

Em relação ao Luizomar eu acho que ele deixa as levantadoras mais soltas, pelo menos com a Fabíola é assim e o Luizomar sempre exalta a vitoria como mérito das jogadoras e já vi o Luizomar assumir um erro de estrategia estabelecido por ele.

Grato

Anônimo disse...

Indeed Laura, michelle fez muuuuita falta. Vere nao deveria estar em um time de ponta, desculpe a sinceridade.Deby

Vivian disse...

Porque o Ze nao para de por olho gordo no trabalho da Adenizia e do Luizomar e faz que nem o Spencer Lee que trabalha com o que tem.
Spencer Lee perdeu Herrera por contusao e nem por isso ficou choramingando ou inventando desculpas para o fracasso, em vez disso motivou suas jogadoras a lutar como um grupo coeso e por muito pouco nao chegou as semifinais.
Ze Roberto nao passa de um invejoso,chorao e seca-pimenteira. Luizomar apostou em jogadoras que nao eram cotadas para titular da selecao na epoca, e agora que elas chegaram ao auge o Ze se rasga de inveja e quer prejudicar o time do Sollys, e o belo trabalho do Luizomar que a duras penas conseguiu salvar o pro
jeto de Osasco correndo atras de patrocinio.
Luizomar apostou em Taisa e Adenisia, na epoca em que Fabiana Claudino era unanimidade.
Luizomar apostou em Fabiola e Karine, enquanto o Ze apostava em Dani Lins e ate na apagada da Ana Tiemi.
Luizomar apostou na Camila Brait, enquanto Fabi era unanimidade.
Luizomar apostou em Fernanda Garay e Jaqueline na epoca que Paula e Mari eram titulares na ponta da selecao e todo mundo dizia JaqueTOCO e que Garay era muita baixa para enfrentar as equipes Europeias.
Portanto Luizomar apostou certo, trabalhou bem e foi Campeao Mundial em 2012. Poderia ter sido BIcampeao Mundial se o invejoso e egoista do Ze nao desfalcasse o Sollys na disputa do Mundial-2011, para disputar uma Competicao regional, o Pan ,que contava com selecoes B.
Agora o Ze vem querer prejudicar a coitada da Adenizia, que e a cara do Sollys, com essa historia de ranking e CNPJ. Chororo de perdedor, quer desviar o foco do vexame que foi ser atropelado pelo Luizomar e suas pupilas dentro de Campinas por 3x0.