Adeus, 2012

A participação do Sesi no Top Volley foi um resumo do que a equipe apresentou até aqui na SL. O Sesi conseguiu vitórias convincentes contra times importantes da Europa quando forçou o saque, mostrou volume de jogo, quando pôde usar as suas centrais, essenciais para o funcionamento do time. Parou quando sofreu com o passe e não soube administrar vantagens significativas.

A semi e a final foram bem exemplos disso: a primeira, das qualidades do time; a segunda, os problemas.

O curioso é que o Sesi enfrentou um time turco, Galatasaray, que parece a seleção italiana – inclusive com uma cubana na ponta - e um francês, que mais parece a Sérvia. E como a seleção brasileira, o Sesi teve mais facilidades de vencer as italianas.

As atacantes do RC Cannes não são fáceis de parar. Sem poder jogar com velocidade, ficou difícil para o Sesi tentar equilibrar o jogo no ataque. O bloqueio pelo lado francês também fez a diferença.

Agora resta saber se a participação no Top Volley trará de benefícios no campeonato que realmente interessa, a SL. À primeira vista, o Sesi mantém as mesmas características e problemas. Vamos esperar como será quando o time voltar à disputa aqui no Brasil.

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No último post de 2012, desejo a todos os participantes do Papo de Vôlei um Feliz Ano Novo.

Por todas as confusões e discussões envolvendo a seleção feminina e pela conquista inédita do bi-olímpico, 2012 será único e inesquecível.

Ironicamente, a seleção brasileira não foi o melhor time que se viu jogar em 2012. Os EUA tiveram atuações bem mais convincentes. O Sollys fez uma final de SL também irrepreenssível. Mas o Brasil foi capaz de uma reviravolta que entrou para história do esporte. Só o Brasil foi capaz de provocar emoções tão fortes, de transformar o impossível em possível, de calar a boca de incrédulos como nós.

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Repassei alguns pontos do ano e listo aqui o que marcou 2012 (conto com a colaboração de vocês para enriquecermos a lista)

Nomes que se destacaram em 2012: Fernanda Garay, Thaisa, Jaqueline, Hooker, Kim. E Zé Roberto, claro.

Polêmicas e discussões: corte da Fabíola, entrevistas da Mari, Fabi x Brait, a presença da Natália nos Jogos, o início da campanha da seleção brasileira na Olimpíada. E o Zé Roberto, claro.

As supresas: o corte da Fabíola, as boas revelações da SL: Gabi e Ingrid, a campanha da Coreia nos Jogos. 

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Ano pós Olimpíada não tem muitos atrativos, mas tem uma função primordial: é o início de um novo ciclo. Ou seja, é a oportunidade de experimentar, renovar, implementar novas ideias. Fico na torcida que o ano seja aproveitado para isto. Que venha 2013!

Comentários

Welmer disse…
E foi-se 2012! Mas esse ano foi marcado por muitas coisas boas e a principal delas foi incrível volta por cima da nossa querida seleção feminina de vôlei.

Esse, aliás, será um momento que jamais esquecerei, até porque não tem como depois daquela incrível vitória contra as 'ovas' e 'evas' russas.

Esse ano também foi marcado por uma freguesia da nossa seleção para a dos EUA, que foi quebrada no principal jogo da temporada, a final olímpica. Por algumas surpresas positivas como a Gabi, citada pela Laura e conquista da medalha de bronze pela seleção japonesa e outras negativas como o corte da Fabíola e grande queda de rendimento da Mari. E, pra mim, também por duas confirmações. Primeiro, Sheilla sem dúvida alguma é a melhor oposta do mundo (não falo jogadora, porque ela tem uma grande concorrente que é a Kim). E segundo, Jaqueline mostrou no jogo mais importante da temporada que é uma grande jogadora e sem dúvida alguma hoje é a jogadora mais completa do Brasil, quiçá do mundo.

Laura, conheço o Papo à pouco mais de 9 meses, mas é um espaço que eu gostei muito de ter conhecido e que acho muito legal essa troca de ideias e opiniões. Espero que este espaço continue por muito tempo em atividade, sei que não deve ser fácil, e que estejamos todos aqui em 2016 para comentar e comemorar, assim espero, mais uma conquista do nosso voleibol feminino. =D

Para finalizar, quero desejar a você, Laura, e a todos os frequentadores do Papo de Vôlei um feliz ano novo, e que este seja um ano de grandes realizações.
Galera foi muito bom ter conhecido o blog. É um espaço realmente democrático no qual mesmo quando há divergências o respeito prevalece.
2012 com certeza foi um ano surpreendente para o nosso vôlei, por tudo o que aconteceu.
Gostaria de desejar a todos um 2013 cheio de saúde e paz e que o vôlei do Brasil continue crescendo e permaneça por longos anos na elite mundial.
eduaro araujo disse…
Ola amigos, aproveitando que a netesta boa no litoral, que desejar um feliz 2013 espero que esse ano seja perfeito para todos, concordo com a laura esse ano o plano da seleção brasileira era matar agente do coração e quase conseguiram!!!!
Quanto ao torneio que o Sesi paricipou eu achei que foi perda de tempo, no meu modo de ver serviu apenas para cansar o time, espero que esteja errado!!!!!
Renato disse…
Laura e Amigos deste blog,
Como vocês já relataram muito bem, 2012, apesar de todos os percalços foi um ano muito bom para o volei feminino brasileiro e vamos ficar na torcida para que o novo ciclo que se inicia possa nos render muitas alegrias em 2016. Gostaria de destacar alguns pontos que achei interessante em 2012:
- A comprovação que Jaque é uma jogadora completa, a meu ver 2012, foi o ano dela (saca, passa, bloqueia e seu ataque melhorou muito) com certeza é uma referência para qualquer seleção.
- Sheila comandou as meninas na busca do Ouro em Londres, foi a jogadora decisiva na conquista do Ouro.
- Fabíola foi muito injustiçada, no corte para os jogos, mas reverteu sua tristeza e dor em empenho e esforço e assim arrebentou nas demais competições pelo Osasco.
- Em relação a Superliga, esse time do Praia, que coisa boa ver esse time de Uberlândia jogar ( e olha que torço para o Osasco), mas o grupo alia técnica, raça, vibração e a inteligência do técnico Spencer Lee.
- O retorno da Fofão também deve ser destacado, apesar de não liderar as estatísticas, mas aos 42anos ainda continua jogando muita bola !!
Desejo a vocês um ano 2013 repleto de Saúde, Paz, Sucessos e Realizações, e que possamos estar juntos aqui,neste espaço maravilhoso, criado pela sempre brilhante Laura, trocando idéias e opiniões sobre essa modalidade que tanto apreciamos. Feliz Ano Novo !!
tuliobr disse…
Querida Laura, caros amigos, feliz ano novo! Torci muito pelo SESI, na esperança de que um bom resultado na Basiléia possibilitasse uma injeção de ânimo no time, que vive um momento no qual o trabalho do Talmo, por escassez de resultados, talvez comece a despertar desconfiança. Deve-se porém destacar que o time do Cannes é bom, e parece ter feito o dever de casa antes de ir para a quadra decidir: a marcação sobre as principais opções de ataque do SESI foi implacável e o saque teve endereço certo na maior parte do jogo. Enquanto isso, o Talmo não conseguiu criar soluções e, com Tandara e Elisângela sem produzir (a oposto errou bolas críticas e matou o momento em que o SESI poderia tomar para si a iniciativa do jogo), ficou difícil. Impressiona também o mau momento da Sassá. Nem seu saque, antes tão virtuoso, tem funcionado. Mas valeu, sempre é bom ver um time brasileiro medindo forças contra os europeus; pena haver tão poucas oportunidades. Se vocês me permitissem um desejo de ano novo, seria a volta da saudosa Salonpas Cup.
MARIFAN de CARTEIRINHA!!! disse…
Para mim o fato mais polêmico de 2012 foi a coragem que a MARI teve de falar o que estava engasgado na garganta de muitas jogadoras, principalmente as que foram cortadas sem qualquer respeito ou agradecimento pelos serviços prestados: Juciely e Fabíola no aeroporto, Mari na lavanderia e Brait já lá em Londres. Sou MARIFAN de carteirinha, não escondo isso de ninguém, e a galera MARIFAN vamos torcer muito pelo ressurgimento das cinzas da MARI na seleção ALEMÃ. Ela está ,
muito motivada com essa novo projeto do vôlei alemão e tem a admiração do técnico Giovani Guidetti. Ela já pode jogar pela Alemanha o Mundial de 2014, pois tem que passar 2 anos depois de ter jogado pelo Brasil para poder atuar pela ALemanha e como o último jogo dela foi em 01/07/2012, a partir de 01/07/2014 ela pode ser escalada na seleção ALEMÃ. Enquanto isso ela vai se recuperando e treinando muito, motivada pelo seu retorno triunfal.
Julia disse…
Nos destaques positivos, Sheilla, sem dúvida, há de ser lembrada. Foi a síntese e a propulsão da seleção brasileira para superar problemas dentro e fora das quadras. Thaisa cravou mais bolas, mas o ataque pelo meio só existe quando há bom passe e levantamento rápido. "Santa Sheilla das bolas impossíveis" marcou os pontos mais importantes e os em condições mais adversas, o que culminou em uma conquista olímpica tão inesperada quanto merecida.
Laura, 2012 foi mais um ano de parabéns para o Papo de Vôlei, pela qualidade e respeito nos conteúdos e comentários postados. A você e todos os frequentadores, um 2013 de progresso e conquistas!
João Lucas disse…
Esse ano foi sem dúvida alguma inesquecível. Nós amantes do voleibol sofremos e nos alegramos. 2012 do voleibol onde teve a confirmação de que Sheilla é uma oposta diferenciada aliando técnica e força e o quão a mesma é decisiva. Tivemos a confirmação que a posição de meio da seleção é irresistível, pois, temos o melhor trio de centrais do mundo estamos bem servidos com Thaísa (a melhor jogadora da seleção quiça a melhor central do mundo), Fabiana e Adenízia. Nas pontas houve o reconhecimento de Jaque (como essa moça defende) e Fê Garay (baixinha e corajosa). No levantamento finalmente houve a confirmação e manuntenção de Dani Lins (responsável por queimar a língua de muita gente, inclusive a minha). Este ano também mostrou que Fabi já tem uma substituta à altura, Camila Brait vêm muito bem e ja é realidade, está melhor que Fabi há um bom tempo. Paula Pequeno teve uma despedida à sua altura com direito a um ouro olímpico, mesmo que tenha perdido a titularidade PP4 merece, pois, teve éritos e foi coroada por tudo que fez pela seleção. Houve o sofrimento de Natália que ainda não se tornou realidade, entretanto, trata-se uma jogadora com um potencial enorme foi à Londres junto com Tandara para tornarem experientes, afinal precisaremos delas.
Este ano também será marcado pela campanha irretocável do Sollys/Nestlé que ganhou praticamente tudo. Teve a seleção americana com um voleibol incrível com cravadoras de bolas como Hoocker e uma organização tática interessante só faltou aprender a ganhar, esse mesmo time sucumbiu ao time brasileiro naquele que seria o jogo da vida delas. Foi um ano de despedidas tivemos Takeshita (grande levantadora japonesa que deixou o mundo encantado com seu voleibol e colocou as nipônicas de volta à elite do volei internacional) E Gamova e Sokolova (grandes jogadoras russas carrascas do Brasil, que deixam a seleção sem o ouro olímpico só que com o reconhecimento mundial).
Foi um ano de revelações como Gabi, Ingrid, Pri Heldes e Juliana Carrijo e Spencer Lee. Sem falar no ressurgimento de Joycinha (torço muito por ela, Joyce esteve bem no Vôlei Futuro e arrebentou na Seleção B).
As frustrações ficam por conta do vitorioso José Roberto que quase destruiu a seleção com sua indigesta gestão. Zé foi cruel e impiedoso nos cortes de Fabíola, Juciely, Mari e Camila Brait. O técnico previlegiou Fernandinha que não merecia e arrotava que APENAS NATÀLIA era essencial, sendo que a mesma nem entrou em quadra. É bom que fique claro que não dúvido de Nati apenas acho que faltou tato por parte do mesmo na declaração, afinal, TODAS SÃO ESSENCIAIS. É uma pena que o ouro conquistado tenha mascarado tudo isso.
Os jogos Londres serão inesquecíveis, a Seleção Brasileira se superou e mostrou ao mundo como driblar as adversidades e alcançar o sucesso. Sofremos em toda primeira fase e fomos brindados com o melhor jogo das Olímpiadas, aquele Brasil X zRússia é inesquecível, sempre que posso gosto de ver e me pego rindo da arrogância de Gamova no 14° ponto da Ruússia no set desempate ela tinha certeza que o Vrasil iria perder mais uma vez. Gosto muito também da final em que sepois daquele 1° set quase perdi as esperanças sorte minha não ter abandonado e fui brindado com um jogaço.
No mais quero agradecer a todos pelo ano maravilhoso e em 2013 estaremos todos aqui torcendo, sofrendo e o mais importante acordando para ver a Seleção.
João Lucas disse…
Esse ano foi sem dúvida alguma inesquecível. Nós amantes do voleibol sofremos e nos alegramos. 2012 do voleibol onde teve a confirmação de que Sheilla é uma oposta diferenciada aliando técnica e força e o quão a mesma é decisiva. Tivemos a confirmação que a posição de meio da seleção é irresistível, pois, temos o melhor trio de centrais do mundo estamos bem servidos com Thaísa (a melhor jogadora da seleção quiça a melhor central do mundo), Fabiana e Adenízia. Nas pontas houve o reconhecimento de Jaque (como essa moça defende) e Fê Garay (baixinha e corajosa). No levantamento finalmente houve a confirmação e manuntenção de Dani Lins (responsável por queimar a língua de muita gente, inclusive a minha). Este ano também mostrou que Fabi já tem uma substituta à altura, Camila Brait vêm muito bem e ja é realidade, está melhor que Fabi há um bom tempo. Paula Pequeno teve uma despedida à sua altura com direito a um ouro olímpico, mesmo que tenha perdido a titularidade PP4 merece, pois, teve éritos e foi coroada por tudo que fez pela seleção. Houve o sofrimento de Natália que ainda não se tornou realidade, entretanto, trata-se uma jogadora com um potencial enorme foi à Londres junto com Tandara para tornarem experientes, afinal precisaremos delas.
Este ano também será marcado pela campanha irretocável do Sollys/Nestlé que ganhou praticamente tudo. Teve a seleção americana com um voleibol incrível com cravadoras de bolas como Hoocker e uma organização tática interessante só faltou aprender a ganhar, esse mesmo time sucumbiu ao time brasileiro naquele que seria o jogo da vida delas. Foi um ano de despedidas tivemos Takeshita (grande levantadora japonesa que deixou o mundo encantado com seu voleibol e colocou as nipônicas de volta à elite do volei internacional) E Gamova e Sokolova (grandes jogadoras russas carrascas do Brasil, que deixam a seleção sem o ouro olímpico só que com o reconhecimento mundial).
Foi um ano de revelações como Gabi, Ingrid, Pri Heldes e Juliana Carrijo e Spencer Lee. Sem falar no ressurgimento de Joycinha (torço muito por ela, Joyce esteve bem no Vôlei Futuro e arrebentou na Seleção B).
As frustrações ficam por conta do vitorioso José Roberto que quase destruiu a seleção com sua indigesta gestão. Zé foi cruel e impiedoso nos cortes de Fabíola, Juciely, Mari e Camila Brait. O técnico previlegiou Fernandinha que não merecia e arrotava que APENAS NATÀLIA era essencial, sendo que a mesma nem entrou em quadra. É bom que fique claro que não dúvido de Nati apenas acho que faltou tato por parte do mesmo na declaração, afinal, TODAS SÃO ESSENCIAIS. É uma pena que o ouro conquistado tenha mascarado tudo isso.
Os jogos Londres serão inesquecíveis, a Seleção Brasileira se superou e mostrou ao mundo como driblar as adversidades e alcançar o sucesso. Sofremos em toda primeira fase e fomos brindados com o melhor jogo das Olímpiadas, aquele Brasil X zRússia é inesquecível, sempre que posso gosto de ver e me pego rindo da arrogância de Gamova no 14° ponto da Ruússia no set desempate ela tinha certeza que o Vrasil iria perder mais uma vez. Gosto muito também da final em que sepois daquele 1° set quase perdi as esperanças sorte minha não ter abandonado e fui brindado com um jogaço.
No mais quero agradecer a todos pelo ano maravilhoso e em 2013 estaremos todos aqui torcendo, sofrendo e o mais importante acordando para ver a Seleção.
João Lucas disse…
Laura e amigos, me peguei pensando aqui alguém sabe por onde anda a levantadora Betina? Ela namorou Bruninho, jogava no Brusque e depois foi o Rio de Janeiro.
HERRERA excelente no ataque, mediana nos demais fundamentos!!! disse…
Galera a HERRERA é uma excelente ATACANTE, e só isso, não ajuda nos outros fundamentos. No ataque ela é uma das melhores do mundo, mas no bloqueio, saque, passe e defesa é apenas uma jogadora mediana dos 154 pontos que marcou na superliga até agora 94% foram no ATAQUE e apenas 4% no bloqueio e 2% no saque, ou seja, HERRERA É FENOMENAL NO ATAQUE, mas deixa a desejar no PASSE, DEFESA, SAQUE E BLOQUEIO onde quase não pontua. Nesses fundamentos a DAYSE é uma jogadora mais completa e equilibrada, pois como já jogou como MEIIO-DE-REDE, PONTEIRA-PASSADORA e OPOSTA ela contribui muito mais no PASSE, bloqueio e no saque do que a HERRERA.
O PRAIA CLUBE não liderou por tanto tempo a SUPERLIGA devido somente ao talento no ataque da HERRERA, mas também porque tem passadoras excelentes que põe a bola na mão da levantadora: MICHELE PAVÃO e ARLENE. É um time que defende muito principalmente com as irmãs Michele e Monique Pavão, a líbero Arlene e a levantadora Juliana Carrijo. Tem levantadoras ágeis e criativas: Juliana Carrijo e Camila Adão. Uma oposta muito técnica que varia bastante o ataque e saca muito bem: Monique. Uma das melhores meio-de-rede do mundo, Prata em Londres/2012, que dá várias opções de ataque e tem um “time” de bloqueio excelente: DAni Scott-Arruda. Angélica, uma meio-de-rede nova e revelação desta superliga. Além de Mayhara e LEtícia Hage que são excelentes bloqueadoras.
Ou seja, o PRAIA CLUBE perdeu uma excelente atacante e só. Nos outros fundamentos HERRERA não contribuía. P/ HERRERA pontuar somente no ataque, tinha outras jogadoras no time executando os demais fundamentos. Uma vez que um time não vive somente de ATAQUE.
E todos sabem que o PRAIA tem excelentes passadoras, defensoras, sacadoras, levantadoras e bloqueadoras e uma líbero, Arlene, que esbanja categoria e põe ordem no fundo de quadra.
BELL, uma cubana diferenciada!!! disse…
HERRERA é retrato do que é o vôlei cubano hoje em dia: mais de 90% somente ataque e menos de 10% os demais fundamentos!!! Depois da regra do líbero o vôlei cubano nunca mais conseguiu ter o domínio absoluto que teve no final do século XX… A decadência do vôlei cubano coincidiu com a saída de REGLA BELL da seleção, nunca CUBA produziu uma jogadora tão técnica e equilibrada nos fundamentos quanto REGAL BELL, ao contrário da maioria das jogadoras cubanas, REGLA BELL não era só ataque, ela tinha um excelente fundo de quadra, exímia defensora, excelente passadora, além de, claro, ter uma canhotaça mortal no ataque… Porém ela dava o equilíbrio que a seleção de CUBA precisava para não depender somente do seu ataque. Regla Bell é a jogadora que mais conquistou títulos pela seleção cubana, tricampeã olímpica(1992,1996 e 2000) e TETRA-CAMPEÃ da COPA DO MUNDO(1989,1991,1995,1999), entre vários outros títulos. É a melhor e mais técnica passadora que o voleibol cubano já produziu, responsável pelo grande volume de jogo nas equipes em que atua. Na atualidade nenhuma líbero ou ponteira-passadora cubana conseguiu chegar sequer perto do que REGLA BELL significou para o campeoníssimo time cubano do final do século XX…
E HERRERA não é diferente, apesar de ser uma excelente atacante, fica devendo, e muito, nos demais fundamentos.
Laura disse…
Oi, João Lucas. Sabe que tb me faço esta pergunta? Faz tempo que não ouço falar sobre ela.

Sobre a Herrera, concordo q não seja uma jogadora completa. Mesmo assim, acho que o desfalque vai pesar - e muito - para o Praia. Ele vai poder equilibrar partidas com todas as qualidades q tem como equipe, mas vai faltar definição.
Welmer disse…
A Betina foi para Miami estudar e jogar em uma universidade da região.
UNILEVER disse…
Queridos e queridas fans da UNILEVER, UNILUXO, UNILOURA etc… Cansei da NATÁLIA de titular sabiam??? A NATÁLIA é uma jogadora super-sem-sal, CARISMA ZERO ou melhor carisma ABAIXO DE ZERO… Queremos a DIVA RÉGIS ao lugar que sempre foi dela na ponta, de titular na UNILEVER… DIVA RÉGIS é o puro LUXO, CARISMA MIL com a TORCIDA UNILEVER!!!
seo disse…
Um ótimo 2013 para todos.
Anônimo disse…
Pessoal, votem todos em seus jogadores favoritos na votação realizada pelo site italiano Volleyball.it. Há muitos jogadores brasileiros na lista. Aqui:

http://www.volleyball.it/notizie.asp?n=55709&l=0
tela soldada disse…
Adorei o blog! um ótimo ano para todos!