sábado, 28 de julho de 2012

Sufoco na estreia - Brasil 3x2 Turquia

Ai, ai, ai, Brasil... Que estreia tensa.

A seleção brasileira passou por tudo na partida contra a Turquia: venceu com facilidade, sofreu pressão e se recuperou, entregou um set nas mãos das adversárias. Resultado: vitória por 3x2 e um ponto de interrogação gigante na cabeça dos torcedores. Afinal, o Brasil é confiável? 

A seleção chegou a empolgar nos terceiros e quarto sets quando, com uma atitude positiva e agressiva, tomou o domínio da partida e conseguiu fazer fluir o seu jogo. Mas a decepção veio na mesma proporção da satisfação de ver o Brasil jogando bem. Perder um set depois de ter uma vantagem de 18 a 10 é imperdoável e é pra deixar qualquer um com a cabeça confusa.

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O alto número de erros da Turquia já era esperado. Time estreante em Olimpíadas, jovem, era normal que sentisse a pressão. A ponteira Ozsoy deu pontos importantes para o Brasil em erros de ataque e o saque turco foi um presente recorrente para as brasileiras. 

E o Brasil não se aproveitou disso tudo. Poderia ter sido mais agressivo no saque e, mais uma vez, desperdiçou ataques e contra-ataques. Sem contar a atração das jogadoras com a rede que resultou em 7 pontos para a Turquia.

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Não deu para entender porque a Sheilla foi tão pouco acionada. Os sets em que ela mais foi chamada ao jogo foram os mais fáceis, quando deveria ser o contrário. Garay entrou muito bem e até esperava que ela começasse como titular. Afinal, o Brasil precisa de poder ofensivo. 

Também achei que as centrais poderiam ter sido mais aproveitadas. O passe deu condições para a Fernandinha trabalhar com o meio e a levantadora tem habilidade e coragem para arriscar mais mesmo quando passe não está legal. Fernandinha foi muito feijão com arroz quando tem qualidade para sair do básico.

Da mesma forma, a levantadora pecou ao insistir com a Jaqueline numa rede muito marcada e na sintonia das jogadas com a Paula, que teve que apelar para as malditas largadas diversas vezes. Nem no saque, outra qualidade dela, a Fernandinha conseguiu ser decisiva. Ela pode mostrar muito mais sem o peso da estreia nas próximas partidas.

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Meu post está parecendo que a partida foi uma tragédia, eu sei. Por isso, vou amenizar com as coisas positivas que o Brasil mostrou. Defesa e bloqueio foram muito bem. As centrais foram decisivas no terceiro set e apareceram em momentos importantes no bloqueio. Thaisa foi a nossa melhor jogadora. 

E, como já citei, a Garay entrou levíssima, sem sentir qualquer peso da Olimpíada.  Gostei também da Jaqueline que correspondeu no fundo de quadra e, por vezes, levou o time no ataque, mesmo não sendo ela a principal responsável por isso.

Gostei que o Zé Roberto colocou o banco para jogar e perder o travo da estreia. A opção pela inversão 5x1, ao que tudo indica, vai ser constante nestes Jogos. Ele só perdeu o timing no quarto set. Usou cedo demais esta opção e no final fez falta quando a rede travou. 

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Sei que era esperado um jogo complicado. Ainda assim, não acho 3x2 um resultado normal – mesmo se acontecesse em condições naturais, sem a bobeada do quarto set. O time da competente Darnel (que, aliás, esteve lindíssima como porta-bandeira da Turquia na cerimônia de abertura) é ainda imaturo. 

Portanto, para uma seleção olímpica e experiente, foi um tropeço. E o mais preocupante é que a perda do quarto set significou um ponto a menos na classificação, enquanto China e EUA alcançaram os 3 pontos. 

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Pê esse:
- Adorei o inglês com sotaque turco do Marco Aurélio Motta.

Giro olímpico

- Os EUA também deram a sua bobeada contra a Coreia. A diferença é que para elas o cochilo só custou um set.

- Cercada de contusões, a Sérvia veio aos pedaços para esta Olimpíada. A craque Brakocevic só entrou no quarto set contra a China, que conseguiu uma importante e consistente vitória. Depois de perder o primeiro set, olhem só o placar que as chinesas fizeram: 25x18, 25x13, 25x12.

18 comentários:

Eduardo Araujo disse...

A Natalia jogou pra caramba..., olha fiquei impressionando!!!, pelo visto foi para fazer turismo mesmo e os críticos da Fabíola, oq vão falar da Fernanda, não jogou nada e não fez nada demais, fora uma falta de sintonia incrível com as centrais!!
Mas o Bruno do UOL critico da Fabíola achou que a Fernanda hj jogou pra caramba!!
O Fato é que se a Turquia fosse um pouco mais estável teria ganhado do Brasil!!!
Será que vamos longe nessas olimpíadas???

João Lucas disse...

Fernandinha atuou muito abaixo do esperado, aliás, o esperado por vocês não por mim, a levantadora da seleção não me engana e ao meu ver é do mesmo nível de Fabíola. A atual armadora que foi tratada por muitos como a “salvadora da pátria” falhou muito na distribuição das jogadas, quase não utilizou as jogadas de meio. As centrais Thaísa e Fabiana passaram em branco no ataque e quando Fernandinha as acionavam, as bolas estavam praticamente todas fora do tempo. Não adianta colocar a culpa no passe que desta vez funcionou, esse fundamento só pecou no 2º set. Sem contar que a oposta Sheilla praticamente não recebeu bolas. A virada turca de 18/10 pra cima do Brasil tem um nome e esse é Fernandinha, todos sabem que Jaqueline é jogadora de composição e não está ali para atacar e o que faz a levantadora no 4º set com a rede empacada? Acionou várias vezes a mulher de Murilo que ficou no bloqueio em todas.
Dani Lins entrou e fez o que se esperava dela, absolutamente NADA. Tandara não pode ser culpada.
Fabiana e Thaísa brilharam no bloqueio, aliás Thaísa segue sendo a melhor jogadora brasileira que além de bloquear sacou muito bem. A central só não pode errar saques em momentos cruciais da partida como fez no 4º set.
Sheilla quando acionada colocou as bolas no chão. A oposta não parece a mesma a muito tempo, em alguns momentos parece desligada e apática em quadra e seu saque hoje não entrou, pelo contrário, errou alguns e foi pega com o pé na linha, infração que tenhoa impressão que ela comete em praticamente todos os saques.
Jaqueline não pode ser culpada virou algumas bolas, porém como é de praxe errou muitos ataques, ora ficando no bloqueio ora mandando pra fora, só que como comentei essa não é a sua função em quadra. Entretanto, no passe e na defesa Jaque brilhou.
Fabi segue irregular no passe, na bola mais importante do 2º set, a líbero erra um passe teoricamente fácil e estraga tudo o que acabou dando a vitória para a equipe turca, e no tie-breick levou um ace na sua frente. Paula também é outra que erra passes demais, porém atacou bem. Fernanda Garay estava lúcida e deu mais estabilidade ao time.
José Roberto deve chamar a aenção da equipe que tocou na rede diversas vezes e acabou dando pontos de graça para a equipe de Marco Aurélio Motta.

PS.: Ninguém pode colocar a culpa na Fabíola e na Mari, pois, elas não estão em Londres. PENA.

Cinthia Soliman Siqueira disse...

Concordo com tudo que você disse! Sheilla foi pouco acionada e Jaque foi sobrecarregada no ataque. Fiquei feliz pela vitória porque, por alguns instantes, cheguei a pensar que seriamos derrotadas. No entando também considero um tropeço, primeiramente pela inexperiência turca, mas, principalmente, pelo jeito como foi o jogo. O Brasil se reestruturou muito bem após perder o segundo set. Venceu terceiro e abriu uma ótima vantagem no quarto e jogando muito bem. No entanto, o tão temido apagão sugiu e oscilamos no passe, perdemos confiança no ataque e com isso, perdemos o set. Acredito que a derrota de hoje não foi devido a qualidade da Turquia, não estou tirando o mérito da Turquia que é um grande time, porém o Brasil se atrapalhou sozinho em um jogo que estava praticamente ganho no quarto set. Esse resultado me deixa apreensiva porque com os EUA a pedreira será muito maior, pois, diferentemente das turcas, as americanas são muito sólidas e cometem poucos erros, o que significa que um apagão desses pode nos ser fatal.

Welmer disse...

Laura, não gostei da atuação da Fernandinha. Acho que ela poderia ter sido mais precisa e ter distribuído melhor as bolas, aliás queria saber por que ela não tava acionando a Sheilla pelo fundo??

Gostei muito da atuação da Jaque, principalmente no fundo de quadra.

Agora é esperar que as meninas se apresentem melhor contra os EUA.

Julie disse...

Pra mim… a medalha de ouro será definida segunda-feira no jogo Brasil x Eua!!! O resultado determinará o rumo do vôlei feminino em Londres 2012!

Temos muuuuuuuuuuuito o que melhorar… mas o espírito de guerra… de entrar pra briga… ainda não apareceu!

Acredito muito nas meninas e na capacidade de superação… mas a hora é agora… ou melhor dizendo… na segunda!

Abraão disse...

Que falta faz a Mari na rede dois! Hoje na seleção a única jogadora capaz de fazer o que a Mari faria é a Natália. Então se o Ze insistiu em levá-la, mesmo sabendo que ela não está no seu melhor que a coloque pra jogar! Eu acredito nela, acho que ela tem um diferencial em relação as demais, pode decidir, atacar bolas difíceis, as outras precisam de mais capricho por terem alcance limitado. Acho que esta olimpíada está para Natália, so resta saber até onde vai a coragem do Zé, se ele bancará sua escolha até o fim!

Renato disse...

Na partida de hoje, gostei muito das atuações da Thaisa e Jaqueline. Fabiana foi bem no bloqueio, mas no ataque não rendeu muito. Sheila quando foi acionada foi bem também, mas continua longe da Sheila de 2008. Não gostei das atauções da Paula, Garay e Fabi. Fernandinha ????, Ao meu ver ela aceitou fazer o que seu Zé Roberto manda (jogar o feijão com arroz e não ousar mais), por isso ficou como titular. Hoje na maioria das vezes jogou com as ponteiras na maior distância (como seu Zé gosta). Em relação a inversão do 5x1, gostei da Tandara que conseguiu derubar algumas péssimas bolas levantadas pela Dani Lins como o João Lucas já mencionou aqui, não fez NADA de útil. Senti falta da Fabíola sim, principalmente na reação turca no 4º set. Aquele momento a seleção tinha que ter uma levantandora mais alegre, vibrante e ousada para brecar a reação turca.
Em relação a Turquia, parabenizo o técnico Marco Aurélio, pois não considero suas jogadoras excelentes, mas ele consegue armar seu time direitinho além de ser muito corajoso e justo, pois a estrela do time não foi bem no terceiro set e ele a barou e manteve a reserva em seu lugar.

Anônimo disse...

A irregularidade da seleção é um fato.Uma coisa que eu queria entender essa levantadora,que sovrecarregou a entrada de rede,,cadé a Sheilla na pipe?Erros primários caracterizaram parties do jogo,sorte do Brasil ,que a Turquia não mostraram o seu volei,porque senao,provavelmente,a derrota seria certa.Desse jeito,o Brasil passar da primeira fase vai ser muito ...Time tem,mas essa inconsistencia sera fatal.

tete disse...

Fernandinha não tem altura e o seu feijão com arroz não fazem diferença para ela ser titular da seleção, Fabíola cansou de amarelar nos jogos importantes e hoje estaria atacando várias bolas de segunda deve ter sido por isso que foi cortada. Sheilla não contente de pisar na linha a superliga inteira também pisou nas olimpiadas. Paula brigando com a Fernandinha em quadra por causa de uma jogada mostra o time unido que temos. Se fosse para levar uma jogadora que só iria entrar para sacar levasse aquela que jogou pelo Unilever acho que a o nome dela era Carol raramente ela errava um saque diferente da Natália.
Ps: na próxima partida Garay não vai levar o set nas costas pq ela já não será mais elemento surpresa, aposto placares folgados para os Estados Unidos

Paulinho Adorador disse...

É meus caros amigos, o que todos temiam começou a acontecer. Essa seleção vai passar sufoco após sufoco.
Concordo com tudo o que foi dito no post. Realmente Fernandinha fez o feijão com arroz e muito mal feito por sinal. Insistiu muito com a Jaque, acionou pouco as centrais, errou muito o tempo da bola com a Paula, não usou a Sheila nos momentos de tensão, além de ser u brecha no bloqueio. Fabíola não é espetacular no jogo de hoje, dificilmente teríamos perdido 2 sets.
Fabi fez o que era esperado: errou muitos passes e pecou no posicionamento na defesa. Ainda bem que Jaque cobriu bem o fundo de quadra, e no dia que a Jaque não tiver bem????

tuliobr disse...

Não foi surpreendente, mas foi doído, pois em dado momento pareceu que o 3x1 estava garantido. Muito dessa vitória deve-se ao respeito quase reverencial que as turcas ainda devotam à SFV; para elas, ainda falta camisa. Com relação ao nosso time, penso que houve uma discreta evolução quando comparamos com as atuações no GP na questão da agressividade no ataque: nota-se que ao menos há um esforço e uma preocupação com a potência dos golpes, com variado grau de sucesso mas ainda muita instabilidade. A Turquia facilitou para nossa defesa jogando de forma óbvia: todos os levantamentos procuravam a posição da Fernandinha na rede (americanas e sérvias, com boas atacantes de bolas altas, farão o mesmo) e deu oportunidade para a Jaqueline me convencer que foi a jogadora que mais melhorou em relação ao GP. A Sheilla é sempre muito cobrada e, se das campeãs de 2008 a torcida espera que façam chover, da Sheilla queremos que faça nevar; foi a maior pontuadora e melhor atacante do time, mesmo não sendo a Sheilla de dois anos atrás. Não sou condescendente, porém: pisar na linha em um saque crucial é inaceitável. A Natália confirmou nossa opinião sobre a escolha do JRG: se for para entrar no fundo e sacar (mal), nosso técnico, deliberada e inexplicavelmente, optou por jogar uma Olimpíada com onze jogadoras. A Fabiana foi importante no bloqueio, mas inexpressiva no ataque: as bolas que caíram pegaram mal em sua mão e enganaram a cobertura turca. Fernandinha, além de referência para o ataque turco, parecia tão procupada em não errar que perdeu totalmente a ousadia, justamente o diferencial que fez a SFV admirada no mundo: limitou-se a um repertório escasso, nenhuma china em cinco sets, nenhuma bola de segunda, pouquíssimas bolas do fundo, jogadas óbvias pela entrada e pela saída, poucas e tímidas inversões, só levantava para trás se não houvesse opção, além de ter um aproveitamento no saque menor do que o necessário para uma levantadora. Nada disso é culpa da Fernandinha, ela é uma levantadora esforçada que caiu de páraquedas há três meses para fechar um trabalho de quatro anos. Estes serão dias muito sofridos para mim, Laura e amigos, mas eu ainda acredito em um bom resultado. Se vier, porém, devemos agradecer porque teremos sido agraciados por um milagre que a SFV ainda não provou merecer: terá essa chance contra as americanas.

Laura disse...

João Lucas, a Fernandinha que vi jogar aqui no Brasil era melhor do que a Fabíola. Era ousada e jogava com velocidade. Mas, como ela mesma admite, o tempo q passou na Europa deixou o jogo dela mais lento. Quando ela foi convocada este ano, gostei muito, mas não a considerei nem a considero salvadora da pátria.Gostei principalmente porque imaginei que ela desbancaria a Dani Lins (doce ilusão!).

Só acho que ela tem condições de jogar melhor e acredito nela. Mesmo porque se não for ela...

E tem um fato que pesa contra as levantadoras da seleção, e principalmente contra a Fernandinha, é que nenhuma fica tempo suficiente para estabelecer um padrão de jogo.

Que bom que vocês foram críticos com a Natália (ou melhor, com a opção do Zé) porque achei q estava sendo implicante ao pensar o mesmo q vcs. Se ela foi pros Jogos só para entrar pra sacar (e ainda mal), puta que pariu. Mas vamos lá, eu ainda fico na torcida por ela e que, quando necessário, o Zé banque a sua escolha e a coloque pra jogar.

Pedro disse...

De maneira geral, acho que nossas levantadoras não são o problema fundamental da seleção. O calcanhar de Aquiles do time é o ataque. Fabiana não é mais a mesma. A última vez que a vimos foi no Mundial de 2010, quando a Fabíola abusava dela na rede de 2. Hoje, ela não serve mais de desafogo. A china dela é facilmente marcada por uma bloqueadora apenas. Sheila também caiu de rendimento. Baixíssimo aproveitamento de bolas pelo fundo. Vocês dirão: uai, culpa da Fernandinha, que não coloca Fabiana e Sheila no jogo. Não é o caso da Fabiana, que foi acionada várias vezes e não correspondeu. E é só parcialmente verdade no caso da Sheila: nenhuma levantadora do Brasil está colocando bolas para ela do fundo de quadra porque não sentem confiança nela. Sheila erra muito e, por isso, Pipe e Saída passaram a ser arriscadas, ao invés de bolas de segurança. E vale lembrar um fato importante: o Brasil NUNCA ganhou uma final de campeonato intercontinental com a Jaqueline no time titular. Não é que ela seja ruim. O problema é que precisamos de várias atacantes efetivas. Repito: o maior problema do Brasil é o ataque.

Pedro disse...

Um último comentário: na minha opinião, a pior jogadora do Brasil foi, de longe, a Fabi. Cometeu muitas falhas. E em momentos importantes. E, desta vez, não foi só na recepção. Teve uma péssima apresentação na defesa também.

Anônimo disse...

meninas do volei, muito boa sote nessa jornara rumo ao ouro nas olimpiadas 2012. nto na torcida aqui no brasil, e voces vão arrasar.
tudo de bom

Welmer disse...

Eu não assisti ao jogo por completo, quando comecei a ver já tava 1 a 0 para o Brasil. No segundo set e no quarto set, os sets que o Brasil perdeu, a cada ponto da Turquia, eu xingava a Fernandinha, acho que fui muito crítico, talvez ela nem merecesse. Mas o que eu não entendia por que ela não jogava com as centrais e nem com a Sheilla pelo fundo de quadra, pois ao meu ver a recepção brasileira funcionou bem. No final do quarto set a Fernandinha mandou bolas seguidas para a Jaque, que sempre achei uma grande jogadora, principalmente no fundo de quadra, mas sei que tem jogadoras com poder de decisão maior que o dela, por isso, aquelas bolas não deviam ser levantadas pra ela, mas sim pra Sheilla, só que a Sheilla estava no fundo de quadra , e como a Fernandinha iria força uma bola que ela não forçou durante o jogo todo???

Pra mim esse foi o maior pecado cometido pela Fernandinha, pois aquele jogo tinha tudo pra acabar 3x1.

Anônimo disse...

Nao gostei do jogo não Laura.

Turquia cometeu 12 erros no primeiro set, isso eh D+, muito mesmo pra um time de alto nível e analisando por essa ótica, ganhar de 3x2 de um time q comete 12 erros em um set só demonstra q não existe uma significante diferença entre os dois.

Toqueline

Natália foi à Londres p/ aprender inglês?

Fernandinha além de não surpreender ainda virou porta de ataque dos adversários.

Crowley.

Giovanna disse...

Natália fez o esperado: entrou, e não fez a menor diferença...entrou pra sacar 2 ou 3 vezes, não sacou nada de espetacular, e ainda num contra-ataque turco perdeu a chance de defender a bola no fundo de quadra, naquele momento que ela ficou estática no lugar só olhando a bola passar acho que o ZRG acordou e viu que não dava mais pra ela entrar e só desandar o jogo...

Pra mim o Brasil não jogou bem, foi uma estréia ruim...o primeiro set foi o UNICO que fez jus à nossa condição, os outros 2 vencidos pelo Brasil foram suados, conseguidos no sufoco, e sem a menor necessidade, pois a Turquia errou MUITO, MUITO MESMO, não tinhamos a menor necessidade de ir pro tie-break, poderíamos ter fechado em 3x0 ou 3x1 no máximo...depois que o Brasil perdeu a vantagem de 18x10, eu perdi totalmente a confiança no Brasil...estar a 7 pontos de fechar o set, e deixar o adversário fazer 17 pontos é e fechar em 27x25 é DEMAISS!!! Aquele set pra mim foi um tapa na cara mesmo!!!

Não desmerecendo a Turquia que é sim uma boa equipe, mas elas erraram tanto que foi imperdoável o Brasil coseguir a PROEZA de ir pro tie-break!!