segunda-feira, 30 de julho de 2012

Previsível - EUA 3x1 Brasil

Resultado dentro do previsto. Ouvi muito falarem de confiança, alegria e outras coisas subjetivas que teriam faltado ao Brasil nesta partida. Antes fosse esses os problemas brasileiros. Vontade não falta à seleção, mas ela esbarra constantemente em limitações técnicas, que não consegue superar há meses.  

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Os EUA pontuaram com muito mais facilidade que o Brasil, que sofreu para colocar a bola no chão. Sheilla, Paula e Garay melhoraram ao longo da partida, mas ainda assim nem se compararam ao aproveitamento e facilidade que Hooker e Tom tiveram. O que se deve em parte pela habilidade das norte-americanas e outra à defesa brasileira, que, apesar de bem postada, não conseguia colocar a bola de volta ao jogo.

A defesa foi a maior decepção desta partida. Começou bem, mas depois desperdiçou chances de contra-ataques que nivelariam o jogo. A segunda maior decepção foi o desempenho da Thaisa: nem saque, bloqueio ou ataque. Lembrando que só há decepção quando há boas expectativas.

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Faltou, novamente, pressão no saque. A líbero Davis e a Tom cobrem bem a linha de recepção dos EUA, mas o Brasil facilitou o trabalho delas. Sem contar os inúmeros erros neste fundamento nos momentos importantes. O campeão olímpico agiu como a inexperiente Turquia e falhou quando não podia. Sem consistência no saque, o Brasil quebrou o próprio ritmo de jogos por diversas vezes.

O início da Fernandinha pareceu promissor. Mas o basicão e a falta de entrosamento com algumas jogadas começou a aparecer e o Zé fez a opção certa pela Dani Lins. O Brasil ficou mais à vontade com a Dani no levantamento. Fabiana voltou a atacar e as bolas de meio-fundo ressurgiram. Não foi nenhuma mágica, foi um simples entrosamento.

Mais uma vez a Garay entrou bem, é uma força diferente para o cansado ataque brasileiro. A Tandara é que me dá a impressão de ter sentido o peso da Olimpíada e não soltou o braço quando foi preciso. Com a Natália sem condições, as opções do Zé ficam bem restritas.

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Agora, a partida valeu para ver que os EUA também têm suas falhas e sentem a pressão.  O Brasil se beneficiou bastante de erros norte-americanos quando conseguiu, mesmo que por pouco tempo, ter um padrão de jogo. Os EUA são uma grande seleção, mas o problema maior está na seleção brasileira e não no adversário.

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Pê ésse:

- O óbvio, mas que merece sempre ser registrado: Logan Tom joga muita bola. 

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Giro olímpico:

- Assisti aos dois últimos sets de Rússia 3x1 Rep. Dominicana. A vontade era torcer para que as dominicanas levassem o jogo ao quinto set. De La Cruz e a líbero Castillo fizeram por isso. Mas razão falou mais alto. Vai que a Rússia se complique e não fique em primeiro no seu grupo? Com essa novidade de sorteio entre os segundos e terceiros colocados poderia colocar as russas no nosso caminho logo numa quarta-de-final. Então, deixei a torcida de lado.

- A China venceu a Turquia por 3x1. A central Hui tem se destacado na pontuação. Vai ser outra pedreira para o Brasil.

- Coreia 3x1 Sérvia. Esta era uma disputa direta pela quarta vaga no grupo. Ao que tudo indica, a desfalcada Sérvia vai ficar de fora.

27 comentários:

tete disse...

Zé Roberto só faz alterações quando o jogo está praticamente perdido, Adenízia foi pra ficar esquentando banco. Alguém me diz se tem uma regra nova que não pode substituir a capitã porque não é possível ela continuar em quadra jogando mal do jeito que estava, tudo bem que com a entrada da Dani Lins ela começou a virar umas bolas. Dani Lins se rebelando contra o Zé eu ri e isso porque o time está unido pois se estivesse rachado elas estariam puxando a faca umas paras outras em quadra.Natália em quadra é jogar com uma a menos e em um jogo como o de hoje ela nem deevria etr saido do banco.

Giovanna disse...

Brasil sempre jogando contra si mesmo Laura, essa é a verdade!! Quase não aguentei ver a partida de hoje com tantos erros, sem falar todos os palavrões do meu vocabulário!!

Não sei se vcs perceberam, mas o Brasil sempre começa bem contra os EUA, sempre superior e na frente no placar, mas não sei se pelo excesso de confiança da nossa seleção ou se por mérito das americanas, elas sempre viram o jogo (seja após perder o #1 set, como no Grand Prix, ou simplesmente virando o placar ainda antes do final do set como hoje)

Não tenho muito o que falar tecnicamente, pois o Brasil pecou em simplesmente todos os fundamentos...o bloqueio, que não apareceu (aliás, até apareceu, mas não soube surpreender as americanas)...o saque, que foi uma tragédia: além de não ter sido ameaçador em nosso benefício, foi provavelmente o fundamento que mais rendeu pontos aos EUA...o ataque, que talvez não por deficiência do Brasil, mas por EFICIÊNCIA da defesa americana, foi um lixo...e o nosso fundo de quadra, que não preciso dizer que sente MUITA FALTA DA CAMILA BRAIT!!!

Ôoo disperdício ter levado a Natália, ainda não me conformo...ou seja, a Natalia fica no banco 100% do tempo, e quando os precisamos imensamente de uma troca de líberos ou de um reforço no fundo de quadra, não temos, pois o querido ZRG achou MUITO que a Natália seria a salvadora da pátria, e que o ataque resolveria tudo...Nossa defesa tá um LIXOOOO

Depois do jogo contra a Turquia eu ja tinha entrado em modo de alerta, depois do jogo de hoje então...

Ainda acredito no ouro, mas o brasil precisa imensamente mudar sua postura. (Explico 'postura' abaixo)

Welmer disse...

Eu fiquei decepcionado, esperava mais da seleção.

O início do jogo me pareceu promissor, mas depois do primeira parara técnica as americanas tomaram o controle do jogo.

O segundo set não tenho nem o que falar, foi muito ruim, foi deprimente a atuação das meninas. Enquanto a defesa dos EUA pegava tudo, na quadra brasileira caía de tudo.

Nunca pensei que falaria isso, mas a Dani Lins foi melhor que a Fernandinha e foi importante na vitória do terceiro set.

No quarto set, o Brasil deu a impressão que levaria a partida para o quinto set, as meninas se posicionavam bem na defesa, mas espirravam as bolas. No final do quarto set, fiquei muito irritado com os erros de saque, que tirou qualquer chance de um quinto set. Agora é esperar por melhores atuações nos próximos jogos.

Falando do jogo entre Rússia e República Dominicana, gostei da Líbero Brenda Castillo, nunca tinha visto um jogo dela, e fiquei impressionado com o seu desempenho, ela foi bem na recepção, pegou muitas pancadas das russas e estava presente em todas as coberturas de ataque.

Anônimo disse...

Avaliação Geral (ataque/bloqueio/saque)

Paula - Bom
Garay - Bom
Sheilla - Ruim
Jaqueline - Regular (ataq ruim;defesa bom)
Thaisa - Ruim
Fabiana - Regular(ataq bom, bloqueio bom; saque ruim)
Fabi - Regular (recepção bom, defesa ruim)
Adenizia - Bom
Tandara- Ruim
Natália - sem comentários.

Anônimo disse...

Dani Lins - Regular
Fernandinha - Ruim

Giovanna disse...

Digo postura da seguinte maneira: elas não sabem parar, respirar, e conversar quando estão perdendo. Perceberam? Elas são mega afobadas e ansiosas, nos tempos tecnicos, elas não param e conversam com o treinador, elas ficam dispersas, tomando água, não sabem ouvir o treinador e nem repensar a postura tática delas!!! Tipo: "caramba, estamos 7 pontos atrás no placar, o que nós estamos deixando de fazer ou fazendo errado pra elas estarem bloqueando a gente constantemente, pra nós não conseguirmos colocar a bola no chão??? Precisamos mudar isso, aquilo, aquilo outro..."

Não, elas não reveem a postura delas!!! Elas mal saem de quadra pro tempo técnico, ja querem voltar p/ quadra, sem rever a estratégia de jogo...como se o tempo tecnico fosse só um perído pra descanso, e não um período para, justamente, vc rever o lado técnico da equipe!!

Aí sai uma cidadã lá de trás berrando "VAMOS LA BRASIIIIIIIIL!!!' como se gritar fosse ajudar a não parar no bloqueio, ou a sacar menos pra fora, ou a levar menos toco da Logan Tom...

Giovanna disse...

Outra coisa: Zé demora MUITO pra colocar a Garay e a Adenizia em quadra quando mais precisamos delas...

Eduardo Araujo disse...

Oi gente vi o jogo e pra mim não foi surpresa nenhuma o técnico do EUA da um baile no ZR!!!
Senão fosse o relaxamento do 3 set por parte das americanas teríamos levado uma surra maior!!!
Uma coisa que esta ficando cada vez mais visível é a opção do ZR pela Fernanda no GP dava ate para mascarar, já que colocava a mesma contra times fracos e a Fabíola que aguentava o rojão contra os times fortes, não vou dizer nem que ela é ruim, mas colocar ela na competição mais importante com 2 meses de treino, desculpa vai jogar em um nível baixo mesmo, por falta de entrosamento e ainda vai dar preju no bloqueio e olha que hj o nosso passe não foi ruim!!!
Pra ver como esta a coisa geralmente a Fabíola que tirava a titularidade da Dani Lins e hj foi a Dani Lins que tirou a titularidade da Fernanda, na verdade a colocou no bolso!!, será que se a Fernanda não fosse jogadora da AMIL ela estaria lá???
E devo admitir quando a Dani Lins entrou eu pensei agora agente toma uma surra e ate que ela jogou melhor do que geralmente joga!!!
Esse jogo mostrou que ate o momento as escolhas do ZR estão sendo péssimas, a Natalia pelo visto foi aprender inglês!!!, a Tandara é uma boa jogadora mas não tem bola para ficar no lugar da Mari, a Tandara tinha que estar no lugar da Natalia!! e a Fabi hj passou bem, mas na defesa é um desastre ou seja era para a Camila Brait estar nesse time.
Fora que o entrosamento da Fernanda com o resto do time esta uma verdadeira droga, pq não usar o entrosamento do Sollys o esquema tático do Sollys pra que querer inventar é mais fácil 5 jogadoras se acostumarem com um esquema novo do que 12 jogadoras se acostumarem com um esquema novo!!!
Mas agora já é tarde para isso, temos outras pedreiras pela frente e senão melhorar agente nem passa, pq ate o momento estamos com somente 2 pontos!!!
Se isso acontecer o ZR teria que ser demitido no aeroporto e por telefone!!!

Welmer disse...

Falando do desempenho das jogadoras, tirando a Fê Garay, nenhuma outra me agradou. Espero que nos próximos jogos todas joguem bem.

roni disse...

O pior foi a Jaque ter feito apenas 2 pontos.

Welmer disse...

Laura, sempre gostei da Jaque e sempre defendi sua titularidade depois da ótima Superliga que ela fez, mas depois desse jogo acho que ela seria mais útil se fosse uma opção no banco.

No jogo de hoje, também senti falta da Fabíola. Acho que ela teria mais condições de mudar a cara do jogo, lembro do ano passado durante a Copa do Mundo, no jogo contra Sérvia, que o Brasil estava perdendo por 2x0 e jogando mal, e ela entrou e conduziu o Brasil à vitória.

O que você acha????

J.W. disse...

Gente, a Jaque pode ter feito apenas dois pontos mas ela é importante na recepção e defesa, se não estivesse no time a derrota seria ainda pior. Quem me surpreendeu foi a Paula, é uma grande jogadora mas não está no auge da forma física. Mari se estivesse bem faria diferença mas nenhuma do jeito que ela está. Sinto falta da Sassá que é ótima na recepção e defesa, tem boa técnica e se vira nos ataques.

tuliobr disse...

Poderia ter sido uma catástrofe, mas foi só péssimo. Isso porque a seleção americana padeceu com a síndrome do terceiro set e permitiu que a SFV crescesse. Se o terceiro set repetisse os dois primeiros, o time sairia de quadra sem a pouca confiança que ainda resta, e eu não sei, nas atuais circunstâncias, de onde a seleção tiraria forças para cumprir com dignidade seu destino nesta Olimpíada. Como venceu um set e conseguiu fazer frente em parte de outro, a SFV ao menos mantém a esperança. O problema, Laura e amigos, é que o torneio olímpico é um torneio curto, não é como na SL, em que um time pode ser montado ao longo do campeonato, opções erradas podem ser descartadas, deficiências físicas e técnicas, corrigidas, ousadias podem amadurecer e serem bem-sucedidas. Nos JO o time tem que chegar pronto, entrosado, com táticas e estratégia definidas, sem lesões para serem tratadas e disputas por posições para serem solucionadas. Houveram quatro anos para isso, mas chegamos a Londres com uma jogadora sem condições de jogo, sem ponteiras e levantadora titulares. Se em Pequim a SFV jogava no ritmo da Fofão, em Londres a SFV não tem o rosto da Dani Lins, da Fernandinha ou da Fabíola: na verdade, não tem rosto algum. Hoje vi o contraste entre um time cujo jogo fluía com naturalidade e com oscilações pequenas nos fundamentos, diante de um adversário sem consistência tática, que ora não tinha ataque, ora não defendia nada, que passou um set inteiro sem bloquear, com jogadoras que passaram várias rotações sem pontuar e que erraram (de novo) saques em sequência nos momentos mais decisivos. De um lado, os EUA mantiveram a iniciativa sempre e, mesmo quando perderam um set, em momento algum pareceram perder o controle da partida: as substituições foram só a inversão e a entrada da Myashiro como falsa ponteira. Do outro, via-se que um imenso esforço era necessário para pontuar, as jogadoras eram substituídas como quem troca fusível queimado, na base da tentativa e erro. O resultado foi inevitável: pela enésima vez, MacCutcheon botou o JRG no bolso. Este não foi um jogo decisivo e o Brasil pode perfeitamente chegar e até vencer a final, mas para isso precisará de um milagre: JRG fazer em treze dias o que não fez em quatro anos.

Julie disse...

Tenho absoluta certeza que durante a partida inteira o ZRG olhou para a quadra... olhou pro banco e pensou: TO FUDIDO... FIZ MERDA!

Wilson disse...

Laura, estou triste ao ver a nossa SFV! Fico mais triste ainda ao perceber que mesmo jogando mal, algumas atletas não são substituídas. Sinceramente, não entendo como técnicos levam atletas sem condições físicas e técnicas e NINGUÉM interfere ou fala nada (e isso na SMV também). Infelizmente, não creio que nossa seleção ganhará medalha nesta olimpíada (espero, sinceramente, queimar minha língua). Vamos esperar... porque torcer não consigo mais.

João Lucas disse...

Vi uma seleção com Fernanda Venturini, Fofão, Ana Moser, Leila, Virna e outras lutarem muito contra uma forte seleção cubana. Se perdiam por força e técnica compensavam com garra e determinação.
Depois de 2008, quando a seleção atingiu o ápice e 2010 quando com muitta garra chegou ao segundo lugar no Mundial, essa seleção não me impressionou mais.
Não falta vontade a atual seleção, porém, falta garra. As jogadoras estão apáticas em quadra e não convencem. Uma mostra foi o jogo de hoje quando entraram estranhamente medrosas, respeitando demais as americanas. Nenhuma bola era cravada do outro lado da quadra, enquanto que as bolas dos EUA caíam todas no chão. O primeiro set foi terrível de assistir e o segundo dispensa comentários. A equipe americana está sim em grande fase, entretanto, não é imbatível e a Seleção Feminina de Vôlei do Brasil é a atual campeã Olímpica. Nem contra Cuba com Regla Bell, Regla Torres e Mireya Luis vi a seleção entrar em quadra desta maneira.
A levantadora Fernandinha segue com atuações muito ruins. São levantamentos lentos e muito altos nas pontas. Suas jogadas são muito marcadas e param fácil no bloqueio. As jogadas de meio inexistem. Mereceu ser tirada de quadra.
Sempre critiquei muito Dani Lins, não por técnica e sim por postura, mas, justiça seja feita hoje ela queimou minha língua. A levantadora do Sesi deu padrão de jogo ao time variando as jogadas e principalmente, deu velocidade aos levantamentos e colocou a central Fabiana na partida. Pelas mãos de Danielle Lins e Fernanda Garay o Brasil venceu o terceiro set e só não levou a partida para o quinto set porque Zé Roberto resolveu dar um "showzinho" no tempo técnico no quarto set e a armadora voltou tensa e no primeiro erro ele a tirou de quadra voltando com Fernandinha, que com seu jogo feijão com arroz fez com que as americanas voltassem a abrir. Com tudo isso o técnico brasileiro voltou com Dani só que a vaca já tinha ido para o brejo e as americanas sacramentaram a vitória. Zé Roberto deve sim pagar pela derrota.
Fernanda Garay como citado acima é a única ponteira do time e merece ser titular. Passou infinitamente melhor do que Jaque e Paula e foi a única a virar bolas.
Jaqueline Carvalho e Paula Pequeno seguem muito inconstantes. Paula larga demais e a mulher de Murilo está horrenda no ataque, se salva por seu ótimo fundo de quadra, só que na partida de hoje não passou nem defendeu. Por ser uma jogadora de esquema tático mantê-la em quadra entre as titulares é prejuízo.
Aliás na partida de hoje a defesa do Brasil simplesmente inexistiu, as jogadoras estavam bem posicionadas, entretanto, não conseguiam colocar as bolas pra cima. Já do outro lado a equipe americana deu uma verdadeira aula de defesa.

João Lucas disse...

CONTINUAÇÃO:

Dizer que Sheilla já não é mais aquela definidora é chover no molhado. A oposta segue fraca no ataque e não define, vendo Sheilla atuar me lembrei de Joycinha este ano na Superliga pelo Vôlei Futuro. A oposta reserva Tandara entrou e não foi bem, parece estar sentido a Olímpiada.
Fabiana seguiu bem no bloqueio e como já mencionado melhorou no ataque só que tarde demais. Thaísa decepcionou foi melhor no ataque só que ficou devendo no bloqueio, porém, a central brasileira tem crédito. Há um bom tempo vêm carregando a seleção nas costas e por diversas vezes foi a melhor em quadra e hoje parecia não estar em um bom dia.
E o que dizer de Fabiana Alvim? Nunca vi uma líbero que não passa e não defende bem. Fabi já fez a sua parte e merece respeito pela sua trajetória vitoriosa pela seleção só que vem se arrastando em quadra e isso só evidencia a insanidade da comissão técnica em desperdiçar o talento de uma jogadora do nível de Camila Braitt deixando-a no Brasil.
Vendo as atuações do Brasil algumas indagações são inevitáveis. Até quando Natália vai ganhar ritmo? E Adenízia até quando vai ficar no banco? Vai ser testada se a capitã continuar irregular?
Só há um jeito esperar.

PS. 1: A equipe americana só perde esse ouro se houver uma hecatombe. Chega a impressionar a obediência tática e o volume de jogo do time. Todos os fundamentos funcionam muito bem, destaque para o ataque comandado por Logan Tom, Hooker e Larson. A defesa também merece destaque a grande Tom e da boa líbero Davis varrem a quadra.

PS. 2: Torci horrores para a jogueira equipe da República Dominicana levar a partida contra a Rússia para o tie-breick. A líbero Brenda Castillo deu um show em quadra, é uma jogadora promissora. Ri muito da cara das russas, simplesmente preocupadas pela eficiência do ataque de Betânia dela Cruz.

Laura disse...

João Lucas, não acho que falte garra. Acho mais uma questão de falta de confiança, que se desencadeia a partir do momento em q elas erram ou não conseguem fazer o seu melhor. Foi o q aconteceu, de forma mais grave, na Copa do Mundo.

Welmer, a pouca eficiência da Jaque no ataque só nos salta aos olhos porque Sheilla e Paula não estão dando conta do recado. Acho que ela tem papel importante para o Brasil no fundo de quadra e a manteria como titular. Eu trocaria a Paula pela Garay.

E acho q a Fabíola ajudaria sim, mas não a ponto de mudar o resultado.

Pois é tuliobr.... Ouço os comentaristas dizerem que o Zé tem tempo para arrumar o time e de esperar pela Natália, e eu não entendo em q competição eles pensam que estão. Para mim, Olimpíada, como vc falou, é tiro curto. A Natália vai estar pronta pra jogar quando o Brasil estiver já eliminado. Pequenos ajustes podem ser feitos, mas os problemas que o Brasil enfrenta são mais graves. E se não consertou durante todo este tempo de preparação, da Copa do Mundo até agora, só mesmo um milagre.

E sobre a "cara" do time, a Ana Moser fez o mesmo comentário e concordo com vcs. O Brasil está sem identidade, infelizmente.

Paulinho Adorador disse...

A questão da identidade do time passa pela falta de renovação no posição de levantadora. Afinal o cérebro do time é o levantador. E ficamos 4 anos sem saber quem era a levantadora titular do Brasil, e quando todos (inclusive as jogadoras) pensaram que era a Fabíola, que nunca foi um espetáculo, mas dava um outra cara e postura pro time, de repente veio a Fernandinha sem entrosamento nenhum. E se o levantador é o cérebro o capitão (ã) tem que ser o coração, e que coração apático nós temos hein? É triste ver, mas parece que o destino do Brasil nesses JO será o mesmo da Copa do Mundo, tudo isso se resume em duas coisas: corporativismo e falta de planejamento sério. Espero, que seja qual for o resultado desses Jogos, o ZRG e sua corja saiam da seleção, já deu o que tinha que dá.

Abraão disse...

Alguém aqui ja falou: o Brasil jamais ganhou torneios importantes com a Jaque na equipe titular. E eu sou obrigado a concordar com isso! Nao adianta, é pura invenção mantê-la na equipe, ela ja provou inclusive que sequer na recepção é confiável, muito menos na defesa que é o que muitos usariam de argumento para defender sua permanência. Ontem ficou mais do que provado q defesa nao ganha jogo e sim um ataque q derrube bolas! Ontem a Dani entrou e fez uma ótima distribuição, mas na hora do aperto as atacantes nao sabiam o que fazer com a bola. Por isso q Mari seria tão fundamental, ou alguém ainda é capaz de dizer q melhor foi levar a Tandara?!!! Vamo lá Lilian, Tigrão, Leonardo, apareçam aí pra dar uma opinião pra gente, estou sentindo pra caramba a falta de vocês!

tete disse...

Vi aquele documentário Pátria e alguns jogos no youtube em relação a outras seleções e incluindo a seleção de Cuba a seleção brasileira estava abaixo, mas o time de Ana Moser, Marcia Fú, Venturini era um time guerreiro ganhava na raça e tinha uma outra postura até a Venturini se estranhava xingava de volta as Cubanas, as nossa seleção atual não têm ninguém que faça o papel de líder as que as vezes tentam jogar o time para cima as vezes são a Taisa e a Paula.

Marcelo disse...

Uau, ainda há quem ache que Jaqueline deve ser titular por ser importante no fundo de quadra. E eu pensando que só Zé Roberto e Marco Freitas ainda acreditavam nessa esparrela. Os adversários agradecem a presença da ponteira "completa" na rede de dois e os pontos seguidos que ela proporciona.

Anônimo disse...

Gente, sabe qual eh a solução para essa crise?
R)Renovação total.

Prof. PP disse...

Não sinto firmeza nesse time, pelo menos para conquistar o ouro. Me parece uma geração envelhecida e cansada, sem o brio de outras vezes. Acho que, ao final dos Jogos, há que se trocar o Zé, para promover uma renovação ampla, geral e irrestrita.

Julie disse...

Ontem o comentarista do SporTV disse que Natália estava entrando só no fundo de quadra... pra sacar e defender... porque ta ganhando "rítmo" e só deve entrar na fase final...

Aff!!! Pelo jogo apresentado... corre o risco de nem haver uma fase final... e Natália não encostar a barriga na rede!!!

Aline disse...

O grande culpado de tudo: ZE' ROBERTO GUIMARAES!!! O ridiculo do Ze' acabou com a selecao feminina psicologicamente, os cortes crueis, dramaticos e inexplicaveis, acabaram como espirito de grupo do time... O corte de FABIOLA em favor da pipoqueira amarelona da DANI LINS e o corte de CAMILA BRAIT para que NATALIA fosse fazer turismo em LONDRES foram de uma crueldade tamanha que acabou com o espirito de equipe. Nao ha' alegria nas jogadoras, elas estao tensas, incomodadas... Um time sem espirito de equipe nao conquista nada e o Ze' e' o responsavel por isso. Ele fez a mesma coisa com a equipe masculina que foi campea em 92, criou um clima ruim, de conflito e o Brasil foi um fiasco em 96.

Afe Tado disse...

Assino o PV e pago regiamente as mensalidades para ter acesso a comentários 'a quente'. O jogo contra a Coréia já acabou há uma hora e nada de post a respeito. Quero o meu dinheiro de volta!!!!