Superliga 11/12 vem aí...

Hoje começa a Superliga 11/12. Como sempre, a expectativa no feminino é que o campeonato saia do previsível Unilever-Osasco como candidatos ao título.

Mas, para complicar o caminho dos adversários, as duas equipes se reforçaram. O time do Rio está com um trio de ataque poderoso: Mari, Sheilla e Natália. O que resta saber é se ele vai funcionar mesmo com a má fase das duas primeiras e os problemas físicos da Nati.

E o Unilever ainda tem o acréscimo da Fernanda Venturini. Se ela vai ser a jogadora genial de antes, não se sabe. Mas certamente é uma posição com a qual o Bernardinho não vai precisar se preocupar.

O elenco mais completo é o do Sollys/Osasco. O Luizomar vai ter a opções para trabalhar, principalmente nas pontas. Vai poder “brincar”, dependendo da necessidade, com Tandara, Hooker, Ju Costa e, em casos mais urgentes, a Ivna.

A norte-americana Hooker sem dúvida é um diferencial. Tomara que não haja nenhum problema extra-quadra que desvie o percurso dela no Osasco.

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Esta Superliga tende a ser mais equilibrada, com confrontos mais difíceis, sobretudo na fase de classificação. Mas será difícil alguém desbancar Osasco ou Unilever na fase final.

A princípio, quem pode ameaçar os favoritos é o Vôlei Futuro. Para isso, o time de Araçatuba terá que se valer da força do conjunto, característica marcante das equipes comandadas pelo competente Paulo Coco. E também contar com Paula Pequeno e Fernanda Garay em ótima fase, para suprir a irregularidade da Joycinha.

O VF não tem grandes peças de reposição, principalmente para oposto. O outro ponto de interrogação é a levantadora titular. Será que Ana Tiemi conseguirá se firmar na posição? Ao menos, a reserva Ana Cristina quebra o galho muito bem e pode assumir a titularidade com tranqüilidade.
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O Sesi é a boa novidade da temporada, mais uma equipe disposto a investir no vôlei feminino. O problema é que as expectativas geradas em torno das contratações não foram correspondidas. No final, formou-se um time bom, nada além. 

Elisângela,Soninha e Sassá não é um trio com o qual se possa ter muitas ambições no campeonato. Ainda assim, tem um técnico - Talmo - com um histórico recente muito positivo no masculino e que pode compensar a carência de destaques individuais montando um conjunto forte.

Já o tradicional Usiniminas/Minas manteve uma boa base do time titular e acrescentou Ramirez, Fê Isis e Mari Paraíba ao elenco. São bons reforços, mas não são suficientes para alçar o time à ponta do campeonato. Prevejo problemas de recepção com a linha de passe Mari Paraíba e Herrera/Ramirez... Mas tem jovens talentos que valem a pena ficar de olho: Claudinha e Natasha.

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