O Que Vem Por Aí

BRA-THA      06-Nov          4:30   
BRA-CUB     07-Nov           4:30   
BRA-GER     09-Nov           3:00   
BRA-USA     10-Nov           3:00

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Logo no primeiro confronto da segunda fase o Brasil encontrará pelo caminho um estilo de jogo diferente dos quais enfrentou até agora neste Mundial. Como uma boa equipe asiática, a Tailândia tem jogadoras baixa, mas é veloz. E a levantadora Tomkom é habilidosa.

Assim, é de se esperar um primeiro set mais complicado para as brasileiras até se acostumarem com o ritmo mais acelerado das bolas tailandesas e se organizarem na defesa.

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Contra Cuba, as brasileiras reencontram o jogo de força. Como escrevi no último post, estar tanto tempo sem enfrentar o time cubano pode dificultar uma partida que – pelos momentos que passam Brasil e Cuba - teria tudo para ser tranquila. O bom é que, com tantas rodadas transcorridas, já temos material suficiente para desvendar as cubanas. Mesmo com toda a atenção que merece, o confronto de Brasil e Cuba não tem 10% da relevância e do perigo que teria até poucos anos atrás.
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A Alemanha não costuma ser um adversário difícil taticamente, mas é trabalhoso. As equipes comandadas pelo Giovanni Guidetti normalmente são bem aguerridas, não desistem nunca. As alemãs têm feito uma bela campanha, perderam só para os Estados Unidos e venceram os demais da chave por 3x0.

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E por último, o principal adversário da segunda fase: Estados Unidos. Vai ser a primeira grande decisão do Brasil no Mundial (sim, eu não contei o jogo contra a Itália porque foi contra um time morto!). Provavelmente o perdedor da partida enfrentará Rússia na semifinal, se a própria não der uma de Cuba nas Olimpíadas de 1996 e tropeçar no seu grupo.

Os EUA, como de costume, têm feito uma campanha regular, sem altos e baixos como o time brasileiro. Algumas jogadoras já se destacam nas estatísticas individuais como a líbero Sykora e a levantadora Glass. Promete, mais uma vez, ser um jogo bastante estudado, pois as duas equipes se conhecem bem. E esquecendo os amistosos pré-Mundial, partida de cinco sets e tensão até o final é o normal quando se fala de Brasil x Estados Unidos.

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