Ainda Longe dos Grandes

Nos post do início da semana, escrevi como era delicada a sequência de jogos que o Vôlei Futuro teria neste reinício de Superliga. Pinheiros, Sollys e, depois de enfrentar o Macaé, Unilever.

E o resultado da primeira parte desta sequência não foi nada bom. Duas derrotas por 3 a 0 e poucos motivos para se acreditar que a história contra o Unilever será diferente.

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Na partida contra o Sollys, o Vôlei Futuro foi, no máximo, esforçado. Por mais que tenha equilibrado a disputa no segundo e terceiro sets, os erros de recepção e, principalmente, o baixo desempenho das atacantes mostrou que ainda precisa de muito para conseguir uma vitória contra as grandes equipes da SL.

O Sollys teve o tempo todo o jogo na mão. Foi mais consistente na recepção e competente na defesa. Se a Natália não se destacou tanto no ataque como deveria, na defesa ela me surpreendeu. Carol Albuquerque jogou solta e fez uma distribuição equilibrada e inteligente.

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O Vôlei Futuro jogou com uma a menos. Joycinha não entrou em quadra. Foi com surpresa que vi nas estatísticas finais que ela marcou 9 pontos. A Paula fez míseros 7 pontos, mas pelo menos consegui me lembrar dela ao final do jogo. Teve momentos bons durante a partida, principalmente no segundo set. Mas a Joycinha... esteve muito, muito apagada.

A recepção é um problema e nem Paula nem Joycinha conseguem passar por cima desta falha. O que, cá entre nós, deveriam fazer. Na hora do aperto nenhuma das duas está em condições de assumir a responsabilidade de virar a bola.

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Depois deste post pessimista, vocês devem se perguntar: mas não dá pra tirar algo de positivo do time de Araçatuba? Sim, a líbero Sykora, que é sempre um espetáculo. Se o VF não acrescentar em nada na disputa da SL, pelo menos nos presenteou com a oportunidade de vê-la jogar.

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