Brasil 3x0 Quênia

O Brasil fez o que se esperava: colocou o time reserva em quadra e ganhou com tranqüilidade do Quênia.

Agora é se preparar para enfrentar Alemanha, outro confronto importante desta primeira rodada. Vice-campeã européia, a Alemanha está com um ataque bem composto pela Kozuch, Brinker e a veterana Grün.

Espero que o Brasil tenha estudado bem esse adversário. Tá certo que a Alemanha já é uma velha conhecida. Só que depois do jogo contra os EUA, onde a seleção brasileira entrou tão perdida mesmo enfrentando um “velho conhecido”, não custa nada ficar com o pé atrás.
 
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Na transmissão do Sportv da partida de hoje, os comentaristas falaram como o Brasil explorava pouco as jogadas pelo meio. É uma verdade. Foi um pecado que a seleção brasileira cometeu contra os EUA.

Mas assistindo a atuação da Dani Lins, outra coisa também me chamou a atenção: como ela tem, na seleção, mais facilidade de jogar com a Adenízia e a Thaisa, adversárias de clube, do que com as centrais que jogaram mais tempo com ela nos últimos anos no Unilever, a Jucy e a Fabiana.

As bolas da Fabiana sempre são as que apresentam maiores problemas de precisão. E no jogo de hoje, a jogadas com a Jucy não tiveram a velocidade característica da meio-de-rede do Unilever.
 
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EUA 3x0 Sérvia
 
Resolvi acordar às 4h da manhã para ver EUA x Sérvia. Mas o time sérvio frustrou meus planos de assistir a um jogo bem disputado. Poupando algumas de suas principais jogadoras que apresentam problemas físicos, entre elas a Brakocevic, a Sérvia não foi páreo para os EUA.

Resultado que afasta ainda mais a chance de ouro para o Brasil na Copa. Os EUA têm o campeonato nas mãos. Já passou pelos principais adversários e com vitória. Vamos ver se, ao contrário do Mundial, as norte-americanas conseguem segurar o favoritismo e evitar qualquer tropeço no restante da competição.
 
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Pê ésse:
 
- A Itália, que tem tido um ano conturbado, começou bem a Copa. Venceu Japão e China, com Gioli de volta ao meio e Costagrande jogando como oposto. Ela vem sendo o grande destaque do time. Lo Bianco também parece que está recuperando a boa e velha forma. Se a Itália estiver bem encaixadinha, pode ser uma convidada bem desagradável para EUA e Brasil.

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