Que venha Cuba!

O confronto contra a República Dominicana pela semifinal do Pan-americano foi bem mais tranqüilo para a seleção brasileira. Jogando bem, desta vez a partida entre as equipes não teve nenhum drama, susto ou grandes preocupações.

Apesar da pouca disputa no placar, com exceção do terceiro set, o duelo entre as duas equipes foi bem jogado. Houve boas trocas de bola, resultado de defesas atentas e concentradas.

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O saque dominicano foi o que deu mais trabalho ao Brasil e o fator que equilibrou o terceiro set. O time brasileiro também ajudou dando uma desconcentrada e relaxada neste set.  Acordou a tempo da recuperação. A dificuldade de definição das jogadas no ataque foi novamente compensada pela forte atuação do bloqueio brasileiro.

A seleção novamente pôde contar com a força do grupo. A inversão 5x1 no final do terceiro set foi fundamental para a virada brasileira. Tandara e Fabíola deram conta do recado direitinho. Assim como a Garay, que havia entrado no início do mesmo set no lugar da Paula – que até então vinha sendo o destaque do time brasileiro no ataque.

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A decisão

Brasil e Cuba reeditam a final de 2007. Quatro anos depois, o momento das duas equipes é completamente diferente. Hoje o Brasil é claramente superior. Cuba não vive uma boa fase. Mesmo considerando o peso do clássico e da decisão, a medalha de ouro tem tudo para ser brasileira.

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Pê ésse
 
- Em 2003 o Brasil e Rep. Dominicana fizeram a semifinal do Pan. A seleção brasileira estava representada pelas juvenis, e no grupo estavam Dani Lins e Fabiana. Lembro-me bem do sufoco que o Brasil passou enfrentando as donas da casa em 2003. Mais ainda a Dani, nervosa e sentindo o efeito da pressão da torcida contrária.
 
Agora, 8 anos depois, é ótimo ver a mesma jogadora como titular da equipe principal e fazendo uma grande atuação.

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