Pê ésse:

- A Sérvia colocou a Rússia no bolso. Sem sofrer com um saque agressivo, como aconteceu contra os EUA, o time sérvio conseguiu distribuir bem as jogadas e sair da previsibilidade. No ataque a superioridade da Sérvia foi absurda: 50 pontos contra 29 da Rússia. E entendi a admiração do Tigrão, participante do site, pela levantadora da Sérvia. Ela é habilidosa, sabe jogar com velocidade e usar as centrais, como a Rasic – eleita a melhor atacante do GP.

- Macau, além de não saber transmitir uma partida de vôlei, definitivamente não sabe fazer cerimônia de premiação. Marcha de circo era a trilha sonora de uma entrega de medalhas lenta e sem emoção. E o troféu? Alguém viu ser entregue? Quando menos se esperava, o prêmio mais importante e representativo já estava nas mãos das capitãs. O momento mais especial passou completamente despercebido.

- Ainda bem que o terrível desempenho brasileiro na final não comprometeu a premiação individual de Dani Lins, Garay e Thaisa. Elas mereceram esse reconhecimento. Foram os pontos positivos da campanha brasileira no GP, juntamente com a Tandara (à propósito: bye, bye, Joycinha...).

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