À fase final

O Brasil encerrou sua participação na fase classificatória do GP com mais uma vitória por 3x0, agora contra a Tailândia, e é o único invicto na competição.

A partida não começou fácil para as brasileiras, que entrou no ritmo de jogo acelerado da Tailândia e tinha dificuldades na marcação – problema que se repetiu no terceiro set, com falhas também na recepção.
Mas foi só o saque e bloqueio entrarem nos eixos que o Brasil atropelou as tailandesas.Thaisa roubou a cena no ataque e Garay entrou bem no terceiro set, colocando ordem no passe. 

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Ao primeiro colocado, nenhuma vantagem

A fase final do GP começa na madrugada de quarta. Os grupos ficaram divididos da seguinte (e ridícula) forma:
Grupo A: Rússia(3º), Sérvia(4º), China(8º) e Tailândia(7º).
Grupo B: Brasil(1º), EUA(2º), Itália(5º) e Japão(6º).

Sim, isso mesmo. O primeiro e segundo colocados ficaram no mesmo grupo, juntamente com o quinto e sexto. Vai entender...

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É um grupo complicado pro Brasil, certamente mais equilibrado que o A. A seleção não teve vantagem nenhuma de ser a primeira colocada na fase classificatória. De qualquer forma, não  acredito que a composição da chave chegue a ameaçar a classificação para as semifinais.

A Itália não assusta. O Japão não passa por seu melhor momento, apesar de ter vencido a Rússia por 3x0 nesta última rodada. O Brasil, neste ano, parece muito bem preparado para enfrentar a equipe japonesa.

Os Estados Unidos é que devem brigar com a seleção brasileira pelo primeiro lugar, posição que, teoricamente, evita o confronto com a Rússia nas semifinais. Digo isso porque a Rússia, assim como Cuba, adora dar seus tropeços, sofrer derrotas inesperadas (ou programadas, quem sabe. A derrota do Japão pode ter sido friamente calculada...).

Mas, no fim, a Rússia, que raramente dá o ar de sua graça no GP, e a surpreendente Sérvia dão a essa fase final da competição um toque de novidade e de maior emoção.

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