Estreia classe A

A seleção B surpreendeu positivamente na sua estréia na Copa Yeltsin. Venceu a Holanda por 3 a 0 com uma boa atuação. Para um grupo “novo”, que joga junto pela primeira vez, foi um ótimo primeiro passo.

O jogo brasileiro fluiu facilmente, ajudado principalmente pela boa recepção e volume de jogo.  A aplicação tática das meninas no saque também colaborou.

Foram poucos os percalços: o saque da Flier deu trabalho ao passe brasileiro e quase comprometeu as vantagens que o Brasil havia conquistado; o bloqueio demorou para entrar e as jogadas com as centrais definitivamente não funcionaram.

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As “veteranas” Sassá e Brait foram muito bem. Mas o grande destaque da partida foi, sem dúvida, a novata Priscila Daroit. Estava esperando que a Tandara começasse como titular, mas a Priscila foi uma ótima surpresa. 

Ela foi a bola de segurança do Brasil e a Holanda não conseguiu marcá-la. É uma jogadora desconhecida das outras seleções, mas nem por isso deve-se tirar o mérito da Priscila nessa partida. Foi corajosa e soube dosar a habilidade e a força nos ataques.

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Bom ver que a mesma Priscila que vimos na Superliga tenha se apresentado na seleção. Espero que não tenha sido somente sorte de principiante e que ela se confirme como uma opção para a ponta.

Resta saber, também, se o time se manterá o mesmo para as demais partidas ou o Claudinho (e Zé Roberto, claro) pretende dar oportunidade para as outras meninas jogarem.

Próximas partidas (com transmissão da Band Sports):
Quarta (06/07) – 8h - Brasil x Croácia
Quinta (07/07) - 9h - Brasil x Ucrânia

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Copa Pan-americana

4 jogos, 4 vitórias por 3 a 0. Ontem, contra o Peru, o Brasil sofreu um pequeno sufoco no terceiro set. O que já é mais ou menos comum quando a seleção enfrenta adversários fáceis. Frequentemente abaixa a guarda e enfrenta mais problemas do que deveria.

Mas o Zé tem uma certa responsabilidade nessa caso. Ele começou o terceiro set com Suelle e Jucy. Ora, isso funciona como um sinal para as suas comandadas de que “tudo está tranqüilo, tanto que estou colocando as reservas para jogar”.  

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Bom, não consigo assistir aos jogos transmitidos pela Internet (a única coisa que a minha conexão permite é ver aquela quadra azul terrível). Mas já deu para perceber que Thaísa e Fabiana têm comandado o ataque brasileiro. Uma ou outra tem aparecido entre as principais pontuadoras das partidas.

Sinal de que a Dani Lins tem a aproveitado a Copa Pan-americana para calibrar essas jogadas com as centrais e elas já estão dando resultado. Aliás, esse pode ser um grande ponto a favor da Dani já que a Fabíola não é muito amiga dessa jogadas e as costuma deixar de lado.

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Hoje, o Brasil enfrenta o seu grande teste: Estados Unidos. Akinradewo, Tamas, Alisha Glass, Fawcett, Larson e Hodge têm composto o time titular. Da mesma forma que o Brasil, os EUA não estão com todas as suas titulares, mas levam vantagem nesse confronto, principalmente por terem melhores opções no banco como a Metcalf e a Kimberly Glass.

Jogo complicado para o Brasil que vai depender muito da Sheilla e das centrais para vencer. Alguém arrisca um resultado?

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Pê esse:
- E os dois pontos da Paula no jogo contra o Peru? <0> Ok, para tranquilizarar, nas outras partidas ela pontuou normalmente. Deve ter sido um jogo atípico (#esperança).

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