Miscelânea

Depois de alguns dias sem qualquer novidade sobre o vôlei feminino, esta quinta-feira nos trouxe duas importantes notícias: a confirmação de que a Walewska volta a jogar no Brasil, no Vôlei Futuro; e a definição dos grupos da seleção que irão disputar a copa Pan-americana e a Copa Yeltsin.

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Comecemos pela seleção.

O time B que disputa a Copa Yeltsin terá: Ana Tiemi, Claudinha, Joycinha, Priscila Daroit, Sassá, Ivna, Tandara, Natasha, Natália Martins, Adenízia, Andressa e Camila Brait.

O Zé já tinha anunciado que iria fazer uma mescla com algumas jogadoras do time principal, até para dar mais ritmo de jogo a elas. A surpresa ficou por conta das não-escolhidas, digamos assim.

Suelle e Ju Nogueira ficaram com o grupo principal que disputará a Copa Pan-americana. À primeira vista pode parecer estranho: as reservas do Unilever conseguiram mais espaço na seleção do que as titulares que brilharam na Superliga.

Mas faz mais sentido que Tandara e Cia sejam postas para jogar do que fiquem apenas como espectadoras no banco de reservas. Ou seja, por mais que Suelle e Ju Nogueira estejam se destacando nos treinamentos (como o próprio Zé Roberto afirmou numa entrevista ao Bruno Voloch), a verdadeira aposta do treinador está nas jogadoras da seleção B, principalmente naquelas que assumirem a titularidade.

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Pê ésse:
- Nesta entrevista ao Bruno, foi ótimo ler o Zé Roberto dizendo que “o tempo das outras passou”, referindo-se as levantadoras veteranas da seleção, Fofão, Venturini e Carol Albuquerque. Finalmente um ponto final nessa história. Como o Zé disse, tem que se olhar pra frente.

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Walewska no Vôlei Futuro.

Os meus receios em relação a Wal continuam os mesmos quando do falso-anúncio de que ela iria para o Sesi-SP. Mas acho que ela se encaixa melhor na composição do elenco do VF, mais equilibrado, do que do Sesi.

Ela não é uma jogadora que faz a diferença no ataque como a Fabiana, precisa compartilhar essa responsabilidade com as outras. Talvez o VF ainda precise de uma meio-de-rede mais “atacante”, isso se a saída da Fabiana for confirmada. Mas no bloqueio, a Wal pode ajudar o VF.

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Natália e o tumor

Para fazer justiça: a Natália escreveu no seu blog que jogou boa parte da Superliga com dores, por causa do tumor no tornozelo, operado semana passada. Disse que foi criticada pelo seu baixo rendimento no campeonato. É muito pretensão minha achar que ela lê o Papo de Vôlei, mas eu fui uma dessas pessoas que a criticou. Mas como ela mesma disse, não sabíamos de nada.

Agora com tudo esclarecido, dá para entender o porquê das atuações pouco produtivas nesta temporada. Uma pena que o real problema não tenha sido descoberto antes, a tempo do Osasco poder contar com o melhor de sua oposta. Nós sentimos falta da verdadeira Natália nesta SL. Desejo uma perfeita recuperação e que possamos vê-la em quadra brevemente e no seu melhor.

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