(Re)esquentando os Motores

A Superliga feminina volta - finalmente! - na semana que vem. Alguns confrontos já começam a definir a colocação de equipes até então invictas, como é o caso de Sollys, Pinheiros e Vôlei Futuro.

O Vôlei Futuro tem uma sequência importante de jogos. Já na quarta-feira (12/01), enfrenta o Pinheiros, na reedição da final paulista. Dois dias depois, o Sollys. Na semana seguinte, faz uma partida contra o Macaé e depois contra o Unilever (23/01).

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É um momento decisivo para o Vôlei Futuro. Resultados e atuações ruins nas próximas rodadas podem criar um ambiente desfavorável para o restante da competição. Derrotas ou vitórias pouco convincentes são difíceis de digerir quanto se trata de clubes com alto investimento.
 
A cobrança em cima do VF é enorme e a paciência com times de elenco “estrelar” costuma ser curta. O São Caetano é o nosso maior e mais recente exemplo no feminino. O Pinheiros/Sky, no masculino, é outro.

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É uma bola de neve. Resultados pouco convincentes geram uma pressão que torna o trabalho de recuperação da equipe quase que impossível.

E o VF ainda não convenceu. Seria fundamental que agora, quando enfrenta os principais times da SL, consiga-se vislumbrar um futuro promissor, e não negro.

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